nanaeli Elionai Silva

Um é o filho arrogante do líder da terceira maior seita do Reino Humano, o outro é um órfão delinquente. Nascidos em realidades distintas, quando se conhecem eles não se dão bem, mas são obrigados a conviverem por terem sido aceitos pelo mesmo Shizun. Um acontecimento faz com que Changning, o delinquente, se esforce para ser amigo de Feng Meng, mesmo sendo ignorado repetidas vezes. Ele tenta chegar no coração de Meng, sem desconfiar do rancor que o outro nutre por ele. Em algum momento, eles realmente parecem terem se tornados bons amigos, mas o vínculo frágil é colocado a prova quando segredos são expostos e eles são jogados para a realidade incontestável de que estão destinado a se enfrentarem e serem inimigos. No futuro, um ascendera como Imortal , enquanto o outro se tornará a escória, que consumido pela barbárie, anseia por vingança.


Fantaisie Fantaisie historique Interdit aux moins de 18 ans.

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Prólogo

[Muitos milênios atrás...]


Aflição, um sentimento perturbador que nos últimos tempos não abandonava Mama Da Ziran, esmagava o seu ser naquele instante com intensidade lamentável. Pela primeira vez o responsável não era o seu irmão, mas aquele sonho.


Horrível.


Assustador.


Hediondo.


Apressada, ela abandonou o seu majestoso palácio azul esverdeado, construído com grandidierite¹, o mais belo do Céu, entrou no Templo do Conhecimento, percorreu os cômodos e adentrou a sala oval enorme, com janelas de cristais, cheia de estantes douradas preenchidas de livros e pergaminhos.


— Não é um sonho Mama, não é. — A jovem de longos fios brancos como neve, de traços delicados, sentada no tapete, revelou sem ouvir uma pergunta.


— O futuro? — Mama sentou na frente da filha mais nova e suas vistas caíram para o pergaminho aberto, em branco.


— Sim. — Os olhos castanhos mel fitaram Da Ziran com pesar e melancolia. — Sabe o que vejo? O fim das divindades, dos demônios, dos humanos, de tudo, do planeta...


— Não, não aceito que acabe assim, eu amo a terra, eu sou ela, faço parte dela, fiz tantos sacrifícios, matei Heian por ela, mesmo amando-a também. — Falou desolada, inconformada com o que viu no sonho, com o que a filha enxergava no pergaminho da presciência. — Não posso permitir que ela termine, que morra, deve ter uma forma de mudar o futuro.


— Estou tentando Mama, juro que estou, mas até agora... nada. — Ela fechou o pergaminho, levantou e correu os olhos pelas estantes organizadas em fileiras. — O conhecimento está aqui, em livros e pergaminhos que eu mesmo escrevi, soluções para problemas que ainda nem nasceram, profecias, premonições, ações de cada ser existente, de cada indivíduo, porém, me sinto ignorante e cega.


Da Ziran abriu os braços, estendendo-os abertos em um convite que não foi recusado pela filha, que caiu de joelhos, dentro do abraço materno, quente e confortável.


— Não se aflige Xiéhé, você é a divindade mais inteligente que já nasceu, detém o conhecimento que o seu papa tanto almeja e que os seus irmãos invejam. — Ela acarinhou a cabeça da filha e sussurrou as palavras de conforto, deixando de lado as próprias preocupações e medos. — Vamos encontrar uma forma de salvar a terra, tenho certeza....


— Não sei mama, ele é tão medonho. Eu ouvi os gritos, os berros de sofrimento, senti o terror horripilante, o medo mais aterrador que já existiu, me senti sufocada pela energia escura nele.


— Sim, eu também senti no sonho o sofrimento do mundo, compartilhei do pânico de todos os seres, vi os corpos amontoados como rochas e a cachoeira de sangue sujando a terra.


— Como podemos mudar o que acontecerá?


— Impedir que ele nasça? — Ela sugeriu hesitante, seu ser enchendo-se de culpa em seguida. Todo ser não merece nascer? Livre arbítrio, não foi este o maior presente que o criador deixou para a Terra? Ela era vida, não morte.


