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Aquele sentimento estranho, mas mesmo assim conhecido. Algo estava errado. E eu sabia. Como? Bem ... (SÓ UM AVISO: NAO É PLAGIO. EU POSTEI EM UMA DAS MINHAS CONTAS DO SS. KITSUNE13)


Drame Déconseillé aux moins de 13 ans.

#DRAMA #SENTIDOS
Histoire courte
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- Aqui está

Audição. Olfato. Paladar. Visão. Tato. Fascinantes e mesmo assim tão subestimados. Os sentidos.

Sempre me interessei muito por eles. Afinal, são eles que nos fazem ver o mundo do jeito que vemos. Afinal, são com eles que percebemos o que nos agrada ou não.

Pense. Quando encontramos algo novo sempre nos baseamos nas sensações que nos é proporcionadas.

Sons. Cheiros. Gostos. Imagens. Texturas.

E o incrível é que quando gostamos de algo, não é só um deles que nos agrada e sim todos ou no mínimo três deles.

Mas, as vezes os sentido enganam, bem como um filosofo, que no momento me fugiu o nome.

Cômico, eu estar aqui nessa situação e ainda me dando o trabalho de filosofar sobre os seis sentidos existentes. Bem, não existem só seis, mas são esses seis que me são importantes no dado momento de reflexão.

Bem. Vamos analisar o contexto desde o princípio. Ou pelo menos o que eu considero o começo.

.

.

.

“- Aqui esta.”

Conheci ele na volta as aulas.

Aluno novo. Acabado de se mudar para a cidade. Morava sozinho. Misterioso. Lindo.

Sim, eu ainda não tinha visto sua fisionomia, mas já tinha ouvido uma sinopse da sua vida.

Pois é, as notícias correm. Ou melhor são enviadas.

Eu estava na biblioteca matando o tempo, pois simplesmente não estava afim de ouvir história obviamente exageradas sobre as férias dos meu colegas.

Até que eu vi um livro que me chamou a atenção. Mas ele estava muito no alto e eu não estava conseguindo pegar. De repente eu vi uma mão chegar e pegar o livro.

- Aqui está.

Sua voz era rouca e tinha uma presença forte.

Usava um perfume amadeirado, que eu nunca tinha sentido antes.

Cabelos negros e desarrumados, mas mesmo assim belos.

Os olhos mais negros que eu já vi. Parecia que eu era sugada para dentro deles.

Adoraria saber os gosto da sua boca e a textura da sua pele.

Mas tinha algo que estava fora do lugar, não sabia explicar.

Sai das minha divagações. Quando ele fez um barulho que demonstrava impaciência, mas mesmo assim mantinha um meio sorriso. Esse sorriso que seria minha ruina.

Depois desse primeiro encontro na biblioteca ele me surpreendeu me chamando para ir a uma lanchonete levando em conta que compartilhava a mesma animação para as histórias pós-férias.

Depois disso começamos a sair. E com o tempo a ficar.

Ele era distante, mas me fazia ter vontade de chegar até ele.

Mas aquela sensação de algo errado continuava.

Porem eu estava feliz, não queria me preocupar com coisas desnecessárias.

Um dia ele mudou. Ficou mais comunicativo. Todavia ficou extremamente possessivo.

Me falavam para tomar cuidado e eu dizia que era neura dele.

.

.

.

É, o mundo realmente dá voltas.

Antes era um perfume amadeirado.

Antes era uma voz rouca e agradável.

Antes eram olhos negros e meios sorrisos.

Antes tinha gosto de menta.

Antes eram maos macias e fortes.

.

.

.

Eu descobri...

...quando vi os olhos negros em uma tonalidade escarlate;

...quando ouvi a risada macabra;

...quando senti o gosto de ferro;

...quando senti um calor até então desconhecido;

...quando senti o cheiro de carne queimada.

.

.

.

Minha carne.

Eu descobri o que era aquela sensação estranha.

Aquele sentimento estranho, mas mesmo assim conhecido.

Algo estava errado.

E eu sabia.

Como?

Bem, pode chamar de...

.

.

.

Sexto sentido.

28 Février 2018 16:49:25 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

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