aicodaiko aico daiko

“Se você valoriza alguém… ou qualquer coisa preciosa… você precisa procurar por alianças com GATO.” As palavras de um estranho charmoso ecoa na sua mente. Depois dele te resgatar de quase ser assassinada por membros de uma organização suspeita, mais conhecida pelo nome ‘Vanitas’, ele desaparece, te deixando apenas com essas palavras enigmáticas. Quem era ele? E qual era o motivo por trás do seu ataque? Eles pareciam possuir habilidades sobrenaturais. Você e seus agressores são levados para a polícia para questionamento. Mas esses não são como nenhum policial que você já viu antes. Eles todos também começam a demonstrar habilidades sobrenaturais! Eles te informam que fazem parte de uma divisão elite de investigadores sobre-humanos também conhecidos como Grupo atípico tático oculto. Durante o seu encontro com GATO, você não só aprende sobre o mundo secreto desses “usuários de certas habilidades”, mas também descobre que você é uma usuária dessas habilidades. Como se você estivesse compelido pelas palavras daquele estranho, você decide se juntar para esse grupo de policiais secretos. Porém, isso não será fácil! Você tem muito o que aprender, e os Vanitas ainda estão atrás de você. Poderia você aprender todos os arreios da sua habilidade especial e trazer essa organização criminosa para a justiça?


Criminalité Tout public.
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Capitulo 1

-Que droga!!!
Tomo o resto do meu suco e bato o copo, tremendo a mesa. Emília balança a cabeça, me julgando por um momento. Para que servem os melhores amigos?
-Eu acho que sua entrevista não foi bem?
-Foi ótima. Eles mostraram um interesse impecável nas minhas "habilidades"!
-Então, o que há de errado?
Eu bato outro punho na mesa.
-Eles se atreveram a perguntar se eu mentiria para vender seus produtos a um cliente... Mas eu os informei que só realizo as coisas com mais alta integridade.
-E?
-Eles não gostaram muito disso!
-Algumas empresas são como víboras. Eles têm estratégias. Um plano B para se cobrirem. Exagere aqui, faça uma história lá.
-Mas são mentiras.
-São negócios.
-E está errado.
-Bem vinda a realidade. As vezes ela morde.
-Essa sombra de cinismo não combina com você.
-Sim, Sim. Então o que você fez?
-Eu disse a eles que, se tivesse que sacrificar minha integridade, preferia não trabalhar.
-Ai está... Eu sei que você tem um forte senso de Justiça. Mas se você continuar sendo franca, nunca encontrará nada.
-Uau, agradeço seu apoio.
-Olha, isso influencia as pessoas da maneira errada. A ética deixa as pessoas nervosas.
Suas palavras batem como um raio.
-Você é um tour de force da justiça, mas ás vezes... A senhora justiça também precisa de um folga.
(Não posso trabalhar permanecendo fiel ao que acredito?)
No balcão movimentado, um cliente grita coma garçonete.
-Ei, boneca, ligue a TV, certo?
-Tudo bem, tudo bem. Eu te ouvi!
Eu me viro para Emilia, cujos olhos estão colados na tela.
-Não é nada que um pouco de noz-manteigada não possa remediar.
-Shh... estou ouvindo.
-Ás autoridades locais relataram sinais de vigilantismo pela cidade da misteriosa organização Vanitas. Nos últimos meses, vários cidadãos aderiram à sua misteriosa cruzada.
Alguns consideram sua presença uma mundança bem-vinda em comparação com o recente aumento de mortes injustificadas. O governo...
-Esse é o tipo de organização que você deve se afiliar.
-Porquê?
-Eles empregam a quantidade certa de justiça para mante-la intrigada.
-Você está falando sério?
-Não vejo outras oferetas chegando.
(Ela acerta bem ferida, mas não está errada.)
As palavras de Emilia ecoam em minha mente enquanto eu faço os pagamentos.
(Preciso tomar uma iniciativa. Falhei em sete entrevistas este mês. Minhas diminuindo.)
-Nãooooooo!!!
-Mas o que-! Quem está gritando?
Poderia ser um problema!!
(Alguém está com problemas e pode precisar de ajuda!)
Eu corro em direção ao grito.
-Tenho certeza que a voz veio daqui...
Quando olho em volta, algo incomum chama minha atenção. Esfrego os olhos, certa de que eles estão brincando comigo. De repente, alguém agarra meu braço.
