Sunny Boy (jikook) Seguir historia

kookjiminah carol

Era o início do ensino médio para Jungkook, apenas mais uma fase em que passaria horas jogando em seu Super Nintendo junto de seus amigos e escutando Guns N' Roses em seu Discman. Mas todos os seus planos mudaram ao conhecer Jimin, o garoto de olhos esverdeados, cabelos castanhos e sardinhas, que encantava qualquer um com seu jeito doce e seu talento ao tocar piano. Jungkook nunca sentiu que seus dias pudessem ser tão ensolarados.


Fanfiction Celebridades Sólo para mayores de 18.

#18 #violencia #anos90 #bts #jungkook #jimin #jikook
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Prólogo

Jeon Jungkook

Eu, francamente, odeio adolescentes. E eu não estou nem aí se eu sou um também… posso muito bem odiar minha própria espécie. Mas pelo menos eu não sou parecido com aquele bando de bocós que só pensam em garotas, em beijar… eca. Prefiro um zilhão de vezes o meu Super Nintendo e a minha coleção de CD’s do Guns N' Roses, obrigado.

Festas, garotas, atitudes rebeldes, beijos, notas baixas, garotas de novo mas… não é como se elas (garotas) tivessem de fato algum problema. Eu só não entendo o que elas têm de tão uau. O que será que os outros meninos veem nelas que eu não vejo? Ah… eu não sei.

Taehyung diz que eu apenas não encontrei a menina certa pra mim, uma que me atrairia de verdade… mas eu vejo que ele se atiirai tanto por tantas garotas e, nossa, isso é estranho, muito estranho... porque eu realmente não vejo graça nelas.

Será que eu sou pirado da cabeça?

Preciso falar sobre esse assunto que vem me atormentando há um tempinho com Yoongi mais tarde, com certeza… às vezes, ele é o único que entende. Não que Tae não seja um bom amigo mas, sei lá, ele é muito diferente de mim em algumas coisas.

Como por exemplo o fato dele amar festas e música alta. Em que mundo isso é divertido? Eu realmente não sei, só ele entende essa fixação toda por muvuca e barulho. Mas eu sei que agora que entrei no ensino médio ele irá fazer o possível e o impossível para me arrastar nessas malditas festas, ele não para de me dizer isso e eu confesso que estou ficando com um pouco de medo. Mas, não apenas disso. Eu tenho medo de tudo que envolve o ensino médio. Parecem ser tantas mudanças, e advinhe? Eu odeio mudanças.

E tudo será tão diferente agora… as matérias, os professores, tudo, tudo. Eu acabei de entrar na última etapa da minha fase escolar, e sinceramente não sei se comemoro ou choro de desespero por isso.

— Tem certeza que não quer uma carona até a escola, filho? — Escuto a voz de meu pai enquanto desço as escadas, já vestido para o primeiro dia de aula.

Eu usava uma calça jeans normal, uma camiseta branca e minha jaqueta de frio favorita marrom e vermelha. Tênis surrados do modelo M2000 deixavam meus pés confortáveis, além de minha mochila velha cinza cheia de broches aleatórios com uma de suas alças por cima de meu ombro.

— Relaxa pai, é pertinho, você sabe. E também, eu preciso me acostumar a ir de bicicleta. — Sorrio pequeno para o mais velho enquanto pego meu Discman de dentro da minha mochila.

— Então é melhor se apressar, senão pode chegar atrasado. — Ele diz.

— Eu já estou saindo então… tchau, pai, até mais tarde. — Me aproximo de si e faço um highfive.

— Boa aula, garotão… aproveita, viu? Essa é a melhor fase da tua vida, vai por mim. — Ele sorri ao bagunçar meus cabelos ondulados com uma de suas mãos.

— Pode deixar. — Respondo sem jeito, já indo até a porta e saindo de minha casa.

Já ligava o Discman em minhas mãos e colocava os fones em meu ouvido, prestando atenção na música que começou a tocar ali… Move To The City, do Guns N’ Roses, ou apenas a melhor banda que já passou por esse planeta.

Fala sério, os caras são muito bons!

Cantarolo algumas partes da letra que tocava em meus ouvidos e parto para minha bicicleta, não tardando em subir nela e pedalar para o colégio.

You gotta move, you gotta move (Você precisa se mudar, você precisa se mudar)

Ma, ma, ma, ma, ma, ma, ma, ma, ma

Time you gotta move (Chegou a hora você precisa se mudar)”

Não posso dizer que não estava ansioso. Por mais que eu frequentasse aquela escola há tantos anos, a sensação de estar indo agora, entrando em uma nova e última fase da minha vida escolar era diferente, tornava tudo diferente.

Mas, no final, eu sei que Axl Rose poderia estar certo sobre um coisa… estava na hora de mudar.

