Sigma: Nova Era Suivre l’histoire

mdstraifer Maicon Douglas Rodrigues de Oliva

17 anos atrás uma espontânea e grande ameaça ressurge do passado distante, clamando pela punição divina sobre a humanidade e seus erros. O que abalou o mundo dando inicio a uma explosiva aceleração na pesquisa da tecnologia de modificação humana e na criação em massa da segunda geração de super humanos modificados em todos os continentes de Sigma. Enquanto isso uma super companhia de energia e tecnologia bélica, a Neo Era, encontra o achado do século que lhes deu a chance de trazer dos mortos dois descendente de uma raça antiga e superpoderosa que protagonizou o grande desastre de Lutonheim a mais de 500 anos atrás. Um desses descendentes é Djiupter Axo Drees, considerado pelos seus próprios criadores como a derradeira faca de dois gumes, sendo a maior esperança da humanidade contra seus novos inimigos, mas também a maior ameaça ao planeta no caso de uma revolta. Para aliviar o controle excessivo que ele vem vivendo desde a sua infância o jovem é enviado a uma academia militar, especializada em treinar jovens superpoderosos ou não, onde poderá pela primeira vez se comunicar com pessoas de fora, conhece-las e consequentemente fazer amizades que perpetuaram para a vida toda. Isso, até o grande ataque dos "Reis" se iniciar.


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#Super-humanos #mistério #novo-mundo #Manipulação-Genética #poderes #violência #luta #romance #ficção-científica #fantasia
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Prólogo - Ódio

“Eles pagarão pela minha perda, por usarem você e depois descartar assim. Se você não parecia importante para eles eu vou fazê-los sentir sua importância... com o peso da minha ira. Eles pagaram, com o que mais se importam.”



Em uma gigantesca instalação, isolada da população, sirenes por todo complexo avisavam sobre o caos. Um gigantesco portão de metal repleto com soldados prontamente armados começava a derreter quando de repente suas duas partes voaram na direção dos homens, esmagando uma grande quantidade deles. Pelo portão passava alguém de estatura média e seus olhos brilhavam num vermelho intenso de tão quente. Os homens que sobraram começaram a correr por suas vidas, mas no mesmo instante foram todos partidos ao meio por um raio de energia vermelha que passou cortando tudo na vertical, por dezenas metros, inclusive os prédios a sua frente.

O homem de olhos ardentes e vermelhos tinha seu corpo completamente coberto por uma pele preta e escamosa além de chifres e vários espinhos, que pareciam ossos protuberantes, por todo o corpo. Seu ódio por aquele lugar era claramente visível em suas ações. O brilho vermelho em seus olhos se intensificou e mais edifícios caiam perante a uma extensa rajada de energia que passou cortando tudo, mais uma vez.

Enquanto o ser de puro ódio andava, dezenas de equipes atacavam com todas as armas que tinham contra ele, mas não era como se fizessem efeito, com exceção dos tiros explosivos que o atrasavam momentaneamente. Logo maquinas robustas e humanoides, de quase dez metros foram para tentar impedi-lo, atirando incontáveis misseis e bombas para acabar com inimigo monstruoso. Mesmo depois de várias explosões a queima roupa o ser ainda se levantava. Um dos robôs gigantes foi com tudo para cima e desferiu um murro titânico contra o ser, afundando o corpo dele no terreno. Em meio a poeira ocasionada pelo poderoso ataque, o robô teve um de seus braços grandes braços e o homem que o pilotava gritou por sua vida e então calou-se quando foi partido ao meio unto ao traje robótico gigante. Os outros cinco robôs gigantes foram com toda a fúria vingativa, socando, chutando pisando e espancando ao máximo aquele monstro que matará o amigo deles e de repente pararam quando não recebiam mais nenhum sinal de reação do inimigo.

No chão, o ser se mostrava totalmente quebrado, tanto os ossos expostos quanto os que ainda se mantinham abaixo da carne. Os pilotos dos robôs gigantes, quando viram o estado praticamente morto, sessaram os violentos ataques e pararam para avisar seus superiores, mas antes que pudessem falar foram todos mortos de uma vez, dentro de uma gigantesca explosão vermelha que devorou tudo em seu raio de 40 metros de diâmetro e chacoalhando tudo. Para os que estavam longe o suficiente para sobreviver ao choque era como se uma minúscula estrela vermelha aparecesse do nada e acabasse com tudo. A explosão não gerou fogo nem fumaça, apenas uma gigantesca nuvem de poeira, que cobriu o local por um longo período de tempo.

Não bastou muito para que mandassem mais robôs gigantes, agora autônomos, para investigar.

