woolridgrant Elizabeth

Ser um amante pode não agradar a tolos como você, e se aproximar às escondidas pode não ser algo que você faria. Mas você não viu o meu homem.


Fanfiction Érotique Interdit aux moins de 21 ans. © Direitos de autoria reservados a @woolridgrant.

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But you have'nt seen my man

A maioria das pessoas teria repulsa em transar com um cara velho, imaginando um senhorzinho caquético e broxa, do tipo que só vale a pena trepar se ele for rico e carente. Mas o meu homem não era assim. Ele tinha 43 anos, um corpo lindo, a beleza de seus 20 conservada, era inteligente, e tinha um apetite sexual insaciável.


As minhas tardes favoritas eram na sua casa de férias em Miami durante o verão, quando transavamos no divã do escritório, o sol entrando pela janela e iluminando nossos corpos em chamas. Adorava a sua expressão quando meus dedos apertavam em seu peito musculoso enquanto eu sentava em seu pau numa cadência torturante e deliciosa para nós dois. Eu gostava de deixar as coxas o mais juntas possível, apertando aquele pau com a buceta pingando de tesão, sentando ali, daquele jeito lento, as sobrancelhas franzidas na cara mais manhosa e sem vergonha que conseguia com ele tocando tão quente e fundo dentro de mim.


Os gemidos dele eram uma das melhores partes. Era visível o quanto ele gostava de me deixar saber que estava fazendo bem, dando-lhe prazer. Eu quase travava quando ele sorria pra mim, ofegante, os olhos pesados de satisfação e as mãos na minha cintura. Era nesses momentos de fraqueza que ele me colocava de quatro sobre o divã de couro preto, estapeava minha bunda com força antes de arremeter novamente o pau em mim de um jeito rude e forte.


Sua mão dava duas voltas no meu cabelo bagunçado, alguns fios grudados na minha pele suada, e ele começava a foder num ritmo alcançado apenas por nós dois, o som do seu corpo colidindo com o meu junto aos nossos gemidos ficando mais altos quando ele puxava meu cabelo, fazendo-me arquear a coluna.


As paredes de vidro do escritório deixavam a cena de nós dois fodendo exposta a qualquer um que passasse pelo canal naquele momento, e não poderíamos nos importar menos com isso. Talvez fossemos exibicionistas ou descarados, mas tudo oque importava pra mim era a forma que ele mexia o quadril, a cabeça do pau esfregando lá no fundo, me deixando fraco.


Ele me fodia tão bem, puxando meu cabelo e apertando minha cintura, me puxando contra ele até que nossos corpos chegassem perto de se fundir um ao outro, as minhas mãos buscando algum apoio no estofado macio e molhado das tantas vezes que já havíamos transado ali naquele dia.


Sr. Jeon era violento, quando me sentia próximo ao orgasmo, tremendo sensível, ele me puxava pelos cabelos até que ficasse de joelhos no chão, ofegante.


— Só vai gozar depois de mim, ouviu? — ele me olhava de cima, o pau duro e molhado na frente do meu rosto, o corpo suado e molhado dos meus orgasmos.


— Por favor... — eu implorava, com lágrimas no rosto.


— Você nunca aguenta continuar. — ele negava, me olhando com escárnio, as sobrancelhas franzidas e um sorriso impiedoso no canto da boca. — Chupa o meu pau, vai. Se fizer bem gostoso eu te deixo gozar.


As veias ressaltadas sob a pele eram os detalhes mais gostosos na sua aparência. Eram altas, nas mãos, nos braços, embaixo do umbigo, no pau. Eu adorava chupar onde quer que tivesse aqueles detalhes tão sutis, ao mesmo que tão pesados e quentes.


Ele enfiava dois dedos na minha boca, me fazendo engasgar e me afastar. E então ele segurava meu rosto e o acertava com um tapa tão forte quanto os que dava na minha bunda, certamente me deixando vermelho. Eu o olhava, destruído e louco de tesão.


— Respira, porra! Não me faz perder a paciência. — Jeon era tão rude quando eu não fazia suas vontades, tão cruel que logo levava a mão até a base de seu pau, o masturbando devagar antes que levasse mais um tapa na cara e ficasse sem sexo pelo resto da semana.


Eu o chupava devagar e com dificuldade, por não caber em minha boca direito sem que meus lábios doessem. Lambia a cabeça sensível e inchada, o pré gozo misturando-se com a minha saliva e o aperto nos meus cabelos afrouxando ao que ele relaxava um pouco a postura tensa. Isso me dava mais liberdade para segurar em sua coxa malhada e beijar sua virilha, morder a pele clara e frágil abaixo do umbigo e deixar um chupão ali, bem pertinho do pau, sentindo-o roçando na minha bochecha.


Era grosso e pesado, ficava molhado e sensível depois de foder minha buceta. Ele ascendia um cigarro mentolado pra fumar sem pressa enquanto eu cultuava seu corpo, seu cheiro e seu sabor. Minha língua passeava dando voltas na pele fina que cobria parcialmente sua glande e depois descendo para suas bolas, o mínimo contato ali fazendo-o pulsar em frente aos meus olhos.


Poderia passar horas e horas contando como adorava chupar aquele homem, mas de certo que a parte que mais apreciava era quando ele gemia baixo, tombando a cabeça para o lado e franzindo as sobrancelhas grossas, seu pau pulsava forte, escorrendo pré gozo e saliva, e ele segurava minha cabeça pelas laterais, forçando-o a entrar por completo em minha boca. Meus lábios esticavam e minha garganta doia.


