yukisenpai Yukki Kenji

Yuuto acabou se envolvendo em um acidente e morreu. Mas sua vida não acabou por ai. Após sua morte ele acorda em uma floresta, em um lugar desconhecido, pouco depois descobre que já não está mais no japão e sim em um cenário medieval, onde a existência de outras raças além dos humanos é comum. A partir dai Yuuto começa a viver uma vida bem diferente de sua antiga, e acaba se envolvendo em uma guerra, entre demônios e humanos.


Fantasía Medieval Sólo para mayores de 18. © Todo o conteúdo apresentado nessa obra, é de minha total responsabilidade, todo conteúdo apresentado veio expressamente de meus pensamentos, qualquer uso sem o meu consentimento ou as devidas informações e autoria será denunciado como plagio.

#romance #fantasy #magic #demons #accion #magia #isekai #otaku #ação #estilo-anime #anime-style
0
1.2mil VISITAS
En progreso - Nuevo capítulo Cada 10 días
tiempo de lectura
AA Compartir

O fim e o recomeço.

"Tum-tum"... "Tum-Tum"... Ouço as batidas do meu coração, "Tum... Tum" lentamente vão desaparecendo, um vázio profundo preenche minha visão, "Tum... ... Tum..." Me sinto caindo em uma imensa escuridão.

— Eu... morri?

— Ei... . Escuto uma voz distante

— Ei... Você... . A voz fica cada vez mais clara.

— Ei! Você está bem? Acorde. Alguém me balança

— Hum... ?. Abro lentamente as pálpebras dos meus olhos.

— Onde estou?. Pergunto confuso.

— Na floresta. Me responde a pessoa.

— Floresta? Que floresta?. O pergunto ainda confuso.

— Yamai... Floresta Yamai. Me responde ela.

— Yamai? Nunca ouvi falar desta floresta no Japão. Digo a ela.

— Japão? Hum(pensa*)... Nunca ouvi falar desse lugar, é alguma cidade longe daqui?

— Hã? Japão é um país não uma cidade. O respondo assustado.

— Nii-chan, está tudo bem com você? Não há nenhum país com esse nome por aqui, todos que eu conheço são: Reino de Zefuras, Reino de Hydra e o Reino de Iggras.

— São as terras do Norte, sul e leste, e nenhuma delas possui tal país.

— Todos sabemos que a Oeste daqui a o reino dos demônios. Me explica ele.

— O que está dizendo oji-san!? Zefuras, Hydra, Iggras... Eu não entendo, e o que quer dizer com demônios!?. O questiono confuso.

— Nii-chan, está tudo bem? Será que isso é... amnesia!?

— Coitadinho, já nessa idade tendo problemas de memória.

— Já sei! Venha comigo, te levarei para comer alguma coisa lá em casa, você parece confuso, talvez seja desidratação. Me diz o homem.

Duvido por um pouco, mas permanecer por aqui não vai me levar a lugar algum, então decido segui-lo até sua casa. No caminho algo me chama a atenção, ha um vilarejo a diante, todas as construções são da era medieval, construções de pedra e madeira.

— Que lugar é este?. Pergunto ao homem que caminha mais a frente.

— Está é Yulla, o vilarejo na floresta de Yamai. Me responde ele com um sorriso.

— Yu... lla. Meus pensamentos ainda permanecem confusos.

— *O que aconteceu comigo, tenho certeza de que eu estava indo para a escola, quando...*. Um enjoo me ataca.

Coloco a mão em minha boca, meu corpo treme, me sinto assustado, me lembro perfeitamente do que aconteceu...


[Algumas horas antes]

— Yuu (balança* balança*), levanta ou você vai se atrasar. Alguém tenta me acordar.

— Yuu (balança* balança*) Rumm... (faz bico*).

— YUU A-COR-DA!!!(pula*). Alguém pula em cima da minha barriga.

— Buha! O que está fazendo Rin!?. Pergunto a garota sentada sobre mim.

Rin, minha irmãzinha de 8 anos, seu rosto redondo e seus longos cabelos, deixam quase impossível brigar com ela, sua fofura me faz acorda com animo todos os dias.

— Yuu-nii-chan não queria acordar, Hunf* (faz bico*). Diz ela.

— (sorri*)Entendo... Entendo, isso não é algo que se faz com o seu irmão... você merece um castigo (sorri malvadamente*).

— Técnica secreta, ataque de cocegas!. Começo a fazer cocegas nela.

— Hahaha hahaha Yuu-nii-chan hahaha pa haha ra. Tenta resistir ela.

— hahaha... hahaha... hahaha, minha barriga "tá" doendo, hahaha. Fala ela.