-Por favor! Ajude-me! Alguém pegou minha bolsa de pesquisa e desapareceu do nada!
-Do nada?
-Por favor, continue! O trabalho da minha vida está lá!
Ela me empurra. Seus olhos ardentes me pegam desprevenido. Quando olho para o beco, a mochila se foi.
-Não se preocupe. Eu ajudo!
Mas, quando me viro novamente, a mulher se foi. Quase como se ela também tivesse desaparecido. Mais uma vez, vejo a bolsa flutuante sendo caregada. Eu avanço, para pegar ela. Em vez
disso, meu corpo colide com algo solido e quente antes de cair na calçada.
-OUCH!!
-UGH!!!
No chão, vejo um homem vestindo uma calça preta, segurando uma bolsa.
(Ele apareceu do nada!)
-Você vai se arrepender disso!
Seus delirio tempo para avaliar a situação e a adrenalina entra em ação.
-Ei! Isso não é seu!
De repente, mais dois homens de preto aparecem do nada, ao seu redor. Seus olhares ameaçadores me dizem que não estão aqui para ajudar.
-Veja, é a armadilha perfeita para a senhorita Justiça. Vanessa estava certa. A criocidade pode matar o gato.
(Vanessa? Que armadilha?!)
-Ela sempre sabe o que é bom para a perspectiva.
A risada louca deles ecoa quando eles se fecham ao meu redor.
-Diga boa noite!
Mas antes que eles me agarrem uma granada de efeito moral explode, desorientando-nos. E uma mão forte me arrasta para longe, enquanto os outros se contorcem no chão, gritando. Quando
o zumbido nos meus ouvidos desaparece, um homem de aparencia feroz, vestido de preto está sobre mim. Com tubos industriais enferrujados alinham-se no teto acima dele.
(Eu devo estar deitada.)
-Me desamarre!
Os olhos penetrantes do homem misterioso ondulam sobre o meu corpo.
(Ele é alto: ridiculamente esculpido e meditadoramente bonito. Não é um pesadelo. Ou é?)
-Eu sou uma prisioneira?
- Isso depende de você...
Sua voz fria ondula através de mim. Eu me acalmo. Mas, minha cabeça ainda está girando. Ele se aproxima, me puxando do chão. Estou confusa...!
-Se você não me soltar, eu vou ligar para a polícia!
-Eles não vão encontrar você aqui.
-Você não vai se safar com isso!
-Eu não fiz nada. Você é quem está com problemas.
-É dinheiro que você quer? Vou te dar tudo o que tenho. Não é muito.
-Quanto tempo devo suportar tal insolência!
Seu latido gelado e autoritário me silencia.
(Qual é o problema desse cara?!)
-Você tem coragem!
Eu corro em direção ao homem arrogante, esperando estrangula-lo mas a gravidade me supera. Eu tropeço, caindo em seus braços. Você acredita em conspirações? Ou destino?
-Eu... acredito em justiça.
-Tola...
Embora suas palavras sejam enigmáticas e frias, seus braços reconfortantes permanecem firmemente envolvidos em meu corpo.
(Porque ele não deixou eu cair?)
-Onde estou?
-Entre o espaço e tempo... Aqueles homens foram enviados para te matar. Se você valoriza alguém... Ou algo precioso... você deve buscar alianças com a CAT.
- Hã? Eu sou alérgica a gatos.
-Aqueles que a ajudarão a alcançar o auge do seu potencial.
Ele me afasta antes que eu possa abrir meus lábios para fazer mais perguntas e de repente o mundo ao meu redor fica preto. Luzes azuis. Meus olhos se abrem, filtrando o pôr do sol laranja. O horizonte da cidade invertida ziguezagueia pela minha cabeça.
(Owwww...)
Com a cabeça latejante, eu me sento. O concreto frio me dá arrepios.
-Veja! Ela está consciente, Leon, senhor!
(Leon? Quem é Leon?)
-Isso já serve, por enquanto.
(Eu ainda estou sonhando?)
Eu me belisco.
(OUCH!)
-Leve esses palhaços da Vanitas para o quartel-general.
- Sim senhor.
Leon se aproxima, cautelosamente. Seu uniforme completamenta seu corpo esbelto e atlético. Seus traços são tão esculpidos que ele poderia facilmente ser um modelo. Leon se ajoelha na minha frente e agarra meu pulso. Eu estremeço e olho para baixo. Marcas recentes de corda em minha carne mostram como se minhas mãos estivessem amarradas.
