Era uma vez Seguir historia

camy Camy <3

Isto aqui é uma coletânea de ideias. Eu começo uma história diferente em cada capítulo e outras pessoas continuam a história nos comentários. Cada leitor escreve um parágrafo e nós vamos a desenvolvendo até acabar a criatividade. Esta ideia faz parte da Copa dos Autores e, quem sabe, talvez possa nos inspirar a escrever algo bacana.


Fantasía Todo público.

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Um lugarzinho no meio do nada

O céu tinha um tom azul que quase parecia falso; Renata se sentiu num daqueles desenhos infantis feitos com canetinha. Ela piscou, a garganta seca, e pulou tão alto quanto possível quando algo se esfregou contra sua perna.

Com o coração na boca, ela ouviu o miado indignado de um gatinho preto. Respirou fundo, tentando se acalmar, e bateu suas asas para sair do chão. Era uma fada grande para sua raça, tinha quase meio metro de altura. O gatinho empinou o rabo e se preparou para atacá-la.

"Você nem se inventa!", ela o avisou.

Como todo gato, aquele não pareceu se importar com a clara ameaça nos olhos dela. Renata voou mais para cima, tentando entender onde estava. Para todos os lados, havia apenas um deserto de areia vermelha. Embaixo do gato (que agora pulava, tentando capturar seu pé) estava o cobertor com o qual sempre dormia em casa. Sua última memória consistia em estar bebendo água de orvalho com mel de elfo com Suzana e Abigail. Esfregou a barriga, sentindo o efeito colateral de misturar o que não devia.

"Que merda eu vou fazer agora?", ela sussurrou.

24 de Mayo de 2019 a las 23:17 2 Reporte Insertar 12
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Ruana Aretha  Beckman Ruana Aretha Beckman
A pequena fada pensava em como engrambelar o temido gato, ele a olhava como quem espreitava uma vítima, aos seus olhos a via como se fosse um mero inseto . Enquanto o gato estava apenas a esperando, a mente da fada pensava em várias probabilidades de magia de transformação, alguma daria certo. Voava feito uma louca, pois quando a sua mente a impulsionava, a sua ansiedade estava maior que a velocidade da luz em pensamentos, raciocinava sobre o ambiente que a possibilitava milhões de decisões, mesmo que a resposta estivesse aos seus olhos, sempre queria mais e mais, além de ansiosa queria o mundo, por isso porventura acabará em outro mundo por possuir ideais altamente fantasiosos.
14 de Junio de 2019 a las 08:55
Anne Liberton Anne Liberton
Irritada, ela resolveu tentar seguir pelo único caminho que parecia seguro: o céu azul de canetinha. De jeito nenhum que um tom daqueles refletia um céu real. Devia haver um segredo escondido. E ela que não iria voar deserto adentro, correndo risco de torrar as asas e morrer de calor. Toda a bebedeira, além daquele teleporte estranho, começava a deixá-la com sede. "Então vamos..." Estava prestes a alçar voo quando se lembrou de um pequeno (e terrível) detalhe: o gato. Por mais que não fosse seu, provavelmente, era sua responsabilidade. O cobertor sobre o qual ele estava decerto era. Teria que levar os dois em seu ao infinito e além. A questão agora era como pegar o bichano sem perder um dedo ou dois.
6 de Junio de 2019 a las 21:08
~

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