The Hughes and More Tales Seguir historia

hikaru Lukas Barros

Esse enredo é evocado em um mundo mágico, apesar desta condição ser para poucos, aqueles que nascem com tal benção são chamados de "bruxos". Mesmo sem saber qual a real origem do sangue mágico, uma quantia esmagadora de seres humanos gesticulam esse dom. Nosso conto se passa na megalópole Londres, Inglaterra, no ano de 2002, exatos quatros anos após a Segunda Guerra Bruxa. O ano letivo está em seu prólogo, os irmãos bruxos de sangue puro, Albion e Ernesto Hughes, completam, juntos, seus décimo primeiro aniversário e, consequentemente, sua vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Contemplem, então, o enredo dramático e mágico que narra uma história de culhão sombrio para o vosso entretenimento.


Fanfiction Sólo para mayores de 18.

#harry-potter
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Crimson Fury

Hupert



"Dedicado aos meu queridos irmãos, desculpa"


***


Alguns chamam de azar, outros chamam de desgraça, mas Hupert Hughes chama de oportunidade. Do fundo do salão do Congresso Mágico dos Estados Unidos, o rapazinho, moreno de estatura jovial, posava o corpo em uma cadeira prateada diante de uma mesa, este é Hupert Hughes, um Auror enviado pelo Ministerio da Magia.

- Vamos, Hupert! Desembuche logo! - Disse a voz de culhão assombroso
Entretanto, nada o rapaz ditou. Magnus Alvero, bruxo puído, repleto de sardas na região das bochechas e do nariz, estatura mediana e levemente corcunda, provavelmente devido a idade. Magnus surrou a mesa e virou para os companheiros aurores que também presenciavam o interrogatório de Hupert, "levem-no ao véu da morte", bradou, o caduco Magnus, seguido por um leve estopim de ira, golpeou novamente a meseta, desta vez com a palma da mão canhota, o destro escorregou pelos longos tecidos de suas vestes e, com leve desdém, apanhou o condão por de dentro do sobretudo, acompanhado pelos demais companheiros na sala, ambos ergueram as varinhas e em pouco tempo "Estupore", a ponta das varinhas dos três bruxos americanos brilharam em um raio branco e então, uma pequena pausa interrompida por massas de nuvem negra, ultrapassava todos os corpos no salão, o primeiro a ser atacado fora o abatido Magnus, surrado no colarinho com algo que parecia ser uma marca de um Obscuros, o corpo do velhote disparou até debater no paredão. O clima pesou rapidamente, porém, Hupert era ardiloso, o bruxo sobressaltou revelando sua inquietude, ergueu a estrutura e com um leve gancho, zarpou em direção à varinha do velhaco morto, atirou o corpo ao solo e depositou suas energias canalizando o condão do defunto "Expecto Patronum", berrou, fazendo com que ecoasse o feitiço, um enorme tigre, de pigmentação azul transparente e traços brancos, saltou da varinha que Hupert segurava. Para o espanto de Hupert, nada aconteceu, aliás... O corpo de Hupert foi rapidamente golpeado na região torácica pouco abaixo das costelas, sentiu uma fedor pútrido esvair de sua carne, mas antes que o mesmo perdesse a consciência, encontrou o que restava de seu poder e apontando para a porta do salão, sibilou, "Confringo", o portal foi escancarado as forças com uma poderosa explosão. Hubert, ainda carregado pela massa, foi empurrado até a abertura onde finalmente pode desaparatar.

Hupert pode, pela primeira vez, sentir sua vida abraçada pelo véu da própria morte. O rapaz aparatou em alguma região da Inglaterra, fazia frio, notoriamente pelos pingos de neve que caiam sobre o chão, anteriormente terroso, cambaleou pela região, as olheiras acentuadas em uma expressão cansada de puro terror, desabou logo após sua tentativa de galopar sobre a neve.
- Albion e... E Ernesto - gaguejou no meio tempo em que fagulhas de sangue vazavam de sua cavidade bocal e manchavam a superfície branca com a tonalidade avermelhada - Eu, eu não sei por mais quan... Quanto tempo posso aguentar.