— Seria um caminho se soubéssemos exatamente quando, onde e como ele nascerá... O pergaminho me revela apenas a guerra, a vitória, o fim, mas não o ano que ele virá ao mundo, a infância, a juventude ou jornada que ele percorrera até o trono do Reino Divino.


Xiéhé abandonou os braços aconchegantes da Mama, caminhou descalça por um dos milhares corredores, pegou alguns livros e pergaminhos e retornou para o tapete.


— Vou estudar, reler cada livro daqui, já devo ter escrito algo que me ajudara a encontrar o caminho, a solução....


— Nós vamos, não te deixarei sozinha Xiéhé, juntas encontraremos um método de impedir o fim, de evitar que a escuridão perpetue.


Horas. Dias. Meses. Um tempo indefinido se passou, Mama Da Ziran e Xiéhé não saíram do Templo do Conhecimento, ocupadas em ler os exemplares, anotar ideias, rabiscar pergaminhos e se frustrem por não encontrar nada que lhes dessem uma luz.


— Guang se aproxima, ele vem em nome do papa, que está convocando-a para uma sessão. — Xiéhé de bruços no tapete, escrevendo em papel de papiro², anunciou à Mama sem erguer a cabeça.


Da Ziran desviou as vistas do livro por breves segundos, fitou a filha, a entrada da biblioteca e voltou a se concentrar na leitura. Ela não desejava se encontrar com o irmão, evitava-o na maior parte do tempo e não se importava com os burburinhos e comentários das divindades. Suspirou. O fato de Papa Ke Jing ter enviado Guang significava que daquela vez não seria capaz de recusar a convocação.


Trinta minutos depois Guang entrou na biblioteca, carregando na mão direita o cetro prateado com pedra branca redonda na extremidade e na esquerda a carta imperial. Ele parou e inclinou a parte superior do corpo em um gesto de respeito e saudação.


— Xiéhé. Mama, trago-lhe um comunicado. — Guang se endireitou, abriu a mão esquerda e a carta imperial se desenrolou e flutuou na frente dele. — Papa Ke Jing, primeiro Imperador do Reino Divino, convoca Mama Da Ziran, divindade da natureza, para que se prepare para a cerimônia de coroação como Primeira Imperatriz dos Céus, que acontecerá ao pôr-do-sol. Como presente, lhe envio essa gargantilha de ouro com jade, que criei especialmente para ti e peço que use-a durante a investidura.


“......”


Um servo se ajoelhou na frente dela, de cabeça baixa e com os braços esticados. Na palma das mãos uma almofada vermelha acomodava a gargantilha brilhante e belíssima.


— Peço que não recuse o presente e que fique ao meu lado, como a primeira Imperatriz do mundo. — Quando Guang terminou de ler, a carta se transformou em pequenas borboletas brancas que desapareceram no ar. — Mama, suas damas estão lhe esperando na entrada do templo, elas vão prepará-la para a cerimônia.


— Por que? Tantas escolhas, tantas esposas, amantes e ele ainda insiste na ideia de me consagrar como Imperatriz dos Céus, mesmo ciente que não tenho tal ambição, da mágoa que guardo dele.


— Perdão. — Xiéhé revelou. — Papa sabe o tamanho do seu próprio pecado, por ter cometido desatinos imperdoáveis e deseja obter o perdão da Mama...Ele acredita que se perdoá-lo, ele encontrará a remissão.


— Impossível. — Da Ziran tocou a gargantilha em uma carícia suave. — Ele destruiu os nossos irmãos, eliminou-os sem piedade e não existe sincero arrependimento no seu ser. Por culpa dele, tive que matar Heian, minha amada irmã. Recuso o convite, não quero ser Imperatriz, meu único anseio é proteger a terra e as criações do meus irmãos.


— Eu prefiro Mama no trono, do que outra divindade... — Guang pronunciou baixo. — Papa está perdido, sem rumo e vulnerável como nunca esteve, sinto que eles estão se aproveitando para manipulá-lo e fazer os interesses deles prevalecerem.


