mellow_sunrise Laura Vieira

[ VKOOK | JK BOTTOM | TH TOPP ] Um jovem da alta sociedade inglesa, Jeon Jugnkook, fora sequestrado por motivos alheios a ele. Seu sequestrador era ninguém menos que o capitão do Nevoeiro do Norte, Kim Taehyung. Em um ato de misericórdia, o Kim permitiu que o jovem entrasse para sua tripulação. Até que mistérios a cerca de um suposto envolvimento de sua família com Kim e sua tripulação surgirem das águas do profundo oceano, junto com uma atração quase magnética entre ambos.


Fanfiction Livres Déconseillé aux moins de 13 ans.

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Capítulo I

Numa época, a séculos atrás, havia uma ilha no oceano que guardava segredos que por entre homens e mulheres comuns ouvia-se apenas boatos. Boatos estes contados por náufragos e vítimas do mar, que tiveram seus navios atacados, saqueados e muitas vezes afundados por embarcações que traziam com sido medo e terror.

Essas embarcações pertenciam a piratas, saqueadores profissionais que dominavam os mares em busca de riquezas e poder.

Está ilha era conhecida como Porto Real. Ela pertencia aos piratas, eles a tinha como um ponto de descanso e comércio já que seu verdadeiro lar eram as imensas águas desconhecidas dos oceanos.

E aqui irei lhes contar uma linda história de conflitos, guerras travadas, amantes e muito rum.


...


Kim Taehyung


Eu olhava pela enorme janela de minha cabine, era possível avistar uma baía não muito longe. Em meu corpo apenas havia uma camisa branca, calças e a sensação de bem estar e leveza pós sexo.

A garota que a pouco estava comigo já havia se recomposto e em passos rápidos se retirou.

A nova rota do Nevoeiro do Norte estava por sobre a mesa, estávamos numa velocidade média de 6 Nós na direção da costa inglesa, havia negócios meus pendentes pela capital.

Enquanto terminava de abotoar a calça, ouço batidas fortes na porta, e apenas com isso já dava pra ter uma pequena ideia de que se atrevia a perturbar meu horário de descanso.


— entre Clarice! — minha primeira imediata, Clarice, uma inglesa de sangue quente.


— capitão — ela me cumprimenta.


— apenas diga logo o que diabos te fez acabar com meu bom humor.


— só gostaria de saber o que caralhos estamos indo fazer em Londres, achei que a última visita a coroa tinha servido de lição — ela bate a porta com força, ela era uma das poucas mulheres que não me davam nos nervos, porém a exceções, como agora.


— eu já disse que tenho pendências com uma pessoa — me sento na enorme cadeira estofada controlando a respiração.


— isso é vago, eu sou sua Primeira você me deve explicações! — ela se apoia na mesa com raiva, apontando um dedo em meu rosto e a vontade que tenho é de sacar a pistola do coldre em minha perna e atirar no meio daqueles olhos verdes.


— e eu sou seu capitão, quando eu der uma ordem você obedece!


— Meio braço, se eu ganhar você me conta o que iremos fazer em Londres, se você ganhar eu lhe deixo em paz.


Meio braço é como uma aposta que temos entre nós, apostamos uma queda de braço e o vencedor tem direito a escolher algo em troca, neste caso ela quer uma informação.


— muito bem, senhorita — apoio o braço esquerdo sobre a mesa e ela faz o mesmo logo em seguida.


— não vou facilitar pra você como da última vez, capitão — o termo saio por seus lábios com ironia, ela nunca me respeitou como deve. Por isso eu a quis por perto.


— não será necessário, madame.


— não me chame assim, bastardo!


— três.


— dois.


— um!


Fazendo força de um lado e sentindo a pressão da mão pesada de Clarice do outro, segui olhando em seus olhos na esperança de fazê-la vacilar, mas ela está determinada. Não a julgo, se eu tivesse passado pelo que ela passou também não desejaria voltar para Londres, nem que me pagassem em moedas de ouro.

A força contrária da minha sendo maior, sinto meu braço levemente inclinar pro lado esquerdo, com esta eu somaria um total de 38 derrotas de 49 apostas.

E então as costas de minha mão tocaram a madeira polida e eu solto um grunhido de frustração.


— sinceramente Kim você está ficando fraco.


— não se vanglorie muito, eu deixei você vencer essa — eu disse com um meio sorriso no rosto — Sente-se logo, a história é meio longa.


...


Jeon Jungkook


Eu estava no final da aula de cálculo, logo após seria a de piano e logo depois a de canto. Eu olhava para o livro, e as palavras, os números e todas aquelas fórmulas saltavam para fora das páginas, em tom de zombaria para comigo por não entender absolutamente nada do que o professor dizia, muito menos o que estava escrito.

Eu era péssimo nesse tipo de coisa. Aprender todas aquelas fórmulas definitivamente não era pra min.

Mas eu não poderia simplesmente abandonar a sala e deixar o pobre coitado do Sr. Greenland falando sozinho. Era o que eu achava até ele mesmo simplesmente desistir de me fazer entender algo sobre quadrados e catetos.


