Blog do Escritor Suivre un blog

blog Jackie Inkspired Blogger Era uma vez... mas nem toda história começa assim. Lá estava ele: o computador, aberto no tear de vidas. E a personagem. Estava tudo certo, mas, então, ela viu o autor. Curiosa, seu dedo quase o alcançou, e a roda do tear girou. Foi assim que as coisas se tornaram tênues: um toque e tudo daria errado, outro diferente e daria muito certo! A Bela Adormecida representa a fragilidade dos elementos construtivos da história. Uma história não vem pronta, ela é construída com enredo, sinopse, capítulos... O tear representa essa construção, enquanto que a agulha é o perigo de tudo desandar com sua Bela Adormecida. Nós queremos, neste blog, mostrar a vocês dicas para que consigam tear histórias cada vez mais harmônicas.

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Liberdade de escrita

Olá, tudo bem?


Para todo escritor, é importante ter liberdade para lidar com os assuntos sobre os quais está inserindo em seu livro. Cada autor tem sua própria maneira de fazer seus textos e de expor seus pontos de vista. Todo autor ama passar seus recados na escrita e se satisfaz quando percebe-se compreendido.


Para que as pessoas compreendam tudo aquilo que o autor está querendo passar, no entanto, é preciso que ele tenha sensibilidade, porque certos assuntos não são fáceis de serem passados aos leitores devido à complexidade do que pode estar incluído ali.


Uma coisa bastante inconveniente, por exemplo, é quando o autor escreve seu ponto de vista em base privada e não busca nada que possa agregar ao tema discutido. Nesse caso, se forem experiências de vida, podem ser ideias válidas, agora, se for algo mais relativo ao geral que o público precisa de um direcionamento, é preciso ter tato de buscar mais acerca do assunto e repassar as diretrizes mais importantes para que todos entendam de forma correta o que se queria dizer e mostrar com o que foi incluído na história.


Não é correto opinar sobre certos assuntos sem antes verificar todas as vertentes que possam interessar ao público. Como dito, baseado em experiências pessoais que te levaram a vivenciar o assunto lidado diretamente é uma coisa, agora tentar influenciar pessoas sem base legal para falar ao público não é indicado, uma vez que, se nada sabemos do assunto, podemos estar falando nada além de bobagens.


A diferença quando escrevemos textos com bases garantidas, contendo informações corretas é que eles podem até auxiliar os leitores que estão passando por aquilo também a tratarem do assunto com mais firmeza e segurança. Como autores, devemos ter responsabilidade para repassar a verdade; já que, dependendo do que falamos, podemos auxiliar ou prejudicar o leitor.


Textos mais realistas e que dão respaldo com credibilidade aos leitores são muito preciosos e podem fazer com as pessoas possam ter mais influência para tratarem o que interessa com mais abonação. Seja um escritor que sabe como usar sua liberdade de escrita de forma inteligente.


Texto por: Amanda Luna De Carvalho

Revisão por: Karimy

10 Août 2022 00:00:28 0 Rapport Incorporer 3
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“Escritor triste, é escritor produtivo” Será mesmo?

Olá, tudo bem?


Há muito tempo que algumas pessoas ouvem falar que escritores só produzem quando estão numa situação emocional muito ruim ou afundado em depressão. Mas será que isso é verdade? Até que ponto certas situações influenciam na escrita de um autor?


Levando em consideração a amostra que tivemos sobre o assunto nos últimos anos por causa da pandemia, isso pode ser algo verdadeiro para alguns autores, até porque cada ser é diferente, então já digo que não está tudo bem generalizar.


Houve um momento em que era considerado bastante comum e até rotineiro que determinados escritores tivessem hábitos que fomentavam essa ideia de que escritores apenas escreviam quando estivessem tristes ou algo parecido com isso.


