jung_leka Leila Patricia

Onde Taehyung se muda da França, onde morou sua vida toda com sua mãe. E vai para Coréia a pedido do pai. Descobrindo segredos que os pais esconderam dele sua vida toda. Encontrando em seis rapazes laços de amizade tão forte, que serão levados por toda vida. Taehyung descobre o primeiro amor Ou onde Hoseok percebe que antes de Taehyung, ele nunca tinha sido amado de verdade ... "Se eu podesse voltar no tempo, eu voltaria naquelas tardes, de por do sol e cookies de chocolate. Abraços quentinhos, e sorrisos brilhantes onde minha única preocupação seria a volta da minha mãe para casa depois de um logo dia de trabalho " " Mas eu congelaria o tempo nesse exato momento agora. Só para estar, sentindo esse cheiro gostonso que só a pele dele tem, o calor de seus braços que me aquecem como um dia ensolarado. Mãos que acaricia os fios dos meus cabelos, e lábios... os mesmos lábios que quando tocam os meus me trazem a paz." NAO ACEITO ADAPTAÇÃO


Fanfiction Groupes/Chanteurs Interdit aux moins de 18 ans.

#yoonkookmin #yoomin #namjin #vhope
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cookies com gostinho de amor

Nunca passou pela minha cabeça morar na Coreia, nunca tive curiosidade se quer de passar minhas férias naquele país. Não era um assunto importante em casa, minha mãe também nunca me obrigou a fazer aquilo que eu não queria.


Eu apenas dizia que não tinha vontade, e ela respeitava.

A mesma coisa era meu pai, ele nunca me impôs a ir...


Aliais nunca se quer me fez o convite de conhecer onde ele vive.

Por outro lado minha mãe sempre fez questão de que eu aprendesse a língua e as etiquetas daquele lugar, com o apoio do meu pai. Ela dizia que era bom aprender a falar o idioma de onde eu nasci, Sim eu nasci na Coreia mais vim morar na França ainda bebê com a minha mãe e vivo aqui até o dia de hoje.


Pois é, aqui estou eu de malas prontas preste a embarcar rumo aquele lugar.


Meu nome é Kim Leroy TAEHYUNG, e antes disso tudo começar vamos ao ponto de início que me fez mudar para outro país ao qual não estou adaptando e que vai mudar minha vida completamente.


- taehyng meu bem vem aqui por favor...


A mulher ainda jovem chamava pelo filho de apenas cinco anos que brincava no quintal da casa. A voz melodiosa e os olhos brilhantes sobre o pequeno bebê que brincava com alguns brinquedos na grama, ela era linda a mulher aos vinte e três anos estava no auge da sua juventude era mãe, modelo e independente.


- vem aqui meu pequeno príncipe a mère fez cookies de chocolate para você. - taehyung amava os biscoitinhos com gostinhas de puro amor que a mãe fazia. O bebê veio de encontro a mãe com os bracinhos gordinhos estendidos para agarra o pratinho de biscoitos resem assados.


- primeiro vamos lavar essas mãozinhas tudo bem. - falou a mulher carinhosamente pro seu pequenino, taehyung apenas fez um biquinho muito fofo, tirando uma risada da mãe que o beijou nas bochechas rosadas e fofinhas, fazendo cócegas na barriguinha gordinha do pequeno tae, como ela o chamava. O garotinho ria das cosegas na barriga com dentinhos miúdos e branquinhos dando aquele sorriso quadrado que era tão parecido com o do pai, a mulher ao ver sorriu com a lembrança que veio em sua cabeça. Ainda o amava...


Depois de alimentado de banho tomado o pequeno taehyung dormia no colo da mãe. A mulher o adimirava com todo amor que ela tinha, tae era lindo de mais, o menino tinha os traços da mãe. O nariz fino de olhos claros como os delas e os cabelos castanhos dourados onduladinhos. Mas a genética do pai coreano prevalecia ali.

Ela ri ao ver a boquinha se abrir um pouco o garoto estava relaxado entregue ao sono depois de um dia de brincadeiras e descobertas, tae era um garotinho muito inteligente.

- petit ...

