mazarin Adrss Nightowl

O coração do homem sempre foi local desconhecido, como a profundeza dos oceanos. Nele se esconde sentimentos furiosos como correntes, nele existe sentimentos destrutivos como ondas,na maioria das vezes as águas que mais se mostram como as afogadoras e pesadas, recheiam o sentimento negativo no peito do homem. Mas bem ao fundo existe águas que se assemelham a fonte termais, essas trazem o sentimento verdadeiro que cria em todos uma chance de se tornarem melhores que todos. essas que poucos tem, mas com certeza é alcançável, isso é o que eu quero!


Fantaisie Médiévale Déconseillé aux moins de 13 ans.

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Corvos e Homens

— Todos olhem para mim, sim todos aqueles mesmo que estejam mais afastados, vejam tudo a sua frente, se preparem para tentar chegar ao objetivo que até mesmo eu quero tanto e me sinto incapaz, com vocês tem certeza de conseguir, me ouçam e avancem!— A espada apontada para o alto, trazia em seu reflexo o rosto de vários homens, com expressões diferentes, mas com corpos preparados para marchar sem nenhum medo.


— Não ouviram nosso rei? Caminhem mais e mais sem medo, por que ele está pronto para alcançar aquilo que nós todos queremos!— O rosto do homem a frente dos outros, era com marcas distintas sem nenhum machucado, mas sim com uma forma de bravura. Seu corpo se mantinha um pouco abaixado, com seu olhar focado naquele a sua frente, que sua espada reluzia o sentimento de todos.


— Vamos Infantaria à frente de todos, demostrem que nós somos os únicos que ajudaram de verdade nosso soberano a ter seu desejo realizado! — O homem um pouco atrás da parede de soldados se matinha firme. As palavras que saiam de sua boca eram requintadas com uma grande pressão.


— Homens não se menosprezem com as palavras direcionadas a infantaria, nós somos mais que lanças que perfuram os inimigos, somos mais que escudos que defendem, somos aqueles que darão ao nosso rei tudo que é de seu direito! Se separem, vamos mostrar nosso valor! — Um fluxo de homens foi si dispersando entre a imensa quantidade soldados, carregavam flechas e arcos, indo mais e mais as direções mais escuras e mais estreitas entre o redor do campo de batalha.


— Certo Cavalaria não deixem que todos já estejam preparados a sua frente, vamos preparar o campo de batalha para o embate, demostrando nossa mobilidade a frente de todos! — Os pés de todos sentiam tremidas periódicas, os cavalos se movendo, com suas patas faziam muito barulho, ate mesmo parecia que as ferraduras só serviam para haver mais inquietação.


— Se está tudo pronto, nós devemos partir e voltarmos com tudo que é nosso de direito! — O reflexo da espada que demostrava os sentimentos dos soldados ficou desfocadas, com os pingos que escorriam da chuva, aos poucos mais e mais foram descendo sobre a lâmina, e se viu que se tornaram vermelhos.


Acima de tudo agindo de forma rotineira, os pássaros ficavam focados no campo de batalha, viam tudo de uma maneira diferente. Homens lutando, homens indo ao chão levando golpes pesados, seus membros arrancados por machados, lanças ou flechas. Diferente dos pingos que desciam ao chão para penetrar a terra para trazer abundância, os corvos viam para limpar todo o solo. Seus bicos perfuravam a carne dos corpos dos guerreiros de maneira profunda, seus bicos eram mais ferozes e mais rápidos que lanças, espadas ou flechas. Bruscos aos poucos voltavam ao alto, esperando algo que traria um banquete para eles.


— Pensava eu que isso seria muito mais difícil, pelo visto tudo isso não se concretizou. Torna isso tão engraçado! — Para ele, sua visão serviu para mostrar um pequeno espaço que seria fácil de atravessar. Colocou sua espada a frente de seu corpo e segurou com força as rédeas do cavalo.


— O campo de batalha não se projeta do jeito que você pensa, vejo que realmente nunca pintou esse tipo de paisagem! — O sacar das laminas foi em um instante, de maneira única, trazia ao ambiente uma forma, um homem e também uma singularidade.


— Não estamos derrotados, mesmo que não sobre quase nada de nós ainda precisamos lutar! Vamos! — Os escudos levantados, protegendo local nenhum de maneira tão estranha, a falta do medo.


— Homens é hora de mostrar o que é a verdade, deem a eles um pouco da nossa vontade! — seus rostos escondidos, corpos escondidos entre mantos, suas mãos à frente, segurando com força cajados, que deles saiam faíscas a apontar para frente, criando um circulo com sinais. A energia que emana deles é sobre-humana. Com ela chamuscavam tudo em sua volta.


