paither-ho Mari 🌙

⚠️ Obra +18: contém cenas de violência, abstinência e conteúdo sexual. ⚠️ Sasuke é um viciado incurável. Tudo começou com álcool, depois o maldito do cigarro, que desgraçou a sua vida. Por causa dele perdeu a presidência da empresa do pai, magoou a mãe e se perdeu em um mundo de fumaça e tabaco, mas um dia levantou da cama disposto a mudar, a deixar de decepcionar Mikoto como o maldito drogado que era e tomar um pouco de juízo. Tudo estava indo de acordo com seus planos até que um fantasma do passado volta para transformar sua vida em um inferno. Naruto Uzumaki, um homem que conheceu Sasuke em seus dias mais sombrios, voltou e era o mais novo presidente da empresa Uchiha. Loiro, alto e um dos maiores vícios de Sasuke, Naruto levará o ex-ficante ao inferno e dará um gosto do paraíso, deixando-o preso eternamente consigo, viciado em algo pior que tabaco, pior que álcool. Sexo. • Atualização: toda sexta-feira, sem horário definido.


Fanfiction Anime/Manga Interdit aux moins de 18 ans.

#bebida #ceo #empresa #romance #sasuke #naruto #vicio #narusasu #sasunaru
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Luxúria

Sasuke trabalhava novamente, a manhã tinha sido agitada e mal conseguira parar para tomar um café. Apesar do cansaço, de achar o que fazia atualmente um porre, não poderia sumir no horário do almoço e voltar quando o conviesse. Deveria se esforçar de verdade.

Naquela manhã estava sentado na sua mesa do escritório compartilhado ouvindo um velho sem noção tagarelar sobre coisas que aprendeu na noite passada, como se fosse profissional.

Não aguentava mais ter que lidar com esse tipo de gente, ser deixado no mesmo nível que eles. Diferente daquele velho moribundo ele sabe o que está fazendo, provavelmente entende mais da empresa do que o próprio dono: seu pai.

Não entrava em sua cabeça como Fugaku foi capaz de nega-lo a presidência, era o mais qualificado para o cargo, especialista na área, sabe o que é preciso para deixar os concorrentes desfalcados. Mas no fim isso serviu de nada, porque ele estava sentado em um escritório compartilhado, fazendo serviços de meia categoria e sentindo que seus ouvidos sangrariam de tanta merda que o velho colocava para fora.

Seu estresse estava no limite e quando se encontra nesse estado, próximo de um surto, é que sente os efeitos mais notáveis da abstinência: boca seca, a cabeça doendo.

Vontade de fumar.

Durante muito tempo o cigarro foi a escapatória para todos os problemas, se tinha um sentimento complicado ou preocupações que tiravam seu sono, fumava para relaxar. Sentado naquela mesa a mão tremeu e teve que respirar uma, duas, três vezes para evitar procurar um maço perdido nos bolsos, como um maldito viciado, mesmo que saiba que não encontrará nada, que é só uma mania insuportável.

O pior era saber que não importa que não encontrasse um cigarro consigo, pouco importava seus bolsos vazios quando se pedisse para qualquer um dos engravatados que trabalham com ele conseguiria algo para fumar.

Todo dia lutava para esquecer o cigarro, mas quando vacila sente o gosto do tabaco na ponta da língua. O cheiro que parecia impregnado no ar.

Mas sua vontade deveria ser maior que o vício, porque nunca vai atrás nas suas promessas. Não decepcionaria Mikoto de novo.

Sasuke suspirou cansado, colocando o rosto entre as mãos. Sentia-o molhado de suor.

Ar, precisava de ar puro e cinco minutos sozinho.

— O que foi, Sasuke? — O moreno quase caiu da cadeira que sentava quando aquela voz chamou por seu nome de forma melodiosa, trazendo memórias desagradáveis à tona, do tipo que menos precisava no momento, quando tentava de toda forma esquecer a forma que vivia.

Se Deus existisse de fato, não agia ao seu favor porque, se o fizesse, não teria colocado um demônio daqueles na sua frente novamente.

— Naruto...? — Sasuke não conseguiu esconder a surpresa e o desagrado ao vê-lo, mas o loiro não parecia nem um pouco intimidado, apenas sorriu venenoso.

— Sentiu saudade?

Não, não sentiu nem um pingo de saudade, se pudesse passaria o resto da vida sem vê-lo. Ou pelo menos tentava acreditar nisso.

Há seis meses, quando estava em um buraco tão fundo que parecia impossível sair, conheceu Naruto. O viu pela primeira vez em um festa de ricos engomados que faziam parte do círculo social da sua família que, em teoria, seria insuportável de entediante.

Não havia nada de interessante em ricos conversando sobre como ficaram ainda mais ricos.

Mas no fim acabou bêbado, com um cigarro entre os dedos, apertado em um banheiro enquanto Naruto lhe fazia o melhor boquete que já recebera.

