giovanni-turim1602871936 Giovanni Turim

No amanhecer de Mariupol (Ucrânia) a invasão Russa se inicia com um ataque na surdina, surpreendendo todos. Não diferente o pequeno Artem Kryvtov presencia o limiar da guerra do quintal de sua casa. Seu melhor amigo o cão Tymchyk, se perde em meio a intensa batalha enquanto seu jovem companheiro tenta encontrá-lo ao mesmo tempo que se perde dos seus pais. A consequência de eventos trágicos, debanda muita superação para o reencontro de todos. Esse é um conto para o desafio de escrita (Uma História de Esperança) paltada pelo Inkspired.


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O Pequeno Artem

Os latidos estridentes de Tymchyk acorda o pequeno Artem, ele levanta da cama, sonolento, olha pela janela de seu quarto e não avista algo de diferente do lado de fora!

Boceja e despreguiça o corpo como na maioria das vezes em seus dias à parte da rotina, considera trocar sua calça de moletom azul, mas não troca, observa seus pés vestidos com duas meias brancas, calça seus sapatos, pega sua gorra na cômoda ao lado e veste o casaco amarelo. Se sentindo confortável parte do quarto para o corredor estreito até a sala de estar; encontra sua mãe, entre os braços de seu pai, ambos, cobertos por uma pequena manta de lã gris feita pela sua falecida avó quando ainda bebê. Dmytro e Viktorya Kryvtov, caíram no sono antes mesmo de pensarem em ir para a cama.

Foi uma semana longa. De trabalho árduo. O pequeno Artem sabe que eles vêm de dias cansativos e, não menos necessário do que é um descanso sagrado.

Tymchyk não foi capaz de acordá-los.

Pássaros cantam ao fundo e o coral externo excita o espírito de Artem, ele ama o som da manhã, ora e outra se põem a acompanhar o nascer do dia. Os latidos continuam de forma que chama ainda mais a sua atenção, há algo de indiferente sobre isso! Tymchyk não costuma latir de modo raivoso e exagerado. Parte dali para o quintal da casa aonde avista uma dezena de pássaros ruidosos. — Mas não são pássaros comuns! — Estes são estranhos e enormes, não tem uma penugem bela da qual admiraríamos naturalmente a sua beleza. São de cores, tons escuros e batem suas hélices de um horizonte a outro; pode-se ver a silhueta de homens perigosos que, avistam o miúdo Kryvtov em solo.

E não sorriem! Artem se mantem atento com o que está entrepassando acima como toda criança curiosa, fita com entusiasmo o avanço aéreo, ligeiro e efetivo.

Sons de estouros vem a pouca distância de onde está.

Parecem fogos de artifício!

Como que lugares mais afastados estivessem em um cortejo social, uma festa local de fim de semana. São comuns os encontros de bandas musicais das escolas. Artem não compreende o que está acontecendo, não sabe quem são estes homens, não mesmo. E nem o porquê de estarem se direcionando tão rápidos para à cidade! Não dão a imagem de qualquer familiaridade, de ser presença amigável. Sente algo ruim dando passos lentos para trás sem esconder de si mesmo: o assombro que o cenário lhe causa. Mariupol é logo ali, bem e aonde estão se destinando. Há um outro bando de helicópteros que se dispersam e, começam a ser atacados violentamente por lançadores de mísseis portáteis.

Artem recua, tenso, enquanto os latidos infrenes de Tymchyk se repetem cada vez mais fortes, agudos e amedrontadores como se estivesse e! Também está com medo. Ao tentar acalmar o cão (pastor alemão) o pequeno Kryvtov é solapado por um clarão há pelo menos cento e cinquenta metros à frente seguido de um estrondo. Uma imensa labareda de fogo sobe aos céus chamando a atenção de todos; algo chamusca no fundo da plantação de girassóis, tudo é tão rápido quanto se pode assimilar com clareza e dimensionar a trágica realidade. O fogo é como um chamado para Tymchyk, agitado o cão zarpa.

Desaparece do campo de visão de Artem.

Preocupado! O garoto parte atrás de seu amigo.