-Você está acordada.
Sinto a frescura metálica da prata quando ele desliza as algemas nos meus pulsos.
-Ei!
-Meus patrulheiros a encontraram cercada por Vanitas inconscientes. Você vem comigo.
-Eu não fiz nada!
-Que cliché.
- oque houve, senhor?
Leon franze a testa e bate na minha cabeça.
-Nada. Estamos indo com você.
-Você nunca pega o carro da polícia, senhor.
-Não tenho vontade de dirigir! Algum problema?
(Ele está irritado. Vou cooperar por enquanto.)
-Não senhor!
O carro de escolta chega a um quartel-general da polícia com quem eu já estou familiarizado.
-Este é o local de trabalho da Emília.
-Emília, humm?
(Bom. Ele está intrigado. Talvez a influência da Emília possa me ajudar.)
Eu poderia fazer uma menção...
Emília é minha melhor amiga. Ela começou a trabalhar aqui meses atrás. Ela está na divisão de Drogas e Comercio ilegal.
Leon encolhe os ombros.
-Ela pode garantir para mim.
-Não enquanto estiver aqui.
(Tudo isso para nada.)
A longa caminhada é tranquila, além das queixas ocasionais de Leon. Nenhum sinal de Vanitas também. Logo chegamos a uma sala chamada "CAT"- into.1. Dentro da sala
fria e estéril, há um conjunto de cadeiras e alguns oficiais. Um homem desinteressado nos cumprimenta com uma expressão distante.
(Ele é superior deles?)
-O que você quer nos mostrar?
-Este. Do caso Vanitas. Encontramos ela inconsciente, babando em um beco.
-Eu não estava babando. Eu não babo!
(Esse cara...)
-Uso confirmado?
Leon acena com a cabeça.
-Sente-se.
Eu faço como me disseram.
-Retire estas algemas!
O líder me ignora e se aproxima de um espelho.
-Acione a alavanca.
Leon obedece. De repente, uma sala do outro lado é inundada por luzes quentes, revelando três membros da Vanitas amarrados a cadeiras de metal.
-Este foi quem iniciou o contato, Jack.
Jack, o líder sénior da CAT, ola para a outra sala, perdido em pensamentos profundos. Ele pressiona um botão do alto-falante para se comunicar com a outra sala.
-Então, vocês são os responsaveis por esses desaparecimentos.
Os Vanitas ficam em silêncio.
-Quem são seus superiores?
-Cai fora CAT!
Jack abre uma porta escondida, corre em direção e bate na testa com o dedo indicador.
-O que você esta fazendo!!!
- Eu... Entendi... você não deveria mentir.
O homem convulsiona ao toque de Jack.
-Você está dificultando para mim.
(O que ele está fazendo?!)
-Ei posso i agora?
Jack volta, caminha até mim e bate na minha testa.
-Eu não tenho nada a ver com eles! Eu pensei que estava aqui apenas para responder a umas perguntas?
Seu toque é quente.
- Posso pelo menos fazer uma ligação?
-Quase... lá...
-Leon não adianta... espere?!
Ele se afasta e pela primeira vez, me olha com interesse.
-Leve-os embora primeiro.
Três policiais entram na sala de interrogatório para tirar as algemas dos Vanitas culpados.
-Não tenha ideias estupidas!
De repente, um dos homens soltos entra em ação, fugindo correndo.
-Pare-o antes que ele desapareça!
(Agora é minha chance de provar minha inocência!)
Atiro-me ao culpado e caímos no chão. Por um momento, eu posso ver através dele enquanto seu corpo oscila no ar.
-Saia de cima de mim!
-Já chega! Prendam esses homens antes que cometam mais atos de desaparecimento.
-Você vai se arrepender disso!
Os policiais amarram as mãos deles atrás das costas.
Ron. Faça.
-Deixa comigo.
Um oficial mais jovem se aproxima dos três membros do Vanitas, olhando hipnoticamente nos seus olhos.
Ei! Ahhh!
-Eu realmente nunca gostei desta parte.
-Qual parte?
-Uhhhh!
Ron estala os dedos e os homens se encolhem, olhando ao redor da sala sem entender.
-Eles parecem confusos...
-Ma? Onde estou?
Você está na delegacia. Você foi pego em flagrante.