— Sr. Jeon, vejo que está cansado. Iremos encerrar por aqui, continuaremos na próxima semana. Vou deixar dois exercícios para que possa praticar o que discutimos no começo da aula. Tenha uma boa tarde.


Ele já estava na porta de saída e apenas me entregou um papel com algumas coisas que eu não me preocupei em ler.

Me despedi e quando fechei porta eu suspirei audivelmente alto e voltei para o quarto.

Não ficaria por muito tempo já que desde cedo queria dar uma volta no jardim dos fundos, o coreto me aguardava junto com o vento gostoso que fazia lá fora.


Os amigos de meu pai sempre dizem que os maiores segredos de um homem podem ser guardados e trancados para sempre dentro de um cofre num banco.

Em minha opinião isso é besteira.

Não há local mais seguro que o próprio coração. Por isso eu procuro sempre estimular os sentimentos, assim eles não se acumulam e me sobra espaço no coração para guardar meus segredos.

Com essas aulas idiotas que mamãe achou que seria bom para me manter ocupado, eu quase não tenho mais tempo para olhar o céu e sentir o vento.

Sentir o cheiro de uma mera camélia agora era sinônimo de algo quase impossível.


— que besteira sem fundamento! — eu grito frustrado. Mas mesmo assim não adianta de nada, continuo com a mesma sensação angustiante no peito — nada adianta, sempre vou viver preso neste maldito quarto.


Ouço batidas na porta e logo minha mãe entra junto com um homem carregando duas caixas enormes e brancas. Posso suspeitar de que eram roupas novas.

Ótimo, teria um baile hoje a noite, minha aula preferida seria cancelada e meus planos de ir ao jardim também.


— boa tarde querido, ou já será boa noite? — ela pensou auto — Marcos, pode deixar as caixas na cama, nos deixe a sós por favor.


Se você já leu Alice nos pais das maravilhas, com certeza se lembra da rainha branca e da rainha de copas. Imagine que ambas se uniram em uma só, essa pessoa teria o egocentrismo, a beleza e o sentimentalismo de ambas. E então poderá ver que essa pessoa seria a minha mãe.

Não entendo o que ouve durante meu crescimento, mas eu certamente não compartilho das mesmas motivações dela.


— boa tarde, mamãe. E obrigado Marcos — o cumprimento com um aceno de cabeça — suponho que as caixas contenham roupas novas.


— esperto como sempre. Comprei preto, já que sei que você não gosta de nada extravagante, mas ainda acho que azul combina mais com você.


— certamente azul é uma cor bela, mas não acho que me cairia bem. Posso perguntar o porquê das roupas? — ela vai até minhas cortinas e as abre com força fazendo a luz alaranjada do pôr do sol entrar com facilidade em meus aposentos.


— teremos um baile hoje, será aqui mesmo no salão de baile. Seu pai consegui-o a tal associação com o francês. E sua professora de música já está ciente e não virá hoje.


— certo... — abro a caixa e dentro posso ver um colete elegante verde escuro e um casaco preto junto de uma calça que parecia bem justa — gostei da cor do colete. O que tem na outra caixa?


— abra, querido.


Ao retirar a tampa bem trabalhada da caixa, pude ver um par de sapatos e mais alguns acessórios como um relógio de bolso prata. Havia entalhes nele, algo que não consegui decifrar.


— era do seu avô, que deu ao seu pai no aniversário de 21 anos dele, e agora é seu, Jungkook — ela segurou meu ombros em um abraço desajeitado pelas costas.


— mas, meu aniversário de 21 foi a meses atrás — a olhei nos olhos —Por que está me dando só agora?


— seu pai não queria que eu lhe entregasse agora — ela se caminhou até a escrivaninha, onde várias folhas estavam postas assim como livros de literatura — Ele pretendia esperar até você assumir os negócios. Mas eu não queria esperar mais.


— é... Lindo... — apertei o pequeno botão da trava e ele se abriu revelando os ponteiros feito de chumbo, eu acho. Porém não funcionava, estava parado e marcando exatamente sete e vinte e quatro — ele não funciona, a bateria acabou.


— nem adianta tentar levar no relojoeiro, seu pai já tentou abrir e trocar a bateria mas não tem como abri-lo.


— intrigante — o fundo do disco numérico era peculiar. Percebendo minha confusão, minha mãe não tardou em me esclarecer.


— são sereias, filho. Seu pai me contou que esse relógio foi achado pela tatatara vó dele em uma viagem a América — ela caminhou pelo quarto olhando ao redor procurando algo “fora do lugar” — numa ilha cheia de sereias a mesma em que ela perdeu o marido. E então voltou para casa viúva.


— atrás, tem algumas coisas escritas — me virei para olhá-la e mostrar a ela os entalhes no metal — não consigo entender o que está escrito.


— até onde sei, é uma celeuma antiga de marinheiros para afugentar monstros marinhos, mas está numa língua que apenas um pirata pode ler. Um belo conto de fadas não acha?


— sim... — olhei com mais atenção para as runas, a história me pareceu interessante — uma bela história...


...


Lhes apresento meu novo projeto, príncipe do mar.

O primeiro capítulo ficou pequenininho mesmo mas os próximos serão maiores 😉.




24 Juin 2021 17:00:05 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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À suivre… Nouveau chapitre Every week.

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