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Lara RodriguesKleinberg


Adrien Agreste é um rapaz de vinte e nove anos e tem um romance secreto com Marinette Dupain-cheng uma funcionária de desenho da sua empresa a algum tempo tem certos sentimentos por ela. Marinette Dupain-cheng é uma mulher de vinte e sete anos e tem um romance secreto com Adrien Agreste chefe da empresa que ela trabalha seu grande amor do colegial. Ambos tem um romance secreto, mas quando eles pensaram que poderiam mostrar as pessoas que estão juntos o Destino trata de separar eles, mas será que o clima natalino ajudaria ambos a continuarem juntos?


Fanfiction Anime/Manga Interdit aux moins de 21 ans.

#hentai #Ladybug #ecchi #Miraculous #Adrinette #lukloe
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Feliz Natal Versão Miraculous o começo de tudo!

Desde o meu primeiro estágio trabalho para a empresa Agreste e alguns meses atrás numa festa da empresa a Chloé foi junto com o Luka, pois ambos namoravam escondidos. Enquanto ela foi pegar bebida depois de algum tempo de conversarem os três.


Enquanto eles conversavam ambos sentiam os olhares de uma pessoa que eles conheciam bem e o Luka percebeu e disse:


- Porque o Adrien está olhando para cá com raiva? Ele não gosta de que eu fique conversando com você? E tem mais faz tempo que eu parei de querer algo mais sério contigo e namoro com a Chloé desde o colegial você sabe muito tempo disso além da minha irmã Juleika . Estamos em pensando em contar para todos que somos um casal e o meu coração pertence a Chloé agora.- disse o Luka próximo a mim bem baixo para que eu somente escutasse já que estava muito barulho e conversas variadas na festa da empresa e seu olhar não desviava do olhos verdes do loiro.


- P- Porque você não pergunta ao Adrien Luka. Ou ele deve estar se lembrando de algo da empresa e não sabe como me abordar sem te deixar sozinho. Fico feliz em saber que o seu coração pertence a Chloé, Luka ela apesar de tudo é uma boa pessoa. - disse a Marinette nervosa ao falar do Adrien.


- Pois eu sei o que é Marinette. - disse a Chloé aparecendo com as taças com o champanhe dentro e entrega uma delas a Marinette e outra ao seu namorado continua - Ele morre de ciúmes de vocês dois ele nem sabe que o Luka e eu namoramos e quando souber vai ficar aliviado.


- Ele sente ciúme de amigo nada mais. - disse a Marinette triste, por pensar nessa possibilidade e bebi tudo em um gole.


Adrien anda até eles por ciúme do Luka com a Marinette, e Chloé esteja lá para desviar a atenção do Luka para a sua prima. Quando chega perto deles pega na mão direita dela e ouviu a Marinette dizer:


- Adrien o que está fazendo? - disse a Marinette sem entender nada.


- Vem comigo Marinette. - disse o Adrien firme e arrasta ela para longe deles.


- Você fez como combinamos, Luka. - disse a Chloé sorridente e olhando amorosamente para ele erguendo a taça com a bebida.


- Sim como combinamos, Chloé acho que mais ou menos dia eles vão estar juntos e desta vez enrolados. - disse o Luka retribuindo o sorriso e tintila a taça com a dela.


Enquanto isso em outra parte do jardim eles param em frente a uma videira de rosas e o Adrien solta o pulso dela e diz:


- Marinette sabe que eu não quero você conversando com ele. - disse o Adrien sem esconder o seu ciúme direito.


- Eu converso com quem eu quiser na hora em que eu bem entender. - disse a Marinette com raiva do Adrien, não gostava de que ninguém mandasse nela.


- Marinette sabe que ele é apaixonado por você. - disse o Adrien deixando que o seu ciúme por ela aparecesse mais ainda.


- Eu sei que o sentimento dele mudou Adrien não é mais como antes. - disse a Dupain-cheng confusa e continua - Você está com aquele ciúme bobo, Adrien?


- Ciúme, bobo? - disse o Adrien surpreso e continua - Marinette não quero que você se machuque.


- Não quer que eu me machuque não me faça rir foi você que me magoou a alguns anos depois de um dia que tinha me declarado para você eu lhe vi beijando a Kagami na boca. - disse a Dupain-cheng sendo cínica e continua - Você pode ser o meu patrão dentro da empresa, mas fora dela é somente um amigo. - e ela se aproxima dele.