Artem Kryvtov grita pelo cão ao tempo que corre desenfreado. A tenção é crescente e o meio caminho se torna um mar de tom corado, amarelado; desvia de pedras e evita o lado do campo que vai para a pista, se aproxima de um pequeno canal de água degelada e põe seu olhar entristecido para os entornos procurando pelo animal. Brada seu nome mais vezes que poderia à sua falta de fôlego — Tymchyk — e não obtém se quer um latido. Olha para a fumaça não muito longe e não retém seu direcionamento até! Pensa firmemente que o cachorro pode estar por lá! É no pouco tempo em que sua respiração afadigada e o nervosismo envolto, toma-o na visão mais aproximada do grande pássaro destruído! Está ao seu toque, entre chamas: metal derretido e à ausência de vida.

Tymchyk não está aqui!

Artem se sente perdido e não vê sentido estando enleio ao caos. A situação não diminui suas formas destrutivas e Kryvtov já se vê distante demais de casa.

Escuta pequenos brados na longínqua visão dos seus pais.

Chamam-lhe em completo desespero.

É ao dar o primeiro passo de volta para casa que a troca de tiros faz balas e estilhaços cruzarem o campo de girassóis, como diminutos riscos de fogo demarcando feixes brilhantes a olho nu, sobre o fastígio e acima da cabeça do pequeno Artem! Estrelas cadentes, sim, mas mortais. Se perde quanto mais debanda pelo campo e se afasta do helicóptero. Outros que sobrevoam a localidade abatem tudo o que se move impiedosamente. Alguns disparos ricocheteiam rente aonde está deixando-o receoso sobre seguir em frente! Kryvtov é surpreendido por um ataque de artilharia, enxames de explosões em metros quadrados de onde se encontra encurralado. É deslocado por uma bomba que cai há poucos metros (do seu lado direito) lançando-o para longe da posição.

Semiacordado e com pouca lucidez! Escuta algo genuinamente distorcido, incomum. Não reconhece as falas em tom grave, sob irritação e pressa incontida.

Perde força e desmaia como que introjetado a um outro mundo, mitigando a consciência num palco ilusório, porém muito realista. É um devaneio aonde está projetado: noite de madrugada, ali, vagueia sobre o silêncio noturno, não há muita luz entremeio os grandes prédios da extensão! Uma criança aparece em meio ao nada, é uma desconhecida para Artem Kryvtov, pouco menor que ele, transmite uma sensação de bem estar! Chama-o para o meio da rua. Observa atentamente a cidade (despovoada) aonde está e se percebe em Kiev, sabe pela foto que viu da sua vó em frente a catedral da Santa Sofia. A referência é mais que o suficiente, não tem tantas dúvidas, mas a frustração!

Não parece um lugar feliz para se estar, não agora.

Muito menos para viver.

A pequena menina exclama baixinho:

— Vamos ficar bem.

— Porque o céu está vermelho? — Kryvtov pergunta.

— São as bombas, elas não param de cair. Estão todos escondidos, nós podemos nos juntar a eles antes que comecem atacar aqui também. Mas temos que ir rápido.

— Não consigo escutar o som das bombas. — Vocifera ameno, observando a amplidão adiante enquanto retraí a memória e a falta! — Você viu minha mãe? Viu meu pai! Eu não sei onde estão, preciso encontrar eles o mais rápido possível.

Ela sorri e responde:

— Eu iria perguntar a mesma coisa pra você!

Artem Kryvtov observa bem a feição da pequena garota, cabelos louros e cacheados, olhos azuis como o tranquilo e invejável céu do dia anterior de Mariupol.

Mais do que ninguém.

Ela se parece muito com Viktorya. — Sua mãe!

A pequena não se apresenta, nem mesmo expressa algo que revele quem é e o porquê de estar aonde está! Há uma aura de misteriosidade que instiga Artem de dentro para fora, ela não dá seu nome, mas estende sua mão para Kryvtov com um símbolo muito pessoal! É uma lembrança mais que vívida de casa. Exclama algo como um caminho e a necessidade de se permitir ir e, encontrar a si mesmo! Ter paz. Não entende qual o fim disso, mas pressente. Ele vê um ramo de girassol, novo, recém cortado de suas raízes até o intrincado instante aonde é oferecido à Kryvtov. — Ele não aceita. — No fundo da rua, no escuro. Um latido mais calmo o deixa completamente eufórico sobre o que vê!

