meilingyukari Meiling Yukari

Quando finalmente os sentimentos são confessados, uma avalanche de amor e desejo culmina em uma terna noite de amor.


Fanfiction Anime/Manga Interdit aux moins de 21 ans.

#pwp #GaLe #fairy-tail #amor #Make-Love
Histoire courte
2
3.9k VUES
Terminé
temps de lecture
AA Partager

Ao seu lado

Gajeel era um desertor da maldade. Ele que antes era um vilão de toda essa história, teve seu momento de redenção. Sua antiga guilda agora já não passava de destroços. E do mesmo modo, o coração do pobre homem também estava destroçado e estraçalhado em tristezas e angústias que não cabiam em seu peito.

Em seus velhos tempos de maldade ele agiu da forma mais cruel possível, com todos ao seu redor, e inclusive com a pessoa que, mais tarde, viria a roubar seu coração e suas noites de sono. Levy, uma doce, porém poderosa, menina, integrante da guilda Fairy Tail, a qual Gajeel tanto odiou no passado, mas que agora no presente o estava acolhendo e o tratando tão bem.

O homem não entendia direito como aquelas pessoas podiam estar sendo tão bondosas com ele que já havia lhes feito tanto mal. Mas o maior mistério era Levy, aquela garota tão maravilhosa que já sofrera tanto por sua culpa, mas que agora o tratava com doçura.

A cada vez que via Levy, Gajeel sentia como se seu coração fosse se romper e explodir em sangue pulando para fora de seu peito. E mais do que tudo, sua alma doía e chorava de amargura e arrependimento pelo passado.

Depois de muito pensar, ele resolveu que escreveria uma carta confessando tudo, desde os arrependimentos que o dilaceravam por dentro até o amor que sentia tão forte por ela. Mas claro, ele nunca iria entregar a carta, apenas iria escrever para tentar aliviar um pouco de seu angustiante fardo.

O que ele não imaginava era que o destino tinha outros planos...

Tarde da noite, Levy, que não estava conseguindo dormir, vai até a biblioteca. A pobre menina era sempre tão alegre, tão sorridente, por isso ninguém imaginava o peso que ela carregava em seu íntimo. Ela se sentia culpada, afinal estivera desde sempre apaixonada pelo inimigo.

Ela ainda se lembrava em todos os detalhes a primeira vez em que havia olhado para os olhos de Gajeel. Foi um instante tão curto de tempo, mas que enfeitiçou completamente a pura alma da jovem maga. Aquele olhar foi sua total perdição, e bem ali, no campo de batalha, ela se apaixonou.

Na época Levy sentiu-se a menina mais tonta do universo, mas não conseguiu controlar seu corpo, seus hormônios, ou seja lá o que de fato faz as pessoas sentirem atração. Não. Era completamente impossível olhar para aquele homem sem sentir o corpo tremer com os hormônios pipocando em seu ser.

A batalha foi horrível e sanguinolenta, Gajeel parecia um demônio assassino.

Mas o tempo passou, e as coisas mudaram. Gajeel mudou, e Levy sabia muito bem disso, caso contrário ele nunca teria sido aceito e tão bem acolhido ali em sua guilda. Isso confortava um pouco o coração da jovem, mas não aliviava a vontade louca que ela sentia de poder lhe confessar todo seu amor e então poder estar em seus braços.

Com esse último pensamento quente, Levy quase tropeçou em algo que estava no chão, meio escondido no fundo da biblioteca. Forçando a vista na fraca iluminação, percebeu que era uma perna. Assustada a menina chegou mais perto e olhou por detrás da enorme prateleira que cobria o dono da misteriosa perna. Gajeel estava bem ali, adormecido de mal jeito, ainda com uma caneta na mão, e muitas páginas escritas jogadas no chão bem na sua frente.

A jovem maga achou que seu coração iria sair pela boca, de tão forte que estava batendo. Sua curiosidade falou mais alto do que o medo, e ela tentou se aproximar devagar. Tão exausto, o jovem homem não acordou com a presença tão próxima de Levy se abaixando para pegar as folhas do chão.

Ela sentou-se ali, exatamente no lugar de onde tirara as folhas, no chão entre as pernas de Gajeel. Leu tudo e não acreditou que tal sorte poderia lhe estar sorrindo dessa forma. Naquelas páginas já manchadas das lágrimas do mago, estava escrito tudo que a menina sempre quis ouvir. Gajeel sentia-se amargamente arrependido, e o mais surpreendente, sentia-se angustiado por nutrir um profundo amor por Levy.

Não conseguindo conter seu choro, as lágrimas da maga preencheram o papel, se confundindo com as lágrimas já secas do homem que dormia bem atrás dela. O que ela não contava era que seu choro, não tão silencioso, iria acordar Gajeel, que quase teve uma parada cardíaca ao acordar assustado com o som de choro e perceber que Levy estava bem ali entre suas pernas.