— Concordo com Guang. — Xiéhé depositou a pena no tinteiro, sentou, segurou as mãos de Mama Da Ziran e a encarou com olhar sábio. — O mundo preciso estar em equilíbrio, Reino Sombrio e Reino Divino devem coexistir em paz, luz e trevas são irmãs, mas existem aqueles que estão tentando convencer Papa Ke Jing a iniciar uma guerra contra os demônios e os monstros. A terra não se recuperou da morte de Heian ainda, se entrarmos em outra batalha tão rápido, temo que o nosso lar sofrerá consequências irreversíveis.


Um suspiro escapou. Da Ziran era quem melhor sabia às cicatrizes que a terra ganhou com a morte de Heian. A luta de Ke Jing contra os irmãos deles causou impacto, dor e lesões, todavia, não se comparava com a profundidade das feridas que ela provocou ao destruir Heian.


— Mantenha-se ao lado do Papa e tente evitar que ele seja tão facilmente influenciado pelas outras divindades, seja a influência, apesar de tudo, é inegável que ele se importa contigo.


Sinceramente ela não desejava ser Imperatriz, não almejava ficar ao lado do irmão, porém, Xiéhé estava certa... era o seu dever, a razão da sua existência era proteger e cuidar da terra. Ziran desconfiava que ela não era o suficiente para convencer Ke Jing a não iniciar uma guerra desnecessária contra o Reino Sombrio, mas talvez fosse capaz de adiar alguns séculos, ou quem sabe milênios.


Decidida e afundando em um canto escuro as suas vontades, ela pegou a gargantilha, se levantou e parou na frente de Guang.


— Provavelmente ficarei ocupada por um tempo, porém, há uma questão a ser resolvido que não permite esperar, então, quero lhe pedir um favor Guang, que faça companhia para Xiéhé e ajude-a nas pesquisas e buscas e que me informe tudo o que descobrirem. Pode fazer isso?


— Será uma honra Mama.


Mama Da Ziran sorriu aliviada. Ela amava os filhos imensamente, todos igualmente e com sinceridade genuína, todavia, também era verdade que os únicos que ousava depositar 100% da sua confiança eram Guang e Xiéhé. Enxergava neles bondade, pureza e honra. Quanto aos outros, sentia que falhou com eles, que os seus ensinamentos se perderam no desejo infame por poder.


Assim que ela se retirou, Guang aproximou da irmã, sentou no tapete e esquadrinhou-a com olhar curioso. Espalhados no chão estavam vários livros, pergaminhos, papéis de papiros, penas de ave e tinteiro. Não era surpreendente a bagunça, afinal Xiéhé, Divindade do Conhecimento, não era organizada e passava maior parte do seu tempo lendo, escrevendo ou desenhando, o que lhe chamou atenção foi a Mama Da Ziran ter solicitado que ajudasse Xiéhé nos estudos.


— O que ocorre de tão grave que precisa ser resolvido com tanta urgência?


— O pergaminho me mostrou imagens tenebrosas de um futuro desconhecido, precisamos encontrar uma forma de evitá-lo.


Naquele dia, enquanto Xiéhé e Guang procuravam incansavelmente respostas, uma direção, Mama Da Ziran recebeu o título de Imperatriz dos Céus, foi reverenciada, aplaudida, elogiada e invejada. Seu irmão, Papa Ke Jing, estava feliz por tê-la ao seu lado, esperançoso que um dia ela voltaria a amá-lo, ignorando a preocupação de algumas divindades com sua escolha.


✻✩✻


Xiéhé prezava pela solidão, em estar sozinha e não gostava de interagir com outras divindades ou ir passear no Reino Humano. Circulava no Reino Divino o comentário de que ela era “tão bela quanto orquídeas brancas e tão fria quanto a neve do inverno de janeiro”, alguns ainda acrescentavam “esnobe” e “arrogante” para defini-la. Ela não se importava com o que diziam, lhe parecia frívolo se incomodar quando precisava lidar com assuntos sérios e perturbadores.