[...]

Eu sentia meus pés cobertos por meu M2000 preto contra o chão dos corredores daquela escola movimentada. O clima era uma grande e bagunçada mistura de animação em amigos se reencontrando, grupinhos sendo formados depois de longos dias de férias, novatos preenchendo os cantos, sozinhos… tudo normal, certo?

Certo.

Caminho até meu armário, ainda com meus fones nos ouvidos e minha mochila nas costas, tentando me recordar ao certo sobre qual a bendita senha que eu usava para abrir o meu armário, quando fui surpreendido por um braço contornando meus ombros, logo notando ser Taehyung ali, andando ao meu lado, com aquele sorriso quadrado dele, enquanto tagarelava sobre alguma coisa, na qual eu nem sabia o que era, já que estava de fones de ouvido.

— Ei, boboca, pare de me ignorar! Eu estou falando coisas importantes! — Arrancou os meus fones de uma só vez ao dizer, com uma carranca no rosto.

— Bom dia pra você também, Taehyung. — Solto um sorriso sínico, pegando meus fones de sua mão com certa grosseria e os guardando em meu bolso. — Então… o que estava falando de tão importante? — Pergunto ironicamente, parando em frente ao meu armário e encarando a tranca fechada, ainda sem saber a senha.

— Pelo menos finja que se interessa por isso, sim? — Kim revira os olhos ao se escorar no armário do lado do meu, encarando meu rosto que tinha uma expressão de tédio para si. — Enfim… você provavelmente não está antenado, né?

— Antenado sobre o que? — Volto a encarar o meu armário.

— Sobre a festa de volta as aulas que irá ter amanhã. — Seus olhos deveriam estar brilhando ao dizer.

Ah… é, eu não estava sabendo mesmo. — Dou de ombros, tentando uma sequência de números para abrir a tranca e não obtendo sucesso.

— Vai ser na casa do Hoseok… eu acho que você não o conhece, mas eu conheço, tanto que até fui convidado por ele mesmo, e é claro que eu vou arrastar você e o Yoongi comigo. — Eu sabia.

— Quero ver você tentar. — Solto uma risada seca, tentando mais uma vez outra combinação de números para abrir a porcaria do armário e não obtendo sucesso mais uma vez. — Mas que droga de senha! — Resmungo.

— Kook, eu te avisei que assim que você e Yoon entrassem no colegial iriam em festas comigo… vocês irão fazer isso, né? Por mim! — Seu tom de voz virou um pouco manhoso.

— Se Yoongi for, eu vou. — Dei de ombros mais uma vez, sabendo que provavelmente Min não aceitaria aquele convite.

— Vou aonde? — A voz de Yoongi surgiu ao meu lado, fazendo eu tomar um pequeno susto pela aparição repentina.

O garoto usava suas costumeiras roupas acinzentadas e larguinhas, um band aid no canto de sua bochecha esquerda, cabelos negros bagunçados e os olhos ainda inchados pelo sono que provavelmente habitava em si.

— Na festa de volta as aulas que terá amanhã. — Taehyung explica.

— Que tipo de pessoa comemora a volta às aulas? — Min faz uma careta de desgosto.

— Não é uma comemoração, idiota… apenas querem uma desculpa para fazer a festa, oras… reunir todos, essas coisas. — Deu de ombros.

— E você quer que a gente vá junto, não é? — Pergunta, vendo Taehyung acenar positivamente de forma animada. — Foi mal, não vai rolar. — Dou risada de sua resposta, finalmente acertando a senha do meu armário.

— Eu não acredito que vocês vão me deixar na mão logo nos primeiros dias de aula… — Taehyung cruza os braços ao dizer, emburrado. — Não custa nada irem em uma festinha… sabe, eu passei vários dias das minhas férias enfurnado na casa do Jungkook e vendo vocês jogarem aquela porcaria de Super Nintendo, mas nem por isso eu reclamei, está na hora d-

— Tá bom, Taehyung, cala a boca. — Yoongi corta ele, bufando. — Eu vou pensar sobre isso, ok? Se eu estiver de bom humor amanhã, eu vou nessa porcaria de festa… satisfeito? — Pergunta de forma irônica e Tae acena positivamente mais uma vez. — Ótimo, agora vamos logo, bobocas, a aula já vai começar.

[...]

Eu acho que nunca vi esse colégio tão cheio quanto agora e, nossa… eu realmente odeio lugares com muitas pessoas.

Principalmente quando está lotado de adolescentes.

Não há um lugar sequer nas mesas do refeitório ou nos bancos do pátio… está lotado. A fila para a cantina faz até curvas de tão grande, fala sério… de onde surgiram tantos alunos?

