Princesa Seguir historia

misterlolla Lolla S.

Ruby Evans; 25 anos, futura presidente de uma empresa de roupas, próprio apartamento. Parece uma vida ótima não é mesmo? Tudo muda quando ela conhece Tyler, um sócio de seu pai. Ela fará de tudo para que ninguém descubra sobre seu caso com o empresário, mas, parece que ele quer o oposto disto.


Erótico Sólo para mayores de 18.

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En progreso - Nuevo capítulo Todos los sábados
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Prólogo

Tentava descansar meu corpo em um jantar com vinho tinto, dentro de um restaurante Francês. Mas, ao invés de me banhar no vinho acompanhada com alguém agradável de me relacionar, eu me mantinha jantando sozinha naquela mesa para dois próxima ao canto do local.

E como eu havia dito antes, eu apenas 'tentava' descansar meu corpo, pois não conseguia. Um homem com seu terno preto fosco e sua gravata vermelha, que agora, fora afrouxada pelo mesmo. O homem, se sentara na mesa afastada à minha, mas, onde se assentava, eu conseguia o ver muito bem, e o mesmo era ele à mim.

Eu queria desligar meu corpo com aquele prato caro e aquele vinho antigo, mas, era algo impossível de ser feito. Minha própria mente não obedecia as minhas ordens de parada naquele instante, e aquele senhor que me fitava; era o culpado.

Fazia mais de vinte minutos que estávamos ali, nos olhando. Por segundos, para desviar meu olhar, eu sentia teus olhos me prensarem ainda mais naquele lugar. Ou quando ele o fazia para beber seu vinho, que fora reposto uma três vezes. Quando ele desviava o olhar para algo que eu não me importava, eu mordia meu lábio inferior, tentando por vez, controlar meu corpo e minha mente.

Nunca fora assim, sempre fui uma mulher equilibrada. Não sou fácil assim, à ponto de desejar um homem que eu apenas observava a cada segundo daquele jantar que estava sozinha. Mas, aquele homem era charmoso e encantador demais para minha mente se conter e nada programar enquanto o cobiço pelos olhos.

O melhor para mim, não era nada daquilo que me acontecia. Era o que via nele, além de tudo aquilo, o mesmo não mantinha um tipo de aliança de compromisso em nenhum de seus dedos, e também não parecia estar esperando alguém para comer junto à ele.

Parecíamos estar os dois no mesmo barco.

Ao perceber que ele me notara muito, cruzava minhas pernas muitas vezes, ou mexia muito minhas mãos. Agradecia muito por ele notar meu rosto apenas, e também agradecia por aquela mesa ter lençóis brancos próprios para mesas, ali. Não daria para ele ver que estava nervosa.

Então bateu 10:00 PM, era dez da noite e eu ainda estava aqui, neste restaurante, apenas a fitar um homem, e cobiça-lo.

Não haveria ninguém me esperando em minha casa, apenas meu gato. Não havia com o que me preocupar, se eu quisesse chegar de madrugada poderia. Mas, não era bom andar em meio as ruas tarde da noite.

Então,para não demorar mais; chamei ao garçom, que veio em tempo rápido para meu alivio.

Ao pagar minha conta, me levantei pegando minha pequena bolsa, arrumando o vestido que trajava e fui em direção à saída. Apenas senti olhos por cima de mim, os mesmos olhos que eu tanto olhei neste jantar. Retornei. Olhei na mesma intensidade e medida para aquele homem, e saí daquele restaurante.

Quando cheguei naquele estacionamento para pegar meu carro, vi um homem apoiando seu braço , ao olhar para ver quem era o idiota. Me surpreendi. O mesmo senhor charmoso que eu trocara olhares, estava ali, me observando como se estivesse querendo algo.

-Oh, então a senhorita olha as pessoas o jantar inteiro e não fala com elas?

A voz dele parecia uma música naqueles segundos, para mim. Era grossa e grave, era boa de ouvir à qualquer hora.

-Então o que o senhor queria que eu dissesse? Meu nome? Minha idade? Onde moro? Meu RG?