- Aquela sua declaração Marinette me pegou de surpresa e que eu poderia fazer o que quissesse e eu tinha uma queda pela Kagami e no fim eu percebi que o sentimento por ela é somente de amizade. - disse o Agreste calmo tentando não ficar abalado pelo tom de cínica da Dupain-cheng e continua - Eu sou seu patrão dentro da empresa, mas me preocupo com você e fora dela, pois sou seu amigo.


- Mas mesmo assim Adrien pare de ser cismado com o Luka ele e eu somos amigos e você deveria parar de se meter na minha vida pessoal. Bem se eu quiser posso arranjar um namorado e quem sabe daqui uns anos vou construir uma família com ele. - disse a Dupain-cheng feliz por ter falado o que estava guardado para ele.


O Agreste não gosta do que ouviu e sente um sentimento de impotência as palavras e não deixaria que ela fosse de ninguém mais a não ser dele e ela não gosta de ver o que passou pelos olhos e ouviu dizer:


- Eu iria fazer de tudo para que ele terminasse com você. - disse o Agreste frio.


- Eu não ligo para que o você iria fazer se me der licença. - disse a Dupain-cheng tentando sair, mas é impedida ao sentir a mão do Agreste em sua cintura e depois seu corpo ir de encontro ao dele.


- Eu não vou dar licença e quero ver se vai falar algo depois que eu fizer isso. - disse o Agreste firme e baixo com as mãos na cintura dela e a levando de encontro ao seu corpo além dos seus olhos não desviarem.


- O - o que p-pensa que vai fazer A-Adrien? - disse a mestiça nervosa e ao mesmo tempo confusa pela reação dele e se surpreendi por seu corpo estar próximo ao dele.


E ela sentiu o meio das suas pernas ficarem molhada por conta da proximidade dos corpos deles e ao mesmo tempo pela forma que ele está a olhando.


E ele sentiu também no meio das pernas ficar animado por conta da proximidade dos corpos deles e ao mesmo tempo não queria esconder para ela como a queria.


E logo em seguida o rosto do Agreste se aproximar do seu rosto de forma devagar e ela queria sair dali, mas parecia que seu corpo não a obedecia estava paralisado.


Logo em seguida senti suas respirações se misturarem para depois os seus lábios serem capturados de forma lenta e devagar e gosta das sensações que desperta.


Ambos sentem as sensações que o beijo logo despertou neles como: borboletas voando na barriga, almas se encontrando como estivessem se encontrado agora, um encaixe perfeito entre as bocas.


O loiro gosta das sensações dos lábios da mestiça, jamais imaginou que ao beijar a sua amiga que a conhecia desde a época do colegial.


A mestiça gosta das sensações dos lábios do loiro e causa as sensações nela, mas jamais imaginou que seria beijada pelo rapaz que sempre amou desde a época do colegial.


O beijo foi aumentando gradativamente com o tempo o loiro levou uma das suas mãos para a nuca da mestiça e enquanto ela levava as duas mãos para a nuca emaranhando os fios dourados entre os seus dedos.


O ar falta para ambos minutos depois e a mestiça o afasta e diz:


- Não era para ter feito isso Adrien! - disse a mestiça com raiva.


- Marinette eu gostei e percebe que você também gostou. - disse o loiro.


- Eu vou embora, já está tarde. - disse a mestiça fugindo da afirmação do Adrien.


No dia seguinte...


A mestiça esta desenhando uma roupa quando o telefone da sua sala toca e ela atendi e diz:


- Alô? Quem é? - disse a mestiça receosa.


- Olá Marinette, sou eu a Vivica o senhor Agreste quer vê-la em sua sala. - disse a Vivica profissionalmente.


- Ele falou sobre o que era Vivica? - disse a Marinette confusa e se lembra do beijo da noite passada e cora fortemente.


- Ele não me falou nada só quer você na sala dele. - disse a Vivica.


- Está bem estou indo. - disse a Marinette.


Minutos depois ela chega na porta e Vivica não estava na mesa e pensa que ela tinha ido resolver em outro lugar da empresa.


Bate na porta e o loiro diz:


- Entre! - disse o loiro.