É Tymchyk, seu amigo.

Artem corre atrás do cachorro!

E é direcionado para um beco entre dois prédios grandes. Entra no escuro deixando a menina, pensa no que pode estar perdendo e o que poderia obter de respostas sobre o que está vivendo nesse exato momento. O mistério e as bombas, estão no silêncio de sombras cujas respostas do tempo são imprevisíveis a todos. Escuta somente: seu coração batendo, intrépido, ansioso. Corre e, desaparece no breu. Artem acorda rapidamente (com a memória do sonho) e sua vista embaraçada! Não alcança muito de imediato, sente o cheiro de algo queimado como também dos girassóis; vê galhos e árvores disformes, entre os lados, faces distorcidas. Está anêmico, com sede e fome.

— Cadê o Tymchyk? — Pergunta. — Cadê meu cachorro!

— Não tem cachorro aqui garoto. — Respondem.

Sente como se houvesse passado dias até seu despertar; ganha força de pouco em pouco quanto melhor se acalma e é acalmado pelos soldados. Os murmúrios nos arredores aumentam, cobrando maior segurança e proteção, exigindo a saída do local. Ouve de alguém a expressão de surpresa em alto e reconhecível tom de voz: “ele sobreviveu a explosão”. Começam a cuidar de Artem Kryvtov deslocando-o do campo aberto para uma zona minimamente segura da artilharia inimiga. Um casebre escondido entre a mata da campina, não distante, aonde blindados entrepassam as gramíneas abrindo fogo.

A única coisa que Artem se atém!

É Tymchyk. — Onde está o meu cachorro, repete!

Dias depois da invasão a Ucrânia o pequeno Artem Kryvtov continua desaparecido. Toda população do interior recuou para Mariupol. A cidade foi cercada e já houveram incontáveis baixas militares de ambos os lados, sabe-se que foram atacados pela Rússia. Vitimando ainda mais os civis. Variações distintas de mísseis e ataques direto de artilharia caem diariamente entre as residências, ruas, estabelecimentos comerciais, centros de socorro médico e recursos humanos: alojamentos, abrigos. Vidas inocentes são incessantemente ceifadas. Há um paradoxo de extremidades no cenário visto, paz e liberdade, morte! A concepção estrita e sofrida da sobrevivência está nas ruínas pelas quais homens e mulheres, idosos e crianças se encontram amotinados. A falta de energia elétrica, comida e água são outros fatores que assolam a população local.

Mariupol e seus moradores estão arrasados.

Mas resistem firmemente.

Vilarejos e pequenas fazendas mais afastadas do centro da cidade são atacadas ora e outra, tendo em suas portas, presenças hostis do exército invasor.

Que avança pacientemente à um completo cerco.

A cada cidadão ucraniano. — Livre.

Dmytro não tem mais forças para acalmar a tempestue de Viktorya Kryvtov, sua mulher. Ela vem chorando desde o primeiro dia da invasão, quando Artem escapou-lhe dos braços. Só fala pelo nome de seu pequeno, e nada mais. Abrigados no subterrâneo de Mariupol: um pequeno prédio oculta a posição dos sobreviventes. Outros cidadãos aguardam em desespero o fim do conflito, desesperançados; sons de tiros sobre a cidade vão do amanhecer ao anoitecer! À noite? Bombardeios, fogaréu e o risco iminente de serem atingidos e ficarem soterrados. Oportunamente quando os ataques cessam os civis saem para o lado de fora em busca de água, para isso, derretem gelo. Conseguem raros suprimentos e dividem entre si. Todos se ajudam e amparam uns aos outros.

É em momentos como esse que o espírito humano fala.

Por respeito, dignidade e justiça.

Os dias não avisa da necessidade de resiliência, mas todos sabem de seu valor, absoluto, e o quanto o país vem resistindo nesse período de altos e baixos.

