Tédio com um "T" bem grande Seguir historia

anxiousfox Anxious Fox

Minseok era um jovem quebrado de forma diferente dos outros por aí. Não pensava como eles, não agia como eles, sua real verdade estava escondida a sete chaves, nem mesmo ele conhecia a si mesmo. Fadado a viver uma vida monótona e previsível, sua vontade de levantar da cama todos os dias estava por um fio. Nada o interessava, nada o divertia, muito mesmo o atiçava a sentir algo em seu peito, nenhum sentimento jazia nele além do tédio seu querido amigo, que não se soltava do Kim por nada nesse mundo. Mas algo nasce naquele dia, aquele dia em que tudo deu errado, aquele que o fez ouvir suas músicas melancólicas mais alto que de costume, o dia em que falhara mais uma vez, foi o dia em que um ruivo ridiculamente belo batera na porta de sua mente vazia e de seu coração empoeirado. Oh Sehun invadiu seu subconsciente se tornando parte de si, de todas as maneiras possíveis. {Para matar o tédio} {Xiuhun} Gêneros:Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi (Gay) Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez.


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 21 (adultos).

#xiubaek #xiusoo #sobrenatural #tedio #yaoi #xiuhun #exo
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Flawles

Foi em uma segunda-feira, em pleno outono que Kim Minseok recebera sua pior nota de todo semestre. Logo em sua estação favorita foi lhe dada tamanha desventura.

O mesmo aluno que se saíra muito bem nas outras matérias, se deu muito mal bem naquela que mais havia se esforçado. — Merda. — amaldiçoou a si mesmo por ter falhado novamente na mesma disciplina. A maldita matéria o atormentava desde semestre passado. Semestre este que fora banhado a estudos que pelo visto foram jogados no ralo. Culpou a professora que realmente não dava aula tão bem quanto deveria, pensou que no próximo semestre iria se recuperar, seria diferente, se esforçaria mais, estudaria mais. Foi o que ele fez, mas mais uma vez o resultado foi tão vergonhoso quanto o anterior.

Vergonhoso.

O jovem de vinte e um anos cursava o segundo semestre de engenharia aeronáutica, sua faculdade era renomada por tal curso, possuía professores renomados, turmas excelentes em seus resultados. O garoto gostava de seu curso e tudo que se relacionava a ele, mas para seu azar, a grade curricular incorporava a disciplina temida pelo garoto desde o ensino médio, aquela maldita área de humanas. Era terrível naquilo, já havia repetido nela e agora muito provavelmente repetiria pela segunda vez, era o cúmulo da burrice tal ato em sua opinião, ele estaria abaixo de todos por simplesmente ser deplorável em humanas.

Mesmo com todo seu esforço, possuía um bloqueio enorme.

— Já chega disso. — proferiu o jovem, que saiu sem dizer mais nada da sala de aula, não que alguém tenha notado seu ato, era difícil notar Kim Minseok. Mesmo sendo dono de uma aparência chamativa por seus traços harmoniosos e um tanto infantis, parecia carregar consigo uma aura escura, daquelas que escondia seu verdadeiro esplendor que só era notado pelos mais atentos.

Não que ele se importasse, ele sempre fora solitário e um tanto quieto demais, muitos já até pensaram na possibilidade do garoto ser mudo por nunca terem ouvido sua voz.

Possuía poucos amigos, três para ser mais exato que conhecera no seu curso, Kim Namjoon um grandão loiro e aparentemente um tanto assustador para quem não o conhecia profundamente. Ele não tinha o costume de tirar seus óculos de leitura mesmo não sendo obrigatórios, era um estudioso, extremamente focado e nerd, às vezes certinho demais o que chegava a ser irritante. Também havia Byun Baekhyun e Do Kyungsoo, ambos opostos um do outro, Byun era divertido e bem-humorado, adorava uma festa e bebidas alcoólicas como todo jovem adulto. Mesmo possuindo um passado um tanto trágico, levava sua vida com esperança e bom humor, Minseok o invejava por seu jeito de ser, os dois amigos se davam bem, Kim entendia Byun como nenhum outro compreendia.