Foi ideia da Vanessa!
-Está voltando para você agora? O estrago que você fez?
-....
-Não adianta negar as coisas. Temos provas.
Os Vanitas se rendem, derrotados. Os policiais os escoltam para fora enquanto seus rostos endurecidos se contraem com confusão.
-Pegou tudo?
-Eu me certifiquei de que eles esquecessem tudo sobre suas habilidades também.
-Bom Agora... é sua vez.
-Espere um minuto!
Ron passa na minha frente e gentilmente aperta meu queixo.
-Não tenha medo. Eu serei rápido.
Algo em seus olhos parece invasivo. Momentos depois, ele solta. Nós cambaleamos para trás.
-Jack?
-Não está funcionando?
-Leon?!
Por isso a trouxe aqui. Olha.
Leon me agarra, mas nada acontece. Então ele solta e desaparece.
-Viu?
-Você estava aqui apenas um segundo atrás!
-Intrigante...
-Porque você está aí agora?
-Se você estiver certo, ela é...
-...Uma usaria de habilidade.
-Uma usaria o que? Ei, cara. Você simplesmente desapareceu do nada. Vamos conversar sobre isso.
-Leon... Porque ela está aqui?
-Um favor.
-Ela não sabe?
-Bem...
Jack suspira, direcionando sua atenção para mim.
-Parece que meu oficial subalterno foi bastante apressado. Siga-me para que pensamos discutir umas coisas.
A expressão do Jack retorna. Por um momento, acho que ele está planejando apertar minha mão e eu estendo a minha.
-Não há necessidade. Isso é inútil.
(Grosseiro...)
-Alguns me chamam de Jack. Sou o Investigador Sénior e Chefe da Covert Atypical Tactics Team. CAT para abreviar.
-CAT como GATO? que fofo...
(CAT... Espera um segundo... Ele não...?)
Essa voz ecoa em minha mente.
Flash Back...
-Se você valoriza alguém... Ou algo precioso... Você deve buscar alianças com a CAT.
Depois do Falsh Back...
Leon estala os dedos na minha frente, me trazendo de volta a realidade.
-Ei! Não tem nada de fofo nisso! Somos responsáveis por casos inexplicáveis que os policiais comuns não conseguem resolver.
-Alguma pergunta?
O que eu quero saber?
-Não é um nome que eu conheça. Nem a Emília, e ela trabalha aqui.
-Não somos um departamento popular.
-Eles nos odeiam.
-Sem rodeios. A CAT é um departamento secreto da força policial.
-Não é algo que divulgamos prontamente ao público, dada a nossa linha de trabalho.
-Então nem todos os policiais sabem sobre a CAT?
-É possível. Mas acho que a maioria sabe que existe um departamento para casos diversos. Eles simplesmente não sabem o que fazemos. Este departamento é especializado em casos difíceis relacionados a pessoas com habilidades especiais.
-Habilidades especiais?
-Você viu o Leon. Ele pode se teletransportar para uma certa distância, mirando-a com a visão.
-Teleporte? Foi por isso que ele desapareceu mais cedo?
-Você faz muitas perguntas.
-Pela ultima vez: Não sei de nada!
Leon estica o pescoço, aproximando o seu rosto do meu.
-Ignorância é uma benção.
-Se a memória serve, você também fez muitas perguntas quando chegou aqui, Leon.
-...Tsk.
(O fusível curto de Leon não consegue segurar uma vela à compostura fria de Jack.)
-Existem muitos outros como Leon. E telepatas... Como eu. E pessoas como Vanitas se tornando invisíveis. Vários tipos de usuários de habilidades por aí. Quando digo percepção extra-sensorial, soa claro?
-Como clarividência e pirocinese?
-Isso. Exceto que há mais para nós do que apenas aqueles estereótipos desagradáveis que você vê nos filmes de terror. Acreditamos que você é uma de nós.
-Não, sou apenas uma pessoa comum e banal. Meus pais eram normais. A escola estava normal. Eu sempre vivi uma vida normal.
-A genética não é um fator.
-Pode ocorre em qualquer pessoa.
-O fato de Ron não poder limpar sua mente é um sinal claro de que você tem uma habilidade muito rara. Você pode anular qualquer habilidade que encontrar.
-Eu posso?
-Não consigo me teletransportar quando toco em você.
-Não consigo ler seus pensamentos.