Ela beija a testinha do filho antes de colocá-lo na caminha com matinha quentinha e o ursinho de pelúcia de esquilo chamado Sr pim-pim, que a criança não dormia sem ele.


-fais de beaux rêves ma vie...


-Amélie ele dormiu - quem perguntava era Cici a mãe de Amélie.

- sim mère acabei de coloca-lo na cama.. - respondeu a mais jovem.

- certo, venha aqui ma fille deixe eu matar um pouco da minha saudade.- a mulher sorrir pra filha e a abraça dando um beijo em seu rosto, a mais nova abraça a mãe inalando aquele cheirinho gostoso, cheiro de mãe, de lar e de amor e confiança. Amélie, queria ser para taehyung pelo menos um terço de tudo que sua mãe era para si.


-Mère o papai vai vim hoje - um taehyung de oito anos agora com um sorriso banguela perguntava a mãe, que fazia um bolo de aniversário para si.


- vem aqui Mon petit - ela estende a mão pra o filho puxando ele pra perto dela - olha tae eu tenho certeza que seu papai vai fazer o possível para estar com você hoje certo... - ela olhava para o filho que já tinha os olhos lagrimejados - não chore meu amor a mamãe está aqui com você.


- tudo bem mère - o garoto passa a mão nos olhos para se livrar das lágrimas que ameaçam cair - se você está comigo eu estou mais que feliz. - ele sorriu com a boca banguela, e ainda assim era lindo. Amélie o abraçar forte querendo proteger ele de qualquer coisa que possa fazer seu menino ficar triste.


- a mamãe sempre vai estar com você meu amor, até a última batida do meu coração. - ela dar vários beijinhos estralados no garoto fazendo ele rir das cosegas na sua bochechas. - agora vá tomar banho porquinho, eu estou sentindo o cheiro de Roquefort daqui - ela fala com a mão sobre o nariz.

O garoto sai reclamando que não está fedendo a queijo mofado de jeito nenhum, a risada da mulher ecoa por toda a cozinha.


Aquele era mais um de muitos aniversários que o pai de taehyung não participava, de um certo modo o garoto já vinha se acostumando com a ausência do pai, e ia apenas falando com ele todos os dias por Chadamas de vídeos e ligações. presentes eram enviados em datas comemorativas, ou quando tae tirava uma boa nota na escola, ou as felicitações quando ele começou a se interessar por artes no modo geral.

A presença do pai na vida do tae era desse modo uma ou duas vezes no ano o homem vinha e passava alguns dias com o garoto, e nossa aquilo para o tae era quase como tocar no céu. Ele ama o pai, mais ainda era muito jovem pra entender os problemas dos adultos.


Os anos foram passado, Kim Leroy taehyung, foi se tornando um adolescente. A ausência do pai antes não incomodava tanto, porque sua mãe Amélie, sempre esteve por perto e sua avó materna Ceci também sempre cuidou muito bem do neto quando a filha estava em viagens a trabalho, uma das modelos mais bens pagas da sua geração ela construiu um legado sobre o seu nome, para que o filho e a mãe vivecem confortável.


Durantes os dias foras e com a agenda lotada de compromissos, Amélie sempre pensava no seu menino e morria de vontade de chegar em casa para poder abraçar forte Taehyung e fazer várias coisas com ele.

Eles compartilhavam dos mesmos gostos por filmes e comidas, Amélie era uma mulher de risos fácies e tae gostava de fazer a mãe sorrir. Quando ela sorria para si ele sentia o mundo se iluminar naqueles lábios e no olhar que a mãe tinha para si.


-grand-père, a mamãe já ligou - o adolescente acabará de chegar da aula de saxofone, deixando a maleta do instrumento sobre o sofá da casa.


-ainda não querido vá tomar um balho e venha comer, algo querido. Você está muito magrinho... - Ceci falava pro neto que ia até ela para beijar suas bochechas.


- eu não estou magro vovó, a senhora que quer me entupir de comida- ele beija a mais velha e sorrir fazendo seus olhos ficarem em formato de meia lua.


- e que tipo de avó eu seria se não fizesse meu netinho comer a cada meia horinha - Ceci olha para tae e coloca as mãos na cintura fazendo o neto sorri.


- tem razão vovó.- ele diz dando um outro beijo em sua testa e indo até o quarto para tirar as roupas e tomar um banho.


