agustdeadtown 𝖋𝖎𝖛𝖊 𝖎𝖓 𝖗𝖔𝖒𝖆𝖓

❝Jungkook considerava Jimin, líder da gangue rival, seu inimigo. Foi então que decidiu sequestrá-lo, afim de lhe dar uma lição, só não esperava que todo seu ódio momentaneamente se transformasse em tesão e uma vontade incontrolável de ter o Park entre suas pernas, e se ter entre as dele também.❞. [Yaoi| Romance, Lemon e Ação | práticas sexuais SSC | au!¡gang | Flex couple | One Shot] [18+ anos. Contém sexo, violência, relacionamentos homo-afetivos e palavras de baixo calão] ©2019 agustdeadtown Todos os direitos reservados!


Fanfiction Groupes/Chanteurs Interdit aux moins de 18 ans.

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unic; I hate and love u


Escrito em:10/03/19

agustdeadtown


Apesar de já estar relativamente amanhecendo, Ji Min ainda não havia dormido uma única vez naquela madrugada, a não ser o descanso doloroso do desmaio causado por um pano umedecido com tranquilizante.

As cordas apertavam os pulsos e seguravam seus braços para trás de uma cadeira velha onde o corpo com algumas tatuagens repousava. O local cheirava bolor e mofo, seus olhos doíam com a luz incandescente amarela direcionada a seu corpo e vista.

O Park demorou para entender o que estava acontecendo, entretanto tudo ficou mais que claro assim que viu um homem alto passar pela porta do galpão abandonado. Seu olhar caiu sobre o estado deplorável do Park e ele balançou a cabeça em decepção.

Vestia-se assim como nos sonhos eróticos do mais velho. O corpo escondido por baixo de uma calça jeans preta com rasgos, no canto direito do quadril uma corrente de prata exaltando a virilidade do rapaz dos olhos de jabuticaba, coturnos negros de couro e camisa social quase transparente deixando a mostra alguns traços das tatuagens no tronco deste.

- Por que me trouxe aqui?! - A primeira pergunta foi feita. Jeon não liberou nenhuma palavra, apenas sorriu sinistro enquanto andava até a mesa cheia de acessórios de papelaria. Ele encostou na madeira cor tabaco e elevou o pé esquerdo, deixando os braços cruzados - Você não sabe quem eu sou, posso acabar contigo em um estalar de dedos!

- Desculpa, Park. Mas na sua situação eu não sei se poderia fazer isso - Apontou com o indicador todo o corpo do mais velho. Os pés amarrados fazendo companhia para as mãos e a cadeira - Certamente eu sei quem és.

- Onde estamos? - Ji Min voltou a fazer perguntas e isso agradava Jung Kook por conseguir superioridade ao hyung.

- Um dos antigos galpões de fabricação de carros da Hyundai dos anos 90. Meu cantinho favorito para pensar.

- Seu cantinho favorito pra pensar é bem velho pra alguém que rouba tanto ouro não é, Jeon?

O moreno desabotoou devagar a camisa branca e deixou daquela forma no corpo, exibindo a tatuagem de rosa na costela direita. Foi rápido em pegar o maço de cigarros de menta no bolso do casaco de couro negro que estava jogado na cadeira giratória da mesa.

- Se vai me matar me deixa fumar alguma coisa antes - Indagou o loiro.

O mais alto caminhou delicadamente até o outro e encurvou o corpo em sua direção, deixando ambos os rostos próximos o suficiente para sentir a respiração do garoto descompensar.

- Fica tão bonito vulnerável, Ji Min hyung. Eu poderia te matar e você não conseguiria mexer um dedo para impedir isso - Tragou o cigarro e segurou os lados da bochecha macia abrindo a boca rosada, soltou a fumaça branca ali dentro.

O loiro não fez nada além de aspirar a fumaça de nicotina para seus pulmões e abaixou a cabeça em submissão, não podia negar o que sentia, tinha sim algum tipo de desejo sobre o rival.

Os dedos compridos buscaram seu queixo e Jung Kook fez com que os olhos escuros encontrassem um ao outro.

- Por que você foi tão mal e não aceitou minha proposta? Seu ego é tão forte que recusa foder comigo por conta do seu império? - Ji Min praticamente gemeu quando Jeon se aproximou de seu ouvido - Ou é porquê você tem medo de se apaixonar por mim?