Já Kyungsoo era um caso à parte, fora a primeira pessoa com quem Minseok conversara no curso, ambos iam juntos até a faculdade, moravam no mesmo bairro. Do era gentil, amável e extremamente inteligente, mas quieto e um tanto julgador em suas ações, como nada é perfeito o baixinho era dono de uma carência incompreensível, sentia ciúmes de Minseok e costumava se agarrar no mais alto como um ursinho de pelúcia, nada que não pudesse ser aturado pelo Kim.

No último semestre acabaram se afastando, resultado de uma briga feia entre Byun e Do, o primeiro estava envolvido com alguém aparentemente comprometido, um caso à parte já que ambos eram amigos de infância, algo que Do não deu a mínima, era errado ser adultero e ponto final.

Minseok pensava de maneira diferente.

Apoiou Byun na decisão de continuar a se encontrar com Chanyeol, já que ambos tinham uma história juntos, algo íntimo demais que só Min entendera. Por fim os amigos se separam, se falavam pouco, só o necessário, apenas Minseok e Byun continuavam íntimos, ambos apoiando um ao outro.

Essa era a mágica do baixinho dono dos olhos felinos, ele compreendia aqueles que eram incompreendidos em seus atos considerados errados, uma pessoa rara que ainda não tinha se dado conta de seu valor.


Minseok andara tenso pelas provas e o afastamento de seus amigos apenas piorava tudo. O mais engraçado de tudo é que o pequeno solitário possuía alguém, há anos para ser exato, Yeri era sua namorada há três anos, a linda ruiva que arrancava suspiros por onde passava fora seu primeiro beijo e primeiro amor. Amor este que estava se tornando tedioso, não era mentira que ele amava a garota, mas isso não apagava o fato de não sentir nada além de "amor", difícil de entender, resumidamente, não existia mais paixão alguma, o casal não transava há meses, acentuando o mau-humor de ambos. Aquela vontade acabou se extinguindo.

Todos ao redor do casal esperavam que assim que o fim da faculdade chegasse, o casal perfeito se casaria, criando uma família linda e feliz. Tal pensamento causava náuseas em Minseok, ele nem ao menos entendia o porquê de coisa tão natural te causar tamanho incomodo.

O garoto que saíra da sala de aula de supetão fora direto pegar seu metrô para casa, não ficaria nem mais um segundo ali, estava desapontado demais, triste consigo mesmo, seu esforço não adiantou de nada, para muitos poderia parecer estúpido, mas para ele não, seu pai lutava para pagar sua faculdade, o mínimo que o estudante esperava era se sair bem em seu curso e dar orgulho ao mais velho, mas nem ao menos isso ele conseguira, havia falhado novamente.

O caminho até sua casa fora banhado a músicas melancólicas, desde o clássico ao “rock” alternativo.


“You're a doll, you are flawless

But I just can't wait for love to destroy us

I just can't wait for love

The only flaw, you are flawless

But I just can't wait for love to destroy us

I just can't wait for love…”


Desfrutava de sua melancolia e tristeza enquanto cantarolava a música baixinho como um verdadeiro adolescente deprimido. Querendo ou não fora este o único sentimento que havia sentido após muito tempo, normalmente seus dias eram cheios daquela monotonia insuportável, aquela em que se tem várias coisas a se fazer, mesmo não possuindo vontade de realizar nenhuma delas.

A vida de Minseok era tediosa e ele sabia muito bem disso.

Já tentara cortar o tédio e a mesmice de várias formas. Apesar de esses atos não condizerem com sua impecável aparência de “bom menino” já bebera até cair e vomitar como nunca, já experimentara maconha, LCD, cigarros variados, nada lhe causou muito efeito, talvez Kim fosse um jovem quebrado, veio com defeito, não desfrutava das mesmas diversões que os outros de sua idade, tudo parecia monótono para ele, talvez beber fosse à coisa menos tediosa que havia feito na intenção de cortar o tédio, o resto não valia a pena mesmo.

