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Elsa - Anna

O cavalo relinchou apreensivo, como se já soubesse o destino final daquela viagem. Anna acalmou-o com uma caricia, afagando seus pelos cinzentos. Por um momento, a rainha lembrou-se de seu marido Kristoff e de como ele sempre imitava as vozes dos animais, como se traduzindo seus pensamentos. Era um hábito bastante esquisito, mas ela já havia se acostumado com isso, como com outras maluquices de Kristoff também.

- O tempo está bom, acho que chegaremos na floresta em apenas um dia de caminhada.

Era Matias quem falava, o soldado mais leal a Anna e ao reino de Arendelle. Apesar da velhice já começar a mostrar seus sinais nesse guerreiro, Matias ainda possuía muito vigor. Sua pele era negra, os cabelos curtos e bem aparados, a barba por fazer, uma camada de grossos fios negros. Vestia-se com os trajes azuis do reino trazendo nada mais do que uma espada presa a cintura e um escudo as costas. Estava montado em seu cavalo, acompanhado de mais sete soldados, todos no mínimo vinte anos mais jovens do que ele.

- Então é melhor nos apressarmos – respondeu Anna com seu tom animado, montando com energia em seu cavalo – estou ansiosa para ver minha irmã.

Aquela era a Anna energética de sempre. Matias não teve como não esboçar um sorriso discreto ao encará-la. Era sua rainha, sua amiga. Ela amava Arendelle e isso dava ao soldado a certeza que o reino não poderia estar em melhores mãos. O único problema era que Kristoff ficaria no comando de tudo até Anna voltar. Governar não estava entre os talentos de Kristoff. Matias não esperava grandes ações do rei, tudo que pedia era que ele não fizesse nada de muito estupido enquanto estivesse no poder.

Embora Matias e Anna estivessem acostumadas a floresta encantada o mesmo não se podia dizer dos demais soldados que os acompanhavam. Nenhum deles havia adentrado naquele território mágico e misterioso. Uma terra aonde espíritos elementais vagavam livremente por entre os homens e a magia estava em toda a parte.

- Vamos homens! – bradou Matias com uma voz poderosa. Seus subordinados hesitaram por um breve instante e, apreensivos, o seguiram.

A viagem transcorreu sem grandes empecilhos. A estrada estava em boas condições e o céu límpido com belas nuvens brancas era capaz de acalmar a mais feroz das criaturas. Anna seguia em frente, vestia roupas verdes claras e uma capa roxa com capuz. Os cabelos estavam presos em uma trança que se enroscava como uma tiara em sua cabeça

Logo ao seu lado, sempre vigilante, seguia Matias. Os dois trocavam alguns comentários aqui e ali, distraindo-se em conversas leves e despretensiosas. Atrás deles, os soldados arendellianos falavam em tom baixo, comentando rumores e histórias fantásticas acerca da floresta encantada. O medo estava presente na voz desses homens, mesmo que tentassem esconder seus sentimentos com olhares confiantes e posturas eretas.

A jornada seguiu desse modo, o sol se pós e a lua se ergueu no céu escuro, banhando a paisagem com sua luz pálida. O ar esfriou, mas mesmo a temperatura baixa não era nada comparado ao que Elsa poderia fazer, nada com que Anna já não estivesse acostumada.

- Está logo a frente – comentou Matias quando a entrada da floresta encantada ficou visível. Era um conjunto de arvores frondosas, com quatro grandes colunas de pedras representado os quatro espíritos elementais.

Havia um ar de imponência nos pilares de pedra. Eram construções simples, cada uma contendo losangulos com os símbolos dos quatro elementos. A simplicidade, no entanto, não retirava a majestade daqueles monumentos de pedra. Muitos dos soldados hesitaram ao se depararem com aquele símbolo de poder. Um deles recitou uma oração de proteção aos deuses antigos.

- Acho que devia ter um quinto pilar, em homenagem a Elsa – comentou Matias. Elsa era o quinto e mais poderoso dentro os espíritos.

- Minha irmã tem um castelo de gelo no topo de uma montanha, acho que está farta dessas coisas! – Retrucou Anna em tom brincalhão. Os dois se permitiram cair na risada.

