ichygo-chan ichygo Chan

Izuku adormece em sua cama e acorda em uma cela, onde descobre estar aguardando a execução após ser condenado por homicídio. O problema é que ele não se recorda de ter feito nada do que é acusado.


Fanfiction Anime/Manga Interdit aux moins de 21 ans.

#angst #horror #ua #suspense #gore #violência #deku #izuku #bnha
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Confusão

Então, esse projeto já estava sendo gerado a um tempinho e é um presente para duas pessoas maravilhosas que amo muito e que também são apaixonadas pelo Deku Vilão: Lívia- minha linda e maravilhosa sobrinha/irmã que amo pra um caralho, pra sempre forever and everrrrrr e ArianeMunhoz minha mama dos fluffys com quedas pelos meus gore, apesar de ser um anjo de luz.

Bem, eu não sei o que pensar sobre esse projeto, apenas sentir. Ele terá cinco capítulos(?) e bom... um pouco de sangue e violência que eu tentei não exaltar tanto, afinal não preciso transformar a história em um mar de sangue para que fique legal, não é?!

Edit: estou revisando a fic porque estava precisando rsrs

📷

Era óbvio até para um cego que a minha amizade com Kacchan era algo unilateral. Eu o seguia por todo o lado, o admirava de coração, mas só recebia maltratos como recompensa. Ele batia e desprezava a todo momento, desmerecendo meu esforço e amizade com palavras ácidas e gestos violentos.

Mesmo assim eu permaneci atrás dele, esperando ansiosamente uma oportunidade de ser reconhecido e tratado com valor, como alguém tão capaz quanto ele.

Decerto ele me tratava como a um lixo, agindo como um belo idiota egocêntrico. Contudo eu não seria capaz de matá-lo, disso tenho certeza absoluta. Simplesmente não tenho estômago, coragem ou sangue frio suficiente para executar algo assim. Por Deus! Eu sou um cara legal, não nasci para ferir, muito menos para matar! Eu sou um herói e definitivamente não matei ninguém!

Mesmo assim eles continuam a ignorar os meus apelos e me encarar com desprezo.

A cada dia que finda minhas esperanças esvaecem um pouco mais. Parece ser impossível provar a veracidade da minha alegação, ainda mais para o delegado que há mais de meia hora tenta silenciar, exigindo que eu cesse o choro.

— Se teve coragem de fazer aquela covardia com o pobre garoto, então deveria ser o suficiente para aceitar sua punição, seu monstro. — instou Irado, em minha direção.

— Eu não sei do que vocês estão falando, eu juro! Não fiz nada ao Kacchan! — insisti, suplicando aos soluços

Irado com o meu comentário ele me deu as costas depois de bater o cassetete nas grades da minha cela me obrigando a me afastar.

— Guarde seus lamentos para quando for prestar contas com Deus, seu merdinha!

Eu não podia desistir e continuei suplicando para que me ouvissem até que a minha garganta ardesse cansada. Parei após alguns minutos, vítima do cansaço e de um potente golpe em minha cabeça, causado pelo guarda.

Momentaneamente desnorteado, sentei-me na cama com a mão pressionada sobre o ferimento na testa de onde escorria um filete de sangue, enquanto tentava me controlar.

O que eles estavam afirmando era mentira, não podia ser verdade. O Kacchan não poderia estar morto, era impossível. Ele é forte demais para ser abatido, ainda mais por mim! Era um estupidez enorme acreditar naquilo.

Um fato impossível que eles continuam a repetir a mesma afirmação, incessantemente.

Me olharam torto, provavelmente tomando-me por louco, quando exigi falar com meu advogado, atendendo de má vontade depois de muito me ignorarem. Conversei com ele expondo toda a minha confusão e história, de como sentia-me perdido quanto a ordem e veracidade dos acontecimentos. Ele me encarava com o mesmo repúdio que os demais, aparentemente fatigado com a situação.

— Nós já tentamos apelar para insanidade, senhor Midoriya, não lembra? — afirmou num tom cansado enquanto girava a caneta entre os dedos — E não deu certo, então não tem porque continuar com esse teatro.

— Não é teatro nenhum! É a verdade! — vociferei entre as lágrimas, cansado de todos me ignorarem — Eu não fiz aquilo, eu nunca faria! O Kacchan é meu amigo.

O homem se empertigou por um momento, o semblante perturbado e contraído em dúvida e descrença.

— Seu amigo? Senhor Izuku, por favor, estamos em uma sala específica para isso, nenhum guarda vai nos ouvir, então por favor pare de bancar esse teatro, pode ser?!Ambos sabemos que esse tipo de personalidade frágil e assustada não combina nenhum pouco com você. — ele sorriu afetado ajeitando os cabelos — Olha, sei que não conseguimos muita coisa e que o máximo que eu posso fazer por você é garantir que seus direitos sejam respeitados até o momento da sua execução. Agora pare de bancar o inocente porque vindo de você isso dá mais calafrio que os seus sorrisos maldosos.

Nada fazia sentido. Nada. Por mais que eu tentasse, tudo o que eu falava parecia não ter valia alguma.

Por que me ignoram e não tentam me entender, sempre com esses olhares de desaprovação e repúdio? Deus, eu não fiz nada! E vou morrer por um crime que não cometi!

Foi então que depois de tanto insistir eles me mostraram as provas, e... e-eu preferia não ter visto aquilo.

Aquelas imagens ficariam gravadas no meu subconsciente para sempre.

28 Mars 2020 23:12:25 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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