Ao responder para o homem, fechei a porta de meu carro, dei mais atenção ao que estava à minha frente; um ser charmoso que me parecia muito mais agradável para mim naquele momento. Quando lhe disse aquilo, eu havia colocado sarcasmo na fala, e ele havia percebido, tanto que sorriu, e que lindo sorriso.

-No mínimo; seu nome, seria bom. -Respondeu-me, dando junto à mim um olhar desafiador.

-Ruby Evans... O seu?

-Nome lindo, igual à moça que o usa...

-Seu nome. -Me dei como autoritária, ou apenas tentei, pois o que realmente pareceu foi que ele gostou daquilo, pois o mesmo soltou além de um riso simples, soltou uma risada pelo nariz. Idiota.

-Direta. Gostei. Mas me parece mais que você é apenas uma Riquinha Metida...! -Não me pareceu soar amedrontador, ou intimidador. Não. Me parecia que ele estava me desafiando para uma fase, uma fase que minha mente negava a perder.

-Mas não sou, e enquanto à você? Me parece ser apenas um Milionário Mimado, que não sabe receber ordens. -Desafiei o outro ainda mais, pois, se ele pensara que eu não sabia responder à sua altura, eu sei muito bem.

-Sim, eu sou um "Milionário Mimado".

E ele o disse como se obedecesse de forma irônica ou debochada, pelo menos, foi o que percebi.

-Já que é assim, o que os milionários tanto desejam? -Claro, comecei a destruir a distância que mantínhamos, tive de deixar os nossos rostos com poucos centímetros de se tocarem.

-Eles desejam ter as mais belas mulheres que esse mundo oferece. -Então, ele o disse. Sussurrando em meu ouvido, senti voz grossa soando em minha mente, e que fazia-me atingir o limite de meus sentidos, e arrepiar todos os pelos de minha nuca, ombros e junto à minha espinha, o que foi pior...

-E o que as metidas desejam...? -Continuou a sussurrar, o que me intimidava ainda mais, e ele parecia estar gostando, pois começou a mexer nas mechas de meu cabelo que caíam sobre meus ombros.

-Descubra. -Então, fui e lhe dei o mesmo; sussurrei em seu ouvido colocando minha mão sobre seu terno, e acabei por receber; um olhar seu sobre minha mão.

Mas não demorou muito para que ele voltasse ao seu ponto maior; meu pescoço.

-Hmm, você exala um cheiro maravilhoso, e viciante... -Logo, percebi ele mudar de assunto, não liguei muito. E ele logo o percebeu, soltando outro riso nasal e eu fiz o mesmo. Mas, o que ele havia dito me deixou surpresa.

-Perfume, talvez. -Respondi sem mostrar que estava ligando muito para aquilo, e percebi que ele fungou sobre minha pele, assim inalando ainda mais o cheiro, o que o fez raspar seus lábios em meu pescoço. Estavam muito gelados, assim como suas mãos que sem querer encostaram em meu braço.

-Não, é você. - Rebateu, deixando um beijo gelado em meu pescoço e se afastou. Lhe dei um meio sorriso de lado e levantei uma de minhas sobrancelhas. Logo recebi um beijo em minha mão direita, e um olhar encantador. Sua mão, realmente era fria, assim como seus lábios, mas, com isso; não era nem um pouco importante para mim.

Enquanto o via ir embora, eu senti que ele ainda me observava, mesmo que seus olhos não estejam mais por cima de mim, naquele momento eu senti aquilo, e foi muito bom.

Entrei em meu carro e joguei minha bolsa de ombro no banco do passageiro, tendo por mim, que aquele senhor que aparentava uns vinte e cinco anos, eu nunca mais veria. Uma pena.

E sai na estrada para o caminho de minha casa, pensando em como eu perdi a chance... A chance que minha mente tanto brigou por aqueles minutos que fui intimidada.

Aquele homem.

25 de Abril de 2019 a las 23:42 1 Reporte Insertar 2
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SR Sara Isabel Rato
Adorei! Vou seguir esta história
19 de Mayo de 2019 a las 10:53
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