E ela entra e diz:


- Bom dia senhor Agreste mandou me chamar? - disse a Marinette confusa.


- Bom dia Marinette, mandei chamar sim estou ainda irritado por ontem. - disse o loiro firme e irritado se levanta da cadeira.


- Eu te irritei Adrien porque não era para ficar sou somente a sua amiga. - disse a Marinette firme e tentando não ficar nervosa na presença dele.


Ele anda até ela de forma predatória e lenta. A Dupain-cheng fica confusa encarando e ouviu dizer:


- Me irritou pelo simples fato de você ter ido embora depois daquele nosso beijo. - disse o Adrien de forma descrente e furioso.


- Queria que eu tivesse ficado na festa para fazer o que me controlar converso eu não iria fazer isso de jeito nenhum! - disse a Dupain-cheng sendo um irônica e calma.


- Você poderia fazer o que quiser na festa e com quem quisesse, mas depois que eu te levasse para casa. - disse o Adrien.


- Eu iria ficar estranha ao seu lado depois do nosso beijo. - disse a Dupain-cheng sendo sincera e tenta sair do escritório.


Mas isto não acontece, pois o Adrien tinha chegado perto da porta e a fechado com a chave.


Ele balança a chave na frente do rosto dela e diz:


- Você Não vai sair daqui tão cedo. - disse o Adrien e se aproxima dela com um predador.


E ela dá um passo para trás e cai no braço do sofá de cor marrom escuro e o seu corpo vai parar no meio do estofado.


E não percebeu que ele também já estava por cima dela depois de alguns segundos e ouviu dizer:


- Eu estou com vontade de fazer algo que eu quero depois do nosso beijo. - disse o Adrien a olhando com desejo, luxúria e um pouco de amor ali, ele já tinha se dado conta pelos sentimentos da Dupain-cheng, mas não disseram nada.


- E o que seria me beijar de novo? Quero que saiba que eu não sou como aquelas mulheres fáceis que você fica. - disse a Dupain-cheng zombando.


- Bom saber que não é parecida com as outras mulheres que eu fiquei e seus lábios não saíram da minha mente. - disse o Agreste.


E logo em seguida a beija e desta vez ela retribui rapidamente quando sente os seus lábios sobre os seus.


Ele começa com um beijo devagar quer decorar cada canto da boca dela e ela o imita, pois quer conhecer cada banco da boca dele.


Depois de algum tempo pedi passagem com a língua para decorar mais nada ainda, pois jamais tinha pensado que a sua boca se encaixaria perfeitamente com a dela e que ela fosse a sua alma gêmea.


Ela tenta acompanhar esse beijo, pois jamais tinha sido beijada por ele daquele jeito... Só uma vez quando foi beijada por Cat Noir em uma festa a fantasia da escola.


Enquanto ele se lembrava que tinha beijado a Ladybug na festa a fantasia da escola do mesmo modo.


Conforme o tempo foi se passando o beijo aumentou gradativamente e os dois sentiram falta de ar.


E o Agreste diz:


- Me espere de noite no seu apartamento irei te buscar às 19:30 horas. - disse o Agreste depois de recuperar o ar.


- Isso é um pedido, uma ordem ou um encontro? - disse a Dupain-cheng sem entender depois de recuperar o ar.


- Está mais para um encontro não tem problema em sair cedo. - disse o Agreste.


- Está bem mas para onde vamos? - disse a mestiça.


- Surpresa, mas fique linda para mim. - disse o Agreste contente.


E sai de cima dela com lentidez e ouviu dizer:


- Porque surpresa? - disse a mestiça fazendo bico e triste por não saber.


- Porque sim, até mais tarde my Lady. - disse o loiro e vai até a porta e coloca a chave de volta na fechadura.


- Até mais tarde Cat Noir. - disse a mestiça levemente e logo em seguida o vê ir em sua direção e pegar uma das suas mãos levar ela até os seus lábios e beijar o cós dela.


Depois ela sai do escritório e encontra Vivica elas trocam olhares e a morena sorri verdadeiramente para a mestiça e ela lhe sorri de volta.


Em seguida vai para o elevador no fim do corredor e quando para em frente a porta aperta o botão e alguns minutos depois a porta abre e a mestiça entra. A porta se fecha em seguida.


