Filho (Não) Único Seguir historia

kiefan Anna Luisa

Zhang Yixing não podia acreditar que estava grávida novamente, depois de tanto tempo, ela logo estava voltando a aguentar os enjoos e seu estranho desejo por coisas envolvendo morangos ― A fruta que dizia mais odiar ―, fato que não passou despercebido por seu marido, Oh Sehun, que começou a desconfiar e pediu para ela realizar o teste de gravidez. Restava agora para o casal, a tarefa de contar aquilo para o filho deles, Jongdae, um adolescente que sempre tinha gostado de ser filho único. Também postada no spirit.


Fanfiction No para niños menores de 13.

#exo
Cuento corto
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Capítulo Único

- Fanfic também postada no spirit.


Capítulo Único


Sehun respirou fundo quando sentou na cama, observando seu celular e franziu o cenho ao ver que ainda seria quatro horas da manhã, levantou e foi procurar pela esposa que estava sumida. Podia ter sentido que a moça tinha saído da cama já fazia bons minutos e estava um pouco preocupado.


Já fazia alguns dias que ela parecia meio estranha, reparava que Yixing não estava comendo direito e dormindo muito mais que o normal. Motivo pelo qual, ela já vinha sendo chamado de ursinha dorminhoca pelo filho do casal.


― O que você está fazendo? ― Sehun arregalou os olhos e perguntou ao acender a luz e flagrar a mulher naquela posição.


Com a boca toda suja com a calda de morango do bolo enquanto segurava uma enorme fatia e já estava pronta para abocanhá-la.


― É esse o bolo que eu fiz e você se recusou a comer antes?! ― Sehun cruzou os braços. ― Já que eu fiz com uma fruta que não gosta? ― Disse entre dentes.


― Não é bem assim… ― Yixing resmungou. ― É que… Eu não sei, eu sonhei que esse bolo caia no meu colo e quando acordei, lembrei que ainda tinha sobrado um pouco e pensei em comer.


― Tudo?


― Sim.. ― Ela prontamente concordou. ― É que ‘tá tão gostoso, Hunnie. ― Sua voz saiu manhosa e o outro respirou fundo, enquanto se aproximava.


― Quer que eu faça algo para beber? ― O Oh coçou a cabeça.


― Não, não precisa. ― Yixing tentou limpar sua boca. ― Vá dormir, você está cansado e também terá que levantar cedo para abrir o restaurante e levar o Dae para a escola.


― E você precisa estar em pé até às dez da manhã, para aguentar um plantão de doze horas no hospital. ― Sehun retrucou. ― As crianças vão reparar que a tia Xing, mal dormiu na noite passada. ― Se referiu o fato da moça ser pediatra.


― Aish…― Yixing murmurou, fazendo uma careta. ― Vou dormir depois que terminar com o meu lanchinho.


― Você comeu metade da forma, meu amor. ― Sehun riu fraco, porém se calou quando a menor lhe encarou de modo sério.


― E o que você insinua com isso?


― Que você estava com fome… ― Sehun sorriu, um pouco preocupado.


― Estava mesmo, não entendo o motivo que estou comendo tanto. ― Yixing mudou sua expressão e pareceu lamentar aquilo. ― Eu vou ficar tão gorda, mas não vou me privar de comer tudo que eu amo, eu vivo para isso.


Enquanto ouvia a esposa divagar efalar sozinha sobre nunca fazer uma dieta, Sehun começou a pensar se ela não tinha bebido também.


― Ai não… ― Ele deixou de pensar naquilo, quando ouviu a moça resmungar e o observou correr até a pia.


Para então, vomitar todo o lanche.


Sehun se aproximou dela e afagou suas costas, enquanto mantinha uma das mãos sobre a cintura dela já que sabia que a chinesa costumava ficar fraca após aqueles momentos.


― Acho que chega de lanchinhos. ― Sehun murmurou e segurou no cabelo dela.


~~ Horas depois ~~


Jongdae comia seu cereal e continuava encarando a cadeira onde sua mãe costumava sentar quando os três aproveitam uma refeição juntos.


― O que houve com a mamãe, mesmo? ― Encarou o Oh.