O corpo e a mente paralisada e extasiada em medo fez com que nenhuma resposta surgisse. Jung Kook voltou a caminhar em direção a mesa, jogou o cigarro negro no chão e o apagou antes de derrubar alguns porta-lápis em uma gaveta grande.

No local onde os mais diversos lápis ficavam, sentou-se o moreno com as pernas em posição de índio, sem tirar os olhos do loiro ao qual tinha extremo desejo.

Não que aquilo estivesse em sua mente desde o princípio. Conhecia o homem como seu arquirrival, aquele ao qual tentava a todo custo o levar a cadeia e quem roubava as coisas antes que si.
Mas foi atrás de uma foda casual em uma boate com prostitutas que Jeonguuk descobriu que seu inimigo tinha uma face exuberante e duas personalidades. Durante o dia, chefe de gangue, sério, imponente e respeitado; de noite, michê promíscuo, dançarino de música erótica e o único funcionário ao qual ninguém da boate teve o prazer de tocá-lo.

Jung Kook passou longas horas brincando com a pistola preta fosca nas mãos marcadas por veias aparentes. Não sabia sobre todos os segredos de Ji Min, ainda haviam possiblidades de algum de seus subordinados surgirem e uma possível troca de tiros ocorrer.

Em um cantinho da sala lembrou do toca discos de vinil e logo a música indie com teor sexual soava pelo local.

Quando seus olhos voltaram a encarar o loiro, Jung Kook sorriu mínimo, mesmo com tudo aquilo acontecendo Ji Min havia dormido ali, amarrado. Haviam passado quatro horas olhando um para o outro, sem trocar palavras desde então.

Jeon abaixou e soltou as cordas grossas das pernas bonitas do inimigo e levantou olhando o bico adorável de ele fazia. O enganava tanto que mal teve tempo de reagir.

Foi então que aproveitou o momento e uma de suas pernas se moveram rapidamente e puxaram o mais novo pela parte de trás dos joelhos, o fazendo desequilibrar e se apoiar com ambas as mãos no ombros de Ji Min

Não ouve outra reação por parte do moreno ao não ser surpresa ao que encarou o rosto do homem. Seu sorisso era sádico e os olhos olhavam pra cima conectados com os seus.

- Achei que era mais frio que isso, pela tua fisionomia, mas teve pena de mim, Jungkookie?

- Eu não tive pena, apenas não quero te matar antes da hora - Comentou sorrindo, nervoso.

- E se eu te matar primeiro?

Com a ameaça fora do contexto espacial, a destra de Jung Kook foi em direção as próprias costas e puxou dali a pistola que parou encostada na cabeça do Park sem fazer muita pressão.

- Isso não vai acontecer tão cedo - Rangeu os dentes quando continuou a falar - Você ainda continua amarrado nessa cadeira e eu sou o único armado.

- Você é tão previsível.

Jeon Jung Kook poderia ser considerado o filho de Sherlock Holmes se possível apenas por sua inteligência. Desde novo foi muito observador, introvertido e de grandes suposições.

Mas ali seus instintos foram apagados pelo corpo e sua mente gritando tanto por Ji Min que ao menos percebeu o que acontecia. Durante todo o tempo que se distraia com alguma coisa no galpão, o loiro ia se soltando das cordas nas mãos.

Foi Jung Kook inflar o ego com a arma tão ao seu alcance que as mãos um pouco menores deixaram a corda cair no chão. Socou o estômago do mais alto e tomou a arma da mão dele.

Não fez muito esforço para jogá-lo ao chão. As aulas de boxe haviam o ajudado neste quesito. Colocou seu corpo sentado sobre o do outro, os braços embaixo dos dois corpos pesados e a arma em contato com o cabelo negro.

- Quem tá armado agora, Jeon? - Perguntou com a voz doce e aveludada, tal ato deixava o outro assustado com a troca de humor do rapaz. Os dedos finos acariciaram o rosto macio do mais novo como se fosse uma bundinha de bebê - Eu disse que você não fazia ideia de quem eu era, sweetie.

Os dedos saíram dali e carregaram a pistola. Era de fato muito bonita, não deixava tantas digitais marcadas.

