Utopia dissonante Seguir historia

sweet-mary Mary

Nunca conheci ninguém que se parecesse comigo. Nunca recebi nenhuma música em dedicatória. Nunca morei em outra cidade. Nunca virei o ano na praia. Nunca recebi flores. Nunca gozei da popularidade. Nunca, porém, desisti dos meus sonhos. Nunca perdi a esperança. Nem sempre a mostro, mas carrego num baú bem escondido no meu peito a fé. O brilho dos meus olhos não é efeito de filtros, é o otimismo sobrevivente que se manifesta nas minhas íris. Nunca fui à princesa de ninguém, mas nasci na primavera, meus olhos são negros e brilhantes como a jabuticaba, doces e penetrantes como uma flor única cujos botões se abrem lentamente, a flor de novembro, a poesia escrita sem versos, acompanhando o espetáculo da própria vida. Uma flor que não existe outra igual no mundo. Guardada no verso que não morre quando escrito, mas assina a imortalidade e perdura. A flor de novembro se faz e refaz tal qual a ave fênix, das próprias cinzas ressurge a coragem. Essa sou eu, impaciente com meios termos. E este é o meu caderno.


No-ficción Todo público.

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Saudação!

Olá, queridos amigos e amigas! Ao contrário dos meus outros caderninhos de poesia, este será como as minhas outras histórias longas, classifiquei-o como "não-ficção" porque muitos dos textos são autobiográficos, no entanto nem tudo que escrevi em 2016 será publicado aqui.

O título não é para fazer sentido, foi uma sacada pessoal para resumir o que sobrou de mim depois de uma grande desilusão que me mudou para sempre, então não é que os poemas e pensamentos sejam repetitivos de propósito, costumo escrever com o coração e por mais que ele estivesse partido, continuei o fazendo mesmo assim.

Espero que vocês gostem dos pensamentos, pois eles foram rejeitados no Wattpad, mas postei várias oneshots aqui que tiveram uma boa recepção, de maneira que decidi dar uma segunda chance aos meus sentimentos em forma de palavras, lembrando que como não posso mudar meu passado para refazer todos os caminhos que impedissem de conhecer quem me destruiu, que tudo que vivi quebrando a cara sirva de lição para alguém em algum momento neste extenso universo.

Das one shots que publiquei separadamente aqui, estão: Ela & Ele, 29 de abril de 2016, Mochileira Solitária, Bloqueio de Escritor e todas estão apenas aguardando sua amável visita. Desculpem-me se for estranho a ideia de um caderno em vez de um livro, sei que não sou poeta e ainda que de lá para cá, muitas coisas dentro de mim tenham mudado, a principal, não: o amor pela escrita.

Compartilho com vocês aquilo que talvez possa ajudá-los a entender como foi difícil sobreviver a um coração partido por uma pessoa que entrou na minha vida sem intenção de ficar, ter que engolir o choro na marra e me redescobrir, acolher o que sobrou de mim. Desejaria muito que alguém se identificasse com o que escrevi e vivi ou que alguém que esteja passando por isso consiga a força de que precisa para reagir.

Beijos e boa leitura!


Com amor,

Mary ♥

12 de Mayo de 2019 a las 21:45 0 Reporte Insertar 119
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