Haviam raros dias, quando sentia-se aflita, presa em um impasse, que ela abandonava o seu lar, o templo do conhecimento, fazia uma caminhada de uma hora até uma das fontes termais mais afastada das residências das divindades, próximo ao Reino Imortal, pouco frequentada, para tomar um banho. Sozinha, abraçada pela água quente, boiando, ela fechava os olhos e tentava organizar os pensamentos, as ideias e os sentimentos.


Xiéhé carregava um fardo e poucos compreendiam o quão pesado era.


Inquieta, ela abriu os olhos, mergulhando-os no céu noturno estrelado. Uma expressão abatida desenhava o delicado rosto pálido e alfinetadas arranhavam o seu peito. Ela achava tão lindo lá encima, uma pintura magnífica, um reino majestoso, que pegava-se olhando apaixonada para o alto. Ela amava a terra, mas por conhecer tanto sobre ela, sejam as coisas boas e as ruins, a muito tempo perdera a paixão, o encantamento e os seus olhos eventualmente se voltavam cheios de curiosidade para o céu. Porém, pela primeira vez, admirar as constelações provocou nela angústia e fez lágrimas embaçarem sua visão.


Guang.


Era nele que pensava...Horas antes, o pergaminho da presciência mostrou-lhe a imagem assustadora do seu irmão mais velho, Kihyun, destruindo Guang, ceifando sua vida.


“O que o faz ser tão diferente de nós”


Uma vez Kihyun perguntou com indisfarçada inveja quando Guang recebeu da Gruta Quánlì o cetro. Ele também ganhara uma arma espiritual um século antes, uma espada de diamante chamada Quzhújiàn, capaz de feitos consideráveis, uma das mais poderosas do mundo, porém, aos seus olhos o cetro Wángquán era mais grandioso, poderoso e belo.


Ela sabia que o amargo no coração de Kihyun nasceu no dia que Guang despencou do céu, instantes após a extinção do criador por Papa Ke Jing. Ele era uma estrela, dotado da luz mais pura e brilhante já existente, capaz até de espantar a escuridão do Reino Sombrio. Mama Da Ziran ao vê-lo, um bebê cercado por luz azul turquesa, o amou como se tivesse nascido do seu ventre, criou e educou-o.


Guang, a luz, era estimado por Da Ziran, mas não por Ke Jing, este temia que um dia Guang se levantasse e lutasse contra ele, para destruí-lo.


Por receio, o primeiro Imperador do Reino Divino não autorizou que ele cultivasse, treinasse e aprendesse a lutar, com o propósito de Guang não desvendar a dimensão da sua força, da sua luz e para mantê-lo ocupado o instituiu como mensageiro oficial dos Céus, com o dever de atender as solicitações das divindades e dos imortais.


Apesar de receber tratamento diferente dos irmãos, Guang nunca reclamou, sempre realizava as tarefas com diligência, não se erguia contra Papa Ke Jing e exigia mais do que recebia. Ele era o filho mais obediente, aquele que não permitia que as suas vontades, enterradas no fundo do seu ser, sobressaíssem as ordens do Imperador.


Mesmo sem cultivar com artes marciais e treino, o núcleo espiritual dele se desenvolveu rápido e se fortaleceu apenas com meditação. No seu aniversário de cem anos ganhou da águas pura da Gruta Quánlì uma arma espiritual, o cetro Wángquán — o poder do rei —, que nunca foi nomeada por ele, mas que recebeu o nome pelos humanos que espalharam por todo o Reino Humano como ele salvou um vilarejo que sofria ataques de monstros usando o cetro.


O mensageiro, de função tão insignificante, até então desconhecido, sem adoradores, rapidamente ganhou fama, se tornando uma divindade importante que foi agraciada com vários templos, onde pessoas oravam e faziam preces para ele.


Apesar de se tornar relevante no Reino Humano, ele continuou sendo tratado da mesma forma no Reino Divino, também não exigiu tratamento diferente ou passou a conspirar como os seus irmãos faziam. Então, o que levaria Kihyun a apunhalar o peito de Guang com a Quzhújiàn na frente do Imperador, que mostrava um sorriso satisfeito no rosto?