Hupert foi tomado por uma notável força de vontade, reuniu o que sobrou-lhe de energia e rapidamente seu corpo foi desaparecendo como se estivesse sendo sugado. Aparatou em um beco, enganasse aquele que pensava estar sozinho, um grupo de, aproximadamente, quatro trouxas arruaceiros acenavam com seus cigarros apoiados na boca enquanto laceravam um velhote franzino. O bruxo esgueirou-se em um latão onde passou a regurgitar uma quantia de sangue no calçadão.

- Oh! Oh, "da capa"! Ta espiando o que, porra? - Esgoelou o mais velho dos quatro, um rapaz de barba rala e de cabelo curto e loiro - Quer arrumar briga?
- Petrificus Totalus! - Murmurou o bruxo, girando o condão por debaixo do sobretudo, contudo, a varinha não disparou nada, apenas brilhou em uma tonalidade azul e em milésimos, os quatro arruaceiros golpearam o chão, paralisados.

O bruxo cambaleou em direção a saída daquele beco, passou por cima do corpo desacordado do velho, sem dar muita importância. Sua varinha brilhou novamente em um tom de verde forte, mas não disparou, notou, então, as feridas do velhaco tratar-sem rapidamente; A carne se fechava e dava espaço para um pele macia. Continuou seu caminho pela estrada e aparatou novamente, agora em uma área muito conhecida por ele, a vizinhança em que tanto passou as férias de Hogwarts, lugar onde viveu com seus pais até se formar. Hupert foi coberto em uma nostalgia, mas antes que pudesse aproveitar, sua atenção foi desviada para o céu, a massa negra, a mesma que esteve no salão do Macusa, a mesma que matou os três aurores que interrogavam o jovem Hughes. Hupert foi, desta vez, coberto com uma sensação ruim, algo dizia que ele devia proteger seus irmãos, foi então em que um baque de fúria, tomado por uma aura de magia avermelhada, seu corpo foi empurrado contra a porta da residência de seus pais, isto deu a oportunidade perfeita. O jovem girou a maçaneta e não conseguiu empurra-la, sacolejou o condão novamente e, "Aberto", sibilou e nada aconteceu; "Alohomora", ditou em sequência, mas desta vez, sentiu a tranca aliviar, girou novamente a maçaneta e quando abriu a porta, seu corpo não se sustentava mais, havia gasto todas as suas forças. Ergueu a batina onde tratou de olhar seu ferimento, a carne que um dia ali ficava, agora, dava espaço para uma preta e pútrida pele, completamente morta, ele cuspiu seu sangue novamente e sorriu, contemplando, em seu ultimo momento de vida, seus dois irmãos mais novos, Albion e Ernesto, que acabavam de completar, juntos, seus décimo primeiro aniversário e, assim, sua vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Ajoelhado, sem forças, Hupert riu, os dentes ainda revelados demonstrando um sorriso sangrento, e em um último momento viu seus irmãos correndo em sua direção. Recepcionado com tamanho desespero, este pousou sua testa no ombro de Albion, que havia agachado rente ao irmão mais velho.

- Cave Inimicum! - A ultima palavra que pode ser dita por Hubert, a varinha brilhou novamente e lançou, frente a residência um feitiço poderoso, que cobriu a casa em um globo transparente.

Hupert Hughes, um Auror que sempre buscou oportunidades de descobrir pouco mais sobre cada lugarzinho da terra, agora, reclinava-se em seu leito de morte, diante de seus pais e, principalmente, diante de seus irmãos, uma única lagrima escorreu do globo ocular de Hupert em meio a um sorriso. A família bradou em choro, menos o pai, Alberto Hughes, percebendo a última esperança do filho morto, disparou contra a porta, a varinha estendida na mão direita, o bruxo começou a disparar uma série de feitiços protetores pra reforçar o feitiço de Hupert ao mesmo tempo que contemplou aquela massa negra sobrevoar sua residência e ultrapassar o limite do quarteirão, adentrando mais ainda a cidade. Alberto, senhor de muita idade, estatura média, cabelos grisalhos e de expressão séria, levou a mão canhota até a altura da boca, tapando a mesma, voltou rapidamente para dentro da casa e fechou a porta onde ouviu um última farfalhar de um feitiço "Colloportus".

17 de Octubre de 2019 a las 23:28 1 Reporte Insertar 0
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