A floresta se aproximava pouco a pouco. A cada passo que os cavalos davam tornava-se mais nítido os pilares, mas não era apenas isso. Era possível quase sentir toda a aura mágica que emanava da floresta. O local transbordava magia. Uma lufada de ar envolveu a rainha, trazendo consigo algumas folhas alaranjadas do outono. Anna sentiu o vento fazer uma caricia em seu rosto. Era Gale, o espírito do ar.

- Olá Gale, bom te ver – disse animada com a recepção. Gale era um amigo confiável. De todos os espíritos, era o que Anna mais gostava – diga a Elsa que já estou indo, peça para ela preparar uma recepção para mim e para os rapazes!

O vento rodopiou ao redor de Anna e se foi, ligeiro, mas nada discreto, fazendo com que uma trilha de folhas o seguissem. Os soldados atrás de Anna ficaram ainda mais apavorados. A cena chegou a ser cômica para a rainha, mas Matias sentia-se envergonhado por ter homens tão covardes.

- Do que estão com medo? – disse Matias em tom severo virando-se para encarar os demais soldados – se isso os assustou tenho vergonha de imaginar como ficariam se vissem os espíritos irritados.

Ninguém respondeu e o constrangimento tomou conta dos soldados. Anna pediu baixinho para que Matias pegasse leve. Aquela era uma viagem a lazer e não uma excursão militar afinal.

- Nunca sabemos o que vai acontecer rainha. Se algo der errado eu não me sentiria seguro em contar com eles para protegê-la...

- Relaxe! Elsa está na floresta. Ela vale por vinte soldados!

Matias suspirou e acabou, a contragosto, cedendo. O grupo seguiu em frente até chegarem na entrada da floresta. Passaram pelos quatro pilares adentrando na floresta. Mal andaram alguns metros depararam-se com um comitê de boas vindas. Os irmãos Ryder e Honeymaren os aguardavam com sorrisos amigáveis nos rostos. Eram jovens, mais ou menos da idade de Anna. Ryder possuía cabelos negros e tinha uma personalidade bastante animada. Sorriu largamente ao ver Anna, acenando enfaticamente para a rainha. Sua irmã era mais contida, limitando-se a um sorriso discreto. Ela também possuía cabelos negros, porém longos, presos em uma trança, além disso, um gorro cinza cobria sua cabeça. As vestes dos irmãos eram longas e cinzas como era o comum da tribo Nortrunda. Ryder foi o primeiro a falar.

- Gale nos avisou que estavam chegando – disse animado – estão preparando uma sopa para todos vocês.

- Ensopado com legumes – completou Honeymaren – a receita secreta da vovó. Vocês vão adorar.

Desmontando de seu cavalo Anna foi até os dois e os abraçou com carinho. Matias também desmontou, não chegou a abraçar os irmãos, mas trocou acenos amigáveis com eles. Até pouco tempo atrás, o soldado era um inimigo declarado de todos os Nortundra, mas muita coisa mudou. Os laços de ódio que prendiam nortrundianos e arendellianos se desfizeram, dando lugar a relações mais corteses e amigáveis. As próprias Anna e Elsa eram grandes responsáveis por essas mudanças. Só o fato das duas serem o fruto de uma união entre os dois povos já significava muito, mas não parava por ai. Anna reinava em Arendelle enquanto Elsa era respeitada como a líder dos Nortundra por seus poderes mágicos, sua relação com os espíritos e por sua coragem e compreensão. Juntas, cada uma em seu território, as irmãs pregavam a paz e esforçavam-se para que boas relações se formassem entre os dois povos.

Os dois irmãos guiaram o Anna e seus acompanhantes até o acampamento nortundra. A música de suas cantigas chegou rapidamente aos ouvidos de todos, forte e carregada de uma energia estranhamente estimulante. Os nortundra cantavam em uma língua antiga, devotando seu respeito aos espíritos protetores da terra. Honeymaren cantarolava baixinho trechos da música em um ritmo lento. Foi só um pouco depois que foi possível ver os nortrunda, sentados entre as pedras, ao redor de uma simpática fogueira. Havia uma grande e convidativa panela com sopa fervente com eles. O cheiro era divino.