Aperta o botão do andar do seu escritório na empresa e demora um pouco para que o elevador chegasse ao lugar de trabalho e ocupar a sua mente.


Mais tarde ela arruma o seu trabalho para o dia seguinte, pois olhou no relógio e observou a hora e foi para o seu apartamento se arrumar.


Quando chega ao apartamento vai direto para o quarto e tira os sapatos de bico grosso pequeno, logo depois as calças jeans azul escura, a calcinha cor bege escura, a blusa vermelha com mangas nos ombros e por último o sutiã da cor da calcinha.


Vai para o toallet e tira a maquiagem com os produtos, se abaixa e abre o armário e pega a toalha e leva consigo para o box.


Quando chega no box abre para entrar e depois o fecha leva a sua mão até a válvula e liga o chuveiro deixa a água cair em seu corpo todo e minutos depois fecha a válvula, passa o sabonete líquido no corpo.


Termina de passar o sabonete líquido em algumas partes do corpo ela liga a válvula do chuveiro e deixa a água tirar o sabonete líquido do corpo depois de algum tempo fecha a válvula.


Leva ambas as mãos até a toalha e sai do box do banheiro logo em seguida fecha a porta do box quando está fora.


Enxuga o seu corpo com a toalha e a pendura.


Anda até o quarto e vai para o guarda-roupa e tira o que vai vestir e a roupa íntima.


Vesti a roupa íntima cor de rosa, pois gosta dessa cor e sabia que o Adrien repararia. Logo em seguida a roupa: blusa cor vermelha e pintas pretas e saia até os joelhos da cor da blusa vermelha e pintas pretas, sapatos bico grosso cor bege clara, coloca brincos de cor vermelha, anel com a pedra vermelha. Passa blush rosa claro, brilho cor rosa claro, sombra vermelha e preta. Quando termina passa perfume floral.


Minutos depois ela ouviu o interfone tocar e atende e o porteiro avisa que tem uma pessoa esperando ela.


E a Marinette pensa quem poderia ser e tem quase certeza que é Adrien e ela agradeci ao porteiro e pega a bolsa e coloca alguns itens e depois a chave anda até a porta.


Quando está no lado de fora fecha a porta do apartamento com a chave e a guarda na bolsa. Anda até o elevador que fica no corredor e aperta o botão para chamar e algum tempo depois o elevador chega e as portas se abrem e ela entra para logo em seguida as portas se fecham.


Já no térreo do condomínio ela passa pelo médio corredor e depois uma porta é aberta e ela sai depois fecha a porta.


Vê o Adrien do outro lado da pista e atravessa com cuidado para que nenhum outro veículo a pegasse desprevenida e quando chega perto do automóvel o Adrien abre a porta do passageiro para ela na frente e a convida entrar e a Dupain-cheng entra agradecendo.


Logo ele fecha a porta e faz o rodeio no carro para chegar ao lado do motorista e abrir abaixa o freio de mão.


Enquanto a Dupain-cheng coloca o conto de segurança.


Logo em seguida a imita colocando o cinto de segurança, aperta no botão dentro do carro para ligar, pisa no acelerador e depois no freio, novamente no acelerador e mexi no volante movimentando o carro.


A Dupain-cheng tenta tirar algo do Agreste e ele não diz nada.


Algum tempo depois já que o Agreste dirigia com calma ao seu lado, pois gosta da presença dela.


Mais tarde eles chegam ao apartamento dele faz o mesmo movimento que no carro e pedi que a Dupain-cheng sente-se e ela obedeci na cadeira da mesa de jantar enquanto o Agreste vai para a cozinha e coloca a lasanha no forno e volta para conversa com a Dupain-cheng.


Conversam por um tempo e o Agreste vai para a cozinha pegar utensílios para o jantar e ela o ajuda.


Até o forno apitar atrapalhando a conversa e o Agreste vai para a cozinha e pega uma faca para cortar a lasanha de quatro queijos para os dois colocando um pedaço para os dois em cada prato e leva para a mesa um de cada vez.


Leva depois água na garrafa e eles comem de vez em quando trocam olhares e conversam.


Degustam também a sobremesa que o Agreste fez a algumas horas bolo de formigueiro.


Quando terminam conversam mais um pouco e bebem água nos copos.


Tentam não tocar em assunto de trabalho, pois não era o momento certo.