- Você é impressionante sabe? Me sequestrou em meio a um evento importante, me trouxe pra um lugar sujo e agora vai morrer. Tudo isso pra me ter? - Riu sádico, deslizando o indicador da canhota pelo peitoral mais exposto, agora conseguia enxergar outras tatuagens, um piercing no lábio inferior e muitos nas orelhas.

Jung Kook fechou os olhos de forma forte quando Ji Min voltou a fazer leve pressão no gatilho, mas ele era realmente uma caixa de surpresas quando fez com que a arma deslizasse até o outro lado da sala.

Um arfar escapou dos lábios do moreno quando Park curvou o tronco e tomou-lhe os lábios em um beijo calmo e delicioso. O loiro levantou um pouco o quadril para que os braços do outro pudessem ser libertos e logo as mãos do Jeon apertavam a cintura fina entre os dedos compridos.

As coxas foram acariciadas por cima da calça jeans azul escuro e logo estavam por dentro da camisa vermelha do loiro, rodeando os mamilos sensíveis.

- Rebola pra mim, Ji Min - Ordenou e logo o garoto estava o fazendo, arfando baixo com o estímulo que recebia.

Os lábios voltaram a se encontrar, o beijo tão rápido fazia com que saliva escorresse dos lábios de Ji Min. Jung Kook não pode pensar outra coisa a não ser os lábios do garoto escorrendo gozo seu.

Seu membro estava doendo dentro da calça, mas queria mostrar ao mais velho que poderia ser dois anos mais novo, mas que era tão experiente quanto ele.

Separou os lábios brilhosos dos seus puxando os fios loiros nos dedos e rodeou o garoto, ficando por cima deste. Juntou a saliva que escorria nos lábios de Ji Min com os dedos e logo levou adentro da boca do outro que chupou de forma promíscua.

- Agora me fala, é por medo de perder teu império ou por medo de se apaixonar? Não me deixe sem respostas ou ficará sem gozar.

- É por medo de me apaixonar, Jung Kook - Se impressionou quando não gaguejou, muito diferente do que sua mente fazia.

- Não tenha medo do amor, ele é como armas, você só precisa de prática para atirar no coração - Acariciou o rosto angelical.

As unhas curtas adentraram a camisa vermelho vinho e marcaram o abdômen definido com arranhões antes de tirar a peça de roupa.

- 花樣年華 - Leu a tatuagem na costela esquerda passando os dedos ali - É bonita, hyung.

Pouco tempo depois os tênis escuros de cano alto e a calça jeans saíram do corpo branquinho e antes de voltar a beijá-lo.

A canhota puxou os braços acima da cabeça do loiro e amarrou-os com as cordas novamente o prendendo.

- Não vale gemer alto ou a nossa foda acaba no meio, entendeu? - Questionou, contornonando a glande molhada de pré gozo por cima da cueca branca Calvin Klein.

Ji Min concordou com a cabeça, aéreo demais com o que acontecia, não era possível que estava se entregando a quem sempre quis ver morto.

O moreno passou então a deixar uma trilha de beijos e chupões por todo corpo do loiro. Pescoço, clavícula, mamilos, barriga, coxas e finalmente a atenção chegou até a cueca.

O polegar voltou a brincar com a glande molhada por cima do tecido antes de descê-lo pelas pernas torneadas. Ji Min não parecia se importar se foderiam no chão apesar daquilo lhe causar um pouco de dor nas costas, estava mais interessado em gemer manhoso pelo Jeon que apenas o olhava nos olhos.

De fato aquilo estava extremamente excitante para o moreno, os gemidos de Ji Min eram ouvidos claramente agora que o disco havia acabado e o galpão estava silencioso e até fazendo echo.

A destra voltou a subir até os lábios do menor e Ji Min tratou de chupar os dois dedos de Jung Kook da forma mais promíscua que conseguia, fingindo engasgar apenas para fantasiar a mente do garoto e fazê-lo imaginar seu pau no lugar de seus dedos.

- Chupa logo eu não aguento mais você pingando desse jeito e eu não poder te foder.

Quando terminou, Jung Kook verificou a qualidade do trabalho do, agora seu, menino. Afastando os dedos um do outro via a liga fina de saliva se formar, perfeito.

- Trabalhou bem vadia não esquece do que eu te disse sobre gemer.

Os dedos melecados davam leves batidas na fenda de Ji Min, vendo o mesmo contorcer o corpo em tesão. O barulho prazeroso e o pré gozo sendo expelido ficou por pouco tempo, logo o Jeon estava contornando a entrada já piscando do mais velho.