— VAMOS CAVALARIA, ELES NÓS DERAM A CHANCE DE ALCANÇAR!— AS lanças apontavam a frente, algumas tendo um voo alto em direção aos inimigos, perfuravam aos montes, mas essa não era o que queriam. A infantaria a frente se mantinha firme, com seus escudos acima das suas cabeças, segurando os com força, mesmo que com seus corpos em chamas. A parte da libertação veio dos homens montados aos cavalos pegavam os escudos com força e empunhavam a sua frente.


— É A NOSSA VEZ, MOSTREM QUE NÃO SOMOS SOMBRAS! NÃO SOMOS ABAIXO DE NINGUÉM! — Atrás da silhueta dos homens em seus cavalos, haviam homens com seus corpo abaixados, se flexionado ao máximo possível, segurando o arco com força, e as flechas perto dos seus corpos. Levantaram com ferocidade, com tudo apontavam para frente, sem medo nenhum porque viam que os escudos os defendiam de qualquer ameaça, assim um tornando se formou.


— Não tomem isso como uma vitória, verá agora meu avanço, à frente por seus sonhos! — AS mãos apontavam em direção aos seus inimigos. Seus braços eram desenhados com círculos que cada vez mais se tornaram mais marcados a pele como sangue que tira a palidez. Cada vez mais eles começaram a emanar um tipo de energia que todos poderiam sentir Até mesmo a chuva que corria solta, tocava ao chão com força, foi arremessada em direção aos homens da cavalaria, que seus corpos foram presados por seus cavalos.


— O que é isso meu rei? Será que ele fez algo tipo de contrato com um demônio?— O Homem olhava em direção àquele que ele via como seu mentor, uma graça e um tipo de deus. Seus olhos vermelhos, demostravam seu intenso cansaço e fadiga mental, que só poderia ser curada com palavras do seu rei.


— Demônio? Acha que o homem simplesmente recorre a algo tão longe de si, que precisa se buscar nas profundezas e nos piores lugares? Isso que ele é o sentimento que tenho em meu peito de maneira físico. Eu quero isso para mim! —Suas botas foram encharcadas com lama, mas mesmo assim ele não ligava com sua lamina reluzindo o olhar de seus subordinados.


— Pensa que ser rei o torna algo acima de nós? Está errado e as minhas laminas vão mostrar isso com seu sangue! — O homem começou a correr aos poucos o campo de batalha, de ritmo único, suas pernas não paravam nenhum um pouco, com um avanço sem fim. E suas laminas sendo tomadas pelos pingos da chuva.


— Eu não faço isso porque sou o rei, simplesmente faço porque isso me torna mais vivo! — se empunhou a espada em uma mão demostrando sua força, colocando suas duas mãos em sua espada mostrando sua ferocidade ao avanço.


— Isso torna tudo mais vazio ainda! — as laminas giravam aos poucos pareciam todas se movimentarem com o cair da água no campo de batalha. O alagamento nele trazia uma visão distinta, a lama que estava em tudo, os corpos que se submergiram e se tornaram parte da paisagem.


— Jovem será um excelente embate, demonstrarei a força que herdei! — A espada acima da cabeça descia com força, movimentos que atravessam tudo, em um ritmo sem igual. O corpo era levado de um lado para outro parecendo que a Própria espada o guiava, movimentos rápidos, que desciam ou subiam, em uma velocidade sem igual.


— Não pense que você vai conseguir me acertar. Olhe para o que eu posso fazer! — Suas laminas começaram a ter uma tonalidade mais clara, o corpo do homem começou a ser curado de todos os movimentos. O sangue que escorria em sua volta foi aos poucos sendo direcionado a direção da ponta da sua lamina, a tornando carmesim. Os pingos que caiam em sua lamina eram todos evaporados, com sua movimentação em direção ao seu oponente às laminas faziam sons que pareciam uma estranha melodia feita de vapor.


— Além de fazerem contrato com os demônios, fizeram também com as serpentes? Isso é muito engraçado, pela força que usam com certeza querem o que eu quero também. Pensando bem vocês já tem o que eu quero. Esse sentimento que vem do feito e deixa para trás os sentimentos obscuros, uma luz no coração que é a ferramenta para tudo queimar! A QUERO ME DÊEM! — Seus pés mais a frente levantam a lama em direção ao seu oponente, um golpe forte que o levou para um recuo. A espada deslizava na lama, a tornando marrom por completo. E o corpo era coberto totalmente por essa lama.


— Por querer o nosso poder, você ate mesmo usa aquilo que cobria o corpo dos seus servos como um escudo, para se defender do meu veneno? Então eles até mortos são como um meio para sua vitória? Você é realmente um monstro e deve cair! — A lamina evaporava mais ainda, seu tom se tornando mais carmesim, fatiava os pingos sem parar, tentando achar assim um momento certo para um golpe critico.