A cena permanecia clara como o dia em sua mente. Ainda lembrava vividamente da sensação das mãos emaranhadas em seu cabelo enquanto gemia rouco com um cigarro acesso nos dedos.

Foi nesse dia que descobriu que tinha dois vícios: Naruto e tabaco.

Ele não conseguia dizer qual dos dois era pior.

Na época álcool, tabaco e sexo fazia seus dias, e nesse poço parecia que a única luz que via no fim era quando estava bêbado o suficiente para não lembrar o próprio nome. Sabia que esse tipo de vida estava machucando as pessoas que o amavam: sua namorada, sua mãe. Mas era egoísta o suficiente para se importar apenas com o próprio prazer.

Se vomitava, passava mal ao ponto de não se reconhecer no outro dia, se passava mais tempo bêbado do que sóbrio, era problema dele.

Mas sentado em um canto com um copo de martini, viu o loiro do outro lado da festa conversando alguma coisa com uma ruiva. Apesar de admitir a beleza da mulher, não era ela que o interessava e sim o homem que tinha as costas viradas para si.

Não podia ver seu rosto, e não era algo necessário. Ele tinha um corpo alto, claramente definido, costas fortes e bem delineadas marcadas pela camisa social e uma bunda que foi sua paixão à primeira vista. Esmagada contra aquela calça social que parecia implorar para ser rasgada.

Naruto não foi o único a ser notado, ao perceber que Sasuke claramente o comia com os olhos, decidiu retribuiu. Então eles flertaram, rodeando-se feito urubus.

A imaginação de Sasuke poderia facilmente enlouquecê-lo, só de olhar para a bunda de Naruto sentia-se perto de explodir, e estava doido para saber como seria enterrar-se nela.

Era uma excitação maior do que ele experimentara com Sakura no tempo que estavam juntos, ele nunca desejou tanto outra pessoa quanto o desejava.

No momento nem Sasuke nem Naruto pareciam pensar sobre as alianças de prata que pesava nos dedos, nos namorados que acreditavam em sua total fidelidade ao relacionamento. Mas a situação amorosa não foi o suficiente para que parassem o que já tinham começado.

Naruto se aproximou do moreno que parecia devorá-lo com os olhos. Do jeito que estava parecia em greve de sexo — não entenda mal, ele fazia isso com certa frequência, mas Gaara não conseguia satisfazer nem metade dos seus desejos, Naruto era insaciável, incansável, por isso, apesar do ruivo ser romântico e o amar tanto que arrancaria seu coração para entregá-lo, brigou com ele na noite em que saiu com Karin para uma festa sem graça, onde ricos se reúnem para tomar champanhe e falar de economia.

Mas ele o viu, afastado de todos, com um copo de bebida na mão, o encarando descarado, então o olhou também. Sua noite estava prestes a ficar mais interessante.

Sasuke não se surpreendeu nada quando ele se aproximou, com as mãos nos bolsos da calça.

Porra, o homem era ainda mais impressionante de frente, ainda mais erótico de perto. Naruto transmitia toda uma aura, seu corpo todo parecia gritar "me foda" e Sasuke estava louco para fazê-lo.

O loiro se aproximou, colocando uma das pernas por entre as de Sasuke, sem tirar as mãos dos bolsos, e o encarou com um sorriso que brilhava nos olhos. Como desconfiava inicialmente o loiro era alto, mas ainda uns centímetros mais baixo que ele. Sem nem pensar se deveria o moreno passou a mão por sua cintura. Pareciam estar em total sintonia.

Sasuke tomava um martini com cereja e, predatório, Naruto pegou a bebida de sua mão, tomando o que restara de seu drink, mas mantendo a fruta entre os lábios.

Sasuke estava muito bêbado, bêbado de álcool, de tesão e aquele homem infernal era o único que poderia trazê-lo a sobriedade, saciar seus piores desejos, foi por isso que o beijou — ou algo parecido com isso.

Embriagado com os piores pecados do mundo, aproximou sua boca da dele, tirando aquela fruta redonda e doce de seus lábios com a própria língua.

É como se todo o calor acumulado em seus corpos transbordasse por seus lábios e pudesse queimar o mundo todo. E Sasuke estava louco para ver tudo pegar fogo.

Por isso arrastou Naruto até o banheiro do local e o beijou enquanto apertava aquela bunda que tirou seu sossego a noite inteira.

Ele dava pequenos suspiros em sua boca, fazendo sua mente imaginar se ele gemeria assim, feito um gatinho manhoso, quanto estivesse com Sasuke enterrado em si até o último centímetro.

De corpo torneado e beijo fatal, Naruto o tinha na palma da mão.

— Naruto — O loiro murmurou com a boca ainda colada a se Sasuke.