Na Década de Sessenta, por exemplo, onde havia costumes de alguns escritores terem um tipo de vida mais eclético e mais livre, era frequente essa conduta. Foi um tempo diferente, onde valores e modos foram repensados por uma geração inteira. E é bom aqui lembrar que, muitas coisas que são consideradas retrógradas hoje, foram definidas por pessoas tidas como modernas na época.


Com o advento da internet, esse tipo de pensamento caiu um pouco por terra. Atualmente, onde a era das informações rápidas acontecem a cada segundo, é comum os escritores terem um ritmo de vida mais focado em organização, uma vez que o tempo é cada vez mais curto.


Na verdade, em parte a afirmação de que escritores só produzem quando estão passando por maus bocados decorre de um mito, porque estamos falando de períodos diferentes, onde coisas diferentes eram focadas. Houve momentos em que os escritores, uma vez que tinham suas vidas mais desregradas, apenas conseguiam escrever em determinados momentos de suas vidas.


Porém isso, como dito anteriormente, aconteceu num momento passado e atualmente os escritores têm rotinas mais reguladas e é até mais recomendável que tenhamos uma rotina corriqueira para termos uma produtividade eficaz naquilo que estamos escrevendo.


Tomando esse tempo de pandemia como exemplo mais uma vez, podemos lembrar de autores que produziram bastante, mas também houve aqueles que ficaram estagnados, sofrendo do terrível bloqueio criativo, justamente por não gostarem de escrever quando suas mentes estão tomadas pelo caos causado pela situação atual.


Lembre-se: os escritores produzem quando produzem, e ponto. Cada um tem o seu ritmo, então respire fundo e aprenda a reconhecer, aceitar e respeitar o seu.


Texto por: Amanda Luna De Carvalho

Revisão por: Karimy

30 Juillet 2022 00:00:25 3 Rapport Incorporer 5
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Existe luz quando acaba a ideia antes de chegar no final da história?

Caro escritor, espero que esteja tudo bem com você, pois o papo de hoje será uma pergunta que, desde o primeiro momento que você pensa na ideia da sua história, você deve prever, assim como esses questionamentos abaixo:


1. Quando você pensar na narrativa, se pergunte: Tenho uma história suficiente até o final?


2. Preciso aumentar o número de personagens? Ou me limito para não aumentar tanto a ponto de ficar sem argumentos no enredo?


3. As ambientações serão suficientes para toda a contemplação do mundo, dos personagens e do que envolverá a história?


Além disso:


4. Saiba correr de argumentos “e se fosse assim”; não ouça essa voz, porque ela quer que você enrole os seus leitores. Não se atenha ao possível talvez na história.


5. Se atenha às afirmações mentais; isso acontecerá porque isso envolverá tais personagens e tais acontecimentos. Seja pertinente ao fechar cada contexto da sua narrativa.


A base da sua história é formada por perguntas e por algum objetivo que você fundamentou, pense como um grande teórico ou um filósofo mediante à sua história. Não estamos pedindo para você ser um Platão ou um Aristóteles, e sim que você tenha ciência de cada pensamento que você demonstrará no papel digital. Pense que você quem fundou cada personagem, cada objeto estruturado na história. Por favor, não se perca! Senão os leitores também se perderão.


Caso você esteja no beco sem saída neste momento, e não se atentou a todos esses vieses, não pense que isso é o fim, e sim o recomeço. Leia a sua história nesse instante como um leitor, e após fazer isso, até pense como um leitor: Como eu gostaria que essa história terminasse? Será que seria melhor o personagem caminhar para esse ou aquele lado? Escreva essas perguntas e após isso retire o seu lado leitor de jogo e coloque a tua verdadeira face de escritor e escreva as respostas. Garanto que você se encontrará.


Nada de pensar que não tem saída, saiba que você também pode contribuir ainda mais com a sua ideia. Sabemos que cada um possui uma maneira de se expressar e caminhar quando a história parece se afinar tanto, mas você como autor conseguiu organizar tudo até aqui, realinhe os pensamentos e você será mais do que capaz de melhorar ainda mais a narrativa.