― Sua mãe ficou indisposta nessa madrugada e teve dificuldades para dormir, por isso que ela agora está descansando e não nos acompanhando no café. ― O mais velho, explicou calmamente.


― Certo… ― Jongdae murmurou. ― Ela vai ficar bem?


― Claro que sim, meu querido, não se preocupe. ― Sehun sorriu, tentando tranquilizar o filho. ― Sua mãe está bem sim e estará aqui para almoçar.


― Então, ela não vai para o trabalho? ― O adolescente arregalou os olhos. ― Ela vai faltar?


Estava surpreso, já que desde que podia lembrar, a chinesa nunca tinha ficado um dia sem ir exceto nas folgas e férias que tinha.


― Ela só irá mais tarde, fique tranquilo. ― Sehun precisou mentir um pouco e olhou seu celular. ― Olha, que coisa! Já estamos quase atrasados, temos que ir.


― Pai, ainda falta uns quarenta minutos. ― Jongdae ficou confuso. ― Não estamos atrasados.


― Eu preciso ir mais cedo para o restaurante e tenho certeza de que você precisa conversar alguma coisa com seu amor.. Digo, com a Baekhyun! ― O Oh fingiu se corrigir e tentou não rir quando viu o filho ficar completamente envergonhado e murmurar um “Para com isso, pai” enquanto se levantava já pegandosua mochila.


Sehun lembrou que tinha esquecido sua carteira no quarto e correu para pega-la, aproveitando para dar uma olhada em sua esposa. Observou Yixing dormindo com a respiração tranquila e sorriu fraco, acariciou o cabelo dela e ajeitou a coberta cobrindo até seus ombros.


― Eu volto logo, meu bem. ― Murmurou e deixou um selo sob sua testa.


Tentaria ser o mais rápido possível e ainda voltaria com algo para a Zhang realizar.


. . .


― Você não está falando sério. ― Yixing disse logo após terminar de escovar seus dentes e encarou o marido pelo espelho.


― Eu estou sim. ― Sehun afirmou. ― Eu ‘te conheço há anos e a primeira vez pode ter ocorrido há dezesseis anos, mas eu lembro muito bem.


― Está ficando louco. ― Ela lavou o rosto, estava um pouco pálida. ― Menstruações atrasam, Hunnie e não é a primeira vez que isso me acontece.


― Não é só isso, você sabe muito bem. ― O Oh segurou a sacola com mais força. ― Façapor mim, por favor, não quero ficar com essa dúvida e pensar sobre isso.


Yixing se virou para velo e ficou encostada contra a pia.


― Ainda nem sabe se é verdade, mas já está fazendo planos, não é? ― A moça sorriu.


― Qual é, amor! ― Sehun suspirou. ― Você me conhece, sabe que eu já estou surtando só com meus pensamentos e se isso for real…


A Zhang revirou os olhos e ergueu uma das mãos, fazendo ele quase gritar animado.


― Me espere aqui fora. ― Expulsou o marido do banheiro.


― Aguardarei ansioso. ― O Oh sorriu largo e respirou fundo, tentando se acalmar.


Agora, seria só uma questão de tempo.


― Se isso for mesmo verdade, Hunnie… ― Yixing começou a dizer. ― Todos vão surtar.


― E nós seremos os primeiros, novamente. ― Sehun deitou a cabeça contra a porta, enquanto continuava de costas. ― E você ainda precisa se arrumar e ir para o trabalho.


― Ah, meu amor, esqueci de avisa-lo. ― Yixing quase deu um tapa na própria testa. ― Eu estou de folga hoje, pedi para o chefe e acabei esquecendo… Eu ando tão avoada.


― Isso é normal… ― Sehun riu.


― O que disse?


― Que não tem problema, é bom para você descansar hoje. ― O Oh mentiu, sem nem disfarçar ou se preocupar.


― É verdade. ― Yixing fez uma careta ao terminar sua tarefa. ― Dezesseis anos depois e nenhuma evolução com essas coisas…


― O que? Eu comprei o mais atual para você usar e ainda vem um indicador de semanas! ― Sehun ficou indignado. ― E foi difícil, são inúmeras opções hoje em dia.


― Certo, agora temos que esperar alguns minutos. ― Ele quase caiu quando a esposa abriu a porta. ― Se esse teste de gravidez der positivo, você está pronto?