Chegando a sua casa nem ao menos se trocou, mandou uma mensagem rápida para a namorada antes de dormir, lhe desejando boa noite, não desejava falar com Yeri, não lhe importava o que ela tinha a lhe dizer, nada nela lhe importava. Talvez devesse dizer isso a ela, entretanto sentia medo de magoá-la, não suportava vê-la chorando, então permanecia estagnado naquela relação que não lhe trazia nada além de tédio. Minseok estava acomodado ao tédio rotineiro que se agarrou a ele.


|T|


Pulou de sua cama em um susto, o despertador apitava de forma irritante aquela melodia ridícula e aguda, perfeita para fazê-lo querer levantar de vez daquela cama e desligar o objeto de som azucrinante.

As manhãs e tardes de Minseok eram monótonas em 99,9% das vezes. O garoto acordava, tomava seu café, cumprimentava os familiares, estudava durante a manhã toda até à hora do almoço, depois do almoço voltava a estudar novamente, até chegar à hora de se aprontar para sua aula frequentada no período da noite.

Desta vez não foi diferente.

Logo já se aprontava para ir à faculdade, o caminho passou completamente despercebido, Kyungsoo havia faltado, então pegara sozinho o metro. Como de costume pôs seus fones de ouvido, o falatório naquele lugar o irritava, não saia de casa sem seus amados fones de ouvido, sem o aparelho teria de aguentar conversas alheias.

Ao som do ‘rock’ alternativo fitava o nada como se fosse algo interessante, era um daqueles dias onde nada acontece para ele, pelo menos até agora.


“How can I sleep if I don't have dreams?

I just have nightmares

How can it be?

I still believe something is out there

Some part of me feels a little bit naked and empty

I'm stuck underneath a few dirty old blankets to comfort me…”


O balançar do veículo e a música agora calma o relaxava enquanto novamente cantarolava, Minseok possuía uma doce voz mesmo nunca tendo notado. Atraiu alguns olhares para si.

Piscando mais vezes do que deveria, os olhos escuros e doces para alguém tão frio se fechavam devagar e logo se abriram novamente, aquele típico coçar na região dos olhos quando se está com sono começou do nada, os sentiu pesados, tentou lutar contra o sono que veio com tudo, até desistir e se entregar de vez, apagando por completo naquele local público.



Um cheiro estranho pairava no ar, era agradável e delicioso.

O azul daqueles olhos era ridiculamente insano e estonteantemente frios, o dono deles sorria para o Kim de forma devassa, seus traços simetricamente perfeitos pareciam de outro mundo e seu sorriso a coisa mais suja que já vira em toda sua vida.

Minseok se encontrava deitado em uma superfície macia que lembrava grama, tendo seu corpo pressionado por outro, o de um garoto para ser mais exato. Alto magro e rígido em cada parte, seu cabelo que mais parecia seda, brilhavam em seu tom alaranjado.

Belíssimo.

Um arrepio percorreu o corpo de jovem quando o ruivo resolvera passear sua língua por seu pescoço, seu corpo não se movia estando totalmente entregue ao desconhecido sem ao menos saber o porquê de sua passividade.

Um gemido escapou de seus lábios entre abertos, nunca se sentira tão duro em toda vida, o membro do ruivo se esfregava no seu, em uma provocação mais que óbvia.

— Sujo. — externou o desconhecido, sendo esta, a única palavra que ouvira do maior acima de si, sua voz rouca e aveludada lhe causou arrepios, o fazendo soltar um gemido involuntário.



Em um pulo as imagens se foram, os olhos confusos rodaram o vagão percebendo que logo chegaria a seu ponto. Percebeu que suava, as têmporas estavam molhadas, lhe fazendo retirar um lenço qualquer de sua mochila para lhe secar o rosto. Respirou profundamente três vezes, tentava por sua cabeça no lugar já que tudo parecia girar naquele recinto enquanto retirava seus fones de ouvido. Havia dormido bem a noite, não entendera o porquê de cair no sono assim tão facilmente, e ter um sonho daqueles. Um sonho que mais parecia um pesadelo. Considerava-se heterossexual, nunca havia tido desejo por alguém do mesmo sexo, muito menos a ideia havia passado por sua cabeça para ter um sonho daqueles, fora constrangedor no mínimo.

