Way to hell Seguir historia

alicealamo Alice Alamo

— Quica em mim, Jimin-ssi. — Jungkook arrastou a boca pelos ombros dele e mordeu, as mãos abrindo as pernas de Jimin enquanto fechava as próprias para que ele se apoiasse melhor. Jimin riu, um riso excitado enquanto percebia o monstro que tinha criado. Como adorava ensinar as coisas para Jungkook e vê-lo depois colocá-las em prática por vontade própria, como era bom apresentar cada novo prazer a ele, cada pequena liberdade, cada pecado. Sentia-se o próprio demônio iniciando um anjo que sabia que logo o destronaria, e, sinceramente, não via a hora de ser subjugado por Jungkook. Apoiou a ponta dos pés no chão, as mãos nos joelhos de Jungkook e olhou para trás. Jungkook era como um predador faminto, como um animal insaciável que não devia ser provocado a menos que você quisesse ser devorado sem piedade. A parte boa da história era que Jimin queria… queria que Jungkook o devorasse até os ossos, que revirasse seu corpo e não deixasse nada para trás!


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

#jeonjungkook #parkjimin #jjk #pjm #sexo #pwp #smut #slash #lemon #yaoi #kookmin #jikook #bts
Cuento corto
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Capítulo Único


Que saudade que eu tava de escrever pwp, minha nossa! Essa fic foi feita para a @erincarmel , ela tem fanfics maravilhosas e uma mão pro angst invejável! Espero que gostem da fic <3


— Ah…

— Shi… — Jimin sussurrou, a boca entreaberta enquanto a respiração quente tocava o rosto de Jungkook e o fazia morder o lábio para não gemer de novo pelo arrepio que subia pelo corpo. — Você me chamou de vadia, Kookie — acusou, e o sussurro fez Jungkook fechar os olhos enquanto negava com a cabeça.

— Eu… — tentou se defender, mas não dava, não com Jimin sentado sobre o seu colo, as pernas bem abertas para forçar as nádegas fartas contra sua ereção, a camisa social desabotoada até a metade, a gravata esquecida no chão.

— Diz de novo, Kookie — sussurrou, e a língua subiu pelo pescoço de Jungkook até o lóbulo da orelha, que não perdoou ao morder. — Diz...

As mãos que Jungkook obrigava a permanecerem presas à cadeira, Jimin segurou, levou-as ao próprio quadril e sorriu malicioso ao rebolar e sentir Jungkook não conseguir se refrear e apertar com força as nádegas. Lambeu os lábios conforme suas mãos subiam pelos braços dele, amava sentir os músculos tensos, não se continha ao apalpá-los um a um e suspirar grato pelos anos de dança que os moldaram. Arranhou a pele clara, apenas porque era delicioso ouvir Jungkook suspirar, era excitante sentir a ereção dele sendo esfregada contra sua bunda quando ele tentava se mover pelos arrepios.

— Você pediu... — Jungkook sussurrou ao justificar.

— Pedi. — Jimin sorriu travesso, e as mãos brincaram com as mechas que caíam sobre os olhos de Jungkook enquanto ele passava a língua pelos lábios em provocação. — Mas não achei que fosse dizer… Sabe… — Riu baixo ao descer a boca até o brinco de Jungkook e puxou o cabelo dele para trás ao rebolar, sorrindo quando o ouviu gemer. — Acho… que sou uma péssima influência para você, Kookie… Repete pra mim…

Jungkook arfou. A mão de Jimin estava firme em seu cabelo, e ele gostava de como isso lhe trazia uma leve ardência que contrastava com a sensação quente dos beijos molhados que eram depositados em seu pescoço. Jimin sabia que era sensível, beijava-o com a boca um pouco mais aberta, muitas vezes chupando a pele e a mordendo enquanto gemia em deleite e o deixava sem saber o que fazer com a excitação que o arrebatava.

