dae_gen Dae Gen

O governo secretamente fez experimentos com híbridos a partir da gene de um suposto bebê anjo, com o tempo eles perderam o controle da quantidade de híbridos e para não ter que justificar isso a população começaram uma caçada silenciosa para acabar com eles. A maior parte dessa raça de híbridos já havia sido extinta, porém o laboratório que os criou, deixou sob observação dois deles, para poderem estudarem mais a fundo as habilidades que eles possuíam. No meio desse caos, um novo problema surge, um anjo original desce a Terra depois de sentir um abalo cósmico, o laboratório e o governo entram em alerta com essa chegada surpresa e também porque um dos híbridos mantidos para estudo havia escapado.


Fanfiction Groupes/Chanteurs Interdit aux moins de 18 ans.

#guerra #anjos #mpreg #yaoi #violencia #mitologia-grega #jikook #namjin #taegi #bts
3
3.5mille VUES
Terminé
temps de lecture
AA Partager

Means

O céu amanheceu escuro, não dava nem para dizer que estava nublado, pois as nuvens densas e negras indicavam que uma forte tempestade cairia naquele dia, o vento gelado balançava as árvores e as cortinas nas casas, a previsão do tempo não havia alertado sobre uma tempestade, era uma surpresa para todos.

- Tome todo o seu café logo, temos que sair já, vai chover. - ele pegava as chaves do carro

- Não precisa se preocupar Jin, eu vou depois.

- Jungkook! Olha o tempo lá fora, você vai tomar chuva no caminho!

- Não tem problema, tenho que resolver umas coisas aqui antes. - Kook levantou a xícara de café.

- Como quiser. Tenho que ir pro laboratório, aparentemente só eu trabalho lá.

- Você é o chefe, hyung, lembra?

- Não coloque fogo na casa. - ele deu um beijo na testa de Kook - Te vejo mais tarde.

- Até mais tarde hyung.

Jin entrou no carro e dirigiu até o laboratório onde trabalhava, era bem afastado do centro da cidade, onde morava com seu irmão mais novo, o percurso demorava quase cinquenta minutos e ainda tinha todo o protocolo de segurança antes de entrar.

Ele pegou jaleco branco e colocou o crachá direito no pescoço, a mesa arrumada com os papéis organizados por prioridades, ele pegou os prontuários do dia e checou a agenda, seria mais um dia normal.

Dizem que todos nós guardamos segredos e o segredo de Jin estava guardado no corredor 10, sala 13, protocolo 930309.

Jin andava pelo corredor tranquilamente quando notou que o chão estava sujo de alguma coisa líquida, parecia água, só que mais densa. Ele seguiu o rastro pelos corredores até sua preciosa sala dos segredos, que parecia não ser mais tão secreta assim.

Um dos casulos de vidro estava quebrado, o vidro ensanguentado no chão mostrava que alguém havia se machucado na fuga, não havia sinal de arrombamento, isso significava que ninguém entrou, só saiu.

Jin foi até o segundo casulo para checar se hibrido estava vivo, o computador indicava que os batimentos cardíacos estavam normais e o oxigênio estava dando conta de mantê-lo respirando.

O chefe do laboratório não sabia ao certo o que fazer, o desespero tomou conta de seus pensamentos, tentava manter a calma e controlar a respiração, mas um de seus objetos de estudo havia escapado e pior, estava ferido.

Jin encostou na porta e pôs a mão na testa tentando absorver a situação, olhava para a sala toda suja e alguns materiais danificados, foi então que uma luz surgiu em seu cérebro, “o híbrido ainda pode estar no prédio”, ele se apegou a esse pensamento e saiu seguindo o rastro da gosma liquida no chão, aquela era sua única esperança.

O rastro não durou por muito tempo, acabou no meio de um corredor qualquer, parecia que Jin tinha dado voltas e voltas em círculo, a pouca esperança que tinha havia se esvaziado.

- SENHOR SEOKJIN! SENHOR SEOKJIN!

A atenção de Jin foi tomada pelos gritos de seu auxiliar, que vinha em sua direção com o jaleco ensaguentado e as luvas cirúrgicas encharcadas e pingando, ele estava ofegante e parecia apavorado.

- Senhor Soobin o que houve? Suas mãos .. seu jaleco! - Jin não sabia nem ao certo o que olhar.

- É o protótipo 01 senhor, ele está muito ferido.

Jin andou apressadamente até a sala de confinamento principal, praticamente deixou Soobin sozinho no corredor, ele conhecia bem o caminho, mas o auxiliar foi o seguindo logo atrás.