Instintivamente quase deu um grito de pânico, se não fosse o movimento de suas pernas que fizeram a menina se aperceber da situação e agir rapidamente, virando-se e tapando a boca do homem com as mãos. Ficaram assim cara a cara, a menos de 10 centímetros um do outro, enquanto ambos se olhavam profundamente olho no olho.

A menina ainda chorando fortemente, e o homem assimilando a situação pouco a pouco enquanto recobrava sua consciência sonolenta. Ainda sem tirar as mãos da boca de Gajeel, por medo de que ele pudesse gritar, a jovem maga começa a falar baixinho, quase sussurrando, e declara todos os seus sentimentos para ele.

Enquanto ia falando e abrindo seu coração, ela vai lentamente passando as mãos primeiro pelos lábios, seguindo pela bochecha, e indo por todo o rosto e cabelos do seu amado. Ele também se entrega ao choro, e move seus braços para envolver a menina em um terno abraço carinhoso.

Pouco a pouco o abraço vai se intensificando, Gajeel passa suas mãos fortes por toda a costas, cintura e quadris da jovem, lhe apertando e apalpando com desejo. Seguindo os mesmos passos de seu amado, Levy desce suas mãos pelo pescoço do homem, passa por seus braços fortes e pousa em seu peito, acariciando-lhe desejosamente.

– Eu nunca imaginei que isso algum dia se tornaria real, Gajeel, eu estou tão feliz, você não pode imaginar o quanto eu ansiei para estar em seus braços – diz a menina afundando seus dedos no farto cabelo do homem.

– Levy... nunca que eu poderia imaginar que você fosse me corresponder... eu sofri tanto, mas agora estou explodindo em uma felicidade que eu nem sequer imaginei que podia existir... – responde o mago puxando o corpo da menina de encontro ao seu.

Aproveitando a posição favorável em que se encontravam, Levy é facilmente puxada para o colo do homem, onde se acomoda perfeitamente, sentindo em sua vulva a pressão causada pela ereção de Gajeel. Essa sensação faz Levy se excitar a um nível que ela não imaginava ser capaz. A cada leve movimento daquele pênis tão bem encaixado em si, a jovem maga sentia sua vagina esquentar e se molhar.

Não aguentando mais, e querendo extravasar todo o tesão que estava sentindo, ela segura o rosto do homem e o puxa para um beijo quente e apaixonado. Seus lábios se movimentavam vorazmente, com suas línguas dançando belamente ao se tocarem com paixão. O fogo interno os estava consumindo a cada minuto que passava.

Durante o beijo Gajeel passeia com as mãos pelo corpo de sua amada, aperta-lhe com força a bunda e as coxas, depois sobe pelas laterais daquele pequeno corpo, dando-lhe vários apertões, até chegar em seus seios, os acariciando de forma luxuriosa por cima da camisola.

Levy treme todo seu corpo devido ao êxtase que está sentindo, na combinação perfeita que aquelas mãos fortes faziam com seus pequenos seios deliciosos. Ela decide tirar a blusa de Gajeel para então devorar os mamilos do mago. Vai passando a língua e fazendo movimentos de sucção ao chupar, enquanto escuta seu amado deixando escapar alguns gemidos.

Os sons de gemidos a enlouquecem, fazendo com que acabasse mordiscando os mamilos do homem que de tanto prazer geme chamando o nome dela. No segundo em que ela pausa a ação para tomar um pouco de ar, o homem rapidamente puxa a camisola da menina, retirando-a e deixando-lhe com os belos seios à mostra.

Ela sente um pouco de vergonha, que logo é substituída por uma enorme onda de prazer quando ela sente os lábios do homem envolvendo seu biquinho endurecido de tesão. Ele chupa aqueles mamilos com voracidade e desejo, mordiscando vez ou outro entre as lambidas, e levando a menina até a verdadeira loucura da luxúria.

A todo momento o corpo de Levy se mexe em uma bela dança erótica junto da ereção de Gajeel. Ela sente como se sua vagina estivesse pegando fogo, e nesse emaranhado de sensações, gemidos inebriantes saem da boca da menina, chegando aos ouvidos do homem que vai deitando a menina no chão da biblioteca iluminada por apenas uma lamparina, dando o clima certo para toda a ação romântica dos apaixonados.

Ficando por cima dela, o mago retira-lhe delicadamente a calcinha. E faz um pedido:

– Levy... quero ver você se masturbando... pelo menos por um segundo, quero ter essa visão deliciosa de você...

A menina responde abrindo suas pernas, deixando toda sua vulva a mostra, e indo com seu dedinho de encontro ao seu clitóris. Começa fazendo leves movimentos para frente e para trás, bem de levinho, se excitando ao máximo, enquanto aquele homem desejoso a observava com água na boca.

