emy_midgar Emy Zavaes

Ao recuperar o último membro de sua família da loucura, ele aceita se mudar com a filha para treinar e aprender a controlar sua herança. Três homens, com várias centenas de anos, ainda esperam por seus verdadeiros companheiros. Que surpresa os aguarda com a chegada de seu novo aprendiz? OBS: A história está sendo escrita no momento. Quando a publicação terminar, corrigirei os erros que houver. Avise-me para que eu possa anota-los e corrigi-los futuramente.


Fanfiction Livres Interdit aux moins de 18 ans.

#harrypotter #alec #crepusculo #weasley #jane #marcus #aro #caius #diggory
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Capítulo 1

Floresta de Dean

— Harry, você precisa me deixar verificar sua saúde. Há algo de errado e você sabe que não pode continuar assim. — Hermione disse com uma voz determinada não deixando espaço para discussão. Era a única maneira quando se tratava de seu amigo cabeça-dura.

Desde que o trio de ouro começou a caça às horcruxes, eles tem se escondido do mundo bruxo. Tudo estava ao verdadeiro caos. O ministério fora tomado por Voldemort e agora quem entregasse Harry Potter às autoridades, receberia um bom pagamento em galeões pela captura do fugitivo mais famoso. Eles até evitavam entrar em contato com os outros da família Weasley com medo de que alguém pudesse descobrir e usar isso como chantagem para se entregarem.

Tirando a fome que passavam, a saúde estava relativamente bem. Exceto Harry. É claro que tinha que ser ele, o problema. Nada de tão novo nisso.

Desde seu aniversário de dezessete anos, sua magia tem vacilado. Ele pode dormir por horas e ainda assim acorda exausto. Nada fica em seu estômago por muito tempo. Sua mágica se negava a fazer o que o dono mandava. Seu corpo definitivamente não estava em sincronia.

Lógico que Harry sabia que precisava descobrir logo o que estava acontecendo consigo. Ele devia matar Voldemort, de acordo com a profecia. Mas como se faz isso quando sua magia se recusa a ser usada? Para ser sincero, ele nem sabia como devia derrotá-lo. Por mais que, de acordo com o falecido Diretor Dumbledore, após a destruição de todas as horcrux Voldemort poderia enfim ser morto para sempre, Harry ainda tinha sua apreensão. Como ele lutaria contra Voldemort, o lorde das trevas mais poderoso de todos os tempos? Harry era poderoso, modéstia à parte. Mas Voldemort tinha anos de experiência em seu currículo e seus comensais morreriam para salvar a vida de seu mestre. Então, a questão ainda permanece. Como isso tudo seria possível?

Sabendo que eles não poderiam aparecer ao público indo até Saint Mungus para tentar descobrir o que havia de errado com ele, Harry, ainda relutante, aceitou que hermione fizesse um diagnóstico completo e direto. Por mais que ela passasse muito tempo estudando, a cura não era a sua área. Ela aprendeu o básico para caso eles precisassem de uma ajuda ao longo dos anos. Eles agradecem por ela ter aprendido ao menos alguns feitiços. Se não fosse por eles, talvez não tenham sobrevivido por cada provação durante os anos de estudo em Hogwarts.

— Tudo bem. Mas seja rápida. — A voz de Harry saiu com uma resignação como quando se espera por algo ruim.

— Ah, Harry. Francamente. Deixa de ser um bebê chorão ou eu vou te enfeitiçar a ponto de nem sua magia conseguir te ajudar a sair dessa cama. Pelo menos até que eu esteja satisfeita. Estamos entendidos? — Hermione perguntou bruscamente e Harry quebrou o contato com os olhos da menina. Confirmando apenas com um aceno de cabeça. Sua amiga podia ser assustadora quando queria.

— Bem, companheiro. Eu te disse para ficar quieto e deixar que ela fizesse logo o que pretendia para ficar tranquila. Mas quando você me ouve? Essa é durona e teimosa. — Seu amigo ruivo, Ronald, falou de seu lugar num pequeno tronco próximo à barraca.

— Você também não começa, Ronald. Ou eu vou enfeitiça-lo também e você ficará um longo tempo sem sua voz até aprender a escolher bem suas palavras.

— Calma, Mione. Não está mais aqui quem falou. — Ron levantou ambas as mãos em sinal de rendição e sentou-se no final do colchão de Harry. Hermione lançou o feitiço padrão de diagnóstico que aprendeu num dos livros da sessão restrita da biblioteca de Hogwarts.

Enquanto a pena escrevia num pergaminho conjurado todo o diagnóstico tanto do corpo quanto do núcleo mágico de Harry, Hermione lançou os feitiços para curar algumas contusões, passou uma pomada específica para fechar as cicatrizes menores e rasas e empurrou algumas poções para Harry tomar. Hermione começou a fazer uma anotação mental dos ingredientes que precisava conseguir para algumas poções futuras quando o feitiço de diagnóstico terminou e o pergaminho caiu em suas mãos fazendo-a se assustar.