Um urro ensurdecedor estourou pela área inteira, tão alto quanto trovões e preencheu de medo o coração de todos que estavam naquele lugar. Algo monstruoso estava oculto naquela nuvem de poeira. Na visão térmica dos robôs que era transmitida para as pessoas dentro das instalações, mostrava uma gigantesca massa de calor com forma corporal longa e quadrupede e se mantinha imóvel. O monstro, pelos cálculos do cientista, alcançava os mais de dez metros de altura e quase dezoito de comprimento, sem contar a extensão que parecia ser uma cauda. O mesmo ser que a pouco foi espancado até a morte provavelmente voltara em outra forma. Quando um dos cientistas que acompanhava o caos pelos monitores reconheceu o que era aquilo com base em relatos antigos, mesmo sem uma imagem clara da criatura, clamou por sua vida e pela de todos ali e seguiu com todos para as áreas de evacuação. Ainda coberta pela quantidade absurda de poeira no ar, a criatura quadrupede, mostrava seu poder com destruição e sua raiva com seus rugidos intensos. Os robôs que estavam perto se aproximaram conjuntamente e foram de uma vez só destruídos por uma violenta patada na horizontal que surgiu do nada de dentro da nuvem. Tentaram de tudo e até mesmo bombardearam o local exato do monstro com as aeronaves e veículos de guerra, mas não tinham nenhum sinal de efetividade, e com rápidas rajadas vermelhas de energia que saiam de dentro na nuvem de poeira, todos esses veículos blindados eram destruídos como brinquedos.

Quando já deram a base como perdida e estavam evacuando a poeira já abaixara muito e uma silhueta amedrontadora era vista quando focada com luz. Essa silhueta sentou-se e abriu sua boca o máximo que pôde e após isso um misterioso brilho veio do fundo de sua garganta e saiu na forma de uma rajada com vários metros de diâmetro, sendo expelida de sua boca. Era como um canhão de energia constante de última geração. Com um simples movimento de cabeça, o monstro guiava aquele poder absurdo e atirava estrategicamente nas maiores e mais importantes instalações do lugar, como se o conhecesse muito bem.

Um fato estranho sobre este episódio brutal foi que uma quantidade bizarra de pessoas, quase todas, conseguiu fugir a tempo ou sobreviveram até tudo aquilo acabar, o que não era de se esperar dando a situação tão extrema e de massiva destruição. Mesmo assim muitos não ligaram para esse fato.

Durante o amanhecer nada mais restava naquele lugar. Tudo estava completamente destruído. Um dos maiores complexos de Lutonheim e do mundo foi dizimado da noite para o dia, uma das maiores bases militares do mundo sumiu por impacto de uma fora que o mundo atual nunca vira antes.



O homem que sempre se perde para o caminho da fúria é aquele que nunca consegue suportar a dor de uma perda.

22 Avril 2019 13:55:55 1 Rapport Incorporer 125
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Karimy Lubarino Karimy Lubarino
Olá, Maicon Douglas, tudo certo? Faço parte da equipe de Verificação e venho parabenizá-lo por sua história ter sido Verificada e também para deixar um comentário sobre o que achei dela. Antes de qualquer coisa, devo dizer que achei o tema escolhido para a história muitíssimo interessante. Eu gosto bastante de histórias com uma pegada mais futurística e com conflitos relevantes não apenas para os personagens, como também para o mundo, e sua história tem ambas as tramas. O primeiro capítulo já mostra um grande terror e também aumenta bastante as expectativas que criamos para a história ao ler a sinopse. Eu gostei muito de ver essa coisa cheia de ódio atacando o complexo, principalmente porque a própria descrição dele já emitia uma noção de raiva pura. Muito bacana isso. Eu apenas senti falta da descrição do cenário, pois toda a movimentação da cena de batalha pareceu um pouco enevoada para mim e o mesmo acontece no segundo capítulo: no começo, eu sei que eles estão dentro de um laboratório, porém não posso visualizá-lo, pois não há uma descrição que diz se ele é grande, pequeno, se tem 10 ou vinte pessoas dentro dele, enfim. Fora isso, a narrativa é bastante agradável e eu curti muito a sensação de que todos os acontecimentos estão sendo narrados por uma pessoa que está de fora de tudo aquilo, mas ao mesmo tempo consegue saber tudo o que está para acontecer. Meio que dá um friozinho na barriga, como se o narrador estivesse prestes a fazer algum alerta, mas deixasse para lá para ver até onde as coisas iriam. Hahaha! Com relação à gramática e ortografia, existem alguns pontos importantes que gostaria de falar sobre, como quando está escrito "dois descendente" em vez de "dois descendentes"; "a mais de 500 anos atrás" em vez de "há mais de 500 anos atrás" — sempre que nos referirmos a tempo transcorrido, devemos usar o verbo "haver", que é responsável por dar essa noção de algo que já aconteceu. Usamos o "a" quando queremos falar sobre futuro. Também aconselho uma revisão em palavras que precisam de acento, como "maquinas" em vez de "máquinas"; "misseis" em vez de "mísseis"; "estatua" em vez de "estátua" e também o verbo "matará", que deveria ser "matara". Em "um de seus braços grandes braços" e "por um impacto de uma fora" — não fica claro o que se queria dizer nesses dois trechos. São coisas que melhorariam muito a compreensão da história caso fossem revisadas. Bom, espero que sua história faça sucesso. Estou torcendo para que tudo dê certo mais para frente na narrativa, porém ainda penso que os personagens ainda terão um bocado de desafios pela frente (e amo isso!). Um abraço!
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