— Não marca — pediu, baixo, a voz muito mais fragilizada do que desejaria mostrar ao outro. Mas com todos aqueles shows, toda aquela rotina de viagens e eventos, com o álbum novo a ser lançado, fazia tanto tempo que não podiam ficar a sós daquela forma… tanto tempo que Jimin não o provocava com aquela intensidade…

Queria-o, queria tanto Jimin que sabia que somente com aqueles minutos naquela posição sua ereção já estava mais que dolorida. A sensação era de que a calça estava úmida, de que o calor de seu corpo irradiava e o enlouquecia conforme Jimin se esfregava em seu membro e arrastava a boca por sua pele.

— Quero marcar, Kookie — ele lamentou, verdadeiro, e Jungkook gemeu lânguido quando Jimin lambeu do seu pomo de Adão até o outro lado do pescoço para voltar a morder. — Quero meu nome na sua pele, quero ser seu nevermind.

As mãos dele puxaram sua camisa social de dentro da calça, mas a boca exigiu a sua antes que pudesse pedir cuidado com os botões. Foda-se os botões, ele sabia que Jimin iria estourar um ou dois independentemente do que dissesse.

A língua dele tinha sabor de morango, do maldito pirulito que Tae havia lhe dado momentos antes durante uma entrevista com os fãs. Morango combinava com Jimin, e era excitante e estranho imaginar os lábios dele como a própria fruta sendo devorados pelos seus. Perdia o controle com Jimin, perdia sua timidez e sua racionalidade, e imaginava que isso fosse exatamente o que ele queria, o que ele buscava enquanto o provocava com sorrisos obscenos e toques atrevidos. Beijava a boca de Jimin como se quisesse roubar para si o gosto do pecado que ela possuía, como se a suculência que ela tinha fosse ainda maior que a da fruta que eles tanto gostavam e que já tinham adicionado uma vez ou outra naquelas brincadeiras. Era intenso, era urgente. Beijar Jimin raras vezes era algo delicado, ele o fazia perder o cuidado, como se a língua a deslizar pela sua fosse as chamas que ele indiscriminadamente jogava ao álcool que banhava suas veias. E não havia outro resultado a se esperar senão a combustão…

O corpo de Jimin era menor, era mais fácil segurá-lo, mais leve, e isso lhe dava vantagem ao apertar com gosto as nádegas fartas e impulsioná-las contra sua ereção. O atrito os obrigava a separar o beijo, as bocas gemiam uma para a outra, o ar quente dos suspiros misturavam-se e eles respiravam a adrenalina que o proibido lhes dava.

As mãos de Jimin subiam por seu tórax, seu corpo se contraía a cada toque ao mesmo tempo em que implorava por mais. Sentiu o sorriso dele em sua boca, podia imaginá-lo mesmo de olhos fechados, saber exatamente a expressão depravada que ele lhe dirigia antes de sugar seu lábio inferior e arranhar seu abdômen. A mão dele voltou a se fechar em seu cabelo, e a outra parou bem no cós da calça, provocando-o ao puxar em um tranco o cinto que ainda vestia.

— Repete, Kookie — Jimin sussurrou, os olhos dele semicerrados ao rebolar em sua ereção e gemer. — Eu quero ouvir o bom garoto me chamando de vadia… — Ele riu contra sua boca. — Quero saber até onde eu te corrompi…

— Jimin-ssi…

— Não — ele negou com a cabeça, e Jungkook mordeu o lábio ao se perguntar por que o outro ainda estava tão vestido. Queria aquelas roupas fora, todas elas, precisava tocá-lo, antes que os demais membros do grupo voltassem, antes que algum celular tocasse e trouxesse a notícia de que precisavam ir para algum lugar de última hora. — Se não disser, não deixo me chupar, Kookie.

Jungkook arregalou os olhos, e Jimin soube que havia conseguido o que queria quando Jungkook se levantou de súbito. As mãos firmes apertavam suas coxas enquanto era erguido, Jungkook o jogou contra a cadeira onde estava sentado sem machucá-lo, invertendo as posições.