Dmytro Kryvtov contesta a decadência humana em seu nível destrutivo, sua força para consolidar o mal e não o bem! Tem dúvidas, está triste, lúgubre. A isso observa a grande vala no outeiro da cidade em que os olhares já com pouco brilho, é forçado a perder a cintilação última de vivacidade. Corpos são encontrados sobressaltando à sofrida imagem de Mariupol, são muitas as pessoas conhecidas, amigos e familiares — o estado de espírito é suprimido, subjugado a todo momento em que tentam encontrar algum reconforto, sobretudo —; não há rendição, há persistência e a crença embasada no que até aqui os ucranianos já conseguiram superar vencendo muitas das dificuldades da guerra.

Incluindo as obstruções impostas pelo exército Russo.

Como boicotar a ajuda humanitária.

Vendo o sofrimento e a impotência dos civis, não tarda para que Dmytro Kryvtov se junte as forças de resistência ucraniana. Como seu irmão, Ihor, que já serve o exército há muitos anos. Não se tem notícias dele na complexa linha de frente, sabe somente que estava em Kharkiv; muitas das redes de comunicação foram cortadas, não há nada que consigam saber prontamente do mundo externo, tudo é atraso e desinformação. — Tem que crer pelo o que está no alcance dos próprios olhos. — E nada parece bem! Toda Ucrânia compõem um ritmo incansável de batalha de homens e mulheres, que defendem a sua nação. São encorajados e entusiasmados a não abaixarem suas cabeças.

Dmytro Kryvtov vai à guerra.

Em busca de seu filho.

A respiração lenta e o olhar aturdido, bem como as conversas baixinhas entre lados e o colóquio no rádio militar. No começo foram minutos de troca de tiros, ataques furtivos, perdendo e retomando espaços. Depois foram horas, bombardeios cada vez mais fortes e destrutivos: era do campo de batalha entremeio a relvas e árvores que, se era alertado dos ataques intermitentes as cidades ucranianas. Todos estão sofrendo, sem exceção. Dmytro se abaixa em um cantinho ocultado pelo mato ante o cenário cinzento, reza, pede por proteção espiritual para com as suas empreitadas e conclama o reencontro!

“Acredito que ele esteja vivo, me ajude a encontrar meu filho, senhor”.

Um dos soldados escuta e interage com Kryvtov:

— É por isso que estamos aqui. — Toca o ombro direito de Dmytro e complementa com grande compaixão. — Não estamos só nessa luta.

— Como é seu nome?

— Yevhen Konovalets. — Responde o companheiro.

O dia passou sobre ataques e contra-ataques e não diferente à noite, ela foi muito violenta. Os pelotões ucranianos estavam separados, Dmytro foi repassado para uma operação de ataque surpresa a um comboio de quatro blindados Russos, mais dois caminhões de munição e de suprimento; não podia recusar, não pela dificuldade de a operação ser importante, mas por ser nas proximidades da sua casa. Pela ventura do bom destino, teria a chance de alguma forma reencontrar Artem, sua esperança, ganhou um ânimo cuja missão designada se tornou — sua missão de vida. — Não chegou tão longe para que descreia: está vivo. E em plenas condições de leva-lo de volta para sua mãe.

É possível e fara que isso aconteça.

Viktorya o aguarda.

Amanhecer de Mariupol e o som dos motores são altos e grunhem como feras desalmadas. A passagem dos blindados extremasse o chão como que um terremoto duradouro desloca Artem Kryvtov da terra; no começo achava engraçado, não mais! Ele se movimenta ocultando-se entre a mata e, se encontra com um pequeno grupo de combatentes desolados, estão esperando reforços. Foram amotinados em uma incursão de artilharia logo cedo, agora! Compartilham pequenos tabletes de biscoitos nutritivos. O jovem é saciado mesmo com o pouco, não reclama. Gosta de ouvir as histórias dos homens ao lado, muitos não são da sua cidade e trazem consigo velhas paixões.

De espírito romântico!

O nome do grupo é — Balakun.

Tagarelas, por conversarem muito, muito mesmo.

Eles foram destacados para defesa rápida em uma campanha limitada de guerrilha, aguardam novas instruções. Os meios de comunicação estão cortados.

