believer Suivre l’histoire

levy_laia laia laia

minha história com ele não tem nada de incomum, mas é a minha história. e ela precisa ser contada. *história inspirada na musica believer, do imagine dragons, terão altas referências


Fanfiction Anime/Manga Interdit aux moins de 18 ans.

#luta #gay #yaoi #trans #lgbt #believer #romance #amor #crackship #gajeel #gaara
Histoire courte
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capítulo único

ps; Esta história não foi revisada e muito menos betada, espero que gostem

- muito prazer,  sou Gaj - foi o que disse ao lado do professor, cumprimentando todos da sala, mas o meu foco foi para uma mulher exuberante ao fundo olhando às janelas. 

- sente-se - o senhor mandou e sentei na frente da dona dos cabelos ruivos e nada falei, não posso causar tão má impressão assim no dia da transferência.

§

- qual o nome dessa linda dama que senta atras de mim? - a galanteei logo no fim do período, enquanto a mesma guardava seu material.

Porém ela parou, me olhou com fúria e com o caderno que estava em mãos me bateu na cara. É claro que fiquei em choque, eu não fiz nada! Isso não é assédio! Por que caralhos ela me bateu? A olhei perplexo e esperei uma resposta, que não veio, apenas voltou a guardar o material e pois-se a sair da sala.

Tudo bem que a minha fisionomia não seja lá uma das melhores graças à cicatrizes, mas isso não é motivo de me bater, oras!

Me levantei e peguei nos seus braços a puxando e fazendo olhar para mim, ela deixou sua mochila cair e não gritou, mas o que me impressionou mesmo foi o que aconteceu em tudo isso: não ficou espantada, não tentou se livrar da minha mão e muito menos resmungou. Ela virou no socão indo em cheio ao meu rosto, achei q seria meu fim, porém ela só destravou seu braço facilmente de mim e parou, esperando eu abrir os olhos e parar de rezar.

- primeiro, não me cante, não me toque, não pense em mim e de preferência não fale comigo; segundo, linda dama no teu cú, sou homem metaleiro estúpido, não me confunda com essas suas amigas que babam no teu pau - Ela pegou suas coisa e foi embora

O que acabou de acontecer? Uma garota linda pra caralho, quase que me nocauteou,  um homem de quase 1,90 de altura, grande e forte como sou, além de ter uma boca bem suja e linda.

Ela falou que é um cara.

Aquele ser minúsculo, com voz fina, cabelos grandes acabou de falar que é um cara.

Isso eu pago pra ver

§

Clube de luta livre; é onde aquela garota se esconde.

A segui no dia seguinte, já que ela me ignorou o período inteiro, e também não tinha como ficar prestando atenção em outras coisas além da matéria, no final ela veio pra cá, uma sala com tatames, uns marmanjos alongando e o técnico passando a ficha de cada um.

Já fiz boxe quando estava na escola, eu gostava de me sentir poderoso, além do que muitas mulheres gostam de caras fortes, sabe como é, pra se sentirem protegidas, pegada forte... sim, eu era o bad boy da escola e ninguém sonhava em mexer comigo, era bom aluno, porém ninguém acreditou que eu tinha conseguido bolsa para o curso mais concorrido do país.

Me sentei para ver onde estava aquela garota, que se dizia macho, ela foi a última a entrar.

 Me senti em um filme onde a cena passa mais devagar, com ela em foco na tela, mostrando o quão linda é a personagem enquanto ela terminava de prender seu cabelo em um coque bem apertado, andando para o centro do tatame, mas infelizmente sua cara não era uma das melhores, acredito que seja pela minha presença, entretanto isso não deixou de tirar sua beleza.

Seu corpo...era relativamente magro, muito musculoso e claramente com abdômen trincado mesmo debaixo da roupa de luta, ela...não tinha seios, porém tinha um colete por baixo da roupa, acredito que tampe-os, ainda sim...talvez ela não esteja zuando com a minha cara e seja realmente um cara mas, ela não tem pênis?