Movimentou ali por algum tempo, fazendo com que não precisassem de lubrificante ou algo do tipo já que seus dedos estavam melecados o suficiente.

Foi então que sentiu os dedos sendo engolidos centímetro por centímetro. Um gemido mais longo e manhoso saindo da boca carnuda quando começou a ter os dedos apertados pelas paredes internas do homem quando começou a estocá-lo.

A mente de Jung Kook estava extasiada, Ji Min não deixava nenhum gemido sair mais alto de sua garganta, mesmo com o moreno o estocando mais rápido e com mais força.

- Jung Kook - Chamou baixinho - V-você. Eu p-preciso de você.

O tronco branco curvou-se e tomou o membro tenso nos lábios, chupando Ji Min o mais fundo que conseguia como se a vida de milhões de galáxias dependiam disso. E dependiam mesmo, Jung Kook queria que Ji Min visse todas elas ali, por sua causa.

Gemia vez ou outra, mandando vibrações que faziam o loirinho tremer no chão. Os dedos ainda o fodiam, agora bem mais rápido do que a velocidade inicial, causando até mesmo dores nos ossos.

Ji Min já chorava e se engasgava com o próprio choro. O orgasmo tão próximo, a vontade de implorar para o moreno que o fodia ir mais rápido que aquilo, sua mente escurecendo ao que revirava os olhos de prazer.

Jung Kook tirou a boca do membro do mais velho e passou a estimular o mesmo com a mão, afim de ir mais rápido como o Park queria.

Foi então, daquela forma tão erótica e pecaminosa que Ji Min alcançou seu orgasmo, espirrando o próprio gozo no peitoral com poucas tatuagens e com os vários chupões de Jung Kook.

O mais novo removeu as cordas e sorriu tão inocente que Ji Min sentiu o pau latejar novamente. Queria Jung Kook pra si, dentro de si.

Levantou do chão e vestiu a camisa vermelho vinho, deixando os botões abertos assim como a camisa de Jung Kook. Depois do corpo atingir temperaturas tão altas, o galpão parecia um verdadeiro polo norte.

Segurou a mão do mais novo e levou o mesmo até a mesa, o sentando ali. Havia adorado a forma como Jung Kook balançava os pezinhos no ar e virava um verdadeiro dongsaeng.

Tirou os sapatos do garoto com calma e após isso deslizou a camisa branca pelos ombros largos do mais novo. Tirou a calça jeans e o deitou na mesa, ficando por cima dele.

- Eu posso ser um pouco louco com você não posso? - Questionou e Jung Kook acenou positivamente com a cabeça enquanto mordia o lábio. Incrível como mudava de um fodido dominador a um submisso bonzinho e mimado em poucos minutos.

Ji Min voltou a beijar os lábios fininhos de Jung Kook, eles tinham um sabor diferente por conta do cigarro que havia fumado, mas ainda sim era bom. Brincou com o membro tenso por cima da cueca assim como Jung Kook havia feito consigo e Jeon gemeu arrastado e manhoso sentindo todo o seu desejo sendo alimentado.

A destra desceu até o peitoral e molhou os próprios dedos com o gozo que estava ali, sentindo a área do pênis já sensível apenas pelo imaginar dos próximos passos.

Adentrou a cueca preta e circulou o gozo na entrada do mais novo, mesmo que sentisse que ali já estava molhado com alguma lubrificação natural ao ponto de poder ser fodido sem problema algum.

Quando Jeon começou a rebolar necessitado em seus dedos, Ji Min desceu da mesa e andou até suas peças de roupa. Pegou o cinto fino da calça e voltou até o moreninho dos olhos jabuticaba tão pidões quanto os de um cão.

Deixou um selar demorado no pescoço branquinho antes de um deixar um chupão marcado e afivelar o cinto um pouco frouxo para que seu menino respirasse.

Puxou pela coleira improvisada o garoto até estar sentado na ponta da mesa. Incrível como tão poucos papéis fizeram uma bagunça no chão e agora pareciam ter sumido enquanto o Park encarava o mais novo entre as pernas.

Colocou o homem de bruços na mesa e apertou os dois lados da bunda empinadinha pra si, agora sem cueca alguma, antes de voltar a pagar seu próprio orgasmo escorrendo no pau e voltar a contornar a entrada faminta.