— Pronto! castigo aplicado. Sorrio pra ela.

— Ah! Eu vou me atrasar. Levanto correndo da cama, me troco e desço.

— Bom dia Yuu-kun. Diz minha mãe.

— Bom dia mãe e tchau. Digo apressado.

— Você já vai? Tome seu café pelo menos. Insiste ela.

— Não posso mãe, eu levo isto. Pego um pão e saio comendo-o.

— Tenha um bom dia Yuu-kun. Me diz ela.

— Até mais Yuu-nii-chan. Diz Rin.

— Estou indo (sorri*). As respondo.

Parto apressado em direção a escola, as ruas estão movimentadas como nunca.

— Vamos... vamos. Espero o sinal abrir.

Ao longo do caminho me deparo com uma garotinha, a garotinha parece haver se perdido.

— (suspiro*) Estou vendo que não é hoje que chegarei a escola. Me aproximo dela.

— Está tudo bem?. A pergunto

— Snif* Snif* (limpa as lagrimas dos olhos*).

— Eu não sei a onde está minha mãe, snif* snif*. Diz ela.

— Entendo, onii-chan vai te ajudar a encontrar sua mãe. Estendo minha mão para ela.

Ela duvida, eu sorrio, então ela pega minha mão. Caminho ao lado dela por algumas ruas, logo adiante paramos em um sinal (Semáforo).

— Ah! Mamãe. Diz ela.

A garota corre em direção a mãe do outro lado da rua, o sinal ainda permanece fechado, a garota parece não perceber, um carro em alta velocidade vem em direção a ela.

— Cuidado!. Grito.

Largo a minha mochila no chão, e saio correndo em direção a garota, com um salto a empurro fora da trajetória do carro, mas, ao mesmo tempo me coloco no lugar dela, o motorista então percebe minha presença... Mas já era tarde de mais. Derrapadas, gritos e o som de algo se chocando contra o carro, minha visão fica turva, sinto meu corpo gelado, não sinto nem mesmo um músculo se quer, meus pensamentos vão em direção a minha casa, vejo o sorriso que me deram antes de partir.


[Yulla - Floresta Yamai]

Lágrimas começam a rolar sobre meu rosto, o homem vem até mim.

— Nii-chan, está tudo bem? Você parece... abalado. Diz ele

— (enxuga as lágrimas*) Está tudo bem, não foi nada. Respondo a ele.

Ele me olha por alguns instantes e diz:

— Vamos, entre.

Adentro a pequena casa.

— Estou de volta. Diz o homem.

— Papai! (abraça*). Uma garotinha corre e o abraça.

— Esta é minha filha, Suzi. Diz o homem.

— Quem é esse papai?. Pergunta ela.

— Hum... (pensativo*) Parando pra pensar, você ainda não disse seu nome.

— Eu sou Robert. Diz ele.

— ... Me chamo Yuuto. Respondo.

— Yuu... to? (balança a cabeça para o lado*). Diz a garotinha tentando pronunciar o meu nome.

Meus olhos se enchem de lágrimas novamente.

— Você não parece nada bem nii-chan. Diz Robert.

— Não é nada (limpa o rosto*), só me lembrei de alguém. Respondo a ele.

Robert me olha com um pouco de dúvida, mas logo continua.

— Yuuto vai comer com a gente hoje, por que não pega alguns pratos, Suzi?. Diz ele a filha.

— Sim!. Responde ela animada.

Robert prepara a comida, enquanto isso tento assimilar tudo o que aconteceu comigo.

— *É quase impossível acreditar que eu... morri, tudo aconteceu tão rápido, parece que não houve tempo para nada, nunca pensei que eu reencarnaria em outro lugar, acreditava que a reencarnação seria em algum bebê, mas... permaneço com a mesma aparência de antes, invocação... talvez? Isso é lá possível? (suspiro*) Isso não me leva a nada.*

— Está na mesa!. Diz Robert.

— Eba!!!. Grita Suzi.

Me sento a mesa e como com eles.


[2 Anos depois]

— Ahhh (Espreguiça*) Hoje é o dia... . Me levanto e saio da pequena casa.

— Bom dia Robert-san.

— Oh, bom dia Yuuto! Já se preparou?. Diz Robert

— Falta algumas coisas, mas está tudo bem. O respondo

— Yuuto! (abraça*). Suzi me abraça.

— Suzi-chan, bom dia (sorri*). A respondo passando a mão em sua cabeça.