-o que faz aqui? - cruzou os braços e parou

- queria te ver, gosto de ver mulheres bonitas - e no mesmo momento que disse essas palavras, os homens atras fizeram expressões do tipo 'você fez merda e vai pagar', alguns levantaram, com uma menção em me bater, mas antes de qualquer coisa o treinador levantou uma mão.

- você sabe que fez besteira né? você tem ideia do que acabou de fazer? - minha cara de indagação era explicita e ele solta um suspiro - ele já não falou que é um homem? Então por que o senhor fica o chamando de garota?

-mas ela não 'tá zuando com a minha cara? - e alguns grunhidos são ouvidos dos espectadores - como pode ser um homem sendo que tem buceta e não um pau?!

-como você pode ser um ser humano sem cérebro? - estava na minha frente, com assembleante sério e não parecia tão nervosa quanto seus companheiros - olha, faz um favor pra mim, vai embora e não atrapalha meu dia

Sei que parece idiotice, história pra boi dormir, alguma coisa tava congelando dentro de mim, ela tava perto demais... seus olhos meio verdes meio azuis atraiam-me e eu já tinha decidido.

- quer sair comigo?  - o clima que aparentava tenso, ficou com um ar de dúvida, e ela me olhou como se fosse um cachorrinho, entortando a cabeça. Valia muito a pena convida-la pra um encontro, firme, segura, e esse frio...

Ela sorriu.

Mas eu não gostei desse sorriso.

Sabe quando estão planejando algo ruim e sabe que só você vai se ferrar? Pois bem.

- vamos fazer uma aposta - ela se afasta e vai andando de costas até o centro do tatame - vamos lutar - me chamou até o centro do tatame com as mãos, que poderia até ser comum, mas eu tinha despertado um interesse grande, então aquilo foi muito provocativo ao meu ver.

- quais são as condições? - tiro o meu tênis, e adentro no território inimigo.

- antes de tudo, quero que você me respeite, não sou uma mulher então não me trate como tal - o treinador sabia o ,que iria acontecer, e eu também, ele ficou no meio de nós para dar as ordens

- tanto faz, termina - eu estava evidentemente empolgado, nossos corpos estariam juntos mas rápido do que eu esperava, além do que eu ganharia um encontro

- se você ganhar, terá seu encontro, em um lugar público e ele termina quando eu quiser

-não, mas calma aí, você pode simplesmente chegar e ir embora, quero no mínimo duas horas - impus, não sou tão idiota assim

-tudo bem, se eu ganhar...os rapazes vão postar o vídeo seu perdendo pra um cara nanico e mais fraco que você, fechado? - estendeu suas mãos fechadas para o início do combate e eu as toquei selando essa idiotice toda - mestre decide o tipo de luta

- vale tudo, menos partes intimas, mordidas ou qualquer coisa infantil - ele faz o sinal 

Antes de me tocar ela já tinha avançado e dado um rasteira, passando por baixo e voltado, segurando meus braços nas costas com muita pressão. Não esperava por aquilo, não queria aquilo, mas estava acontecendo e tudo em um piscar de olhos.

-em primeiro lugar, eu vou dizer tudo que vem na minha cabeça, estou irritado e cansado das coisas como tem andado, batalhei muito pra ser como eu sou e admitir quem eu sou - por alguns instantes ela fraqueja e uso isso para me soltar e levantar de novo, voltamos às mesma posições, mas os nossos olhos já trocavam faísca - em segundo lugar, não me diga o que acha que eu poderia me tornar ou ser, eu sou mestre de mim mesmo e você vai ter que aceitar - avancei na tentativa de alguns socos, que aparentemente, foram desviados com facilidade, segurando o último e me dando um belo gancho na boca do estômago, mas isso não foi o pior, já que em seguida veio uma joelhada no mesmo local, me afastando.

-do que que você está falando? - estava com pouco fôlego, tentei ganhar tempo com nossos discursos, mas ela continuava a avançar em mim

- eu estava mal desde pequeno, levando meu mal humor à todos, que me sentiram, me ajudaram, mas foram poucos, eles fizeram de mim alguém que acredita, que sente dor, mas isso só me levanta, e eu vejo a beleza através da dor!

