I see the sea and the stars Seguir historia

abo-dream Projeto Abo Dream

Por insistência de seu melhor amigo Tao, Baekhyun aceitou em ir uma viagem de dois dias para Jeju, totalmente patrocinada pelo ex-namorado do amigo. Baekhyun esperava que suas duas únicas preocupações nessa viagem fossem apenas seu melhor amigo e seu irmão mais novo Sehun. Mas ao reencontrar seu ex-namorado, Chanyeol, o alfa pela qual foi apaixonado durante todo o seu colegial, mudou completamente seus planos.


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

#lemon #yaoi #comedia #colegial #amigos #exo #taoris #kaisoo #hunhan #chanbaek
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Adeus fim de semana

BAEKHYUN POV



O despertador tocou às sete e quinze, exatamente cinco minutos depois de eu tê-lo desativado. Abri minimamente o olho direito, olhando em direção ao relógio que se tremia todo em cima do criado mudo, ao lado da cama. Estava coberto com o edredom até a altura do ombro, minhas pálpebras ainda estavam muito pesadas, era realmente muito difícil sustentar elas abertas naquele horário. E mesmo que estive morto de sono e preguiça, meu cérebro conseguiu raciocinar o motivo de eu estar tentando acordar esse horário de manhã, em pleno sábado de férias.

Tao…

Sentei na cama desativando o alarme e pegando meu celular que estava ao lado do despertador. Olhei as horas por hábito, até porque já sabia bem que horas eram. Desbloqueei a tela do celular ativando o wifi e esperando que as notificações chegarem. E no meio dessas notificações, tinha várias de Tao pelo aplicativo de mensagens.

Desci apenas a barra de notificações para analisar as mensagens que ele tinha mandado, e se fossem muito insignificantes eu deixaria para responder só depois de tomar um banho.

“Taozi: Já acordou?”

“Baekhyun você prometeu”

“Se eu chegar aí e você ainda estiver dormindo, eu vou te chutar da cama”

“AMIGO JÁ VAI DAR 7:00 HORAS!!!”

“AAAAAAA”

Revirei os olhos ao ler as mensagens. Era fato que meu melhor amigo estivesse muito animado, afinal iríamos passar um final de semana em Jeju, na casa de praia de Wu Yifan, um alfa lúpus, que também poderia ser conhecido como ex-namorado de Tao.

Decidi que só responderia às mensagens depois, mas só foi eu concordar mentalmente com isso, que no segundo seguinte a tela do meu celular brilhou com uma chamada de vídeo Tao. O celular quase voou da minha mão, mas, em um reflexo rápido, eu consegui agarrá-lo ainda no ar. Atendi a chamada depois de segurar com mais firmeza o aparelho.

— Bom dia... — fui o primeiro a falar.

A expressão de Tao era de poucos amigos, me olhava como se eu tivesse cometido um crime gravíssimo e ele estivesse com todo o direito de estar bravo comigo. Felizmente eu ainda estava morrendo de preguiça e apenas bocejei, ignorando completamente seus julgamentos infundados e mau humor, porque de gente mal-humorada de manhã basta eu!

— Bom dia? — deu um sorrisinho sarcástico e mudou a expressão para uma irritada na velocidade da luz. — VOCÊ SABE QUE HORAS SÃO, BYUN BAEKHYUN?

— Tao, ainda são sete... — olhei rápido para o relógio. — Sete e vinte e dois! Qual é seu problema? Não grita comigo ou eu desisto de ir.

— Baekhyun, não me estressa! — respondeu irritado. — Você tinha me prometido acordar cedo. Poxa amigo, você sabe que eu estou ansioso... — fez bico.

— Eu prometi e cumpri! Não tá vendo? Estou acordado. — estalei a língua. — ‘Tá estressado assim cedo de manhã, por quê? Você e seu alfa já brigaram?

— Pode ir parando com as suas insinuações, tá?! E é ex, repete comigo E-X!

Ri, e Tao deu de ombros.

— Hum... Sei... E-X. — zombei — Pronunciei certo agora?

