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Chefes de grandes organizações, Mori e Fukuzawa mantinham um relacionamento nas sombras regrado pela simples satisfação do prazer carnal.


Fanfiction Anime/Manga Interdit aux moins de 21 ans.

#bsd #pwp #FukuMori #sexo-gay-explicito
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Apenas entregue-se ao prazer (capítulo único)

Suas naturezas eram muito diferentes, e o único momento em que a deixavam de lado era ao entrar pela porta do pequeno escritório no subúrbio da cidade, exatamente com o objetivo de ser o lugar de encontro para se satisfazerem. Nunca era combinado, apesar de haver o entendimento de estarem ali em algum dia do final de semana. Por isso, nem sempre acabavam se esbarrando, afinal, seus cargos os impediam de sair livremente por aí para transar com o inimigo, mas se até mesmo o presidente da Agência de Detetives Armados, um homem correto e com moral aos olhos alheios, o fazia por razões que Mori em raras circunstâncias conseguia compreender, não faria tão mal assim que também se arriscasse.

Então, com o relógio em seu pulso marcando onze e quatorze da noite de sábado, o chefe da Máfia do Porto se encontrava mais uma vez encarando os olhos de seu amante impassível com os lábios dele grudado nos seus, a língua explorando sua boca enquanto o contato visual era mantido. Deixou-o que o pressionasse contra a mesa, mesmo hoje, estando com muitas questões para resolver, julgou que valeria a pena ir até ali e desfrutar de um pouco de prazer para relaxar. A pressa levava a imperfeição, mas ainda assim uma foda rápida com o outro podia ser tão boa quanto uma noite inteira fazendo apenas isso.

Então deixou que ele tomasse as rédeas das preliminares, e Fukuzawa o fez bem, envolvendo uma das mãos nos cabelos negros enquanto a outra segurava a cintura de Mori, expondo a pele pálida do pescoço dele, sendo também uma área sensível, que abocanhou em mordidas contidas, mas que deixariam seus rastros mais tarde, arrancando um gemido arrastado do mafioso em seu tom manhoso. Logo em seguida deslizou a língua pela extensão, tendo em resposta Ougai esfregando seus corpos um no outro, causando uma fricção excitante, principalmente em sua ereção já bem visível.

Ele subiu a mão até os botões da camisa social, desabotoando-os com pressa, e para ajudar, Mori se desfez de sua própria gravata e sobretudo, esgueirando as mãos enluvadas até os ombros do presidente da agência, despindo-o da mesma peça de roupa, se adiantando ao desfazer as amarras do kimono. Teria aproveitando melhor a vista do peitoral nu de Yukichi, até mesmo explorado aquela região, se ele não tivesse descido seus lábios quentes para seus mamilos, judiando deles e o fazendo soltar mais alguns gemidos.

Mesmo assim, ainda que as preliminares estivessem tão prazerosas, o chefe da Máfia do Porto tinha pressa e um pênis duro o lembrando que precisava de alívio, então, agarrou os cabelos de Fukuzawa o forçando a levantar a cabeça a sua altura com um olhar de desafio que foi impossível não responder com um sorriso zombeteiro. Seus dedos contornaram as bochechas do amante, enfiando um par deles na boca alheia.

— Vamos logo com isso. — Disse, sem muitas explicações, afinal não as devia nem mesmo a seus subordinados muito menos ao inimigo.

— Como quiser. — Yukichi respondeu, a expressão séria na face, que Mori havia aprendido a ler recentemente, mostrando que não fora do agrado dele a sua exigência.

Fora a cara feia, o que mais o ex assassino poderia fazer? Foder-lo com força para descontar suas frustrações? Provavelmente; e Ougai poderia lidar de bom grado com essa consequência, por isso deixou que o outro o virasse contra a mesa, descesse suas calças e cueca, pegando em seu pênis e iniciando uma masturbação, em simultâneo em que sentiu um líquido frio em sua entrada e os dedos dele massageando o local.

Fukuzawa distribuiu o restante do lubrificante em seu próprio pênis, começando a preparar o moreno introduzindo o primeiro dedo, o sentindo tenso, mas logo o outro estava rebolando contra seu digito quando colocou o segundo. Encerrou a masturbação que fazia no outro, enlaçando sua cintura novamente, o puxando para longe do apoio da mesa e para perto de seu corpo. Queria ver cada expressão de prazer que sairia de seu inimigo assim que começasse a foder-lo, sua boca que sempre o provocava e sorria com escárnio se abrir em busca de fôlego e proferir gemidos sem pudor.

Iniciou um beijo ardente enquanto alinhava seu pênis na entrada de Mori, começando a penetrá-lo devagar, pode senti-lo estremecer levemente em seus braços e ofegar em seguida. Não demorou muito para que já estivesse completamente dentro, e conhecendo seu amante, sabia que ele não gostava de ser tratado com delicadeza, assim o contato de suas línguas foi quebrado quando deu início aos movimentos, preenchendo a sala com o som de seus corpos se chocando.

— Quero que você goze apenas com eu te fodendo, boss. — As palavras sibilavam por sua língua com a última palavra carregada de ironia, segurando uma das mãos de Ougai que até então estimulava seu próprio pênis em busca do clímax.

— Maldito. — Cuspido por entre os dentes cerrados com o olhar de reprovação que recebeu em resposta deixou claro que o homem não havia gostado de te-lo tomando o controle, mas naquele momento quem o tinha era Yukichi e aquela seria sua pequena punição pela pressa do chefe, que em outro dia faria com que ele pagasse apropriadamente. Afinal, mesmo que Mori tentasse ao máximo intimida-lo, ali só conseguiria com que aumentasse o ritmo de suas estocadas dentro dele.

Fukuzawa ficou satisfeito ao vê-lo fazer como queria, não conseguindo mais se segurar, gozando com suas mãos sendo mantidas contra seu peito e seu pau entrando e saindo de dentro dele. Sucumbindo também ao prazer; se desfez em seguida com um suspiro de satisfação. Ainda ofegante o chefe da máfia se soltou de seu aperto, o sêmen escorrendo por sua entrada e pernas. Teria o ajudado a se limpar se o mesmo não o tivesse feito sozinho, em seguida vestindo o restante de suas roupas espalhadas pelo chão, Yukichi fez a mesma coisa que ele, ambos ficaram em silêncio.

Essa era a regra de ouro implícita desse relacionamento baseado em sexo: sem perguntas inconvenientes ou ameaças por seus postos na hierarquia em Yokohama. Assim como ele, Ougai sabia desde que tudo começou, há anos atrás, quando Fukuzawa ainda não era o presidente da agência e Mori o chefe da máfia, seus ideais e objetivos de vida eram muito diferentes, mas isso não impediu que algo carnal surgisse entre eles, porém, nunca se resumiria a nada além disso, porquê se um dia houve a possibilidade de existirem sentimentos além do desejo ficou em um passado distante.

Agora, suas crenças e responsabilidades estavam formadas, não havia como escapar, sem contar que nenhum deles desistiria tão facilmente de sua organização. Seriam inimigos até o fim, ainda que se ajudassem raras vezes quando motivos em comum se apresentavam, por tal razão, Yukichi não ficou surpreso que após se vestir completamente, Mori lhe direcionou apenas um breve olhar antes de ir embora, tal como Ougai, estava mais preocupado em traçar planos para resolver as questões de seu trabalho.


27 Novembre 2020 23:37:06 0 Rapport Incorporer Suivre l’histoire
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La fin

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