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Tenho meu lado que é Não,

é minha face obscura.

Lido com ela a pouco tempo,

tendo seu próprio nome, e uma voz

que gosta de querer, para ela o mundo é um eterno parque de diversões.


Ela sorri, e se sorri nada me abala,

ela sou eu, somos uma, talvez duas não importa; quando encaro o espelho são meus seus olhos, e se chora, quando chora nos purifica.


Queima o espírito no vasto e árido pátio do existir, e em brasa sinto a mim fortalecer, ela é terra e fogo, atiça e açoita a chama do eu. Sou água e ar, leve que chega longe e em qualquer lugar navega, somos uma, vazia, eu nada,

imaterial, inefável e intangível, dual indivisível que nunca se aparta, para se partir precisa das cinzas, para renascer o eu assim uno.

2 Novembre 2022 18:55:00 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

A propos de l’auteur

Siph Ferreira Nerd de maquiagem, amante de música, livros e quadrinhos, amiga de Meia Noite e Qliph, viciada em podcast e buscando seu rumo nesse mundo.

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