Mal percebi quando acabei perdendo Yoongi e Taehyung de vista, já que eu era o único que procurava um lugar para ficarmos durante o recreio, enquanto eles tagarelavam sobre algum assunto aleatório ao meu lado, mas agora eu nem sei mais onde eles estão, já que se afastaram de mim e sumiram.

Ótimo, vou passar o primeiro recreio do ano sozinho.

Bufo ao sair do refeitório lotado, com meu lanche em mãos e com um lado de meu fone pregado em meu ouvido, tocando a versão acústica de You’re Crazy, dos Guns N’ Roses.

E ao entrar no corredor principal, percebo que até ele está lotado. Ok… eu preciso encontrar um lugar calmo, agora.

Caminho até entrar em um dos outros corredores menores, que davam acesso à algumas salas de aula e percebo que estava bem mais vazio.

Aleluia.

Continuo caminhando por ali, não fazendo questão de encarar as poucas pessoas que conversavam escoradas nas paredes, com seus lanches em mão ou escutando música. Apenas focava em achar um cantinho bom para eu me sentar e esperar até o recreio acabar. Era perceptível que aquele ambiente estava muito mais silencioso que o refeitório, e isso me deixou aliviado.

“Say where you doing? (Diz onde você está indo?)

What you gonna do? (O que você vai fazer?)

I been looking everywhere (Eu tenho procurado por todo lugar)

I been looking for you (Eu tenho procurado por você)”

Eu cantarolava baixinho a canção que era ouvida por uma de minhas orelhas, enquanto meus olhos rolavam pelos cantos do corredor e meus pés davam passos contra o chão de piso desgastado, atentamente.

Mas, ao passar em frente de uma das portas entreabertas dali, eu parei… eu tive que parar.

Tive que parar por ter ouvido aquelas notas tão conhecidas por mim, tocadas naquele piano de som alto e belo. Era November Rainuau… havia alguém tocando uma das minhas músicas favoritas, dentro daquela sala com pouca luminosidade.

Por um momento, meus ouvidos deixaram de captar qualquer outro ruído que não fosse os sons que aquele piano emitia… eu precisava ver aquilo de perto.

Então, em passos pequenos e cuidadosos eu me aproximo da porta entreaberta, entrando por ali, sem fazer barulho, aproveitando para tirar o fone do meu ouvido, de forma cautelosa. A sala estava um pouco escura, a única luz ali entrava pelas frestas das janelas meio fechadas, deixando assim o ambiente um pouco escuro, mas não ao ponto de eu não conseguir ver. Haviam vários instrumentos organizados como violões, uma bateria, algumas guitarras e um piano de madeira escorado em uma das paredes, e ali havia um garoto sentado, tocando atentamente cada nota daquela música maravilhosa.

Ele estava de costas para mim e provavelmente não fazia ideia da minha presença, parecia muito concentrado em tocar aquele instrumento com tanta maestria e… nossa, não tinha como ficar mais perfeito.

Eu realmente pensei isso até ouvir sua voz doce cantando o começo da música, e, diferente de Axl Rose, ela não era rouca e grossa e sim leve e até mesmo um pouco fina.

"When I look into your eyes (Quando olho nos seus olhos)

I can see a love restrained (Posso ver um amor reprimido)

But, darlin', when I hold you (Mas, querida, quando te abraço)

Don't you know I feel the same? (Você não sabe que sinto o mesmo?)"

Uau… era… lindo? Não, não… era muito mais que isso.

Eu nunca pensei que fosse amar tanto aquela música sendo cantada por uma voz que não fosse a de Axl, ainda mais uma tão… diferente da dele.

Mas era simplesmente impossível de não apaixonar por aquilo.

E o garoto desconhecido ainda se mantinha atento à sua apresentação particular, fazendo eu me encantar ainda mais a cada nota que tocava, a cada palavra que saía por sua boca de forma tão melodiosa. Eu, sinceramente, poderia passar o resto do meu dia aqui, parado perto da porta desta sala escura e apenas aproveitando toda essa melodia maravilhosa.

"But lovers always come and lovers always go (Mas amores sempre vêm e amores sempre vão)

And no one's really sure who's lettin' go today (E ninguém tem certeza de quem vai desistir hoje)

Walking away (E ir embora)"

Ele cantava com intensidade e… paixão? Eu não sei… mas estava hipnotizado.

Sem ter ideia do que estava fazendo, eu dou passos cuidadosos e leves em direção ao garoto, a fim de ver aquela apresentação mais de perto. E eu estava tão concentrado em ouvir e tentar ver o garoto desconhecido tocando que mal dei conta de alguns dos instrumentos estarem no meio do caminho, no chão… eu só senti o tropeçar e meu corpo caindo contra o chão, bruscamente.

Como eu sou burro! Carambolas, Jeon, por que você é assim? Aish...