Era trapaça… Jungkook beijava o outro com fome enquanto o xingava mentalmente e apoiava as mãos nos braços da cadeira. Era trapaça porque Jimin sabia que ele odiava falar palavrões e também sabia o quanto ele amava chupá-lo, o quanto queria isso desde que tinham dançado juntos no último ensaio e Jimin tinha sussurrado que permitiria assim que ficassem sozinhos.

Vadia, era uma ofensa, uma maior do que estava acostumado a ouvir Jimin lhe pedir para dizer, mas Jimin se excitava ao ouvi-lo falar coisas do tipo, via nos olhos dele o desejo toda vez que a palavra saía rude de seus lábios. Além disso, era uma combustivel… sentia como Jimin tremia ainda mais solto, ainda mais livre para fazer o que quisesse sempre que o ouvia xingá-lo entre os gemidos.

Soltou a boca dele com um barulho estalado antes de apertar-lhe a ereção e se arrepiar ao tê-la tão dura quanto a sua.

— Vadia — sussurrou e beijou Jimin antes mesmo de terminar de ver a expressão de prazer que ele fazia enquanto o acariciava sobre a calça. Tão gostoso… — Vadia — repetiu mais fácil ao lamber os lábios dele e se ajoelhar entre suas pernas.

Sentiu a mão em seus cabelos e gemeu satisfeito ao apertar as coxas de Jimin e respirar fundo contra a ereção marcada na calça. Abriu o cinto que ele usava com pressa e ouviu o riso cínico enquanto descia o zíper da roupa e se deparava com a box branca.

— Sabe… esses dias… eu me perguntei se havia sido um bom professor, Kookie — Jimin provocou, a mão em seu cabelo enquanto o polegar livre contornava seu lábio. — Faz tanto tempo que você não me chupa, que não sei se já esqueceu como faz.

— Está duvidando de mim, Jimin-ssi? — perguntou, o tom entre ofendido e desafiador antes que a língua contornasse a extensão do pênis ereto.

— Prova pra mim, Kookie, prova que te ensinei direitinho como usar essa boca.

Sorriu de canto, e Jimin devolveu o sorriso malicioso. Respirou fundo pela excitação ao deixar a boca sobre o pênis endurecido, salivou pela expectativa enquanto a língua corria de cima a baixo. O tecido branco molhava-se com facilidade, marcava a ereção e deixava que a sentisse pulsar contra seus lábios quando se aproximava ou da base ou da glande. Gemeu ali, sentia o cheiro da excitação de Jimin, sentia o gosto da lubrificação que enxarcava o tecido, e aproveitava para que os dentes provocassem a pele sensível ainda protegida.

Havia uma mão de Jimin em seu cabelo. Era delicioso tê-lo querendo exercer algum controle quando era o primeiro a se deixar à mercê. Os olhos dele eram lindos, excitavam-no por não se desviarem nem um momento de seu rosto. A boca cheia era sedutora, e ficava impossível não imaginá-las em volta de seu pênis quando Jimin fosse lhe devolver o favor.

Usou um único dedo para baixar e segurar a box, e não demorou a descer a boca pela ereção livre. Jimin gemeu, alto, o aperto em seu cabelo se intensificou, e Jungkook arfou ao lamber a glande e tomar para si a lubrificação acumulada ali. A calça limitava o movimento, a box também, mas gostava desse jeito, conhecia Jimin o suficiente para saber que o brilho nos olhos dele era pela imagem que possuía, e não a estragaria para retirar-lhe as calças quando não queria nem mesmo perder a sensação do membro endurecido preenchendo sua boca.

Jimin xingou, e que ninguém ousasse voltar para aquele apartamento mais cedo naquele dia e os interromper. A saliva de Jungkook escorria por sua pele, a língua dele o provocava ao tentar lamber tudo e não perder nada, nem um centímetro, nem uma gota que seu corpo oferecia. Seu coração batia rápido, e a mente o fazia se contorcer de prazer pela imagem sedutora que era ter Jungkook de joelho entre suas pernas.