Com o início das estocadas, Jung Kook gemia baixinho, mas conforme Ji Min ia tomando ritmo os sons tornaram-se incontroláveis. Com um gemido mais alto, o loiro afundou seus dedos ainda mais fundo no garoto e puxou o cinto para si.

- As regras sobre gemer são as mesmas, Kookie - Avisou com o maxilar travado no ouvido do garoto que concordou gemendo baixinho.

Virou o garoto de frente pra si novamente e sentou o mais alto na mesa. Com um pouco de dificuldade começou a trabalhar no membro vermelhinho de Jung Kook, vendo o local expelir pré gozo de forma exagerada.

- Não goza ainda, bebê.

Buscou mais do próprio sêmen no membro novamente duro e fez com que Jung Kook olhasse os dedos com o líquido branco entrando em si. E ah, o gemido e o êxtase do tesão não poderiam ser maiores para o Jeon.

Tão gostoso quanto se estivesse vendo alguém sendo morto em suas mãos e implorando por misericórdia em seus pés.

Juntou seu membro novamente duro com o do mais novo e olhou no fundo dos olhos escuros como uma galáxia, tendo uma estrela forte no olhar.

- Se você fizer isso bem certinho... isso - Referiu aos seus dedos estocando os mesmos forte o suficiente para o corpo esguio se mover na mesa. Jeon gemeu como se estivesse gozando, os olhos totalmente lacrimejados e a manha de um gatinho - Vai ser só um por cento da força que eu vou usar

Jung Kook sorriu mínimo e passou a trabalhar nos dois membros colados, misturando os ritmos e fazendo vez ou outra pressão nas duas fendas. O cinto não era solto em momento algum, mas nem por isso impediu do moreno trabalhar suas mãos de forma torturante e gemer colado em seu ouvido, fazendo Ji Min segurar para que eu não acabasse gritando que o seu rival o fodia melhor que os trinta caras que já havia ficado e as outras noventa mulheres que seu trabalho havia o forçado a ter relações.

- E você não tem medo de que eu acabe com o teu império? - O loiro perguntou de repente - Ou acha que eu vou me apaixonar por você e ser bonzinho? - Perguntou ao que voltava o rosto infantil do moreno para cima, deixando que o ritmo rápido, mas ainda não o suficiente de seus dedos, os levassem ao inferno.

- Eu correria o risco de qualquer forma, mesmo que eu tivesse que morrer no final, Minnie. Vai mais rápido, por favor.

Com a "declaração" tão gostosa no coração do loiro, não teve mais motivos para enrolação e o ponto perfeito encontrado a tanto tempo, mas intocado por maldade recebeu a atenção necessária até o orgasmo de Jung Kook.

Ji Min veio poucos segundos após e logo já estava de joelhos, retirando todo o gozo de Jung Kook do membro quente como fogo.

Contornou o próprio pau e levou o próprio gozo aos lábios do mais novo que chupou sem reclamações e com um sorriso tímido no rosto.

- Vai contar isso como um tratado de paz?

- Vou contar isso como um tratado de "esquece minha dívida com você e finge que eu não te sequestrei até aqui" - Respondeu bem humorado.

O moreninho observou quietinho o Park voltando até suas roupas e vestindo-as normalmente.

- Você ainda me deve dez milhões pelas armas e pela minha plantação de maconha que sua gangue queimou - Negou o pedido de paz - Mas se vc quiser posso diminuir cinco milhões se tivermos encontros assim sempre.

- Eu não vejo problemas - Jeon comentou enquanto tirava o cinto do pescoço. Andou até ele e o devolveu - E a gente tá no seu antigo esconderijo, onde a gente se enfrentou pela primeira vez, Park desatento Ji Min.

14 Août 2022 19:08:13 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
1
La fin

A propos de l’auteur

𝖋𝖎𝖛𝖊 𝖎𝖓 𝖗𝖔𝖒𝖆𝖓 Escritor é aquele que coloca em palavras o sentimento de alguém. Não possuo capacidade de ao menos externizar os meus e vivo em constante bloqueio criativo, portanto não sou escritor, mas um indivíduo quebrado. Você também pode me encontrar na plataforma laranjinha, onde sou mais ativa, sob o mesmo usuário.

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