Caro escritor, o que você aconselha a outros autores quando a luz das ideias termina antes de chegar no final da história?


Texto por Ruana Aretha Beckman

Revisão por: Karimy

20 Juillet 2022 00:00:20 0 Rapport Incorporer 5
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Como interagir com os seus leitores?

Olá, tudo nos conformes, queridos escritores?


Esperamos que sim, pois o tema de hoje tem um apreço fundamental por quem nos lê e engaja não somente a nossa narrativa, mas também a forma como podemos contagiá-los com cada performance em nossas histórias.


Vamos citar um artigo brasileiro hoje, ‘’Escritores de blog: interagindo com os leitores ou apenas ouvindo ecos?’’, Por Luccio & Costa (2007). Neste artigo eles tiveram como intuito entender os impactos que a escrita digital e a tela do computador podem ter nos escritores e leitores e a partir disso criaram cenários e entrevistaram participantes com o objetivo de analisar pelos depoimentos a interação leitor x escritor.


Você deve estar se pensando: Mas isso é para blog, nós apenas escrevemos narrativas. Podem ser planetas um pouco distantes, mas a direção é a mesma: precisamos compreender que a interação é muito importante para facilitar e destacar a escrita independente do campo e que o nosso público sempre será a nossa referência de crescimento profissional.


O primeiro cenário embasado pelos autores é sobre a Antiguidade grega e romana. Pensem em como antes os textos eram escritos em rolos enormes e que o leitor os deveria segurar nas mãos durante a leitura, imaginem o quanto deveria ser pesado? Sim, precisamos enfatizar como a história por trás da escrita é interessante para chegar na atualidade.


Momentos mais tarde, no século XV, houve uma grande revolução devido à invenção da imprensa, dando lugar a outro cenário, pois a imprensa favoreceu a popularização do acesso às obras literárias, que até então era somente possível reproduzir texto copiando-o à mão. Essa revolução possibilitou a formação de profissionais de texto, tipógrafos, impressores, livreiros, corretores e editores e todos estes se tornaram essenciais na confecção e reprodução de obras.


Para Chartier (1998, p.103):

"...O leitor não pode insinuar sua escrita a não ser nos espaços virgens do livro... Se o leitor pretende, todavia, inscrever sua clandestinidade no objeto, ele só pode fazê-lo ocupando sub-repticiamente, clandestinamente, os espaços do livro deixados de lado pelo escrito: contracapa do encadernamento, folhas deixadas em branco, margens do texto, etc. (Chartier, 1998, p. 103)".


O autor Chartier afirma que as opiniões e críticas dos leitores devem somente se deter em espaços secundários e limitados, ou seja, nos espaços deixados em branco, tal como margens, folhas em branco ou contracapa. Percebemos como esse autor é bastante rigoroso consigo, risadas.


Mas temos que ter em mente que o viés que ele diz é relevante e você como escritor não pode deixar dúvidas nos seus leitores. Você deve, sim, interagir em toda a narrativa, criando um link nas histórias e acendendo um ponto de dúvida nos leitores para que perguntem nos comentários sobre tal acontecimento. Crie perguntas para os seus leitores.


Nesse mesmo artigo, os autores Luccio & Costa (2007) apontam que o sucesso dos blogs vêm a partir desse link criado através dos comentários das publicações e isso é responsável pelo êxito e popularidade. Em consonância a isto, os leitores fazem críticas e comentários, e assim, com o passar do tempo, você como autor responderá, criando uma reciprocidade com o seu leitor.


Lembre-se: interações são as bases para obter respostas de nossas histórias. Será que estamos caminhando com os nossos leitores e correspondendo às expectativas? Pergunte-se, pergunte aos seus leitores!


Texto por: Ruana Aretha Beckman

Revisão por: karimy

10 Juillet 2022 00:00:41 0 Rapport Incorporer 3
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