― Para? É um bebê, meu bem, vamos conseguir. ― Sehun quase deu de ombros e ela sentou na cama, ainda o encarando. ― Não é sobre isso?


― Eu falo sobre o Dae, como acha que ele vai reagir? ― Yixing tinha o teste em mãos e ficava o observando. ― E se ele não gostar?


― Ele terá que aceitar, nem que demore nove meses. ― O Oh se aproximou e sentou ao lado dela.


― Jongdae já é um adolescente e maduro, estou sendo estúpida por ficar com esse medo, não é? ― Yixing virou o rosto para velo melhor.


― Não, nosso filho nunca teve interesse em ter um irmãozinho… Jongdae não se importava de ver os amigos tendo irmãos para cuidar, ele ficava se gabando por ter sozinho o nosso amor… Lembra? ― Sehun começou a diminuir seu tom de voz, conforme ia lembrando daquelas coisas.


― Sim, Hunnie, ele sempre gostou de ser filho único. ― Yixing respirou fundo e baixou seu olhar.


― Ei… ― Sehun segurou uma das mãos dela. ― Nós sempre conversamos com ele e fomos sinceros, não importa qual seja o resultado, nós diremos.


― Sim, e depois lidamos com a reação dele. ― Ela concordou.


― Espero que ele não faça birras, pelo menos. ― Sehun murmurou e logo ouviu seu celular virar. ― Os cinco minutos se passaram.


― Ah, certo. ― Yixing balançou a cabeça e segurou o teste com mais firmeza.


― Então… O que diz?


― Eu não sei. ― A chinesa disse com os olhos franzidos. ― Preciso da caixinha para olhar as instruções. ― Se levantou e foi até o banheiro.


A demora toda já estava quase matando o coreano e quando ele pensou em ir até a esposa, pode ver ela voltando junto da caixa e do teste.


― E então? ― Sehun voltou a perguntar.


A moça levantou o olhar e logo começou a chorar, bastante emocionada.


― Deu positivo? ― O Oh murmurou enquanto se aproximava dela e Yixing somente assentiu, chegando a soluçar. ― Calma, meu amor. ― Abraçou ela e deitou sua cabeça em um de seus ombros.


― Estou mesmo grávida. ― Murmurou chorosa.


― Isso é ótimo, mas pare de chorar. ― Sehun tentou secar as lágrimas dela. ― Não precisa ficar assim.


― Eu estou feliz... ― Yixing fungou. ― Mas e agora? O que nós vamos fazer?


― Primeiro, temos que ir ao médico e confirmar com o exame de sangue... Depois, nós pensamos no que fazer realmente. ― Ele beijou a testa dela.


― Quem diria que passaríamos pela mesma coisa, só que dezesseis anos depois da primeira vez? ― Ela acabou rindo, enquanto se aconchegava no abraço dele.


― Pelo menos, não temos mais dezenove anos e somos bem grandinhos já. ― Sehun brincou. ― Vamos nos sair bem, e Jongdae ficará feliz com a notícia assim como nós estamos. ― Ele levou uma das mãos até a barriga dela e acariciou aquela região. ― Obrigado, minha rainha chinesa, por me dar mais essa alegria.


― Aish, Hunnie... ― A Zhang balançou a cabeça e se afastou, enquanto secava suas lágrimas com a ajuda dele. ― Agradeça as férias de Jongdae que vieram e ele foi visitar seus pais, deixando a casa para nós e ainda ficamos acompanhados de um bom vinho.


― Eu sei quando foi. ― Sehun sorriu largo. ― Eu sei.


― Não dá para saber isso, meu amor...


― Foi na banheira quando queríamos relaxar, depois do dia tenso que tivemos no trabalho... Você com o estresse das horas extras que fez e eu com os imprevistos no restaurante. A água estava quente, tão gostosa que o momento acabou acontecendo. ― O Oh divagava e ela revirou os olhos. ― Semanas depois, eu flagro você se empanturrando com o bolo de morango, justo uma fruta que você odeia.


― Céus, lembra como eu vivia comendo geleia de morango na gravidez do Jongdae? ― Ela fez uma careta. ― É assim que percebe que posso estar grávida?