Ia num vai e vem ritmado, nem tão rápido e nem tão lento, perdendo a calma no momento em que ele sacudia minha cabeça para os lados, me fazendo engasgar desesperado, sem ar e tonto. Ele fazia aquilo, esfregando o pau na minha garganta até que eu arranhasse sua coxa com força o suficiente para que ele parasse e me deixasse respirar por poucos segundos antes de me puxar de volta, pegando o pau pela base e o batendo na minha bochecha babada e vermelha.


Seus gemidos se tornavam mais intensos e sensuais, ele me dava tapinhas no rosto como se me avisasse, como se seu pau não vibrasse o suficiente no meu rosto pra eu saber que estava na quase gozando. Eu abria a boca e sentia a glande pesada tocando minha língua, ele a esfregava ali e jorrava porra quente. Eu fechava a boca, depois a abria de novo, querendo deixar meu homem orgulhoso ao mostrar que havia engolido tudinho.


Chupava mais um pouco, e quando ele sentia vontade de ser violento novamente, me puxava para cima e me beijava. Seus beijos eram longos, lentos e sexuais. Ele me pegava no colo, andando até a cozinha enquanto eu chupava seus lábios cheinhos, puxava seus cabelos e roubava seu cigarro. Jeon me sentava no mármore da ilha e me beijava de novo, apertando minha cintura e me puxando para perto.

Ele mordia meu pescoço, meus mamilos eram apertados por seus dentes até que eu o puxasse pela dor, e então sorria e mordia minha barriga.


Jeon era alto, a ilha chegava na altura de sua cintura, o que tornava chupar minha buceta ali encima uma tarefa fácil, bastando apenas me deitar no mármore cinza e se curvar um pouco para me provocar com a língua passeando na minha coxa. Ele marcava seu território ali, nas minhas coxas, deixando-as num mozaico roxo, rosa e vermelho, depois encaixava as mãos ali e roçava o nariz grande na testinha sensível pelos impactos das fodas anteriores.


Sua língua quente passava na minha entrada, me fazendo contrair e gemer fraco, tentando me afastar e sendo puxado de volta por suas mãos firmes nas minhas coxas justamente por aquele motivo. Ali ele me chupava todinho, beijando minha buceta como beijava minha boca, com sede. E eu ficava completamente molhado em seus lábios, entregue e frágil, imerso no prazer que ele me proporcionava.


Me segurava com força para que não fugisse quando sua língua traiçoeira tocava meu clitóris e se movia lentamente em círculos imaginários, pra cima e para baixo ou qualquer porra que ele fizesse com a boca pra me deixar daquele jeito. Eu me sentia enlaçado à definição mais literal da palavra ardente com seus chupões ali, me entregando em gemidos sôfregos e manhosos.


Ficava tudo tão quente quando ele enfiava a língua em mim, roçando a ponta na entradinha, no lugar mais sensível que poderia estimular, que eu gozava, fechando as pernas com sua cabeça no meio, puxando seu cabelo e me contorcendo no mármore quente. Então ele metia os dedos longos, dois de uma vez só, os mesmos nos quais eu havia engasgado antes, e me dedava sem parar, mesmo com meus pedidos esbaforidos, até que eu tivesse um squirt, molhando tudo. Ele, a ilha, e um pouco escorrendo até o chão.


Era a melhor sensação do mundo, como se explodissem milhões de fogos de artifício dentro de mim, mas ele mal esperava eu me recompor e parar de tremer antes de me virar e puxar minhas pernas para fora da ilha, deixando uma esticada, somente a pontinha do pé tocando o chão, e a outra dobrada, mantendo minha buceta acessível para que ele metesse sem avisos.


Fodia forte e rápido, como geralmente não costumava fazer, meus orgasmos sendo demais para que ele aguentasse mais que alguns segundos antes de gozar dentro de mim, me segurando e tremendo, gemendo gostoso, o pau pulsando e jorrando porra espessa e quente dentro da minha buceta.


Depois ele abaixava a minha perna, para lamber o gozo que escorria nas minhas coxas e chupar a porra da minha buceta, a língua tocando meu clitóris e me fazendo me encolher, sensível. Separava minhas pernas devagarinho, lambendo tudo o que escorria, mordendo minhas coxas e apertando minha bunda.


Quando ele finalmente se afastava, eu caia sentado no chão, as pernas tremendo demais para me manter de pé. Eu assistia ofegante ele ir até a adega, buscar uma daquelas garrafas de vinho tinto caro, a abrir e tomar direto no gargalo. Enquanto ele bebia metade da garrafa, eu acabava com o cigarro mentolado.


— Eu quero sentar em você. — eu dizia, engatinhando até parar em seus pés.


— Pensei que não aguentasse mais.


— Eu não aguento, mas eu quero. — esfregava a bochecha em sua coxa, meus joelhos ardendo no chão. — Se você deixar eu sentar devagarinho eu aguento.


— Sabe muito bem que eu não faço as suas vontades — dava outro gole longo no vinho, sem sequer me dirigir o olhar uma única vez, caminhando para o banheiro.


Ele me deixava ali, sozinho, molhado, cansado e com tesão. E eu sabia que um sorriso brincava em seus lábios enquanto ia até o banheiro, porque assim que eu o seguisse até lá, ele estaria esperando pra me comer dentro do box de vidro, depois na banheira e no quarto.



25 Novembre 2022 01:23:44 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

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Elizabeth @woolridgrant no Wattpad.

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