— Ai meu Deus, mereço... Você é mesmo meu amigo?

— Claro que sou.

— Pois não parece! Enfim, já estou indo para a sua casa e quando eu chegar aí, é melhor que você já esteja de banho tomado, arrumado e cheiroso!

— Tá bom, omma! — tentei responder sério, mas não me aguentando o suficiente e rindo no final.

Lógico que Tao nem ao menos se dignou a me dizer ao menos tchau e desligou a chamada na minha cara.

Ainda rindo, me levantei da cama indo atrás de uma toalha. Estava fazendo graça do meu amigo, mas não ousaria estar desarrumado quando ele chegasse aqui. Conhecendo-o como eu conhecia, era capaz de Tao me estrangular se chegasse aqui e eu ainda não tivesse nem tomado banho. Moramos apenas há dois quarteirões de distância um da casa do outro, então não brincaria com fogo.

Depois de ter banhado e feito minhas necessidades e higienes matinais, eu fui vestir a roupa que Tao, no dia anterior, tinha escolhido para mim. Estranhei sua ausência, pois naquela altura eu achei que ele já fosse estar jogado em cima da minha cama mexendo em seu celular, no entanto, pensei que poderia ter acontecido algum imprevisto, por isso a pequena demora.

Já vestido, fui atrás de meu celular para ver se ele tinha mandado alguma mensagem, mas nada. Preocupado, mandei uma mensagem, Tao estava online, mas não me respondeu. Quis ligar, mas se ele estava online e não me respondeu, significava que deveria estar ocupado com alguma coisa, então deixei de lado.

Joguei meu celular de volta em cima da cama e fui arrumar minha mochila. Ela já estava pronta, mas eu sempre acabava colocando algumas coisinhas a mais como precaução. Iria passar apenas um final de semana fora de casa, mas eu sou um ômega precavido e que gosta de estar sempre pronto para certos imprevistos. Tao já tinha me dito que nesta viagem não precisaria, porque o Fanfan poderia resolver qualquer coisa, então não tinha necessidade de levar minhas bugigangas como ele gosta de se referir, mas eu já saí com Tao para lugares em que não seriam necessárias as minhas bugigangas e acabou que elas foram completamente úteis no final das contas. Da última vez eu e minhas tralhas (como Tao também gosta de se referir a elas) já salvamos um ômega de um cio completamente inesperado.

De qualquer forma, odeio estar dependendo 100% de um alfa.

[...]

Tao só chegou quase uma hora depois, tinha acabado de tomar café e estava prestes a ir em sua casa, porque era muito estranho ele ter me mandando mensagem desde às seis da manhã e não ter chegado ainda.

Assim que abri a porta para ele, me assustei com a vermelhidão de seu rosto. Tao só fica assim quando está com muita raiva ou detonado de tanto chorar.

— Já está pronto? — perguntou transparecendo toda irritação dele depois de passar por mim e quase me derrubar pela forma que entrou na minha casa.

— Sim! — respondi com pressa. — Só falta o Sehun e... Amigo, aconteceu alguma coisa? Por acaso não vamos mais viajar?

— Ah, se vamos Baekhyun. Agora é que nós realmente precisamos ir nessa viagem!

— Hum... Então por que você está tão irritado? Entrou aqui quase me atropelando, não era ‘pra ser diferente?

Antes de me responder, Tao foi sentar no sofá, então cruzou os braços e fez um bico exprimido com os lábios, que eu sei que ele só faz aquilo quando está puto da vida.

— Aquele... — de deteve para não falar um palavrão. — Aquele... imbecil — não se aguentou e falou. — Você acredita que o Yifan deixou o Junmyeon ir?

— Junmyeon...?

— Sim, amigo! — me olhou com uma veia quase saltando de sua testa. — Aquele atirado que faz administração com o Yifan.

Eu ainda não fazia a mínima ideia de quem Tao falava e, percebendo o grande ponto de interrogação cravado na minha testa, meu amigo bufou e pegou seu celular, não demorando muito para me mostrar uma foto do ser de quem falava. Quando identifiquei quem era, vi que se tratava de um dos ômegas mais bonitos e podre de rico daquela universidade. Ele estava no top social de herdeiros junto com Yifan.