Elsa estava sentada entre eles, era impossível não notá-la, pois destacava-se com seus cabelos loiros-esbranquiçados e seus cativantes olhos azuis. Seu corpo magro possuía curvas elegantes e ela parecia uma deusa com sua beleza mística. Vestia roupas simples, brancas, uma capa cinza clara cobrindo-lhe os ombros. Quando viu a irmã, Elsa levantou-se abrindo os braços, um sorriso de felicidade iluminando o seu rosto. As duas se deram um longo e apertado abraço.

- Que bom vê-la Anna! Como estão as coisas em Arendelle? Tudo em ordem?

- Está tudo bem, mas, sabe como é, isso de ser rainha é muito trabalhoso, as vezes acho que vou explodir de tanta pressão – Anna riu nervosa – mas e você? Está ótima! Desde que veio morar na floresta encantada você parece tão mais, confortável consigo mesma, mais leve, até mais radiante.

Elsa sorriu com simplicidade e meiguice, o tipo de sorriso que Anna tanto adorava ver no rosto da irmã. Ela tocou nas mãos de Anna e, falando em voz baixa, em tom de segredo, confessou-lhe.

- Amo Arendelle e sempre amarei, mas aqui, nessa floresta, sei que pertenço a esse lugar. Ah, Anna, sinto-me acolhida entre os espíritos. E os nortrunda me ensinaram tanto acerca deles e da magia.

As duas se sentaram juntas, em um lugar entre os vários nortrunda ao redor da fogueira. Rayder e Honeymaren fizeram o mesmo. Matias sentou-se ao lado da líder dos nortrunda, a anciã Yelana. Os demais soldados não queriam se juntar ao grupo, mantiveram-se a uma distância segura de todos, em pé, com expressões que misturavam desconforto e timidez.

- Sentem-se, a atitude de vocês está me constrangendo – disse Anna.

- Nós somos inofensivos – disse Yelena, estava claramente se divertindo com a situação.

- Eu sou forçado a discordar disso – retrucou Matias com um riso – lembro-me daquela batalha na colina, em uma manhã nublosa. Você quase acabou comigo!

Os dois riram, um riso que deixava claro que a rivalidade que tinham no passado acabara a muito tempo e as lembranças dos conflitos transformaram-se em anedotas divertidas.

Ficaram a conversar animadamente sobre seus combates e essa conversa atraiu a atenção tanto dos nortrunda quando dos soldados de Arendele. Em pouco tempo não havia uma alma ali que não estivesse interessado nas histórias compartilhado daqueles veteranos de guerra. A sopa era servido a todos, uma mistura de vegetais muito saborosa capaz de despertar os ânimos de qualquer um.

Com um sorriso discreto no rosto, Anna observou feliz que os soldados de Arendele pareciam ter perdido o medo dos nortrunda e se sentiam mais a vontade ali. Estava distraída olhando para eles quando sentiu a mão da irmã tocando a sua.

- Anna, você quer brincar na neve? – perguntou baixinho, seu olhar agora adquiria um brilho erótico de cumplicidade. Essa era uma frase secreta entre as duas, contendo um significado que só elas compreendiam.

- Ah, eu adoraria irmã – respondeu Anna corando um pouco, um sorriso também surgindo em seu rosto.

As duas se afastaram de todos, embrenhando-se no interior da floresta encantada. Aos poucos os sons das conversas dos nortrunda foi sumindo até que nada mais se podia ouvir. Quando teve certeza de que ninguém iria vê-las, Elsa puxou a irmã para perto de si, suas mãos agarrando a cintura de Anna. Elas se beijaram de forma intensa, os lábios se colando com desejo.

Já fazia um bom tempo que não experimentavam aquilo, visto que estavam morando separadas, mas a saudade e o desejo foram temperos perfeitos para deixar aquele beijo ainda mais gostoso. Anna segurou nos ombros da irmã, seus lábios estalando com beijos curtos e ansiosos. Elas trocavam caricias enquanto se deleitavam nos lábios uma da outra.

- Calma, vai me deixar sem folego assim! – brincou a mais nova interrompendo o beijo. As duas estavam coradas e um pouco ofegantes.

- Tenho outras formas para te deixar sem folego – rebateu Elsa com um riso sensual. Empurrou Anna contra uma arvore e voltou a beijá-la, as mãos apalpando os seios da irmã por cima da roupa.