Jungkook, seu garoto tímido, seu menino bonzinho que nem falar palavrão falava, que fugira de suas investidas no começo e levara anos para aprender que prazer se sente sempre ao máximo, na maior intensidade e sem qualquer amarra, contenção ou limite. Vê-lo entre suas pernas, chupando-o com tanta gula e gemendo deliciado era excitante demais, não era sua culpa querer sempre tê-lo daquela forma.

Apertou o cabelo dele e sorriu com a mão espalmada em seu peito tentando abrir os botões de sua camisa de modo afoito porque Jungkook não parava de chupá-lo. Levou-o até o fim e gemeu quando o sentiu engolir, quando os lábios se apertaram com mais força e ele o chupou ao subir até a glande.

Ah, tinha ensinado Jungkook muito bem…

Sorriu com isso e segurou a mão dele em seu peito enquanto desabotoava a própria camisa. Estava com saudade, muita, seu corpo estava em festa, saudoso pelo prazer que tinha se obrigado a ficar sem pela rotina corrida. Levou a mão de Jungkook à sua boca e chupou os dedos, um a um, os olhos fechados enquanto sentia o outro tremer quando levava dois deles fundo. Jungkook o acompanhou, em uma clara competição, e Jimin foi obrigado a soltá-lo quando os gemidos ficaram mais altos e frequentes.

O cabelo se colava ao rosto, aquele escritório estava quente, deveria ter se preocupado com isso antes e ajustado o ar, mas… quando viu Jungkook sentado sozinho ali… seu corpo não conseguiu pensar em mais nada além da óbvia oportunidade de ter seu corpo sob o dele mais uma vez, de senti-lo por completo dentro de si até o final.

— Fundo, assim, vai… deixa eu foder a sua boca, Kookie, deixa eu gozar nela.

As palavras vieram junto com o contorcer do corpo. As pernas abertas tentavam facilitar o acesso de Jungkook, os sapatos sociais do evento de antes não conseguiam se firmar no chão e seus pés escorregavam pelo piso até Jungkook decidir usar ambas as mãos para segurar suas coxas no lugar.

Os olhos dele estava lascivos, e Jimin amava isso, era ver a realização de uma fantasia antiga. Quantas vezes não tinha se revirado na própria cama, fodido a própria mão enquanto manchava os lençóis com o prazer que a mente imaginava que Jungkook um dia lhe daria?? Quantas vezes tinha precisado abafar os gemidos porque ele estava no quarto ao lado? Quantas vezes não tinha fantasiado em momentos inoportunos sem saber o que fazer depois com a ereção dolorida?

Segurou o cabelo de Jungkook e o afastou de sua ereção para segurá-la pela base. A respiração descompassada dele e os lábios vermelhos eram sua perdição, os olhos suplicantes para que o deixasse continuar quase o faziam gozar… Arrastou a glande pelo espaço entre os lábios, sem desviar o olhar do outro e sorrindo quando ele colocou a língua para fora e gemeu pelo pré gozo.

— Quero gozar na sua boca, Kookie…

— Então goza… — ele sussurrou de volta, a boca entreaberta em convite.

— Mas você acha que merece isso? — provocou, apenas para não perder o hábito, mas Jungkook não reagiu como esperado. Imaginava as bochechas coradas, a resposta hesitante por ter que admitir o quanto queria aquilo, mas o que recebeu foi um sorriso vulgar antes de uma chupada lenta e gostosa sobre sua glande.

— E por que eu não mereceria comer uma vadia como você, Jimin-ssi? Eu não só mereço, como vou chupar até a última gota e te foder até você não aguentar mais. Não foi assim que me ensinou?