O discurso estava entre nossa luta, e eu apanhei. Estava irritado, frustado e humilhado, ainda sim aquele frio que se transformou em quente, que fez minha alma inflar de desejo, que via tudo isso como se fosse um filme de romance, não me deixava sair de lá.

É claro que eu perdi, na verdade fui nocauteado, com um soco bem no queixo, e que me fez perder a luta, mas eu não queria perdê-la, ainda não, ainda não tive minha chance.

O olhar de superioridade não existia nela, apenas ofereceu a sua mão e eu aceitei, me levantando.

- seu vídeo já foi postado, logo mais fica famoso - disse perto do meu ouvido, sussurrando, me dando mais um nocaute, dessa vez só na minha cabeça, e acelerando meu coração.

-quero tentar de novo - disse firme, com todo me ouvindo e rindo da minha humilhação gravada, e depois de me ouvirem, riram mais ainda

- sério? não basta ser humilhado uma vez? quer de novo? - ela estava cansada, deitada no tatame recuperando o folego e eu me sento, olhando pro teto

- não me importo com a humilhação, tenho foco, e quando eu quero eu faço de tudo até conseguir - não era a intenção minha voz ter saído tão grave, ou bruta, mas eu preciso dessa chance, eu...quero ela

- sou gaara, prazer em conhece-lo - sentou e estendeu para mim - você primeiro precisa saber quem eu sou antes de ter tanto interesse em sair comigo não não é mesmo? - e sorriu

Me sinto destruído com seu sorriso, estou sem graça, perto dela, minha mãos suam frio e o meu corpo está aquecido até demais.

- gajeel, prazer gaara.

§

Pode parece previsível, mas é a pura verdade, nós começamos a conversar depois do que tinha acontecido na sala de treinamento. Um dia ele me convida pra almoçar com eles, trocamos nossos números, mesmo que não nos falemos, só sobre matéria ou zuar com a cara dos professores, como um meme.

O que não foi previsível pra mim é que ela, não é ela e sim ele.

Eu ainda não entendo direito isso, nunca tinha visto mas sei que não foi fácil ele chegar onde está hoje, até tenta me explicar sobre, comenta e deixar no ar algumas coisas, o ser humano é complicado demais, entretanto tudo que ela diz tem sentido, só é difícil de aceitar.

Eu tenho treinado sozinho na academia em que frequento, ele deixou eu a enfrentar, quando quiser, com as mesmas condições da anterior, e já fui humilhado, no mínimo umas 5 vezes.

Algum tempo atrás ela me convidou para assistir o campeonato que vão participar e eu não conseguia dizer não, na verdade eu não queria.

§

- Você vai no ônibus ou vai mais tarde? - perguntou no fim do período, guardando as coisas

- vou depois, tenho que ir numa entrevista - esperou eu guardar pra seguirmos o caminho da saída 

- não acredito que ainda no 4° semestre algum louco deixou que se candidatasse

- é uma empresa grande, adora estagiários - soltei um riso e el me acompanhou nessa

- você já leu o livro que eu falei? 

- ainda não, mas já comprei! - recebo um soquinho no meu braço

- é pra você ler cacete! 

- tá, tá... ei ga - tinha algo me incomodando já tinha um tempo, mas eu não sabia se devia falar, era complicado e delicado

-fala - sentamos no refeitório esperando o pessoal do clube

- se eu namorar com você, isso que dizer que eu seria gay? - de uma hora pra outra ele começou a corar, é claro q eu entendi a reação, mas não sei se ta sem graça ou ta puto comigo

- você poderia ser várias outras coisas, mas não hétero - mesmo demorando a responder, veio calmo, o que não é muito do feitio dela, já que sempre está estourada e querendo bater em todos em sua volta

- por que você tem cabelo longo? Tu quer parecer um cara não é? - ela revirou os olhos, tão lindos que deus te deus, o deixando mais fofo que já é

- eu sempre fui um cara, e eu gosto do meu cabelo grande, você tem cabelo comprido e não deixa de ser um homem, além do mais se tudo der certo, eu corto ele hoje

-por que?