Os toques deixaram Anna derretida, Elsa era muito melhor do que Kristoff quando se tratava de deixa-la excitada. Infelizmente, uma relação incestuosa era vista com maus olhos em Arendelle e por isso as duas escondiam suas escapadinhas eróticas de todos.

Os beijos e caricias prosseguiam, sempre quentes. Já começando a ficar úmida entre as pernas, a ruiva retirou a blusa da irmã, sendo agraciada com a visão dos seios fartos de Elsa, macios, de mamilos rosados bem rígidos.

- Estão maiores – comentou, as mãos massageando-os com movimentos circulares.

Seu rosto se afundou naqueles seios convidativos. Anna colocou o mamilo direito entre seus lábios e deu um forte chupão, mamando com gosto. Elsa soltou um gemido sensual, ergueu a cabeça para cima, os olhos semifechados, suas mãos se afundaram nos cabelos de Anna, deslizando suavemente pelas mechas ruivas. Gemia baixo, mordendo o lábio inferior com um pouco de força. Anna estava fazendo um belo trabalho com a boca e com as mãos, era difícil se controlar sendo estimulada de forma tão habilidosa.

- Ahh... Anna, não pare por favor irmasinha...

Parar não era algo que passava pela cabeça da ruiva. Ela deliciava-se saboreando os seios de suam irmã. Muitos já cortejaram Elsa, mas só Anna tivera o prazer, e que prazer, de provar da beleza quase angelical dela. Uma de suas mãos desceu sutilmente, acariciando a barriga lisinha de Elsa e se embrenhando dentro das calças dela, invadindo lhe o meio das pernas e tocando em sua intimidade molhada.

- Ahh... – gemeu novamente, mais fracamente. Com carinho, abraçou a irmã com um pouco mais de força, afundando a cabeça de Anna contra seus seios. Estava adorando ser mimada com tantos carinhos, mas queria ser ativa também. Delicadamente, afastou Anna, o que se mostrou uma tarefa um pouco trabalhosa, pois ela não queria desgrudar dos seios da irmã.

As duas estavam ofegantes, a única diferença é que Elsa estava despida da cintura para cima, os seios lambuzados se saliva fresca. Anna sorria de uma forma travessa e maliciosa, a satisfação brilhando em seus olhos.

- Quero vê-la nua – disse Elsa acariciando o rosto da irmã e lhe dando um beijo rápidos nos lábios.

Sem perder tempo Anna começou retirando a blusa, seus seios eram praticamente do mesmo tamanho da irmã, porem com mamilos de um rosa mais forte. Em seguida retirou as calças, ficando totalmente nua, a vagina estava depilada, mas com alguns ralos pelos ruivos visíveis. Elsa retirou o que lhe restava das roupas ao mesmo tempo e as duas pararam para admirar a beleza uma da outra com olhos de desejo, carinho e cobiça. Elsa era muito branca, com uma beleza delicada de um anjo das neves. Já Anna possuía um ar mais energético, seus cabelos ruivos estavam presos, mas ela os soltou fazendo que caíssem em cascatas de fogo.

Abraçaram-se mais uma vez. Os beijos que trocavam eram mais intensos, mais carregados de intensidade erótica. As mãos de Elsa deslizaram pelas costas de Anna, descendo até chegar na bunda, apertando-a de leve. Dando um saltinho, Anna riu, beijando a irmã. Ela nunca cansava de beijá-la.

As duas sentaram-se no chão ainda abraçadas, davam risinhos pois a grama úmida espetava suas peles nuas. Ficaram sentadas frente a frente, os seios se pressionando de uma forma agradável e as intimidades úmidas se encaixando. Devagar, começaram a rebolar uma no colo da outra, um som molhado se podia ouvir do atrito de suas vaginas.

- Hmmm... – gemeu Anna baixinho. Era bom fazer amor de forma lenta e acompanhada de outra mulher. As coisas eram bem diferentes quando dormia com Kristoff.

- Você sabia – começou a dizer Elsa sem deixar de mover sua cintura – que entre os nortrunda o incesto não é visto com maus olhos?

A expressão de Anna foi de surpresa e felicidade. Beijou Elsa nos lábios antes de responder.

- Isso é ótimo! Então, se eu passar uns dias aqui com você, podemos agir como um casal abertamente?