O loiro tenta levar as louças sujas para lavar na pia da cozinha sozinho só que a mestiça insiste e ele acaba cedendo.


Quando terminam a mestiça diz:


- M-muito o-obrigada senhor A-agreste pela noite. - disse a mestiça corada.


- De nada e eu não gosto que me chame de "senhor Agreste" nos conhecemos desde o colegial. - disse o loiro.


- M-Mas eu trabalho para o sen- disse a mestiça e vê o loiro lhe olhar com raiva e continua - A-Adrien.


- Melhorou, mas não estamos no trabalho. - disse o loiro leve.


Ela lhe sorri e ele sorri de volta e o loiro fala curioso e com raiva:


- O Luka ainda é apaixonado por você. - disse o loiro não escondendo o ciúme.


- Ciúmes Adrien? - disse a mestiça confusa.


- Sim e se eu estiver. - disse o loiro firme.


- O Luka não é apaixonado por mim mais ele já tem a dona do coração dele e você não imagina quem é. - disse a mestiça sendo sincera.


- Eu tenho pena dessa garota. - disse o Adrien sendo sincero.


- É a sua prima Chloé, Adrien a dona do coração do Luka eles namoram escondidos desde o colegial. - disse a Marinette.


- É O QUÊ? - disse o Adrien surpreso.


- É isso mesmo que ouviu Adrien. - disse a Marinette.


- Então quer dizer que eu tenho o meu caminho está livre para fazer o que quero faz tempo. - disse o Adrien e anda na direção dele com passos de um predador.


Marinette fica surpresa com o olhar dele e começa a andar para trás como uma presa assustada.


Eles andam de volta até a sala de estar sem perceberem, pois os olhos não desviavam e a Marinette nem percebeu que chegou ao sofá e bate suas pernas no braço do sofá e cai no estofado de costas.


Adrien acompanha os passos dela e não perdi nenhum e para quando chega ao sofá fica por cima dela e a ouviu dizer:


- O - O que quer dizer com isso A-Adrien? - disse a Marinette confusa.


- Que eu quero você pra vida toda Marinette Dupain-cheng. - disse o Adrien sem esconder as suas verdadeiras intenções com ela.


- Eu não estou entendendo Adrien. - disse a Marinette sem entender.


- Eu te quero Marinette em todos os sentidos e qual a melhor forma de demonstrar o quero é fazendo algo. - disse o Agreste com desejo.


- É fazendo o que? - disse a Dupain-cheng com dúvida.


- É isso que eu vou fazer. - disse o Agreste e por fim a beija na boca.


A Dupain-cheng sente os lábios deles sobre os seus e retribui o beijo.


O Agreste fica feliz feliz, mas como quer continuar a beijar a Dupain-cheng não desgruda os lábios e leva as as suas mãos passeando o corpo dela com lentidez por cima dos panos e por de baixo deles.


A mestiça não quer que ele desgrude os seus lábios dele dos seus e começa a passar as mãos de forma lenta no corpo dele por cima dos panos, e por de baixo também.


O loiro decide aprofundar o beijo pedi passagem com a língua e a mestiça aceita timidamente e decide acompanhar o beijo leva a sua língua de encontro a dele.


A mestiça ao sentir sua boca sendo invadida pela língua do loiro fica estática, mas depois decide acompanhar o beijo quando passa e leva a sua língua "brincar" com a dele.


O loiro ao sentir sua língua encontrar com a da mestiça faz ele suspirar de prazer, pois sentia seu corpo reagir bem aos toques dela arrepiar-se por completo já que com as outras nem tinha comparação e boca dela é viciante, sua droga é ela agora não deixaria que ela escapasse dele.


A mestiça ao ouvir o suspiro de prazer vindo dele senti mais a vontade de fazer tudo o que um casal faz e a boca dele também não saia da sua cabeça e ele se tornou a sua droga viciante e o seu coração batia mais rápido do que antes.


O beijo ia aumentando gradativamente conforme o tempo e o loiro decide levar uma das mãos para a nuca da mestiça e a outra para o meio da cintura e fazendo o seu sexo encostar no sexo feminino já que ela é mais baixa que ele.


Enquanto o beijo ia aumentando conforme o tempo e a mestiça leva ambas as mãos para a nuca dele emaranhando o seus dedos nos fios dourados enquanto sentia as mãos dele em sua nuca e a outra na sua cintura e esse movimento faz com que seus sexos se toquem.


