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gabriela-j-reis1537017349 Gabriela J Reis

Um humano, que fazer de uma cidade sobrenatural seu novo lar. Stiles vem de um relacionamento fracassado aonde seu ex amante o traiu e o trocou por um amante, alguns anos mais jovem que ele. Com a ajuda de um amigo, ele se estabelecer em uma nova cidade. Mais só esqueceram de avisa-lo, de uma coisa antes, dos perigos de se viver em uma cidade com uma população de grande maioria sobrenatural. E ai que começa o seu primeiro pior erro....


Fanfiction Series/Doramas/Novelas Sólo para mayores de 18.
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Chapter 1

Maldito seja lágrimas pinicam por trás de minhas pálpebras, depois do chute que levei do meu ex amante. Cinco anos juntos, exatamente jogados no lixo, depois de ser trocado por um twink anos mais jovem, do que eu era. E eu só tinha 28 de estrada, o que ele queria um adolescente para aquecê lo na cama, talvez seja.

“Merda” Desvie por pouco de causa um acidente, comigo mesmo, as coisas balançaram em feio lá atrás, tudo que eu tinha reunidos em duas bolsas e o caralho de uma caixa de papelão. Seguido reto para a cidade há quilômetros de distância da vergonha de ser trocado por um jovenzinho qualquer.

Conheci meu ex na faculdade mesmo de lá para cá vivemos em plena lua de mel, até ele aparece com a maldita ideia de não sermos mais exclusivos um do outro ao que parece o maldito queria conhecer pastos mais verdes.

Invés da nossa velha dinâmica de papai e mamãe.

Que se foda, eu claro não aceitei.

Ele se revoltou e saiu de casa, por três dias. Mais retornou dias depois, como um cão, com os rabinho entre as pernas.

Enganei-me pensando que tinha malditamente mudando de ideia.

Tiver a maldita sorte de chegar mais cedo do trabalho e encontrá-lo com bolas e tudo dentro do maldito twink em nosso sofá. O confrontei claro, e foi colocado pra fora. Mais não antes de catar cada objeto meu, daquela casa. Nunca mesmo, que deixaria minhas coisas para que seu novo amante usasse.

O que de resto me restou, foi ter feito uma ligação para um antigo amigo, e assim eu terminava por mim decidi naquela viagem.

A uma cidade que basicamente Judas perdeu as botas e talvez até as calças. Tudo porque meu amigo se encantou com um namoradinho, depois de uma súbita viagem de férias na dita cidade. E agora seria talvez minha vez de também fixar morada lá.

Depois de horas basicamente em uma estrada cheia de buraco, eu chegava enfim a placa de bem vindo da cidade que vivia meu amigo e seu namorado. Passei a mancha e adentrei, a uma estrada agora pavimentada.

Oh graças a deus, meu pobre corpo agradecia em muito por isso, não aguentava mais, aquele constante pula, pula em meus ossos. Que estavam a ponto de virar pó de tanto impacto constante.

Não vi problema a vista, com o aparecimento de meu SUV na pequena cidade, pelo o que meu amigo, citou por telefone a cidade era conhecida por receber muito bem a todos os seus recém chegados. Mais um motivo, para quê eu talvez fique. Pois bem agora era encontrar uma casa e depois quem sabe um trabalho. E também encontra ao bastardo do Scott, aquele pateta de queixo tonto e de cérebro minúsculo como um amendoim. Não sei mesmo, como aquele idiota encontrou, alguém como o Isaac, eu ainda estava mesmo pra saber disso.

Pensando no diabo, meu celular piscava no console do carro com um chamada do queixudo. O atendi via bluetooth e a sua voz ganhava a todo espaço disponível do SUV.

“Stiles, onde estás?” Perguntou afobado, e eu no mesmo minuto revirei os olhos, antes de o responde.

“Já estou na cidade, mascote.” Eu disse e algo caiu do outro lado da linha. E depois de várias reclamações e xingamentos, ele voltou a falar .