Ele não ousou usar o elevador, checaria as escadas para ver se havia rastros de seu fugitivo, ele estava tentando manter a calma em meio a todo aquele caos eminente.

Chegou na sala e a porta estava com apenas uma das três travas, Soobin no desespero, se esqueceu de passar as três trancas. Ele entrou e viu o lugar todo sujo e quebrado, era uma verdadeira visão do inferno.

Os lençóis da cama estavam rasgados, o travesseiro destruído, a pequena pia havia sido arrancada da parede e estava do outro lado do sala, o chão manchado de vermelho, dava para ver bem pouco com a péssima iluminação do lugar, e ali estava, acorrentado, o protótipo 01, também conhecido como ..

- Yunho? O que pensa que está fazendo? - Jin entrou na sala aterrorizado.

- Eu estava com dor ontem, precisei extravasar - ele falava baixo e rouco.

- Como quebrou as correntes? - Jin não ousou dar um passo sequer.

Uma risada maléfica e sarcástica tomou conta da sala, o som fazia arrepios e dava calafrios em Jin e em Soobin, aquilo era uma péssima sensação.

- Jin, Jin, Jin, meu caro Seokin. Nós dois sabemos que não sou um humano patético como vocês! - ele se levantou do chão - Você me irritou Seokjin, vai pagar por isso!

- SENHOR JIN SE ABAIXE!

Levou 5 longos segundo entre o golpe e a queda, isso foi mais que o suficiente para Jin perder a consciência e ficar desacordado no chão da ensanguentada sala.

Soobin tremia na porta da sala, o olhar apavorado e as pernas fraquejando, sua respiração estava acelerada e o coração batendo descompassadamente, o medo o tomava ao ver Yunho se aproximando, jamais havia ficado tão perto de um original, era assustador.

- Eu consigo sentir seu medo daqui, inseto parasita! - Yunho olhou diretamente para Soobin.

Suas pernas não respondia a nenhum comando, ele fez um esforço colossal para conseguir dar um passo e isso foi o suficiente para começar a correr desesperado, ele se afastava o mais rápido que podia daquela sala, corria como se sua vida dependesse daquilo.

Não ousou olhar pra trás, foi até uma das salas de emergência e acionou o alarme, em menos de dez segundo o prédio inteiro avisa sido fechado com as portas de segurança. Ninguém entrava e ninguém saia até que as autoridades chegassem no lugar.

Enquanto Soobin estava confinado na sala de emergência, Jin acordava lentamente da pancada que havia levado, abriu os olhos com muita dificuldade, colocou a mão na cabeça para ver se não estava sangrando, mas com tanto sangue naquela sala, era difícil dizer de quem era o que.

Ele se levantou lentamente se apoiando na parede próxima, ainda estava meio zonzo e a cabeça latejava, a dor ficou pior quando viu a luz de emergência piscando loucamente, era tudo que ele mais temia.

- Seu auxiliar é um burro! - Yunho apareceu na porta. - Ele trancou a gente aqui.

- Soobin só quer fazer o que é certo. - ele disse com dificuldade.

- Ao contrário de você, né Seokjin?

- Eu tenho meus motivos.

- Então eu também teria meus motivos para te matar aqui mesmo!

- Não sou eu quem vai morrer hoje.

A central do exército havia sido acionada, as principais tropas estavam se preparando para irem até o laboratório principal da cidade, um alerta de emergência havia disparado e o treinamento seria posto em prática mais uma vez.

- Capitão Hoseok!

- Sim comandante Mingi.

- O representante do governo está na linha 2 senhor, e as tropas já estão prontas.

- Obrigado comandante, dispensado.

Hoseok pegou o telefone e respirou fundo antes de atender, odiava a forma como o governo se intrometia em todos os assuntos querendo dar às ordens sem saber o que estava realmente acontecendo.

- Capitão Jung Hoseok falando.

- Capitão, aqui é Kim Namjoon, vice governador. Fomos informado que um alerta veio do laboratório central.

- Essa informação procede senhor Kim. As tropas já estão prontas para irem para o local.

- Estão armados?

- Sim senhor.

- Qual é a ordem?

- Entrar sem atirar. Nenhum civil ferido. Menor número de mortos possível.

- Mas se necessário …. ?

- Não temos ordens para matar senhor Kim.

- Nem, não-humanos?

- Mas e o acordo..? - Hoseok começou a cochichar.

- Esqueça o acordo.

- Mas senh..

- Mas nada! De a ordem capitão!