Enquanto ainda acontecia o beijo Adrien se ajeita no sofá levando o corpo de Marinette e leva as mãos para de baixo da blusa e sobe se separa um pouco dela e tira a blusa passando pelos braços, pescoço e a cabeça joga em qualquer canto da sala de estar. E quando a Marinette ia dizer algo Adrien a interrompe beijando novamente logo em seguida leva as suas mãos para o fecho do sutiã atrás e desabotoa tira do corpo dela e joga em qualquer quanto da sala de estar novamente.


Se separa dela a contra gosto indo para para o canto da boca dela a mordendo, chupando e lambendo devagar até chegar no canto do pescoço, algum tempo mais tarde na garganta, depois no ombro direito morde um pouco mais forte, lamber e chupa e a ouviu dizer seu nome aquilo a deixou feLiz e decide levar os lábios até o ombro esquerdo fazendo os mesmos movimentos e depois de algum tempo quando chega lá parou, mas uma ideia passa pela sua cabeça e sorri.


Quando chega ao meio do torso parou e vai em direção ao meio dos seios.


Decide movimentar os lábios até o seio direito e o abocanha com leveza e a ouviu dizer:


- A-Adrien. - disse a Marinette.


Adrien para e diz:


- Marinette essa sua voz me enlouquece além de tudo em você. - disse o Adrien sexy.


E volta ao seio direito, mordendo, chupando e lambendo de maneira leve enquanto leva a mão esquerda para o seio esquerdo e outra mão vai para o meio das pernas e coloca de lado a calcinha por fim dedo na vagina dela.


A Dupain-cheng ao sentir os lábios dele sobre o seu seio direito e suspira de prazer mordendo, chupando e lambendo de maneira leve a mão esquerda vai para o seio esquerdo enquanto a mão direita vai para o meio das pernas coloca a calcinha de lado e por fim o dedo dentro de sua vagina.


Depois de algum tempo o Agreste para e observa o bico do seio direito já enrijecido.


E muda para o seio esquerdo mordendo, chupando e lambendo e muda a sua mão direita para o seio direito e a mão esquerda vai para a vagina.


Ela leva as mãos para o cabelo do Agreste enquanto ele chupa, lambia e mordendo e aquilo instigou ao Agreste ir mais rápido que antes.


Depois de algum tempo o Agreste para e observa o seio esquerdo e desci em direção para a vagina.


Ele desci chupando, lambendo e mordendo em direção a barriga passa pelo umbigo deixando um rastro de saliva ali.


Quando chega perto da saia para e a Dupain-cheng se levanta e tira a saia junto com a calcinha, logo em seguida o par de sapatos com lentidez e a joga em qualquer canto e diz:


- Você está com roupas demais não acha estou sem nenhuma? - disse a Dupain-cheng confusa o olhando categoricamente.


- Está bem eu vou tirar até porque quero tirar mesmo. - disse o Agreste.


O Agreste desabotoa a blusa do corpo com lentidez e a tira do corpo não deixando de parar de observar a Dupain-cheng.


Depois de algum tempo ele tira os sapatos, por último as calças deixando o samba canção jogou tanto a blusa e as calças em algum canto que nem queria saber..


A Dupain-cheng esperava o Agreste ao lado do sofá obervando e quando termina o vê ir na sua direção e a beija por pouco tempo e desci em direção as pernas fazendo os mesmos movimentos nelas ao mesmo tempo e faz o caminho de volta, para quando chega no meio das pernas.


Quando chega ao meio das pernas o loiro para e leva a mão direita para a vagina com os dedos entre os lábios grande e pequeno.


Colocou um dedo e a observou arquear as costas e faz os movimentos de forma lenta e devagar.


Entendia que o seu corpo e os sentimentos contraditórios com a mestiça por causa de outros homens e não tinha uma forte atração com os seus casos... Mas em relação a mestiça ele era tão forte que passou a possibilidade de que em outras vidas eles ficaram juntos que sentia ali naquele momento fazia a sua excitação ficar cada vez mais evidente.


A mestiça senti um dedo dentro da sua vagina e as quais o corpo e sentia os movimentos de forma lenta e devagar e aquilo a enlouquecia.