“Nem pense em sair do carro.” Disse e depois desligou, sem me deixa o confronta do porquê disso.

Mais UAI ele não disse que a cidade super tranquila com os visitantes, então porque disso agora.

Mil e uma idéias e teorias passaram se claro pela cabeça, até sua chegada, ele parou ao lado do meu SUV, desceu e bateu no vidro. Eu descia levemente o mesmo, e Scott mandou que o seguisse até sua casa e a de Isaac.

Eu lógica que fiz como mandando, mais com a língua coçando, para metralharam de perguntas do porque dele agir assim. Paramos em uma casa, construída a partir das rochas e do cascalhos, mais com madeiras como alicerce da varanda e do teto.

“Bela casa.” Assobiei claramente, e totalmente impressionado, para um mecânico Scott ganhava muito bem para morar numa casa como essa. Eu que trabalhei em um hospital, como enfermeiro chefe, nunca tiver uma casa para ao menos chama de minha, não era atoa que foi despejado do apartamento que vive os melhores anos de minha vida, se eu pudesse colocar desta maneira.

Merda, aquela dor de novo não!, levei até a mão de encontro, ao peito o massageando levemente, para que aquilo passagem logo, meu ex não merecia, mesmo quaisquer sentimentos vindo de minha parte, talvez só ódio.

Yeah, tirei a mão de lá e passei a focar ao homem de mente pequena a minha frente. Scott segurava de forma forte seu capacete, até achei que fosse quebrá lo com a tamanha força colocada sobre o pobre objeto.

“Então, o que me diz?” Joguei a isca, e Scott fingiu ser o maldito peixe, abrindo e fechando a boca. Até intrusão de pura sorte, diria eu, de Isaac que vinha em passadas bastante largas para nos recepcionar do lado de fora da casa.

“E bom revê- lo stiles “ Comentou o loiro sorrindo, depois que trocamos um abraço rápido.

“Digo o mesmo Isaac” Disse correspondendo ao seu sorriso, deveras contagiante.

“Venho pra ficar? “ Perguntou mordendo o lábio, não sabendo se vez o certo de ter perguntando, o depositei um tapinha brincalhão, o que fez sem dúvidas com que relaxasse.

“Ainda verei isso” Desta vez olhei na direção de Scott, que fingiu olhar prá longe, antes de convidá me para comer ago. De fato estava faminto,minha última refeição, tinha sido há vários quilômetros em um posto de gasolina.

“O que achou da cidade?” Pobre Isaac, se ele soubesse que eu não tivesse ao menos tempo de observar alguma coisa, antes de ser conduzido a força para seguir a seu namorado paranóico.

“Amor stiles chegou agora, depois mostramos a ele a cidade com calma.” Scott disse mais como resposta a minha pessoa do que para o namorado. Que apenas assentiu em concordância, dado me mais um de seus sorrisos calorosos. Não tinha dúvidas, que Scott tinha tido muita sorte, em ter alguém como Isaac, como seu único e verdadeiro amor.

“Que ajuda?” Ele perguntou depois que estávamos ambos lá fora, perto de meu SUV, abrir ambas as portas traseiras para que ele pegasse ao menos uma das mochilas.

“Obrigado” Disse realmente agradecido, não era qualquer que cedia assim um quarto de sua casa, mesmo que para um amigo, era realmente um ato de muita generosidade de ambos dele e de Isaac.

“Que nada cara” Disse sorrindo de canto, antes de sair e me deixar sozinho com os meus próprios de quer mesmo eu faria. Arrumei todas as minhas coisas, em um piscar de olhos, tudo organizado em um pequeno guarda roupa, que tinha por acaso no quarto de hóspedes, que seria por enquanto minha morada.

“Cadê o Scott? Perguntei assim que cheguei a cozinha, encontrando só Isaac no fogão cozinhando algo que cheirava maldita mente bem.