Olhando seu reflexo no espelho depois do balho tomado ele seca os fios dos cabelos castanhos Iguaís os da mãe. Os olhos claros, nazis fino e boca macia era um adolescente de 17 anos agora e simplesmente belo.

Como uma pintura feita pelo melhor artista, nesse caso sua mãe e seu pai, ele rir do pensamento. Mais tinha que concordar que a beleza de sua mãe junto com os traços asiático do seu pai, fizeram

um ser humano belíssimo.

Depois dos cabelos secos e vestido ele vai para a cozinha, o cheiro da comida da avó estava delicioso e Tae morrendo de fome.


- que cheiro delicioso vovó, o que a senhora fez para comer - o rapaz estica a mão para abrir as panelas.


- coq au vin - a mais velha disse fazendo tae quase babar.


- rápido vovó coloca no prato, se não eu caiu aqui durinho de fome.. - tae falava dando pulinhos no mesmo lugar e fazendo a avó rir da empolgação do neto.


A comida nada mais era que um cozido de frango ao vinho com acompanhamento de becon fritinho cogumelos frescos e cenoura.


Depois do almoço tae descansava sobre o sofá da sala de casa, os olhos pesando ele estava de barriga cheia e sonolento. Mais não podia dormi, ainda tinha aulas particulares de coreano com um professor que sua mãe tinha contratado para ensinar o idioma para o filho.

O celular vibrar no bolso da calça e ele tira o celular pensando ser sua mãe ligando afinal ela ainda não tinha falado com o garoto o dia todo.

Ao olhar a visor do celular piscando o sorriso que o garoto tinha no rosto vai desaparecendo aos poucos, não era sua mãe a tela piscava com um nome pai...


- oi pai - tae fala com a voz sem ânimo.


*Filho tudo bem ? O papai ligou pra saber como você está. - o homem falava no telefone.


Taehyung suspirou pesadamente e começou um diálogo com o pai. Não é que tae não gostase ou não amasse seu progenitor, mais havia coisas que ele não entendia. Entre elas o motivo do pai ser tão ausente em sua vida, ou ele nunca fazer questão que taehyung fosse até a Coreia nas férias de escola para passar os dias com o pai. Já que era sempre o homem que vinha visitá-lo durantes alguns dias no ano. O garoto até mesmo ouviu algumas discussões entre os pais durante sua vida.

Mais sempre era tae, Amélie e sua avó.

Apesar de tudo taehyung amava o pai, mais sempre iria escolher os abraços quentinhos de sua mãe, não que ele não gostasse de abraçar o pai, mais com o passar dos anos ele apenas se acostumou com a ausência do homem em sua vida.


Depois da conversa breve com o pai no telefone e das aulas particulares de coreano tae agora estava na varanda da casa, sendo aquecido pelos fracos raios de sol daquele fim de tarde.


O sol... Tae amava aquele estrela brilhante aquecendo sua pele fazendo ele se sentir energizado pela sensação gostosa em sua pele, pura vitamina prós dias nublados dentro de taehyung.


- mère - tae atende o celular com um sorriso quadrado se formando lindamente naqueles lábios macios.


*mon petit a mamãe está com saudade do meu roquefordzinho - a mulher rir do outro lado da linha, fazendo tae protestar do outro lado.


- mãe eu não tenho cheio de queijo mofado eka. - ele diz tentando parecer irritado.


* Claro que não meu bem, você tem cheirinho do cookies do chocolate - Ela suspira do outro lado- eu estou com saudades taetae.

Nesse momento taehyung pode ver perfeitamente o biquinho que sua mãe faz quando está toda manhosa com ele, o coração do jovem aperta a saudade e tão grande ou até maior que a da sua mãe, mais ele não quer que a mãe fique melancólica.


- pare com isso mulher não tem nem 24hrs e você já está aí toda emocionada - ele brinca com um tom de desdém para a mais velha, fazendo a mulher gargalhar do outro lado, tae ama esse sorriso escandaloso de sua mãe.


*Meu deus taehyung você e um adolescente insuportável, devolva meu bebê - ela rir um pouco mais e tae rir do outro lado da linha revirando os olhos.