Ele não entendeu o motivo para dizer o nome tão de repente, quando era essa a coisa que menos importava no momento.

— Por que está dizendo isso? — Naruto o encara perverso, enquanto abre um botão de cada vez, primeiro de seu terno caro, depois da camisa social. Quando terminou, apertou o pau de Sasuke por cima da calça e mordeu o lábio inferior do moreno, sentido vibrar por entre eles um gemido quase mudo. Sasuke estava quase explodindo.

— Porque é o nome que você vai gemer.

Quando Naruto se ajoelhou, o rosto da mesma altura que seu membro já dolorido de tão duro, Sasuke acendeu um cigarro, sem se importar se o parceiro se incomodaria.

— Então fuma?

— Fumo — Naruto abriu sua calça e ali, o encarando, segurou-o com as mãos nuas. A respiração de Sasuke ficou mais pesada.

— Os terminais são mais gostosos — Sasuke gargalhou, realmente, com a quantidade de cigarros que fumava por dia, seu pulmão poderia parar a qualquer momento, enquanto fumasse, seria eternamente um homem em estado terminal.

E se ele pudesse escolher o momento que morreria, que sufocaria até a inconsciência, seria quando, entre as gargalhadas, Naruto abocanhou-o e a risada se transformou em um gemido rouco.

Porra, pensou, nenhuma mulher no mundo, nenhuma pessoa que teve a oportunidade de conhecer, já havia o deixado tão desfalecido apenas com a boca. Naruto era um demônio, afastando-o das virtudes pregadas do lado de fora daquela porta, o levando direito ao inferno.

E ele entregava a alma para um demônio, mas sonhava em estar no paraíso, um incurável pecador rezando pela salvação.

Em algum momento entre os delírios de Sasuke, Naruto para e o encara.

— Essa mulher deve ser um porre. — O loiro, ajoelhado com seu pau na mão, encarava a aliança de prata que se enrolava ao redor seu dedo anelar na mão esquerda.

— E o que te dá certeza disso? — Por um momento ele achou que sua noite acabaria ali.

— Porque se ela te chupasse tão bem quanto eu, estaria gemendo o nome dela ao invés do meu.

Em um movimento experiente, Naruto engoliu todo o membro de Sasuke assim que as últimas palavras saíram, ele podia praticamente sentir a língua ainda vibrando com o resto das palavras por sua extensão quando voltou lento e paciente, com a língua provando cada parte de si, subindo até a cabeça e sugando-a com um sem-vergonha, seu rosto levantando para si, corado, sua boca e o pau dele unidos por um único fio de saliva.

Ele não conseguiu evitar o nome que escapou de seus lábios como uma prece. — Naruto... — Foi o que gemeu, rouco e totalmente embriagado, sem que ao menos tivesse noção disso.

Sasuke parou de fumar e enterrou suas mãos nos cabelos dourados de Naruto se forçando para dento de sua boca novamente, e o loiro nem engasgou ao ter a boca fodida por Sasuke, apenas o encarava perverso enquanto esperava que ele gozasse na sua garganta. E ele quase gozou só com a visão do homem abaixo de si, transpirando sexo com a camisa aberta, o peito bronzeado e a cara rosada de prazer, de tesão por estar o chupando.

Foi sem sombra de dúvidas o melhor boquete que levou a vida inteira. Quando sentiu o corpo tremer e o ápice de prazer o atingir brutalmente, o deixando mole, pensou que gozaria de novo só de ver Naruto corado, com os lábios inchados, engolindo cada gota de si.

Com toda certeza eles continuariam, afinal, Sasuke já estava duro de novo, mas um empata bateu na porta, procurando por Naruto.

— Amor...? Você tá aí? — Era a voz de um homem.

Esquecendo completamente da situação que se encontravam, Sasuke falou com Naruto, apenas mexendo os lábios para que o homem lá fora não percebesse que o seu "amor" não estava sozinho no banheiro.

— Você namora? — Naruto levantou, arrumando a camisa.

— É complicado — Complicado, isso poderia facilmente definir o relacionamento de Sasuke também.

Frustrado, ele fecha a calça, a camisa e recoloca o terno.

— Estou saindo, Gaara.

Em um sinal, Sasuke se aperta longe da porta para Naruto sair sem que o namorado dele visse o outro e desapareceu dali, também parecia decepcionado ao ser parado logo quando as coisas se tornariam interessantes, mesmo assim se deixou ser guiado pelo ruivo e, quando chegaram perto da mulher com quem o loiro estava no início na noite, Sasuke sorriu.

Do outro lado da sala, a noite do moreno só não foi pior por perceber que Naruto, mesmo sem ter chupado ao menos uma bala de hortelã, beijou Gaara com seu gosto na boca.

22 Juillet 2022 23:50:08 1 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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erika klipstein erika klipstein
gente... isso é uma perfeição....
~

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