— Se são meios para mim, isso é uma verdade. Por isso os usarei para tentar alcançar o que tem em seu coração, cobiço esse poder para deixar tudo como deve. Eu irei me proteger, cobrirei meu corpo por completo para poder te alcançar e ter o sentimento profundo do coração! — sua forma de antes se escondeu em meio à lama, seu corpo não sendo possível de ser visto, sua lamina não reluzindo mais, seu olhar era a única coisa que não se escondia, era um tom azul que consumia tudo como o mar.


Os vultos começavam a descer com o acabar da chuva. Todos negros, com suas penas duras ao voo, suas assas faziam sons mecânicos com o bater, as garras dos seus pés tão afiadas que pareciam metal. Sua calmaria esperando todo no campo de batalhar acabar deixava um ar de mistério esperando seu banquete estar disposto. Seus corpos moviam de maneira única com suas assas batendo sem parar quando o encontro de laminas acontecia, um vulto como eles segurava sua espada com força disferido rajadas de ataques com muita energia, enquanto o outro se movimentava rápido mudando de direção a cada golpe, com suas laminas pulsando com o vapor. Eles esperaram, esperaram, esperaram até o momento que todos os pratos estavam na mesa.


— A batalha acabou nós agora temos nossa liberdade, podemos fazer tudo que fomos negados pelo desejo do rei e deus súditos, vamos trazer a evolução a todos!— Com suas palavras vigorosas o homem olhava para o campo de batalha e cantava sua vitória, o rei e seu exercito foi todo destruído sem sobrar nada. As linhas no corpo do homem brilhavam e traziam com isso o rugir de seus companheiros.


— Com o inicio de uma nova era precisamos acabar com aquilo que é do passado, chamem os corvos para se alimentar do passado! — Um grupo de mulheres levantavam seus cajados ao alto. Elas soltavam suas vozes como um canto a todos os animais, que respondiam, e com os corvos mergulhando em seu banquete.


— Partiremos agora para a capital! Vamos destruir com a realeza é trazer a liberdade a todos oprimidos! — O homem com suas laminas carmesim, subiu em seu cavalo e cavalgou em direção ao sul.


As penas ao chão da luta entre os corvos, para ver qual comeria mais corpos de homens, lutaram e lutaram, encheram suas barrigas aos montes. As partes que mais gostavam eram aqueles que continha mais liquida sangue espesso para encherem seus bicos, essas partes os corvos bicavam e rasgavam sem parar, buscando o que enchia seu estômago. A parte que mais gostavam era o depósito natural de sangue, o coração, que após morto mantinha uma grande quantidade de sangue, e as artérias excelentes para as garras destroçarem. Mesmo assim era uma fonte difícil de achar, guardada por ossos e outros órgãos, que fazia parecer estar escondido em meio de tudo. Mais penas e mais penas, depois disso achavam o coração. Comeram aos montes de vários guerreiros, mas um foi estranho mesmo depois de parecer morto ainda batia na boca do corvo, confuso tentava o corta com seu bico afiado, tentou e tentou, até o momento que conseguiu após isso seu corpo caiu sobre aquele que era o dono do coração, o rei.


— O que houve comigo? — Sobre as penas um corpo totalmente novo, ainda com uma forma um pouco confusa, assas deformadas, e seus pés e mãos com longas garras, e seu rosto coberto com penas.


— O que eu me tornei! Quem ousa transformar o rei em uma criatura!— seu corpo sangrava um pouco, no lugar onde saia um pouco de penas cobertas com sangue, parecendo novas. Seu rosto mudou, as penas caíram e seus olhos ficaram amarelos, e seu cabelo se tornou branco.


— Preciso fugir, antes que me vejam, eu não sou eu mesmo, ou sou? Não importa tenho que se esconder por agora, e depois descobrir se eu sai vitorioso na batalha, ou foi morto! — Ele foi em direção ao corpo perto do seu, que usava um grande manto, e portava um cajado.


— Pegarei tudo para mim, preciso ir rápido!— Rapidamente tirou as roupas que o homem vestiu, viu que escondia perfeitamente as penas em seu corpo e as assas. Por um instante tocou no cajado que o homem segurava, então dele começou a surgir círculos mágicos.


— O que eu sei magia? O que está havendo? — Ele apontou o cajado em direção ao relento, então dele saiu uma enorme quantidade de vento que fez os corvos saírem de onde estavam.


— Isso é um recomeço para mim? Usarei ele para conquistar o que talvez perder! Vou a diante a procura do vilarejo, preciso correr talvez ele esteja sendo saqueado!

26 Janvier 2021 15:06:28 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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À suivre…

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Adrss Nightowl To tentando, acho que consigo.

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