Passaram o resto da tarde conversando ao telefone, sobre o dia de ambos a ligação que o pai tinha feito mais cedo, e a mulher dizendo o quanto a Itália era bonita e que nas próximas férias do garoto eles iriam viajar para lá.

Tae se despediu da mãe com o coração mais leve e morrendo de vontade de que ela voltasse logo para a casa.


Alguns dias depois ela voltou... Mas os planos de ambos não foram os mesmos.


A grande tristeza se espalhou naquela casa, Taehyung pela primeira vez na vida se sentiu sendo consumido por um grande buraco negro com as palavras do médico.


- eu sinto muito Sr Leroy - o médico conversava com a mulher explicando sobre o diagnóstico, e a cada palavra saindo da boca daquele médico Taehyung se via mais perdido.


A doença chegou silenciosa, Amélia antes uma mulher muito enérgica, vivia cansada uma fadiga no corpo, depois vieram as náuseas e a falta de apetite, a mulher apesar de modelo, sempre as e alimentou bem, pois era agraciada com uma genética ótima, era daquelas pessoas que comiam horrores e continuavam plenas , e a falta de apetite não fazia parte de seu dia-dia. Depois foram aparecendo outros sintomas como pele e os olhos meio amarelados.

Ele procurou fazer alguns exames, foram vários até ser encaminhada para um oncologista.

Depois de outras baterias de exames o diagnóstico veio, câncer de pâncreas e estado bem avançado.


- nós vamos fazer o possível para seu tratamento - o médico falava, para a mulher que não tirava os olhos do filho.


- tae querido você pode esperar lá fora um pouco ? - ela pediu com os olhos já brilhando para filho.

Segurando as lágrimas e um bolo em sua garganta que o sufocava. O rapaz, predia o choro. Taehyung tentou contesta mais ela encistiu para que ele saísse.


Sozinha na sala com o médico a mulher pediu para que ele fosse sincero.


- quanto tempo eu tenho doutor ?

O médico explicou detalhadamente o caso dela falando sobre o tratamento que ela teria que enfrentar dali para frente e de todos os sintomas que ela ainda iria sentir durantes as sessões,

Ela não iria desistir Amélie não desistiria se ela tivesse 1% de chances ela se agarraria a ela.


Não podia e nem queria deixar o seu menino sozinho.


Enquanto isso lá fora Taehyung tinha a respiração cortada buscando o ar que ia lê faltando, as palavras do médico e a voz de sua mãe rodavam em sua cabeça, ele não entendia todas aquelas palavras difíceis que eram bombardeadas em sua frente, ele só queria que a mãe estivesse bem, ele tentava respirar mais até essa simples ação fazia seu peito queimar.

Ficou vários minutos parado ao lado da porta do consultório do médico esperando a mãe sair da sala, ele só queria escutar a voz da sua mãezinha e saber que tudo ia ficar bem.


Minutos depois a mulher sai da sala com um olhar distante no primeiro momento não notou que o filho se encontrava sentado no chão ao lado da porta, quando ela baixou o olhar viu seu menino de olhos vermelhos inchados pelo choro Recente, ela se abaixou cheirou os cabelos ondulados com cheirinho do shampoo de morango que ele usava.


- vamos pra casa meu amor, a mamãe precisa conversar com você e com a vovó tudo bem? - a voz de Amélie era suave falando com o filho, os olhos brilhantes que taehyung tanto amava agora estavam vermelhos possivelmente pela mulher ter chorado.

Depois daquele dia em dia os três entraram em uma grande luta contra aquela doença maldita que chegou silenciosa mais devastando tudo destruído os sonhos seus e de sua mãe.


O tratamento começou, Amélie era submetida a sessões de medicamentos e muitas quimeo e até uma cirurgia para remoção de alguns tumores, ela lutava todos os dias e taehyung lutava junto com a mãe.


O rapaz dividia seus horários para cuidar da mãe cada dia mais debilitada e as aulas que Amélie encistia que taehyung continuassem, ele ia deixando a mãe sobre os cuidados da avó, pra quando ele chegar assumir as outras horas com a mãe, estava sendo dias muito difícil para eles.