Sentia atração forte entre eles e não imaginava que iria ser assim, que a fazia se excitar cada vez mais.


O loiro decide colocar um segundo dedo ao perceber que está ficando fácil em entrar e sair de dentro da mestiça e observar ela lhe encarar surpresa e sobe em direção ao rosto dela e dizer:


- Que foi meu amor?


- Q-que foi? E do que me chamou? - disse a mestiça com dúvida tentando raciocinar direito.


- Amor não gostou? - disse o loiro sem entender.


- E-eu gostei amor. - disse a mestiça.


Depois de ouvir a resposta ele aumenta a velocidade das estocadas e enquanto fazia isso a beija na boca apaixonadamente e com desejo já não contido.


Algum tempo mais tarde a mestiça sente que iria gozar e diz entre um beijo e outro:


- Eu acho que vou gozar. - disse a mestiça.


- Segure eu irei colocar o terceiro dedo. - disse o loiro.


- O - o que... - disse a Marinette sem entender e se interrompe ao sentir o terceiro dedo dentro da vagina.


Enquanto o Adrien a beijava e ela volta a retribuir o beijo.


Se passa algum tempo quando ela goza e ele para de beijar e desci com lentidez e quando chega ao meio das pernas lambe o gozo dela com vontade.


Quando termina coloca a sua língua entre os lábios grandes e pequenos do sexo feminino e ouviu gritar o seu nome ao sentir a língua.


Quando senti o gozo sair de dentro de si e vê o Adrien sugar tudo quando chega ao meio das pernas com avidez sem escapar nenhum rastro e logo depois a língua dele lhe invadindo brincando entre os lábios grandes e pequenos grita o nome dele.


Tenta tirar as suas pernas de perto da boca dele, mas ele não deixa já que coloca as mãos para evitar dela sair e fica instigado mais depois da tentativa de fuga.


Mas depois de algum tempo sua mente fica em branco e brinca com o rosto do Adrien.


Ele gosta de ver ela atrevida e depois de algum tempo fica com a mente em branco e faz com mais rapidez.


Se passa algum tempo e ela goza novamente e o Adrien lambe tudo novamente e separa dela e diz:


- Eu já volto vou pegar algo na minha calça nem sei aonde joguei. - disse o Adrien.


- Está bem vou te esperar. - disse a Marinette.


O Adrien vai atrás das calças dele e a acha tira a camisinha do bolso e abre com cuidado o plástico e abaixa o samba canção um pouco para colocar a camisinha e sobe de novo.


A Marinette observa e fica com medo de que não dê dentro dela.


Anda de volta para o sofá e observa a Marinette lhe olhar com medo e quando está próximo dela diz:


- O que houve Mari? - disse o Adrien confuso e preocupado.


- Que houve é que eu não sei se o seu pênis vai caber dentro de mim. - disse a Marinette com medo realmente.


- Não se preocupe com isso Marinette eu irei com calma. - disse o Adrien.


- Eu confio em você Adrien. - disse a Dupain-cheng.


O Agreste leva as mãos até o samba canção e logo em seguida beija a Dupain-cheng.


Enquanto a beija decide entrar no sexo feminino com calma. Logo em seguida o seu sexo masculino dentro do sexo feminino devagar.


A Dupain-cheng ao sentir o sexo masculino dentro do seu sexo feminino e ela fica tensa.


Mas o Agreste aprofunda o beijo para relaxar, pois percebeu a Dupain-cheng tensa e faz um vai-e-vem bem devagar. Para quando senti o hímen o impedindo de avançar.


A Dupain-cheng sente o vai-e- vem bem devagar e seu corpo começa a relaxar aos poucos.


O Agreste quando percebeu que a Dupain-cheng está relaxada e decide ir mais a fundo e repartir o hímen ao meio e senti algo em seu sexo sangue e se lembra da aula de biologia que a professora disse que a primeira vez sempre sangrava.


A Dupain-cheng está relaxada e decide colocar as pernas no meio da cintura dele, pois sentia prazer.


Alguns minutos depois com os corpos já suados gozam ao mesmo tempo e melam a camisinha.


Descansam um pouco e repetem nas outras partes do apartamento e dormem tarde, cansados e exaustos.


Continua...




5 Juillet 2021 00:33:45 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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