Um NLAW (arma anti-tank) é preparado, Artem é avisado para se esconder mais ao fundo e obedece. É o momento da emboscada! Antes mesmo do disparo — o latido, Tymchyk entrega a posição de todos. — A ofensiva é frustrada e os russos começam a atacar os soldados ucranianos, mas consegue reaver a situação diversificando as posições, encontrando pontos seguros e lançando pequenos ataques que danifica o blindado da frente, não se vê muito, mas se escuta. Há um outro grupo de ucranianos que começam a atacar os invasores; tiros de todos os lados, disparos de fuzis e explosões mais agudas e dispersas como de granadas são escutados em um curto espaço de tempo.

O inferno vai e vem e em alguns piscares de olhos. As baixas estão a todos os olhares, não se calcula perdas, sente elas: e pesam insanamente à consciência. Os soldados ucranianos respiram fundo e observam cautelosamente o sucesso do ataque. Uma pequena matilha de soldados russos (dos caminhões) se rendem pouco depois, entregando-se um por um e dando de fato a conclusão da vitória. Pelo menos, nesse momento que mesmo sendo algo risível. — Um triunfo é um triunfo. — O pequeno Artem sai de trás de um arbusto, cambaleando, não, ele não está ferido. Ele não está é suportando o peso do cão, Tymchyk já é velhinho, porém é grande e pesa o dobro do peso de Kryvtov.

Muitos dos homens riem em gracejo, numa forma sutil de abafar e diminuir a tensão da batalha tendo os corações na boca, batendo intensamente. O pequeno solta o cachorro no chão que balança o rabo, contente. Artem Kryvtov vê de longe um soldado levantando as mãos como que se estivesse agradecendo à Deus por algo! Mas está acenando para ele! É seu pai, Dmytro, em lágrimas, em pranto, corre até seu filho. O reencontro é aplaudido por todos os soldados do entorno; sorrisos revitalizam um ao outro na resistência e, na esperança de fazerem o mesmo. Reencontrando amigos, familiares em uma Ucrânia livre e unida. A emoção do momento é mágica, inspiradora.

Artem Kryvtov vai para os braços de sua mãe. Viktorya observa na minúcia seus olhos, ardentes, há um brilho que contagia sua alma parte a parte, toda, por inteira um dilúculo dos novos dias. Chora incontida enquanto o calor da situação, embora estrita, é também vangloriado pelos civis de Mariupol. O pequeno Artem Kryvtov excedeu os intentos, escapando de bombas e tiros. Pássaros selvagens e outros animais que o fizeram de alvo fácil. Superou, sobreviveu e retornou para onde o amor é presente. E é avisado por sua mãe que terá uma irmãzinha e seu nome será o nome de sua avó: Chaya.

Nesse íntimo instante o hino ucraniano é entoado por todos.

16 Mars 2022 21:22:27 16 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

A propos de l’auteur

Giovanni Turim Escritor multifacetado escrevo romance, poesia, conto, fantasia e ficção científica. Muitas das vezes gosto de estar só, não é introversão, é solitude. Dou valor ao silêncio, observo muito o céu inda mais quando estrelado, portentoso aos olhos; tomar café quente, frio, chuva, livros! É comigo mesmo. Também amo estar entre familiares e amigos, há sempre uma euforia quanto e aprecio os momentos em que estamos juntos.

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Andreas Souza Andreas Souza
Infelizmente a guerra ainda continua
October 04, 2022, 20:14
Mayra Santana Mayra Santana
Espero que vença o desafio gostei muito da sua história
April 16, 2022, 08:29
Ima T. Shibasaki Ima T. Shibasaki
Escritor que amo? 💗 publica no wattpad gio
March 31, 2022, 07:21
Elisangela Matos Elisangela Matos
Incrível...
March 19, 2022, 17:08
Lia Goes Lia Goes
Li com grande prazer, satisfeita como leitora pelo conteúdo...
March 18, 2022, 06:16
Maria Eduarda Maria Eduarda
Amei do começo ao fim ❤
March 16, 2022, 21:32

erick garcia erick garcia
Não estaria aq se não fosse pra mim chorar ☮
March 16, 2022, 21:28

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