Presa na frustração e sem resposta, Xiéhé saiu da água, torceu os fios encharcados, colocou o vestido por cima dos trajes íntimos molhados e retornou para o templo. Guang estava lá, sentado no parapeito de uma janela da biblioteca, distraído em um livro. Ela ficou na entrada, admirando-o e um sorriso sereno surgiu nos lábios dela quando ele ergueu a cabeça.


— Encontrou algo?


— Não. Acredita mesmo que encontraremos uma resposta? Talvez o que viu esteja fadado a acontecer e não existe a possibilidade de alterar o futuro.


— Sempre existe, o futuro ainda não aconteceu, então há uma oportunidade, apenas o passado é imutável. Eu já fiz isso antes, tenho esperança que posso fazer novamente.


Ela não falava somente sobre o demônio destinado a provocar o fim, também se referia a morte de Guang. Uma vez, ela não foi capaz de evitar a destruição do criador e dos seus tios, porém, enviou Mama Da Ziran no fim da batalha para salvar o bebê que caiu e impedir que Papa Ke Jing o matasse como havia lhe mostrado o pergaminho da presciência.


— Tudo bem. — Ele acenou, levantou e se aproximou, parando na frente dela. — Se realmente tem tal confiança irmã, só me resta continuar acreditando que é possível e te ajudando como Mama solicitou.


— Obrigada.


— Não precisa agradecer. — Guang afagou o topo da cabeça dela. — Por agora preciso ir, Papa mandou me convocar, preciso levar uma mensagem ao Reino Sombrio.


Ao ficar sozinha, Xiéhé guardou os livros e os pergaminhos espalhados, organizou os papéis de papiro, as tintas e penas. Quando terminou de arrumar, limpar, ela suspirou frustrada, percebendo que os pensamentos não haviam se aquietados, que continuava sendo beliscada pela preocupação e medo.


Caminhou para um corredor ao fundo, parou em frente a prateleira, apoiou as mãos nela e pronunciou alguns vocábulos, como um cântico, calando-se quando o objeto se dividiu ao meio, abrindo e revelando um cômodo estreito, de teto baixo, sem luxo, com livros empilhados no chão e um tapete pequeno no centro. Ela se trancou no espaço claustrofóbico e escolheu uma obra sem título como todas as outras, abriu-a e leu cada página.


Aquela não era a primeira vez que lia o livro, além do mais, foi ela quem escreveu cada caractere nele, todavia, naquele momento tentava vê-lo sobre uma nova perspectiva. Nas páginas marrons encontrava-se a história de Guang , Divindade da Luz, como ele nasceu, como foi criado e os seus feitos mais notáveis até aquele instante. Não estava acabado, só terminaria de escrever no dia que ele deixasse de existir.


Horas se passaram, ela deixou o espaço secreto, abriu o pergaminho da presciência no tapete e assistiu a pintura que se movia, narrando a morte de Guang. Xiéhé ainda não havia contado para ninguém e também não pretendia.


“Luz, tão pura e pujante quanto a energia espiritual do criador, que derramou-se sobre o Reino Humano como um rio com a sua morte, rodeava a criança e queimou cada demônio, monstro, espírito que ousou tocá-lo, nem mesmo as divindades eram imunes.”


De repente, lembrou-se daquele trecho que escreveu, da morte do criador que deu origem aos imortais, do nascimento de Guang e na sua mente veio o demônio repleto de energia escura, que com sua escuridão sombria consumiria a energia pura do Reino Divino e destruiria todos os imortais e divindades no futuro.


❋・────━【❆】━────・❋

¹ Grandidierite



² Papel de papiro: Papiro (em latim: papyrus; em grego clássico: πάπυρος) é, originalmente, uma planta perene da família das ciperáceas cujo nome científico é Cyperus papyrus, por extensão é também o meio físico usado para a escrita (precursor do papel) durante a Antiguidade Antigo Egito, civilizações do Oriente Médio, como os hebreus e babilônios, e todo o mundo greco-romano).


13 Mars 2022 20:43:56 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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A propos de l’auteur

Elionai Silva ¶ Leitora de novel bl's e livros homoeroticos. ¶ Escritora amadora nas horas vagas. ¶ Kpopper desde 2015. ¶ Stay ❤️

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