O anão Seguir historia

jace_beleren Lucas Vitoriano

Fanfic do anime: Goblin Slayer Antes de se unir ao matador de goblins, o anão vivia nas montanhas, acaçando e eliminando monstros. Acompanhe aqui uma pequena aventura dele.


Fanfiction Anime/Manga Todo público.

#Goblin-slayer
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Capítulo único

As terras montanhosas ao norte do continente de Thesfar são uma das principais moradas dos anões. Uma região de terreno arenoso e clima hostil. Pouca é a vegetação ali e é lá aonde se localizam algumas das mais prosperas cidades dos anões. Essa raça de homens pequenos e vigorosos são teimosos. Leais aos seus companheiros, mas extremamente rancorosos com seus inimigos. Especialistas na arte das de forjar armas e joias além de muito talentosos na arquitetura. Seu vigor os faz resistir com muito mais firmeza a fome e ao cansaço, embora não sejam a eles imunes.

O sol estava se pondo no horizonte e o céu adquiria aquela linda cor alaranjada do crepúsculo. Um anão vigoroso, vestido vestes brancas e com espessas barbas também brancas caminhava solitário. Ele trazia um pequeno odre de vinho e o bebia animadamente. Não havia nada que animasse mais um anão do que um bom vinho.

No chão, espalhados ao seu redor, jaziam os cadáveres de oito goblins. O anão os havia derrotado sem muita dificuldade. Outros quatro ainda permaneciam de pé, furiosos balançando suas lanças e adagas enquanto gritavam impropérios.

- Já estou cansado de ter vocês sujando minhas montanhas seus goblins imundos. Criaturas asquerosas e incivilizadas só trazem o caos – ele tomou um longo gole de vinho. O liquido quente revitalizou seu estomago e aqueceu seus músculos. O anão começou a conjurar um feitiço – hora de trabalhar, gnomos. Juntem areia para que vire pedra. Explosão de terra!

Impulsionadas por essas palavras de poder pequenas pedras levitaram do chão e se projetaram para a frente como se fossem flechas. Os disparos acertaram os goblins em cheio, matando-os instantaneamente devido a força fenomenal com que haviam sido impulsionadas para frente.

O anão riu e bebeu mais de seu vinho, infelizmente o odre acabou esvaziando-se o que o deixou um tanto desapontado. Ele deu um suspiro cansado. Mesmo depois de seus cento e dois anos de vida as coisas nunca mudavam. Batalhas e mais batalhas. Elas nunca teriam fim.

- Mas esses goblins não são nada comparado ao exércitos do rei demônio... – disse pensativo. Suas pernas já começavam a doer pois estava caminhando sem parar desde o nascer do sol. O anão sentou-se no chão de pedra e ficou a fitar toda a beleza do crepúsculo.

Pelo que ele havia ouvido as tropas do rei demônio continuavam a avançar. Haviam destruídos mais duas cidades humanas ao sul. Os elfos da floresta de Lanawor conseguiram repelir os invasores, mas suas perdas haviam sido grandes. Pelo que os boatos diziam o rei desses elfos havia morrido em combate.

Nas montanhas porem estava tudo bem, ao menos por enquanto. O crepúsculo dava uma linda vista, uma obra prima da natureza. Ele sabia que se o rei demônio continuasse a mover seus exércitos e conquistar cidade após cidade certamente não sobraria muita beleza no mundo e talvez até aquele lindo crepúsculo se tornasse rubro como o sangue.

Em geral os anões não são do tipo altruístas, limitam-se a defender suas próprias terras ou, quando ajudam outros povos, é devido a uma solida amizade. Aquele anão em especial queria ir além, não por altruísmo claro, mas por saber que, se não se unisse aos outros na guerra contra o rei demônio logo sua cidade seria destruída e seu povo morto ou, mais provavelmente, escravizado com o objetivo de forjarem armas para seus inimigos.

Esse pensamento não havia sido apenas dele. Os senhores que governavam sua cidade chegaram a mesma conclusão e por isso enviaram a ele, um dos melhores magos dali, para ajudar na guerra. Ele pensava em tudo isso enquanto fitava o por do sol. Ainda era jovem, cento e dois anos não era muita coisa para os anões que chegavam, normalmente, aos cento e sessenta.

- Viajar pelo mundo pode ser interessante. Com certeza verei muitas coisas novas embora duvide que encontre um vinho mais saboroso do que os feitos pelos anões!

Então deu uma alta gargalhada. Com certeza sentiria falta do vinho quando visitasse as cidades humanas ou as pertencentes aos elfos. O anão voltou a se levantar. Ainda precisaria de dois dias de caminhada para deixar as montanhas.

Ele voltou a caminhar, com passos lentos, porem firmes, descendo a grande montanha.

26 de Agosto de 2019 a las 01:44 0 Reporte Insertar 0
Fin

Conoce al autor

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

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