Quanto mais a menina se tocava, mais o homem salivava de desejo, e não demorou muito para que ele gentilmente tirasse o dedo dela dali, e colocasse sua própria língua no lugar. O homem dançava sua língua em movimentos circulares pelo doce clitóris de sua amada, a fazendo arquear as costas de tanto prazer, enquanto segurava com força os fartos cabelos de seu amado.

Gajeel se deliciava com o gosto extasiante de sua amada, e vez ou outra subia sua boca até as coxas ou descia até a bunda da menina, deixando um rastro de mordidas luxuriosas, até voltar novamente a concentrar sua língua no maior ponto de prazer de Levy.

Chegando cada vez mais próxima do orgasmo que iria explodir em seu clitóris, a menina apertava cada vez mais suas coxas em volta da cabeça do homem, tremendo e delirando de prazer até que gozou e se sentiu no céu enquanto ainda sentia a boca daquele homem aquecendo gostosamente toda sua parte íntima.

A maga então puxou o homem para cima de si, e lhe deu um beijo apaixonado. O gosto de saliva e néctar íntimo se misturando deliciosamente na boca de ambos.

– Gajeel... eu também quero ver você se masturbando, quero ver seu rosto bêbado de prazer – pede a menina.

O homem responde tirando a calça, e começando a fazer deleitosos movimentos para cima e para baixo em seu pênis. Sua mão forte fazendo esses movimentos faz com que Levy se sinta muito excitada novamente, principalmente ao observar o lindo rosto de seu amado fazendo uma expressão de puro prazer e safadeza.

Não aguentando mais apenas ficar olhando, a jovem maga aproxima sua boca da cabeça do pênis e começa a lamber sua pontinha em fartos movimentos circulares, colocando os lábios logo em seguida para começar a chupar desejosamente.

Ela acariciava seus testículos com a mão ao mesmo tempo que fazia os movimentos de sucção com sua boca. E a medida que o tempo ia passando, ela alternava entre chupadas e lambidas nas quais deslizava sua língua por toda a extensão do membro de seu amado. A cada nova lambida ela podia sentir o corpo de seu amado tremer e podia ouvir sua respiração ficando cada vez mais pesada e carregada de prazer.

Começou a masturbá-lo com a mão na hora que sua boca foi se ocupar das bolas. Lambeu todo o períneo de seu amado e beijou longamente seu saco escrotal, vez ou outra descendo a boca até sua bunda para aplicar-lhe mordidas cheias de tesão.

Cada vez mais o homem segurava seus cabelos, enquanto ia enlouquecendo com a volta da boca de Levy em seu membro. Ela tinha voltado com tudo, e sugava fervorosamente vez ou outra mordiscando a cabeça do pênis, fazendo com que o homem emitisse gemidos impossíveis de serem segurados.

Quando sentiu que não aguentaria mais, Gajeel segurou fortemente nos cabelos de sua amada e gozou deliciosamente em sua boca, em espasmos de prazer. A menina se deleitou com o gozo de seu amado e engoliu tudo até a última gota.

O homem a pegou no colo e a beijou ternamente, o gosto de sêmen misturado a saliva era a perfeita mistura do sexo e do amor que eles haviam feito, ali naquela biblioteca, sem se importarem com nada no mundo.

Nesse momento Levy começa a chorar, e olhando profundamente nos olhos de Gajeel, sussurra o quanto o ama. Ele sente-se muito tocado pela doce declaração de amor, e não consegue conter suas próprias lágrimas, ao dizer para a jovem maga o quanto ele também a amava.

Ficam assim por muito tempo, abraçados e enrolados um no outro, transmitindo seu calor humano. Até que percebem que logo o sono os venceria, resolvem pegar suas roupas e se vestirem.

Sentem-se muito indecisos se deveriam permanecer ali, juntos, ou ir cada um para sua cama para não levantarem suspeitas do que ali ocorrera.

Pensam por vários minutos até que decidem ir para a cozinha, e sentarem em uma das mesas, para adormecerem sim juntos, mas em um local menos suspeito, e devidamente vestidos, fingindo que haviam pego no sono ao irem assaltar a geladeira.

Eles queriam mais era que o mundo todo explodisse, porque agora tudo que eles mais precisavam era poder ficar um ao lado do outro e mostrar ao mundo todo o amor que sentiam.

18 Avril 2021 21:07:40 4 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
5
La fin

A propos de l’auteur

Meiling Yukari "Viver é um rasgar-se e remendar-se" - Guimarães Rosa

Commentez quelque chose

Publier!
Liza Klein Liza Klein
Caramba menina, isso foi muuuito quente kkkkkk Ou seja, eu A-D-O-R-E-I demaaais <3 <3 <3 Acho que todas nós queríamos um Gajeel na nossa cama kkkkkk mas nesse caso como sou bi eu ia querer a Levy também ui ui ui parabéns!!!!
April 23, 2021, 16:45
~