“Um dos hale's precisou de sua ajuda.” Disse e serviu me um prato, daquela deliciosa comida, o agradeci com um aceno de cabeça, antes de pergunta, quem diabos eram os hale's.

“São os fundadores, desta cidade.” Disse sem dar quaisquer mais informações. Muito ruim para ele, que não saber que sou um poço sem fundo de curiosidade, meu pai que o diga.

Bati meus cílios teatralmente, e ele grunhiu, inquieto em seus próprios pé, se contava ou não mais algumas das preciosas informações para mim.

“Little boy, por favorzinho vai lá?”Encenei está chateado, e fiz bico claro, e ele suspirou, fingindo está tão chateado, quanto estava a minutos. Falso porque ele estava sorrindo. E eu não, odeio está por fora das últimas fofocas.

“Só se fizemos uma troca” Propões e eu ergui uma de minhas sobrancelhas, antes de seguirmos na direção de volta para o quarto de hóspedes. Pesquei um livro, e o entreguei em suas mãos.

“Pronto agora me conta, quem são esses tais hale's e o que ter haver essa cidade com esta dita família”. Ele corou quando fitou a capa do livro, que tinha em suas poses.

“ Não sabia que gostava deste tipo de literatura, stiles “ Comentou ainda com as bochechas flamejado de vergonha. No mesmo minuto, que eu trocava o livro de romance gay, pelo do Harry Potter.

“Em momentos de solidão, eles são ótimos”Eu disse depois de colocar o livro de volta a sua pilha de origem, obviamente dentro da caixa de papelão.

“Hum, você também fumar” Disse e apontou para o maço de cigarro em cima da mesinha de cabeceira.

“De vez em quando, é bom para o estresse do dia a dia” Eu disse e pensei em quanto estresse eu tinha dito e em quantas carteiras de cigarro, eu já tinha fumando, neste último mês.

“Você sabe o quanto isso faz mal, pode causar câncer de boca de pulmão de pele.” Achei esse seu gesto de preocupação comigo muito fofo.

“Little boy, não se estresse, eu juro que eu paro.” Eu falei já pegando a carteira de cigarro e caminhei com ela em mão até o banheiro a joguei no vaso e dei descarga, em seguida nela. Voltei pro quarto e encontrei um Isaac mais que sorridente com o meu ato extremo.

De fato não seria nada mal dá adeus a velhos hábitos, estando em um novo lugar e em uma nova cidade e talvez em um começou de uma nova vida.

“Ainda não me esqueci do assunto Hale.” Eu disse assustando o loiro, que deu um pulo, e eu rir diante disso.

“Sério” Coçou a nuca, titubeando ainda se me falava mais alguns dos demais segredos, que talvez rodava aquela família e também a cidade.

“Eu já estou de volta” Disse Scott la da sala. Agora pronto, e era agora que o loiro não me diria mais nada. E eu estava certo, no mesmo minuto que ele saiu praticamente correndo para a sala. E eu só pode segui-lo felizmente, mais com um bico, que dava inveja a qualquer tucano de tão chateado que eu estava.

“Stiles, conseguiste a ti um emprego” Disse o mccall do nada, me fazendo fita lo, pela primeira depois que me sentei no banquinho em frente a ilha da cozinha.

“Sério?” Ainda o perguntei bastante incrédulo, bastante rápido.

“Sim, o hospital estava por acaso precisando de um enfermeiro, e eu falei de você para o prefeito. “ Diz depois de engoli um pedaço de bife. Isaac cozinhava como ou melhor que a tia melissa.

“OK” Eu disse sem graça, pensando que meu amigo, não estava só por acaso, me expulsado da sua casa de maneira sútil. Mais ainda sim, estava.

“Hein! isso não significa que eu esteja de expulsado longe disso cara. “ Disse como se lesse muito bem minha mente. E eu sorri mais que envergonhado de ter pressuposto isso de meu amigo.

“Então quando começou?” Perguntei sorrindo.

31 de Octubre de 2019 a las 13:10 0 Reporte Insertar 0
Continuará…

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