― Claro, não é normal você comer algo que detesta sem motivo. ― Sehun deu de ombros e voltou a abraçar ela. ― E agora, poderá comer muitos bolos durante a madrugada.


― Eu vou?


― Vai sim. ― Ele beijou uma das bochechas dela. ― Eu farei todos os bolos que você quiser, realizarei todos os seus desejos.


― Não diga isso, por favor, ou eu ficarei com fome novamente. ― Yixing murmurou e ele riu. ― Tenho que marcar a consulta já, Minseok irá surtar. ― Ela pegou o celular e começou a procurar a conversa com seu amigo, ele também era ginecologista e um dos obstetras do hospital em que trabalhava.


― Total, quem diria que iríamos ser papais novamente... É um sonho. ― Sehun estava bobo e nem disfarçava.


~~ Dois meses depois ~~


― E como foi o trabalho com a Baekhyun? ― Yixing perguntou ao filho, enquanto arrumava a mesa.


― Foi tudo bem, logo vamos terminar. ― Jongdae sorriu fraco, um pouco distraído com o celular que lhe ajudava naquele momento a ignorar sua barriga roncando graças ao delicioso cheiro da comida que seu pai estava terminando de fazer.


― Os pais dela ‘te trataram bem? ― Sehun indagou, curioso e também preocupado já que tinha sido a primeira vez que o filho ia até a casa da menina para fazer um trabalho.


― Sim, papai, a mãe dela ficava toda hora perguntando se eu queria comer alguma coisa e o pai dela perguntou se eu não queria a carona dele para voltar para casa. ― Jongdae revelou e sorriu. ― Acho que gostaram de mim.


― Tenho certeza disso... ― Sehun sorriu. ― Ei! Amor, não! ― Repreendeu a esposa.


― Fique quieto, Oh! ― Yixing resmungou enquanto comia o que havia roubado, tomando cuidado para não se queimar. ― Eu estou faminta e você está me enrolando!


― Calma, você precisa ter paciência e esperar!


― Hm! ― A moça bateu um dos pés no chão. ― Você demora demais! ― Ela se afastou.


― Que mulher... ― O Oh bufou.


― Pai. ― Jongdae o chamou e o mais velho lhe encarou. ― A mamãe está bem?


As mudanças de humor...


― Claro, meu querido. ― Sehun sorriu. ― Ela só está com fome, vai passar essa irritação dela assim que comer.


― Ela já melhorou daquele mal estar?


― Qual? ― Sehun franziu o cenho e logo arregalou os olhos. ― Claro, claro! Ela está ótima, só está com fome agora...


― A mamãe está diferente, vocês estão me escondendo alguma coisa? ― Jongdae foi direto, surpreendendo o pai.


Ele conseguia ser tão direto que aquilo até lhe assustava.


― Xing, amor! ― Sehun a chamou e desligou o fogo, deixando a comida já pronta ali. ― Filho, nós precisamos conversar com você.


Quando o garoto ouviu aquilo, começou a ficar assustado e estranhou quando o pai pediu para que ele fosse sentar no sofá.


“Baek, socorro, acho que os meus pais vão ter aquela conversa comigo!”


Aquela conversa era o apelido que eles botaram quando a mãe de Baekhyun conversou com ela sobre sexo, deixando a moça extremamente envergonhada e constrangida já que sua mãe tinha citado Jongdae em inúmeros momentos, mesmo a garota tentando dizer que não gostava do amigo.


Coisa que o adolescente pensava que iria acontecer com ele, ali naquele momento.


― Filho, faz tempo que queremos ter essa conversa com você e é difícil dizer. ― Sehun coçou sua nuca. ― Sua mãe, ela...


― Eu estou grávida. ― Yixing interrompeu o marido e ele suspirou.


Esquecia de quem Jongdae tinha puxado aquilo de ser tão direto...


― O que? ― O garoto gaguejou. ― Eu... O que...


― Você terá um irmãozinho. ― O Oh sorriu. ― Ou uma irmã, ainda não sabemos o sexo do bebê.


― Vocês ainda fazem... ― Jongdae se levantou, quase incrédulo. ― Vocês já tem um filho de dezesseis anos e terão mais um?!


― Está nos repreendendo? ― Yixing cruzou os braços, assumindo uma atitude mais séria.