A menina começou a ler as informações e riscou as que ela já havia curado. Nada de tão mal havia acontecido no corpo de seu amigo. Bem, tinhas alguns ossos quebrados, mas nada com o que se preocupar. Ela já tinha as devidas poções para isso. Os anos em que viveu com Harry, a ensinou a sempre ter na bolsa certas poções.

Olhando para o que havia com a magia dele, ela arregalou os olhos e soltou um som baixo mas que foi ouvido tanto por Ron quanto por Harry.

— O que foi, Mione? — Harry perguntou curioso, tentando ler o papel na mão da amiga.

— Harry, acredito que temos que ir à Gringotts. — Ela falou indo diretamente ao problema.

— Você está maluca, Hermione? Nós somos procurados. Nos querem em Azkaban, isso se tivermos sorte. Harry provavelmente seria morto por Voldemort na frente do público para mostrar que tem domínio sobre o mundo bruxo. Você está bem da cabeça?

— Tenho que concordar com Ron. Seria o nosso fim e o fim do mundo bruxo se aparecêssemos. Esqueceu o motivo real de estarmos escondidos?

— Eu não sou a bruxa mais inteligente do nosso tempo por nada. — A bruxa falou exasperada. — Tenho poção polissuco pronta para uso e tenho alguns cabelos de trouxas. Eu me preparei antes de sairmos em busca das horcruxes.

— Tudo bem. Uma parte está feita. Mas e a outra?

— Como assim a outra? Temos tudo pronto. — O tom de Hermione foi aumentando ao longo de sua fala.

— Hermione. Acho que sei do que Harry está falando. — Ron tentou apaziguar a amiga. — Companheiro, Gringotts é um local neutro. Por isso eles não estão em nenhum dos lados da guerra. Os goblins se preocupam apenas com o ouro. — Hermione ao perceber, continuou.

— Há muito tempo um tratado foi assinado entre o ministério bruxo e Gringotts. Assim como os goblins não tomariam partido quando guerras acontecessem no mundo bruxo, os bruxos não interfeririam na política goblin. É por isso que quando entramos em Gringotts, estamos sucetíveis apenas às leis dos goblins.

— Eu não sabia disso... — Harry disse com a voz baixa.

— Está tudo bem, companheiro. Às vezes esquecemos que você não foi criado no mundo bruxo como eu e nem é uma traça da biblioteca como Hermione.

— Ron, acredito que nem se ele fosse como um de nós, ele saberia se não contássemos à ele. Tem um lorde das trevas querendo matá-lo e até hoje ele não recebeu um descanso.

— Pessoal, ainda estou aqui. Ok? — Harry se fez presente na conversa novamente.

— Desculpe companheiro.

— Então, Harry. Levante-se desse colchão e vista algo adequado. Vocês dois, na verdade. Vou pegar as poções e logo depois desmontamos o acampamento.

— Mione. Antes de irmos. Eu preciso saber porquê exatamente precisamos ir até Gringotts. Não seria mais lógico irmos à St. Mungus?

— Harry, acredite em mim. Apenas Gringotts resolverá parcialmente seu problema. E creio que é melhor irmos logo. — Hermione deu um tempo no que estava fazendo e se virou para seu amigo falando suavemente com ele. — Se troquem enquanto observo as poções.

Seguindo as instruções de Hermione, ambos os garotos se vestiram o mais apresentáveis possíveis com o guarda-roupa limitado. Por cima das roupas trouxas, eles colocaram uma capa e limparam o rosto. Ron passou os dedos pelos cabelos a fim de deixar um aspecto de menos bagunçado. Harry nem tentou domar o seu ninho de passarinho, mais conhecido por ele como cabelo. Maldito DNA Potter. Ele não podia ter ficado com os cabelos da mãe?

Assim que Hermione voltou com as poções, os meninos desmontaram o acampamento. Ainda esperaram a poção ficar da cor certa antes de tomarem. Harry fez a pergunta que estava presa em sua cabeça.

— Mione, você não me disse qual é o meu problema.

— Harry, precisamos fazer um teste. E esse teste é mais seguro se fizermos com os goblins. A magia deles impede de que algo falso apareça no pergaminho e todas as informações possíveis sobre alguém, aparecerá. Tudo lá é completo e confiável. — Hermione respondeu desviando da pergunta original.

Desfazendo as alas que colocaram na área, Harry tomou coragem para falar com seus amigos. Ele sempre tentava dizer, mas a coragem da grifinória não aparecia. Assim que todos se prepararam para tomar a poção e segurar a chave de portal que os levaria direto à um caixa de Gringotts, Harry os pediu para aguardarem mais um pouco. Quando seus amigos o encararam esperando, ele conseguiu falar.

— Ron, Mione... Vocês são meus melhores amigos. Eu realmente amo vocês. Vou ser sincero, estou com medo de algo acontecer conosco. Eu preciso que vocês saibam de algo antes de sairmos daqui. — Harry olhava para um ponto fixo. A coragem já quase se esvaindo mas ele a agarrou fortemente. — Há algo, que aconteceu e eu escondi de vocês. Mas vocês precisam entender que não era só a minha segurança que estava em risco. Estou realmente apavorado de tudo isso dar errado e preciso da ajuda de vocês caso isso se concretize.

26 Mars 2021 15:10:59 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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