Mas aqueles olhos azuis juntamente daquele sorriso perduraram em seus pensamentos de forma involuntária, achou ter enlouquecido, já que a cada pensamento voltado àquele desconhecido irreal de seu sonho, seu corpo se arrepiava, arrepio esse que já não sentia há anos, era como respirar novamente depois de décadas.

Assim que desceu em sua estação, deu dois tapas bem dados em seu próprio rosto, afastando aqueles pensamentos de vez e prometendo a si mesmo esquecer aquele pesadelo erótico.

Chegou de forma silenciosa na faculdade como sempre, Min era invisível em sua opinião — apenas em sua visão — E continuaria até completar seu curso.

Logo sentiu braços finos e branquinhos te agarrarem por trás, sabia muito bem quem era e tratou de revirar os olhos de forma involuntária.

— Boa noite. — A voz de Yeri era doce como mel, disso Minseok ainda não havia se enjoado.

— Boa noite. — disse simples se virando para a garota e deixando um beijo delicado em sua testa, ela merecia seu carinho, não tinha culpa das neuras do Kim disso ele tinha noção.

— Passei apenas para te dar um “oi”, minha aula já vai começar. — disse, com um leve sorriso. Ela o amava isso era um fato, os olhos cintilavam quando estava ao lado do namorado, pelo menos era o que parecia para todos que a vissem. Yeri cursava música e era boa nisso, possuía a mais linda das vozes e se orgulhava de tal habilidade, raramente via o namorado pela faculdade já que os cursos ficavam em blocos distantes um do outro, se viam de verdade apenas na casa de um dos dois.

Minseok nada disse, logo passou os braços pela cintura fina da garota para dar-lhe um beijo que foi aprofundado rapidamente, invadiu a boca da namorada com certa pressa. Tentava se provar? Talvez.

Apenas queria substituir a visão daquele garoto de seu sonho pelo gosto do beijo de Yeri. Era doce como sempre, mas nada excitante, seu corpo estava ali, mas a mente ainda se lembrava do sorriso malicioso do ruivo em seu sonho, o fazendo quebrar o beijo aos poucos.

— Foi ótimo te ver, agora vá para aula, não quero te atrasar. — O garoto um tanto pálido demais disse, se despedindo e obtendo um sorriso da ruiva, que logo se dirigiu as pressas para sua aula sem entender bem sua ação.

— O que está acontecendo comigo? — sussurrou a si mesmo, enquanto caminhava para sua aula, respirando profundamente três vezes novamente, tudo parecia mais confuso e sacal que de costume.

Os olhos azuis foram a única coisa que o atiçaram em anos.

Ah! Aqueles olhos.

— Acorda! A aula já vai começar. — O som alto da voz de Byun acordou o garoto, que havia se sentado em um dos bancos de forma automática sem nem ao menos notar sua própria ação. Minseok agia mais estranho do que o comumente, foi que Baekhyun notou rapidamente.

— Vamos. — disse ao levantar-se, ganhando um abraço lateral do loiro, que estranhamente esboçava um sorriso mais largo que o normal. Algo estava para acontecer, conhecia bem o menino Baekhyun, ele adorava uma novidade.

— O que houve Baek? Conheço esse sorriso. — questionou, com o típico olhar desconfiado.

— Parece que temos um novo professor. — comentou Byun de forma alegre demais para um acontecimento tão banal.

— E daí? — disse, já se dirigindo a porta da sala de ambos.

— Deixarei você ver com seus próprios olhos.

A sala era uma confusão de falatórios para todos os lados, meninas e meninos cochichavam, o garoto estranhou tal ato, sua sala era quieta até demais, nunca vira tal quantidade de conversas aleatórias por metro quadrado. Ignorou tal fato sentando-se em seu lugar de costume, no canto direito da sala mais especificamente na última carteira, tendo Byun sentado ao seu lado. Aquele mesmo que parecia ansioso para algo.

Os cochichos cessaram por completo quando a porta da sala se abriu novamente, revelando o motivo para tais burburinhos.