― Claro! Mãe, sabia que na sua idade ter um bebê não é uma maravilha e pode colocar sua saúde em risco?! E pai, você já sofre com muitoestresseno trabalho, nunca teve nada comigo, mas poderá acabar tendo estresse agora em casa e por causa dessa criança.


― Você realmente me chamou de velha?


― Eu não sofro com estresse, filho, sabe que sou bem calmo. ― Sehun e a esposa disseram suas frases quase ao mesmo tempo.


― Não está feliz com a notícia? ― Yixing desviou o olhar.


― Mãe, a sua gravidez é segura? A senhora não corre riscos? ― Jongdae estava apreensivo. ― Não quero perder você.


O casal se encarou e sorriu fraco, podiam perceber que o filho estava é preocupado com o estado de saúde da mãee não com alguma irritação por causa da gravidez.


― Filho, vem aqui. ― A moça o chamou para sentar entre os pais e o garoto obedeceu. ― Me dê sua mão. ― Ela pediu.


Jongdae apesar de estar estranhando aquilo, fez o que ela queria e segurou a mão dela. Ele se surpreendeu quando a mulher a levou até seu ventre e deixou a mão dele ali com a sua por cima.


― Tem um bebezinho aqui dentro, que cresce forte e saudável, segundo os meus exames. ― Yixing começou a dizer e sorriu. ― E eu também estou muito bem e saudável tomando as vitaminas necessárias e seu pai já anda cuidando da minha alimentação, me enchendo de legumes e verduras.


― Ei, isso é bom. ― Sehun resmungou e os três riram.


― Mas, você estava vomitando várias vezes e parecia fraca em alguns momentos. ― Jongdae disse depois de alguns minutos em silêncio.


― Infelizmente, o início da gravidez é sempre assim e é um saco, mas normal. ― Yixing sorriu fraco. ― Quando estava grávida de você, era a mesma coisa.


― Naquela época, sua mãe vomitava até com o meu perfume. ― Sehun lembrou.


― Era forte demais, não conseguia evitar. ― A mulher deu de ombros. ― Essa fase irá passar, terá também os meus desejos, a barriga crescendo, o bebê mexendo.


― Eu vou poder sentir o bebê mexendo?


― É claro que sim, ele também já está ansioso para lhe conhecer. ― A Zhang exibia as covinhas que tinha nas bochechas. ― Então, está feliz com essa notícia?


― Sim, será legal agora ser um irmão mais velho. ― Jongdae revelou. ― Poder brincar e cuidar de um bebê, fora que as garotas também vão me dar mais atenção. ― Ele brincou e levou um fraco tapa da mãe.


― Do que adianta, se você está interessado em apenas uma delas? ― Yixing retrucou e ele ficou envergonhado. ― Baekhyun gostará dessa notícia.


― Acho que vai sim. ― Ele sorriu. ― Vou poder escolher o nome?


― Se você quiser, sim. ― Sehun aprovou a ideia e a mãe concordou.


― Acho bom você me mimar também, e não só esse bebê que está na minha barriga. ― Yixing brincou e eles riram. ― E o seu pai que faça o mesmo.


― Pode deixar, chinesa. ― O Oh riu. ― Vamos lhe mimar muito, senhora Zhang.


― Ótimo, agora podem começando ir terminando o almoço que eu estou com fome. ― Ela apoiou seus pés sobre a mesinha em frente ao sofá.


― Aish... Certo. ― Sehun resmungou, sem tirar o sorriso de seu rosto. ― Você vem, filho?


― Não, eu quero ficar aqui já mimando a mamãe. ― Jongdae abraçou a mulher e ela riu.


― Esperto você... ― O pai assentiu. ― Eu farei o mesmo. ― Ele se aproximou e também abraçou os outro dois.


E a família ficou um bom tempo daquela forma, já que a comida já até tinha esfriado, mas nem estavam se importando. A família iria aumentar e o filho mais velho deles estavam sim feliz com aquilo, tanto quanto o casal.

27 de Agosto de 2019 a las 07:16 0 Reporte Insertar 0
Fin

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Anna Luisa 💕💕 Sou a kiefan do spirit 💕 💕• Ficwriter • 💕 ••EXO-L•• 💕

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