Um aceno positivo de Elsa confirmou as palavras da irmã. Estavam felizes por poderem ter um tempo juntas, a maioria das pessoas não entendia o amor que sentiam uma pela outra, infelizmente. Os movimentos lentos as faziam gemer em um ritmo constante. Trocavam beijos eventualmente.

- Irmã... você pode... – as faces de Anna coraram muito, ela baixou a cabeça envergonhada. Quando voltou a falar, sua voz saiu fraca e tímida – fazer alguma coisa com seus poderes para... nos estimular?

De começo Elsa não entendeu, mas logo a compreensão chegou. Elsa corou, já havia se estimulado com alguns brinquedinhos de gelo, mas isso era um segredinho seu. Anna sabia, mas ela nunca havia pedido para que os usasse em suas noites de amor.

Muito sem jeito, moldou um instrumento fálico de duas extremidades de gelo, um pênis cumprido o suficiente para preencher as duas e grosso o suficiente para dar-lhes prazer. Anna arregalou os olhos ao ver o tamanho do objeto, era bem mais avantajado do que o membro de Kristoff.

- Está... grande demais...? – perguntou Elsa insegura, em um tom de voz tímido e fofo.

- Acho que está ótimo – disse Anna sem desgrudar os olhos do objeto – poderia... colocar em nós?

Muito sem jeito, Elsa fez o que lhe foi pedido. Primeiro enfiou uma das pontas dentro de sua intimidade. Doeu um pouco e ela soltou alguns gemidos abadados, mas como estava bastante úmida não foi tão difícil assim. Em seguida, puxou Anna mais para perto, inserindo o membro de gelo dentro dela. Anna era mais apertada. Como não estava tão úmida, o membro encontrou maior resistência para entrar. A rainha de Arendelle fechava os olhos com força e gemia baixinho, quase perdendo o folego. Elsa foi o mais cuidadosa possível até que conseguiu penetrar o membro na irmã. Agora, as duas estavam sentadas bem juntas, unidas pelo grosso membro de gelo.

- V-vamos começar... – disse Anna tentando dar coragem a si mesma. Estava ansiosa e assustada em fazer amor dessa forma.

Simultaneamente, as duas começaram a fazer movimentos de vai e bem com suas cinturas, gemiam baixo enquanto eram penetradas pele membro de gelo. A penetração doía um pouco, abrindo as paredes vaginais de ambas, mas elas também sentiam ondas de prazer percorrendo seus corpos o que compensava a dor.

- Isso não é bom? – perguntou Elsa corando. Fitava o membro de gelo e as intimidades das duas, já bem úmidas.

- Sim, muito bom – respondeu Anna, suas mãos repousando nos ombros da irmã.

Com calma, mantiveram o ritmo agradável da penetração. Aos poucos o prazer foi suplantando a dor. Elas aumentavam o ritmo gradualmente, gemendo mais e mais, trocando beijos delicados e sussurrando o nome da outra entre gemidos.

Os orgasmos se sucediam um ao outro, sempre mais intenso que o anterior. Não demorou até que as duas estivessem suando e arfando, mal tendo forças para continuar. Exaustas, separaram-se com cuidado. Elsa retirou o membro de gelo de dentro delas, o objeto estava encharcado dos orgasmos das irmãs. Anna sorriu, aliviada e um pouco decepcionada por não ter mais aquele belo membro dentro de si.

- Acho melhor terminamos por hoje, estou exausta – disse em tom divertido, seu corpo ainda colado com o de Elsa.

Abraçando-a com carinho, Elsa deitou-se juntinho a irmã. Elas ficaram bem grudadas, sem se importarem de estarem meladas de suor e orgasmo. Trocaram mais um beijo romântico. Anna, que estava por cima, deitou confortavelmente a cabeça nos seios macios de Elsa.

- Não pense que vou deixar por isso mesmo irmasinha – disse Elsa em tom de brincadeira, suas mãos acariciando os cabelos ruivos da moça – quando acordamos vou possui-la de novo e farei um membro de gelo ainda mais grosso.

- Não, assim você me mata! – retrucou Anna, as duas caíram no riso.

Cansadas, fecharam os olhos e se permitiram envolver pelo doce e agradável sono. Quando acordassem, voltariam a se amar, mas no momento tudo que queriam era relaxar nos braços da outra.

21 Janvier 2020 14:27:37 0 Rapport Incorporer 0
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