Já fazem dois anos que vim pra cá, Robert me deixou permanecer na casa nesses tempos, mas acho que já abusei de mais de sua boa vontade, por isso me inscrevi na academia de cavaleiros na capital, um mensageiro veio trazer a noticia de que fui aceito. Nesses dois anos aprendi muito sobre este lugar, aprendi a ler e escrever também, Robert é um lenhador, então eu meio que ganhei uma boa experiência com isso, além de alguns músculos haha.

— Robert-san, precisa de ajuda com o trabalho de hoje?. O pergunto.

— Não se preocupe com isso Yuuto, descanse para á viagem, serão 3 dias até a capital. Responde ele.

— Não tem problema Robert-san, o senhor já fez bem mais por mim (sorri*). Insisto.

— (suspiro*) Você nunca aceita o que eu digo não é mesmo? Sempre querendo ajudar...

— Tudo bem, então vá pegar aquelas madeiras ali, preciso dela cortada para hoje a noite. Me instrui ele.

— Certo. O respondo e começo a trabalhar.

No meio do dia, começo a me preparar para a viagem.

— Hum, não preciso de muito, me disseram que tudo seria me fornecido por lá.

— Certo, acho que é tudo! Hora de ir. Pego minha mochila e saio.

Do lado de fora Robert e Suzi aguardam ao lado da carruagem.

— Então é isso... . Diz Robert.

— Sim, estou indo... Obrigado por tudo Robert-san, você ajudou a um estranho como eu sem querer nada em troca, eu sou muito grato. O agradeço.

— Não se preocupe com isso, nossas portas estarão sempre abertas para você. Diz ele com um sorriso.

— Yuuto-nii, tome cuidado né. Diz Suzi.

— Obrigado Suzi, eu terei(sorri*). Sorrio e passo a mão em sua cabeça.

— Virei visitá-los assim que possível. Os digo antes de entrar na carruagem

— Boa sorte, Yuuto. Diz Robert.

— Bye Bye. Diz Suzi.

Entro na carruagem e parto em direção á capital, o caminho vai ser longo e cansativo.

Seguimos em frente até o anoitecer, o cocheiro então diz:

— Teremos que parar por aqui, é perigoso conduzir á noite.

— Tudo bem, sem problemas. O Respondo.

Descemos da carruagem e montamos acampamento ao lado. A noite está clara, a lua está em seu auge, todo o seu brilho e charme clareia a estrada em que paramos, deito ao lado da fogueira e durmo por alguns instantes.


...

— Ei (balança*) Ei... . Alguém me chama enquanto balança meus ombros.

— Hum... ?. Acordo um pouco sonolento.

— Lobos estão se aproximando. Diz o cocheiro.

Rapidamente pego algo próximo a mim, um pedaço de pau.

— Fique quieto e logo passaram. Cochicha ele.

Permanecemos imóvel e deitados na grama alta, os lobos passam lentamente pelo mato alto.

— Ufa! Conseguimos. Diz o Cocheiro.

De repente, dentro da grama alta um lobo aparece, com seus dentes afiados rosna para nós.

— Sem... Movimentos... Bruscos. Diz ele.

O lobo então salta em direção a ele, sem muito pensar, desfiro um golpe frontal na cabeça do lobo, o lobo então cai ao chão desacordado. A matilha de lobos ficam em alerta, mais e mais lobos começam a surgir, tento desesperadamente atingir a todos, mas são muitos e não parecem que irão desistir tão fácil assim.

— Tsc, maldição. Reclamo da situação.

— Vamos morrer!. Grita o homem.

— Cale a boca, está atraindo mais deles para cá. Digo a ele.

De repente os lobos começam a se afastar, suas expressões são de medo, parecem temer algo que vem pela estrada.

— (passos de cavalo*)

Alguém se aproxima montado em um cavalo, sua silhueta parece a de uma garota, mas, acima de sua cabeça, algo como um chifre se faz visível na escuridão.

— D-demônio!. Grita o cocheiro.

— Hã!?. Me espanto.

Rapidamente o cavalo começa a correr e então... salta sobre nós, assim, indo embora para bem longe.

— O que foi isso... ?. Pergunto a ele.

— N-não sei, e nem quero saber! Acho melhor irmos embora. Responde ele.

Recolhemos nossas coisas e partimos de madrugada, continuamos em direção á capital por mais dois dias.







15 de Marzo de 2020 a las 17:57 0 Reporte Insertar 0
Continuará… Nuevo capítulo Cada 10 días.

Conoce al autor

Yukki Kenji Não tenho medo de morrer , tenho medo de não estar vivo - Rokuro

Comenta algo

Publica!
No hay comentarios aún. ¡Conviértete en el primero en decir algo!
~