- Sim senhor Kim.

Hoseok desligou a ligação e foi até sua tropa para informar as novas ordens, ele odiava quebrar acordos daquele jeito e sentia que isso acabaria muito mal depois.

Todo o exército estava já próximo do laboratório, o lugar mais parecia uma prisão pintada de branco do um local para estudos. Enfileirados, um a um foi adentrando o prédio e passando pelas portas de segurança.

Todos os trabalhadores foram sendo retirados, setor por setor, do térreo ao andar mais alto e por último, o subsolo. O laboratório todo estava sendo evacuado, não havia muitas pessoas, ainda era bem cedo e a maioria ainda não havia chego.

- O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO MEU LABORATÓRIO? - Jin estava todo sujo e de sangue e ofegante.

- Temos ordens de evacua-lo!

- Quem você pensa que é?

- Comandante Mingi, às ordens do capitão Hoseok.

- HOSEOK AQUELE FILHO DUMA QUENGA DESMAMADA! CADÊ ELE?

- Aqui. Para de gritar, não combina com você Seokjin! - Hoseok chegou com a cara fechada. - Pode sair senhor Mingi, obrigado.

- Sim senhor.

- Retire seu homens! RETIRE SEUS HOMENS A-GO-RA! - Jin gritava olhando para Hoseok

- Você não manda em mim Seokjin. Temos ordens de retirar todos do prédio, um sinal de emergência foi enviado.

- Foi um acidente!

- Não existem acidentes aqui, Seokjin, nós dois sabemos disso.

Jin olhou em volta, tentava controlar a respiração o máximo que podia, o caos já estava instalado e ele já estava a beira de um colapso nervoso.

- Ele fugiu. - Jin disse controlando o desespero.

- O que? - Hoseok o olhou assustado.

- Ele fugiu. Um dos que estavam no casulo, fugiu!

- Por isso o alarme foi acionado?

- Não.

- Porque acionaram então?

- O original … ele ….

- O que tem o original Seokjin? - Hoseok estava muito preocupado.

- Ele destruiu a sala e está com as asas expostas!

- Como você deixou isso acontecer? - Hoseok se alterou

- Eu não sei, o interrogatório ontem foi normal.

- Tão normal que ele deve ta andando igual um anjo por aí.

- Ele é um anjo. Na verdade tá mais pra Malévola do que anjo, mas você entendeu.

- EU SEI PORRA! COMO DEIXOU ISSO ACONTECER? TÍNHAMOS UM ACORDO!

- Tem um dentro do casulo na sala ainda. - Jin tentou o acalmar.

- Ah nossa! Minha salvação! Dá um jeito de achar o fugitivo.

- Porque a responsabilidade vai ser só minha agora?

- Por que foi você que quis brincar de deus, Jin!

- Todos nós estamos nessa juntos!

Um trovão explodiu no céu, tão alto que parecia que tinha feito a terra tremer, Jin e Hoseok se olharam, aquilo era um sinal conhecido, e era um péssimo sinal.

- CAPITÃO! CAPITÃO! CAPITÃO! O SENHOR PRECISA VIR AQUI FORA! - Mingi falava da porta.

Era como se eles tivessem tido o mesmo pensamento, o olhar de Hoseok estava com um tom de aterrorizado e Jin já não sabia mais no que se apegar para se tranquilizar.

- O que fazemos agora? - Jin o olhava com medo.

- Acho bom você começar a acreditar em qualquer deus e rezar.

- Eu não sei se prefiro ir para o céu ou para o inferno agora.

- Nenhum deles faz mais diferença.

Eles caminhavam apressadamente para fora do laboratório, na área aperta não havia claridade, o céu estava completamente escuro, as nuvens relampeavam e o vento soprava fortemente.

- Você o que isso significa Jin? - Hoseok olhava apavorado para o céu.

- Ele voltou - eles se olharam.

Como se um raio atingisse o chão, uma explosão afundou a terra formando uma imensa nuvem de areia, dos escombros surgiu um ser alado caminhando com passos pesados afundando o solo, as asas negras abertas e aura de força cósmica o envolvia.

- ONDE ESTÁ O MEU IRMÃO?

2 Juin 2021 23:52:30 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
0
Lire le chapitre suivant Eu não..

Commentez quelque chose

Publier!
Il n’y a aucun commentaire pour le moment. Soyez le premier à donner votre avis!
~

Comment se passe votre lecture?

Il reste encore 29 chapitres restants de cette histoire.
Pour continuer votre lecture, veuillez vous connecter ou créer un compte. Gratuit!