O pai do garoto ligava todos os dias para saber de Amélie, mais sempre era Ceci que falava com o homem no telefone. Nós meses que seguiram durante a doença, o pai esteve na França apenas uma única vez enquando taehyung estava na escola, só ficou sabendo da visita do pai quando chegou em casa, o homem sequer esperou o filho para falar com ele, taehyung queria um abraço do pai...


O aniversário de taehyung estava próximo o rapaz que logo faria 18 anos não queria festa e nenhuma comemoração, queria apenas passar o dia com sua mãe e avó em casa assistindo filmes e paparicado a mãe, cada segundo era precioso ...


- o que você quer de presente, meu menino ? - uma Amélie agora bem debilitada de aparecia fragilizada, passava as mãos frias pelo rosto do rapaz traçando um caminho a te o nariz fino dele.


- tudo que eu quero está bem na minha frente mère - taehyung sabia que aquele era um dia difícil para sua mãe.


- taehyung eu amo muito você... - começou a mulher com a voz fraca mais ainda melodiosa que tae tanto ama - eu posso não ter cido a melhor mãe - ela continua - mais eu fiz o meu melhor...


Tae engole aquele bolo querendo se formar em sua garganta de novo, quando todo aquele pesadelo começou taehyung não chorava na frente de sua mãe e nem da sua avó Ceci, queria se Manter forte para as mulheres de sua vida, mas quando estava no quarto no silêncio da noite ele se permitia chorar botar para fora toda aquela dor mágoa e impotência, por não poder fazer nada para melhorar a saúde de sua mãe. Pedia a Deus mesmo não sendo religioso ou a qualquer Ser existente que permitisse reestabelecer a saúde da sua mãe, mais nada adiantava, cada dia piorava, se perguntava como uma mulher jovem como sua mãe com tantos sonhos uma carreira brilhante, boa filha e uma mãe maravilhosa de uma hora para outra estava naquelas condições, com tantas gente ruin esbanjando saúde por aí.


Não era justo...


- pare com isso, você é a melhor mãe que eu pude ter.. - ele diz com um pequeno sorriso nos lábios.


- eu dei o melhor querido, você e o presente mais lindo que eu ganhei nessa vida, se eu tivesse que fazer tudo de novo só para ter você em meus braços eu faria. Eu achava que amava de mais o seu pai sabe - ela ri fraco - mais todo amor que eu sentia por ele, não era comparado quando eu vi seu rostinho pela primeira vez, o bebê mais lindo do mundo. Meu amor trabordou infinitamente quando tive você nos meus braços, mais eu quero pedir perdão para você - o rapaz franze a sombrancelha - eu prometi viajar com você, nas suas próprias férias mas infelizmente não vou poder cumprir - ela se referia a viagem a Itália que eles falaram a muitos meses atrás - infelizmente não vou poder compri com muitas coisas que planejamos juntos...


- mãe, não fala assim - ele passa as mãos no rosto magro de olhos fundos da mãe - eu te amo ... - segura as mãos finas e deixa um beijo na sua destra.


- eu quero que você me prometa, que vai ser um homem bom, vai se dedicar nos seus estudos cuidar de si e da sua vó por mim - ela tem os olhos chorosos.


- mãe... - ele tenta falar mais a voz sai cortada embargada pelo choro,. Ele limpa uma lágrima solitária que cai do olho da mãe.


- vai ficar tudo bem meu menino, eu sei que você tem alguns receios com o seu pai, mais ele não e ruim, e ele te ama muito. Infelizmente não temos o controle de tudo em nossas vidas.


- tudo bem mãe eu não me importo com isso, - ele mentia ele estava realmente magoado com o pai o homem estava cada dia distante nos últimos meses, nem as ligações periódicas ele vinha fazendo, taehyung não perguntava nada a avó que ficava encarregada de atende as ligações do homem, mais ele era muito observador e notava que as ligações não eram mais frequentes, e isso o deixa ainda mais irritado, e desprezando cada dia mais o pai.


Os dias depois daquela conversa entre eles passaram de vagar, não tinha muita coisa a ser feito Amélie cada dia mais debilitada não queria se submeter a mais sofrimento, estava tendo os cuidados paleativos de conforto, que consistia em assistência médica, para otimizar a qualidade de vida e deminuir o sofrimento de pacientes em estado terminais.