-Você ate desligou as habilidades desses caras do Vanitas.
-Acredito que seus poderes funcionam como um negador quando você nos toca. Pense nisso como um interruptor. Quando você nos toca, não podemos ativar nossos poderes. Você seria muito útil em uma organização como a nossa.
-Então, o que você esta dizendo é...
-Quero que você se junte a esta organização.
-Isso tudo é tão repentino...
-O trabalho vem com riscos pesados.
-Você está disposta a considerar isso?
(Essa é uma liga totalmente diferente. Esses são poderes reais. Eu não treinei ou estudei para isso na faculdade!)
-Por favor, me dê tempo para pensar.
-Você está recusando?
-Só estou pedindo um tempo.
-Compreendo.
Jack se inclina para frente.
-Aqui está o meu cartão.
Seus dedos roçam minha pele, causando arrepios na espinha.
-Entre em contacto comigo depois de tomar uma decisão.
Jack entra na luz brilhante, tornando-se uma silhueta ameaçadora. Sua longa sombra eclipsa meu rosto.
-Caso você não entenda, isso é confidencial.
Concordo com a cabeça, sentindo seu olhar penetrante e só sei que contar a estranhos seria uma ideia imprudente.
Alguns dias depois...
Conversando com a Emília sobre ser observada pela força policial, deixando de fora as partes sobre meus poderes.
-O que? Você recebeu uma oferta de emprego?
-Sim...
-O que está parando você? Estaremos no mesmo local de trabalho.
-Tem riscos envolvidos.
-É natural quando você trabalha para a polícia. Isso conbina com você. Você sempre foi corajosa.
(Emília está certa. Eu deveria aceitar este trabalho. Eu não posso ser exigente...)
-Embora eu não tenha contado as circunstâncias...
-Que circunstâncias?
-AHHHH!!!
Leon aparece do nada!!
-Você mora por perto?
-Não é da sua conta.
-Você não precisa ser tão rude.
-...Eu tenho uma casa perto da estação. Não gosto muito de apartamentos.
-Então, você está aqui porque...
-Eu vi você andando por esse caminho.
-Você está me seguindo?
-Me ouça.
(Leon parece sério. Talvez nao doesse ouvir.)
Leon não vai desistir, então eu o convido para ir à minha casa.
-Fale comigo...
-O perigo assusta você?
Eu dou de ombros, permanecendo em silêncio.
-Eu conheço esse olhar no seu rosto. Eu sei que... Quando você tem que olhar para as chamas do esquecimento, não há como voltar atrás.
Desvio o olhar, consciente da tristeza em seus olhos.
-Estou com medo. Mas se eu temesse o perigo, não teria perseguido aqueles idiotas. Eu tenho medo... Porque não vou saber de nada.
Leon suspira, bagunçando os cabelos,
-Você ja apresentou uma previsão de vendas?
-Não.
-Requisições enviadas?
-Uh-uh.
-Realizou cirurgia?
-Claro que não!
-Você está procurando emprego o tempo todo sem experiencia?
-Acabei de me formar!
-Então é a mesma coisa. Todos nós partimos do granulode uma semente. Se você permanecer com medo do desconhecido, nunca prosperará. Eu era assim. Uma vez. Uma criança que não sabia de nada. E me arrependo de ser complacente...
Uma pitada de tristeza azeda seu rosto.
-Agora avanço sem medo. Impedindo que os idiotas fiquem loucos com seus poderes. Eu também protejo os outros. Claro, eu me machuco muito com a minha imprudência Você poderia dizer que eu fiz bastante coisa. Embora na vida, se você tivesse que escolher entre estupidez ou covardia, qual escolheria?
Leon estende a mão e dá um tapinha na minha cabeça suavemente.
-Construa um destino que vale a pena viver.
Leon entra no escritório de Jack.
-Jack! Eu tenho alguém!
-Você não pode bater?
-Bom dia!
Jack se atrapalha com os papeis em sua mesa quando eu apareço, falhando em preservar sua natureza reservada.
-Ola? Podemos saber sua decisão?
-Esta é a Mary, se reportando ao serviço, senhor.
Jack parece satisfeito quando um sorriso irónico brinca na esquina de seus labios.
-Por favor cuide de mim.
-Melhor se preparar!
-A CAT vai trabalhar com você até os ossos.
(Esta foi uma boa decisão?)

8 Août 2021 01:49:45 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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