Não aguentei, precisei rir. Tao quase jogou o celular na minha cara por isso. Ainda rindo, eu fui me sentar no sofá com ele e sendo empurrado. Quase caí do sofá, mas consegui me equilibrar e depois de me ajeitar, falei:

— Foi por isso que demorou? Estava discutindo com o Yifan?

— NÃO! — respondeu com os dentes cerrados. — Demorei, porque estava tentando não discutir e fazer um escândalo. Yifan sabe muito bem que esse garoto foi um dos pivôs da nossa separação.

— E então...?

— E então, o quê? Não estou no meu direito de dizer quem aquele imbecil pode convidar ou não.

— Mas amig-

— Nada de mas, Baekhyun! — falou rápido me interrompendo. — Vou ter que aturar o Junmyeon nessa viagem, não vou fazer nada. Mas ele que não se atreva a falar comigo, porque senão eu amasso a cara dele!

— Pelo amor de Deus, Tao! Não vai me arrumar confusão nessa viagem. Nunca mais saio com você se fizer isso.

— Então eu acho melhor você me manter bem distante daquele ômega oferecido!

Anotei mentalmente o pedido de Tao, mas era só o que me faltava. Além de ficar de olho no meu irmão novo — que eu não queria nem que fosse, porque Byun Sehun é uma peste de dezessete anos, alfa e completamente arrogante, que só conseguiu me convencer de deixá-lo ir com o argumento de que esse era o último final de semana de férias dele, só por isso eu aceitei. Mas teria que ficar 24 horas de olho nele, por mais que fosse uma viagem de lazer — teria que ficar atento com Tao para ele não voar nesse tal de Junmyeon.

Ai, Deus! Me ajude, por favor. Que essa viagem não fosse tão longa quando eu estivesse imaginando que seria e que fiquemos todos na mais santa Paz do senhor.

No meio tempo que implorava para Deus ser misericordioso comigo, Sehun apareceu na sala.

— Qual é o problema, Taozi? — questionou.

Com certeza deve ter ficado intrigado ao não nos ver com expressões completamente felizes, porque era pra estarmos todos felizes. Afinal, estávamos indo para Jeju, ficar em uma casa de frente para o mar, com piscina e tudo de mais luxuoso que com certeza Yifan iria nos proporcionar.

— Agora não, Sehun... — falei, mas esse menino era um descarado.

Sehun formou um sorriso sacana nos lábios e falou em seguida:

— Taozi... Se é de um alfa que você precisa, eu estou totalmente disponível para você.

Era claro que ele tinha ouvido a conversa. Maldita seja a boa audição dos alfas!

Achei que Tao iria passar um carão nele e mandar meu irmão criar vergonha na cara de fuinha dele, mas foi totalmente ao contrário. O sem vergonha do Tao, sorriu de canto e olhou para meu irmão que só cresceu ainda mais o sorriso indecente nos lábios nojentos dele.

— Ah, Hunnie... Só você mesmo ‘pra me fazer sorrir!

Boquiaberto fiquei com a vagabundagem dos dois.

— Que precisa de um alfa o que Sehun?! — ralhei e depois acertei um tapa seco na perna exposta de Tao. — O que aconteceu com toda aquela sua raiva? Pra ele você sorri e pra mim quase me engole vivo?

— Aí, Baekkie! — ele reclamou esfregando com a mão onde eu tinha lhe batido.

— Você estava reclamando de Junmyeon ser um oferecido agora a pouco, mas é só o Sehun falar que você já fica abanando esse seu rabo frouxo. Me poupe vocês dois! — me levantei e sai da sala ouvindo ao fundo a risadinha debochada deles.

E mais essa senhor? Mereço não. Ah, mas eu não mereço mesmo!

[...]

Nove horas em ponto, Yifan apareceu na porta da minha casa com dois carrões. E no que ele desceu, Junmyeon estava junto com ele. E, exatamente como meu amigo o descreveu, ele abaixou o vidro da janela para mostrar que estava sentado no banco da carona da frente ao lado do alfa.