30 de Dezembro.


- bom dia meu querido - a avó Ceci acordava o neto passando a destra na sua testa. - vamos acorda, hoje e um dia importante não e ?.


- vovó eu não quero comemorar nada - o rapaz com o rosto amassado pelo sono esfregava os olhos ainda sonolento, se espreguiçando na cama - a mamãe já acordou ? - tae com a voz rouca pelo sono perguntou.


- sim, e está bem animada hoje, está esperando por você, vá se organizar e desça para encontrá-la. - Ceci se afastava da cama do neto.


- eu já estou indo ... - taehyung

- tome um banho primeiro, roquefordzinho - a mais velha falava já chegando na porta e rindo das reclamações de taehyung sobre aquele apelido.


- vovó eu não tenho cheiro de queijo mofado - ele reclama vendo a vó bater a porta.


Depois de limpo e cheiroso e vestido, taehyung desse para sala onde se encontra sua mãe e avó para tomar café da manhã com elas, Amélie sorria vendo tae se aproxima, o rapaz suspirou ao ver a mãe ali tão sorridente, por mais que sua aparência estive fragilizada, ela sempre se mostrou otimista e sempre que podia estava sorrindo.

Ela só chorava sozinha para sua mãe e filho não ver, e pedia a Deus todas as noites que ele cuidasse do seu filho quando ela partisse.


- uau tá linda mãe - ele beija as mãos e a testinha da Amélie.


- hoje e um dia especial, eu precisava de um UP no visual né - ela pisca pro filho - parabéns meu príncipe...


- você sempre está linda minha Rainha - tae da mais beijinhos nas mãos frias da mãe, essas que costumavam ser tão quentes. Ela estava sentada em uma poltrona confortável, com um vestido floral de tecido leve e uma lenço rosa em sua cabeça, usa muitos lenços nos últimos tempos já, que não tinha mais cabelos devido as seções de quimeo.

Uma manta grossa era posta em suas pernas para mantê-la aquecida.


- tenho algo para você - ela pega no móvel ao lado uma caixinha preta e estende para o filho - e para sempre eu ficar pertinho de você.


Tae puxa uma cadeira e senta de frente para a mulher estendendo a mão para pegar a caixa de cor preta aveludada.

Ele abre a caixa e dentro tem um relicário de prata em forma de coração.

- lindo... - tae olha para a mãe e sorrir.

- abre taetae - ela pedi


Tae abre o relicário e o coração erra as batidas, de um lado a fotos de ambos, a mulher ainda muito jovem com um bebê recém nascido nos braços, e do outro lado uma foto mais recentes de ambos antes de toda a tormenta acontecer, tae lembrava daquele dia, foi um fim de semana no parque em um de muitos passeios que eles faziam juntos. O sorriso e a felicidade dos dois naquela foto era Palpável para quem olhase.


- tivemos muitos momentos felizes, meu bem, mais esses dois são especiais - taehyung olha pra mãe e ela passa os dedinhos finos na face do rapaz, que nem tinha se dado conta que está chorando.


O restante do dia ficaram só entre eles três, Ceci também presenteou o neto com umas paletas de cores lápis para desenhos, e algumas tintas. Mesmo tae não pintando e desenhando mais, a mãe e a avó insistia que ele voltasse a fazer o que ele gostava.

Comeram bolo, era a primeira vez que a mãe não fazia o bolo de seu aniversário, mesmo assim eles estavam felizes, apesar de tudo ela ainda estava ali.

E taehyung se agarrava a cada momento registrando em sua mente cada pedacinho da sua mãe, cada sorriso e olhares direcionados para ele. Depois de tantos meses tensos com idas e vindas de hospitais taehyung podia ver claramente naquele fim de tarde na quela sala com sua mãe, aquele brilho no olhar que sempre encantava todos ao seu redor.


23 horas daquele mesmo dia...


Amélie Leroy

dava entrada ao Hospital Saint-Louis, Paris, França.


00:01


Amélie Leroy morre...

Os 36 anos, de câncer terminal.


Deixando um filho e Mãe


31 de dezembro de 2017

Paris França.

...

24 Août 2022 11:56:23 1 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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