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Cresce a lua no céu, o tempo do lupino se aproxima.

Cálido e branco sorriso celeste, figura distante no firmamento agreste.


Possa a mãe lua nos perdoar, assim me prostro rogando sua misericórdia, por nós e todo aquele que não vem lhe admirar.

Mais antiga que a deusa do amor, acalenta silenciosa a minha dor que venho lhe ofertar.


Acendo a fogueira e danço, meu espírito a seus pés lanço, alva coroa do deus universo, aqui silente lhe peço, não nos abandone.


O único confirma, lupino! Teu grito me alcança e agora não mais só estarei, guardião das matas estende tuas garras e presas prateadas, arranca do meu peito o coração velho que já não serve, desague o sangue impuro, vermelha torrente, oh lupino mensageiro que eu possa ser um espelho onde Selene vem se olhar. Rasga minhas vestes, devora meu corpo que a branca luz faça um novo surgir e eu possa em paz ao azul profundo em paz ascender e ao tempo certo me torne o lupino que corre sem a nada temer.

5 Octobre 2022 22:19:44 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

A propos de l’auteur

Siph Ferreira Nerd de maquiagem, amante de música, livros e quadrinhos, amiga de Meia Noite e Qliph, viciada em podcast e buscando seu rumo nesse mundo.

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