Conhaque - Urso, Coelho e Raposa Seguir historia

drittx Lucas

Adolescentes são chatos, irritantes e desagradáveis; principalmente quando algum deles decide pegar uma faca e bancar o bandidinho pela cidade, vestido de animal e brincando com pessoas nas ruas escuras. Um urso, um coelho e uma raposa encontram varias possibilidades de fazerem as pessoas sorrirem. Assim como o coringa, por exemplo. Esta é uma obra de ficção, NÃO compactuamos com nada citado no texto. Veja por sí mesmo; Está historia não é recomendada para menores de dezoito anos/moralistas


Acción Sólo para mayores de 21 (adultos).

#necrofilia #violência #sangue #alcool #drogas #morte #prostituição #bebidas #suspence #policial #adulto #sexo
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Willy - Trailer

– Eu sei mãe, eu já to aqui, ta legal? Ta tudo bem comigo. Apenas relaxa e... Oque? Não, não, é apenas o idiota do Arthur do meu lado.

– Vai! Isso! Mete com força!

– Cala a boca, seu imbecil, to falando com minha mãe. Ah, quer dizer, estava. Ela desligou.

– Hahaha! Você deve me achar muito infantil. Sou mesmo. – Um minuto de silencio se passou no carro. Os dois garotos estavam exalando o perfume do conhaque barato – Mas então... Vamos mesmo fazer isso?

– Bem... Já estamos aqui. Ou você vai dar para trás agora?

Os garotos saíram do carro. Na noite silenciosa, a única coisa que se ouviu foi o barulho do alarme de bloqueio. O bordel na outra rua estava lotado. Com o show quase no fim, não havia quase ninguém nas ruas. Quem deveria estar dentro, já estava.

Para pegar os materiais da noite, os meninos foram até o porta-malas do carro. e o abriram rapidamente.

– Mas... Que porra é essa, Arthur? – Um garoto estava encolhido no porta-malas, com um sorriso gigante no rosto.

– Caralho... É o meu irmão. Como ele veio parar aqui?

– Como vou saber, porra? O carro é seu, e o irmão também. Não podemos fazer aquilo agora, com ele aqui. Vamos o levar pra casa e tentar de novo outro dia.

– Calma! Relaxa, ele já fez isso também. Ele é como nós, Miguel. – O garoto falava com uma voz calma, tentando tranquilizar o amigo. Mas apenas o deixava mais confuso a cada palavra.

– Quer me dizer que essa criança já fez isso?

– Não me chame de criança, idiota! Puuuf! – O garoto cuspiu em direção a Miguel, que desviou por pouco, e não deu muita atenção. – Você também é uma criança.

– Eu tenho dezessete anos. Arthur sim é uma criança; tem apenas dezesseis. – Disse com tom debochado, que fez o menino rir.

– Calem a boca. Vamos fazer isso ou não? Vistam as mascaras. Ótima ideia trazer uma de reserva.

– Com o porta-malas ainda aberto, os garotos colocaram as mascaras infantil. Arthur era o Urso, Miguel o Coelho, e o garoto a Raposa.

– Beba isso. – Miguel estendia uma garrafa de conhaque meio vazia para o menino.

Com menos de três goles, o menino tossiu e olhou em direção a Miguel, com certa raiva.

– Isso é horrível!

– Apenas beba, se quiser participar. – Com um sorriso, Miguel viu o garoto tomando todo o resto da garrafa. – Ótima, agora pegue isso. – O garoto deu uma faca qualquer para o menino, que segurava com emoção.

– Vamos, temos menos de quinze minutos.

O grupo fechou o porta-malas e seguiu em direção a rua atrás do bordel, onde apenas dois tipos de pessoas visitavam: Moradores de rua e drogados.

Com passos rápidos, porém cuidadosos. O grupo chegou ao local desejado. Miguel segurava um bastão de beisebol, o menino uma faca; e Arthur estava com as mãos vazias. Mesmo de longe, Arthur viu uma coisa que o fez sorrir. Olhando para seu irmão, ele deu um empurrãozinho em suas costas.

– Sorte grande, amigo. Sorte grande.

– É raro ver uma prostituta por aqui. Esse dia realmente vai entrar para historia. – Os garotos se olharam e permitiram aparecer um pequeno sorriso.

– Quer perder a virgindade, Willy? – Arthur olhava para seu irmão, que acabara de ganhar uma nota de vinte dólares de Miguel.

Nervosamente, o garoto se aproximou da prostituta, que olhou com curiosidade para o garoto. Com menos de cinco minutos de conversa, a mulher estava abaixando a calça do jovem Willy. Depois de um tempo, serviço oral finalmente terminara. A mulher estava se levantando, quando inesperadamente recebeu um forte impacto em sua cabeça, fazendo-a cair no chão desacordada.

– Sua filha da puta! Quebrou meu taco com essa cabeça de merda!

Arthur corria em direção à mulher ainda desmaiada. Sua cabeça sangrava, mas não foi motivo para que as agressões cessassem. Os socos continuaram por certo tempo, o barulho abafado de socos entre carne viva por pelo menos dez minutos, até que Willy terminasse sua parte. Tudo parecia agradável, principalmente para o jovem garoto, que suava como um maldito porco.

Após dez minutos, os garotos estavam sentados no chão, com as costas apoiadas na parede pixada do muro do beco. Todos riam e bebiam, comentando sobre oque acabaram de fazer.

– Caralho, isso foi incrível! – Dizia Willy, que agora não era mais capaz de sentir o gosto ruim do conhaque.

– Agora você faz parte do grupo, baixinho. – Comemorava Miguel. – Ótima ideia acabar com ela rápido, o corpo continuou quente na hora da iniciação do Willy.

Todos riram. O grupo estava finalmente formado. Os participantes ansiosos para continuar, porém as sirenes interromperam. Uma mulher havia visto um garotinho falando com uma prostituta em um beco, e fez uma denuncia.

Antes que a policia chegasse, o grupo já estava na estrada a mais de oitenta quilômetros por hora.

Willy havia se tornado um homem.

20 de Mayo de 2019 a las 01:19 1 Reporte Insertar 0
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Lucas Tudo é literalmente relativo. O amor, a raiva. o desprezo. Qual deles você mais usa contra seu inimigo?

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Karimy Lubarino Karimy Lubarino
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24 de Mayo de 2019 a las 09:50
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