- fiz uma promessa pra galera que se eu vencer o torneio final eu corto meu cabelo e doo ele

- mas por quê isso?

- porque sim, você ta inspirado hoje ein?! sua cota de pergunta já deu - reviro os olhos e vou embora, mesmo sabendo que vou ver ele mais tarde, parece que demora muito

§

Infelizmente cheguei já nas oitava de final, e Gaara estava na lista, acho que deve ta muito bravo comigo por não ter chego na hora, mas a entrevista durou mais tempo que eu planejava, espero que eu seja chamado.

Sentei onde estavam os rapazes e agora o treinador, todos me olham, alguns zangados, outros cansados, mas tinham esperança, sabiam que gaara era mais que o suficiente na competição, mas o medo nunca abandona, qualquer deslize e acaba.

- na primeira luta dele foi um climão, tava ridículo aquilo, teve quase um briga de verdade lá dentro, depois que ele venceu o cara

- um marmanjo ficou se gabando que ia acabar com ele e menos de 10 segundos já tava no chão, depois ficou falando que foi trapaça e o escambau

-teve treinador pedindo a saída dele e tudo mais, pois é...tava nada fácil

- agora ele tá nas oitavas e todos estão contra ele - diziam no meu ouvido, enquanto eu vi a cena na minha frente

Ele estava sendo caçoado, zombado e ameaçado por outros competidores que estavam à sua frente, e ele não fazia nada.

No começo do round ele fez uma cruz no seu corpo, como se tivesse rezado e se prepara para a luta. Uma luta intensa, com muitos barulhos e com a sua vitória, classificado para as quartas de final.

Ele me vê na plateia, fica com cara de bravo e eu engulo seco, de repente essa camisa ficou apertada demais, me fazendo afrouxar a gola. Ocorrem outras lutas simultâneas, pra tudo acabar indo mais rápido, mas ainda sim tem o direito de 15 minuto de intervalo.

O tempo passa e é novamente sua luta, estou comendo pipocas à uma velocidade impressionante, estou ansioso e quero que ele vença, porém sei como é difícil o peso nas costas de estar nas finais. Ele entra com um braço enfaixado e nós ficamos preocupados, mas ele mexia e aquecia,então nada que nós poderíamos fazer.

Ele vence mais uma vez, com uma grande dificuldade, mas vence.

Agora são as semi finais.

Gaara vence mais uma vez, mas nós sabíamos, era o limite. Ele estava acabado demais pra continuar lutando, os outros competidores se preocuparam mais em feri-lo do que ganhar, não seria nessa que ele levaria, e seu olhar para nós na plateia dizia o mesmo.

- eu quero parar - disse sem som para nós vermos, e todos suspiraram, não tinha o que fazer, mas eu sei que não era o que ele realmente queria.

Eu desci da arquibancada e fui o mais próximo que pude dele, já estava sentado no banco, jogando água na cabeça e olhando pra mim.

- nós não podemos, não podemos parar - ele não entendia o porquê eu dizia aquilo, e estava explícito no seu rosto - você me fez alguém que acredita, porque você é assim, deixe que venham, você passa por cima deles e isso só te faz crescer, eu sei que você quer parar, mas não podemos, ainda não - ele sorri, parece até que caíam algumas lágrimas, mas estava suado demais pra eu saber ao certo, e o mais importante;

Ele não desistiu.

E ganhou.

Quando recebeu o prêmio, teve que sorrir diante as vaias da plateia, que não pararam por um bom tempo, até ele conseguir se pronunciar.

- eu estava engasgado na multidão, acumulando minha nuvem, esperando que meus sentimentos se afogassem, mas eles nunca se afogaram até que romperam e a chuva caiu, e ela caiu como dor, mas tudo bem, isso me deixa mais forte, melhor, perfeito! 

Ele realmente me fez apaixonar-se por ele.