Era alto, magro, ruivo e possuía os olhos mais azuis possíveis, um verdadeiro ser de outro mundo acabara de adentrar a sala de aula, vestindo uma camisa branca social, junto de uma caça jeans escura apertada trazendo consigo uma aura arrebatadora e inexplicavelmente excitante, fora impossível tirar os olhos daquele “ser”. Era possível notar seu ótimo físico pelas roupas que trajava.

O queixo de Minseok caiu ali mesmo, não estava acreditando no que seus olhos viam, não poderia ser real seu mais novo professor. Esfregou os olhos uma dezena de vezes, mas nada voltara ao normal, o cara de seu sonho estava de pé ali, bem na sua frente. Pode jurar sentir o doce cheiro que sentira em seu sonho exalando por toda a sala de aula.

— Boa noite classe, me chamo Oh Sehun e serei seu novo professor de cálculo. — anunciou, esboçando um meio sorriso de tirar o fôlego que fez Minseok engolir seco, era a mesma voz de seu recente sonho.

O seu amigo ao lado sorria largo da cara assustada de Minseok, de alguma forma Byun sabia qual seria a reação do outro ao avistar o novo docente, o novo professor deixara todos de queixo caído com sua aparência e aura sedutora, havia trombado com ele anteriormente, chegara cedo na faculdade, sabia do transtorno que ele causaria naquela classe.

— Limpa a baba aí. — Baekhyun disse entre risos um tanto alto demais, Minseok rezou para ninguém ter escutado.

— Vai se fuder Byun! — praguejou em um sussurro raivoso, seu rosto se tornara vermelho de repente. Além de surpreso com a repentina aparição do dono de seu sonho, estava constrangido pela sua própria reação, se sentia acuado. Passou uma das mãos pelo cabelo escuro em um ato de nervosismo, engolindo seco.


“Se acalme Minseok, isso não passa de uma infeliz coincidência, você prometeu esquecer aquele sonho, cumpra o prometido!”


Pensou o garoto, finalmente se acalmando.

Mal ele sabe que toda sua injúria foi observada com atenção pelo dono dos olhos azuis. De maneira discreta, ele notara a fala de Byun para o garoto baixinho ao seu lado, seus olhos cintilaram ao observar o constrangimento alheio, o rosto infantil completamente vermelho foi adorável aos olhos do ruivo, que guardou esse pensamento para si a sete chaves. Logo tudo estaria em seus devidos conformes.

Mas não perderia a chance de provocar o pequeno que roubara sua atenção de imediato.

Ah sim! Sehun amava provocar, era de sua natureza mais escura.

A aula seguiu como o esperado, de uma hora para outras todas as garotas tiveram dúvidas pedindo ajuda a seu tão amado novo professor que se mostrava prestativo ao ajudá-las, sua expressão fechada só atiçava ainda mais aquelas que já se encontravam caidinhas por ele. Ações que só faziam Minseok revirar os olhos, ansiava pelo fim da aula, queria sumir dali o mais rápido possível, olhar para aquele cara só o deixava mais confuso.

Depois do docente se apresentar para sala, o Kim desviou seus olhos do alvo com muito esforço, focando em seu caderno, não levantou seu olhar para o professor um segundo se quer.

Contava os segundos para o fim daquela tortura, reprimia a vontade de observar seu mais novo professor e quando o sinal finalmente tocou, agarrou suas coisas as pondo rapidamente na mochila entupida, sem nem ao menos olhar para trás saiu apressado com passos pesados, não ouviu quando seu amigo Byun o chamou do fundo da sala.

Minseok fugiu daquelas sensações, ele não as suportava, não suportaria sentir seu coração bater descompassado depois de tantos anos parado e inerte.

Sehun o fitou em sua fuga, que considerou adorável e um tanto previsível, um sorriso escapou dos lábios finos com a cena.

— Não fuja de sua sujeira. – Oh sibilou de forma inaudível quando o estudante passou pela porta daquela sala.

A frase que, de forma impossível foi ouvida pelo garoto perturbado, se instalando em sua mente em um timbre hipnótico que não o deixaria dormir aquela noite.