— Eu vou quebrar a cara desse garoto, Baekkie, me segura! — Tao disse com os dentes cerrados.

— Toma vergonha nessa cara, Tao! — segurei seu braço, mesmo ele não tendo dado um passo. — Não vai me fazer uma cena, por favor, se controla. Ele só está fazendo isso pra te provocar, mas você é melhor.

Dito isso, Tao tentou se manter neutro, mas era visível que ele transpirava ódio puro.

Junto com Yifan, desceu também do primeiro carro, Luhan seu irmão mais novo. Eu adorava aquele ômega, ele era tão fofinho, doce e tão gentil e simpático quanto o irmão mais velho. Ele era mais novo que eu e tinha a idade de Sehun, que, por falar nele, quase não se aguentou assim que viu o ômega loiro.

— Estou feito nessa viagem... — ele pensou ter dito baixo, mas eu ouvi muito bem!

Puxei o vagabundo para um canto, puxando a sua orelha o repreendi:

— Nem pense nisso! Pode já ir tirando o seu cavalinho da chuva, que eu não vou deixar você desrespeitar o Luhan. Você e o Tao, eu já lavei as mãos, porque vocês dois não prestam mesmo, mas o Lu não!

Sehun deu de ombros para o meu aviso, então me olhou com aquela cara de jacaré azedo que tinha. Sinceramente, nem parece que somos irmãos, porque fisicamente somos muito diferentes! E é claro sem deixar de mencionar a personalidade também. Totalmente do avesso…

— Quer dizer que com o Tao, tudo bem, né? — sorriu de canto ao final.

Lhe dei dois beliscões e ele reclamou de dor, mas não emitiu nenhum som.

— Você não vale o chão que pisa, seu sem vergonha! Sehun, é sério…

— Tá, tá, tá!

E como já não tinha dado importância desde o começo para o meu aviso, o abusado se livrou de mim e saiu andando em direção ao ômega loiro que ficou todo tímido quando ele se aproximou.

Minha cabeça começou a doer, mas não seria nada comparada a dor que teria com aquela peste durante todo o final de semana.

Deixando um pouco meu irmão de lado, eu observei o quanto Yifan estava sendo cavaleiro com Tao, que tentava não meter um soco na cara do alfa, por ter deixado o outro ômega vir na viagem junto!

Yifan colocou minhas malas no segundo carro, que eu ainda não fazia a mínima ideia de quem estivesse dentro, mas olhando bem, aquele carro não me era estranho.

Com todos já nos carros, só faltava eu que ainda me despedia da minha mãe. Sehun acenou um tchau de longe, para não ter que ouvir os pequenos sermões e avisos de nossa mãe, restando apenas eu para escutar.

— Não deixa o seu irmão ficar sozinho com aquele ômega, por favor, você viu só a cara que ele fez quando viu o garoto? — minha mãe pedia preocupada. — Nunca quis tanto que ele fosse um ômega…

— Calma, mamãe! Vou grudar neles igual a um carrapato, tá bom? Não precisa se preocupar!

— Tudo bem... — ela respirou mais aliviada. — Confio em você, meu filho! E Baekkie, por favor, você também, se cuide e não se esqueça de me avisar quando chegarem.

— Tá bom! Te amo, mãe... — a abracei.

— Também te amo, meu bebê! — apertou o abraço.

Nos soltamos do abraço, então eu caminhei até o segundo carro, onde vi que Tao tinha entrado. Era óbvio que ele não iria no mesmo carro que o rival. E, enquanto caminhava até o carro, comecei a pensar que a viagem, apesar de algumas conturbações tinha tudo para ser divertida, porém, assim que abri a porta e vi quem estava no volante, senti a o restante de paz que habitava dentro de mim se jogar de um penhasco.

Eu não o via desde o ensino médio…

— C-chanyeol?

Adeus, final de semana!

15 de Agosto de 2019 a las 23:56 0 Reporte Insertar 1
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