O garoto parou de tocar e cantar ao ouvir o som, instantaneamente. E eu, com medo de ser visto ali, ainda mais nas minhas condições de estar caído no meio do chão, tento me levantar rapidamente, dando alguns passos rápidos em direção a porta, até sentir seu olhar queimando sobre mim e sua voz preenchendo o ambiente silencioso:

— Quem é você?

Me viro para trás e encontro seu olhar, por um instante vendo a expressão confusa estampada por trás dos óculos redondos de grau que o menino usava, além de sua franja castanha, que cobria totalmente sua testa, antes de sair correndo para fora dali, como uma criança idiota.

Eu corria em passos um pouco rápidos naquele corredor, olhando para trás vez ou outra, temendo que o garoto me seguisse. Eu estava queimando em vergonha, fala sério… como eu sou idiota. Para que fui cair logo ali? Naquele momento? Aish… ele deve me achar um boboca, e, sinceramente, ele não está errado… pessoas não bobocas não fazem esse tipo de coisa nunca!

Parto para o jardim, sem nem me importar com as pessoas me encarando por eu estar correndo, eu só queria fugir dali e não ver aquele garoto nunca mais… eu acho que não suportaria passar tanta vergonha só de encará-lo mais uma vez.

Chego então no jardim movimentado e suspiro, em um misto de sensações. Ainda sentia minhas bochechas queimando e, me conhecendo como eu conheço… eu devo estar parecendo um tomate, sem nem saber onde ir ou o que fazer até o recreio acabar.

November Rain ainda estava na minha cabeça… ouvir aquele garoto cantando e tocando realmente me deixou encantado, foi tão, mas tão… nossa… uau… É, eu realmente não tenho outras palavras que possam descrever aquilo.

Ele parecia ter ficado assustado comigo, e eu nem o culpo… quem não ficaria com um idiota praticamente o espionando tocar em uma sala escura e vazia como aquela? Mas, ah… parte de mim queria muito ter dito para ele sobre o quão talentoso ele é, sobre como eu me encantei com sua voz ou como ele tocava naquele piano com tanta maestria.

Só que isso está, definitivamente, fora de cogitação.

Ele me acharia um completo pirado se eu chegasse e o elogiasse dessa forma, tão descaradamente e sem sentido algum, afinal… eu nem deveria estar ali naquele momento, certo?

Jungkook… JUNGKOOK! — Sinto um tapa em minha nuca ao ouvir meu nome, encarando Yoongi e Taehyung, que estavam ao meu lado com expressões confusas em seus rostos.

Eu acho que estava viajando na maionese… eles parecem estar há um tempinho tentando me chamar. Será que me acham um pirado também?

É… Provavelmente sim.

— Onde… onde vocês estavam? — Pergunto, um pouco desnorteado.

— Nós é quem devemos perguntar, caramba! Você sumiu do nada, onde se meteu? — Diz Taehyung, curioso e ainda um pouco confuso.

— Eu me perdi de vocês no meio do refeitório e saí para ficar em um lugar mais calmo. — Dou de ombros, como se não fosse nada demais.

— E desde quando o jardim é um lugar calmo? Olha isso… está cheio de idiotas aqui. — Yoongi fala, encarando brevemente as pessoas em nossa volta com uma careta desgostosa.

— Tem razão… vamos para algum corredor ou sei lá. — Foi a vez de Taehyung dizer, partindo para a parte interna da escola, junto de Min.

— Não! — Digo, sem pensar direito.

Meus dois amigos me encaram mais uma vez com aquela expressão confusa de antes, provavelmente sem entender nada.

— É que… eu passei uma grande vergonha com um menino lá dentro e… eu não quero ver ele de novo, entenderam? — Bom… pelo menos eu disse a verdade, né?

— Você quer fugir de um garoto que estuda na mesma escola que você? Jungkook, é óbvio que uma hora ou outra vocês vão se cruzar de novo. — Yoongi diz o óbvio.

— Exatamente, Yoon… e o que você fez, Kook? Para ter passado essa vergonha? — Taehyung pergunta, me encarando de forma tão concentrada que parecia estar enxergando minha alma.

— Eu não quero falar sobre isso agora, pode ser? — Tento explicar, ouvindo o sinal tocar e indicando que o recreio havia chegado ao fim.

Ambos dão de ombros, enquanto todos os alunos pareciam apressados em voltar para suas devidas salas de aula, junto de mim e de meus amigos.

Yoongi estava certo… uma hora ou outra eu acabaria cruzando com esse garoto e, o que eu farei? A essa hora ele já deve estar contando aos amigos dele sobre o esquisitão que estava bisbilhotando seu ensaio ou sei lá.

Aish… que vergonha.

29 de Septiembre de 2019 a las 01:03 0 Reporte Insertar 0
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carol sentimentos em palavras.

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