Ele não sabia como, mas Oh Sehun acabara de invadir sua mente, tornando dela seu mais novo lar.

18 de Abril de 2019 a las 22:21 4 Reporte Insertar 119
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Olá, eu sou a MRz do Sistema de Verificação do Inkspired. O sistema de verificação atua não só para ver a qualidade da história, como também para observar se a história está de acordo com as normas do site. Sua história está “em revisão” porque há alguns errinhos de escrita, como por exemplo, 1) Falta de hífen em algumas palavras, como nos dias da semana e na expressão “bem-humorado”; 2) Falta de acentuação em algumas palavras, como “cúmulo”, “último”, entre outros no decorrer do texto; 3) Vírgulas. O texto está com alguns erros de vírgulas, principalmente antes do “e” quando está listando qualidades ou características. Nesse caso, o uso da vírgula não é necessário; 4) Crase. Na expressão “à parte” no sentido de estar separado de alguma coisa é necessário o uso da crase; 5) Atentar-se as palavras “mau” e “mal”. O primeiro é oposto de “bom”, enquanto “mal” é o oposto de “bem”. Quando uma pessoa está “mal-humorada”, a forma correta é “mau humor”. Eu dei apenas alguns exemplos de erros usando algumas coisas da sua história, mas aconselho que faça uma revisão mais minuciosa, pois há outros erros no decorrer do texto. Se você quiser, o Inkspired possui um blog que dão algumas dicas de gramática chamado Esquadrão da Revisão caso tenha alguma dúvida das regras que eu expliquei aqui, ou também você pode pedir para alguém dar uma revisada e ver os erros mais profundos. A verificação não é obrigatória para a história continuar sendo exibida, então se você tiver o interesse de ter sua história verificada, após corrigir os erros, é só responder a esse comentário que eu faço uma nova verificação. No mais, você escreve muito bem, parabéns! Tenha um bom final de semana! ;)
13 de Mayo de 2019 a las 16:23

  • Anxious Fox Anxious Fox
    Muito obrigada pelo retorno! Tenho interesse sim e verifica-la novamente. Corrigi os erros que achei, espero ter feito corretamente. Tenha um ótimo dia! 13 de Mayo de 2019 a las 17:46
  • MRz Rz MRz Rz
    Olá querida. Você fez uma revisão ótima no seu texto, mas ainda há alguns errinhos pequenos que passaram despercebidos. Como a expressão “E daí”, que foi escrito “I daí”; “pequeno gafanhoto” que foi escrito junto “pequenogafanhoto”; “público” no sentido de que foi realizado diante as demais pessoas, conhecimento de todos ou tudo aquilo que não foi feito ou dito em particular é acentuado. A palavra “publico” sem acento é a conjugação em primeira pessoa do verbo publicar. A mesma situação ocorre com o “cálculo”, que com acento significa a matéria em si ou a operação feita para encontrar um resultado, enquanto a palavra “calculo” é a conjugação em primeira pessoa do verbo “calcular”. Nos capítulos 3 e 4 têm o uso errado do “porque”, vez que se tratando de uma frase interrogativa e com o “porque” no início da sentença, o correto é “por que”. No capítulo 4 há outro “porque” errado; quando usá-lo no sentido de explicar a razão, fato ou motivo, o “porque” deve vir junto e acentuado: “o porquê”. É realmente difícil fazer revisão dos próprios textos, vários erros passam batidos porque sua mente está viciada na história. Por isso eu realmente recomendo que você peça para alguém ler sua história, afinal, quatro olhos são melhores que dois. ;) A história está realmente boa e você escreve muito bem, mas não posso verificá-la enquanto houver esses errinhos. Responda esse comentário depois de revisar tudo, que eu verifico novamente. Tenha uma boa semana! ;) 14 de Mayo de 2019 a las 11:42
  • Anxious Fox Anxious Fox
    Boa noite! Revisei novamente, torcendo para estar tudo nos conformes. Obrigada pela paciência divina, tenha um ótimo fim de semana! 16 de Mayo de 2019 a las 18:45
~

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