§

-sabe, você ficou muito bem de cabelo curto e braço engessado - estávamos indo para a sala de treino, reunião como sempre

- parabéns gaara, pela vitória - disse o treinador com os meninos aplaudindo, um sai do vestuário com um bolo caseiro meu e deixa no meio do tatame

- ei ei, tira daí, eu vou lutar com ele - todos me olharam perplexos, menos gaara e o treinador que só suspirou

Ele ficou na minha frente, em meia posição de luta e eu também fiquei, quando o treinador deu a largada ele se deitou no chão, e bateu três vezes.

Eu venci.

- onde irá me levar senhor Gajeel? -  perguntou pedindo ajuda para levantar, e claro fiz

- vai ter uma feira gastronômica no sul, e eu já comprei as entradas VIP's 

- desde quando está planejando isso? - disse pegando um pedaço de bolo

- desde às quartas de final - me olha não acreditando na minha sinceridade

- achou q eu não ia ganhar?

- achou que estaria tão fodido que até o tio da cantina ganharia - levo um soco no ombro, mas é como eu suspeitava e falei, ele estava podre.

- que horas?

- te pego às 18:00 na sua casa, depois de amanhã - assentiu e continuou a comer

É impressionante como mesmo passando tanto tempo o que sinto só tem crescido, sim, eu tenho certeza disso, posso nunca ter me apaixonado antes mas já li muito a respeito e sei do que sinto, e mesmo que não pudesse sair nem sequer uma vez com ele, eu já estava satisfeito com sua presença ao meu lado todos os dias.

Pode ser patético isso, mas quando ele sorri, meu coração aquece, quando está perto me sinto transbordar e quando está longe tudo fica frio demais...posso ser patético, principalmente por ser o bad boy da escola, mas não me importo, já está tudo bem.

tudo bem.

Tudo bem ele, não ser uma mulher, tudo bem ele ser homem, tudo bem eu não ser hétero, tudo bem ter que passar por cima de tudo isso, eu estou feliz assim.

§

- vamos, você tá atrasado - estava encostado no carro, de terno sem gravata e com o cabelo penteado para trás, passei perfume, mas não tanto, vai que ele não gostasse.

- calma, tava procurando meus documentos - ele sai da casa e tranca a porta, estava de terno também

Magnífico.

Achei que ele não poderia ficar mais lindo do que com aquela roupa justa da luta mas eu estava enganado, meu coração acelerou como nunca, eu estava petrificado, ele era lindo demais, e seu perfume me entorpecia os sentidos. 

Quando ele chegou próximo de mim eu não sei, porém ele pegara minha mão gentilmente, quente, levantou e tocou os lábios nas costas dela, suavemente e de lá, partindo um choque total no meu corpo.

Estava perdido e ele não iria me ajudar.

- eu não posso dirigir, então acorda e vamos. - tentei me recompor, mas em vão, estava tremendo e suando frio, e assim eu fui

§

É impressionante o ser humano.

Somos fadados a viver com nossos corpos a vida toda, mesmo mudando, crescendo e envelhecendo, mas alguns ultrapassam essa barreira que faz a maioria não ver a si mesmo por causa dessa casca que esta envolta de nós mesmos. E Gaara superou, lutou e vai continuar assim, pois mesmo em paz consigo mesmo ele não pára.

Aquele dia foi ótimo.

Comemos, rimos e zuamos como sempre, mas no fim foi ele que tomou a iniciativa e me beijou. Estávamos pra fora do carro na auto estrada esperando a ajuda chegar, o pneu furou e não tinha reserva, estava recostado quando andou na minha direção, se apoiou nos meus ombros e me beijou.

Não posso dizer q não esperava isso, pois desde o começo tudo pareceu um filme mas, ainda sim, não achei que iria rolar algo a mais.

E rolou.

Mas não interessa pra ninguém o que fizemos, mas posso dizer que foi o melhor da minha vida.


23 Avril 2018 12:05:39 0 Rapport Incorporer 0
La fin

A propos de l’auteur

laia laia gaalee, nagima e kiruto são vida

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