Sua mão perdeu a força com aquilo, e Jungkook aproveitou para voltar a chupá-lo intensamente. Gemeu, as mãos agarradas aos braços da cadeira em busca de apoio enquanto o corpo tremia pelo prazer que convergia para a pelve. Estava passando tempo demais com Jungkook, tempo o suficiente para que ele soubesse seus gostos, para que ele entendesse como seu corpo funcionava, os estímulos que queria e que o levavam ao limite! E, melhor ainda, estava passando tempo o suficiente para conseguir enfim fazer uma frase daquelas sair de Jungkook espontaneamente.

Jungkook acelerou, e a visão da cabeça dele indo e vindo em seu corpo era erótica demais para que Jimin fosse imune a ela. Levou as mãos aos cabelos dele, queria os olhos, queria poder encarar os olhos escuros que Jungkook cravava em sua alma enquanto os lábios o provocavam com o barulho estalado que faziam ao soltar seu pênis antes de voltar a chupá-lo. Mordeu o lábio com força, a respiração ficou esquecida dentro do peito, e com certeza sua expressão deixava claro o orgasmo iminente porque Jungkook sorriu malicioso, predatório, ao fechar os olhos e gemer.

— Kookie, Jungkookie, vou gozar… vou gozar… — avisou, apenas para dar ao outro a chance de se afastar se quisesse.

Mas era tolice, Jungkook nunca se afastaria; pelo contrário! O aperto em suas coxas ficaram mais fortes para evitar que Jimin fugisse de sua boca, e Jungkook fechou os olhos ao engoli-lo fundo, forte, a língua e a boca recebendo de bom grado o gozo quando Jimin gemeu alto e puxou seus cabelos. Demorou-se, os lábios ainda iam e vinham sobre o pênis enquanto recolhia o prazer que os jatos derramavam em si. Amava sentir o relaxar do corpo de Jimin, vê-lo relaxar e se perder no pós orgasmo era com certeza uma de suas visões preferidas e amava ainda mais saber que tinha o corpo dele à sua mercê nesses momentos.

Jimin sorriu extasiado ao abrir os olhos. Jungkook ainda estava ajoelhado entre suas pernas, a cabeça apoiada em sua coxa e os olhos fixos nele antes de abrir e mostrar a boca e sorrir depravado. Riu baixo e mordeu o lábio ao estender a mão e limpar o sêmen que sujava a bochecha dele.

— Faltou um pouco, Kookie. Tem que ser tudinho, como te ensinei — provocou, e Jungkook arqueou a sobrancelha antes de abrir a boca e chupar seu dedo com os olhos fechados em prazer. — Bom menino.

— Quero você, Jimin-ssi… — pediu, os beijos na coxa de Jimin e a mão em volta do membro dele o estimulando mais uma vez.

— Não é assim que se pede — respondeu e afastou Jungkook do seu corpo para levantar e se livrar de vez da gravata e da camisa que vestia.

Jungkook o imitou, e Jimin suspirou satisfeito quando ele se aproximou o puxando pelas pregas da calça e colando os corpos ao beijá-lo. As mãos corriam por seu corpo, uma necessidade insana de sentir, apertar e marcar a pele clara para depois adorar cada lembrança do que faziam. Sentiu a mesa bater contra suas costas e gemeu quando Jungkook puxou seu cabelo para trás e correu a língua até seu pescoço antes de chupar com vontade.

— Quero você, Jimin-ssi — ele repetiu contra seu ouvido e mordeu com cuidado o brinco que usava especialmente para ele. — Quero que empine para mim e rebole no meu pau como faz quando dança, quero que seja a minha vadia e goze de novo comigo dentro de você, Jimin-ssi…

Um arrepio subiu pelas costas de Jimin, que gemeu ao puxar levar as mãos até os cabelos de Jungkook e beijá-lo com desejo. O barulho dos cadernos, canetas e o que mais estivesse na mesa caindo no chão não os fez parar. As bocas desejavam-se e exigiam-se com o mesmo desespero, e a única razão para que o beijo fosse parado era para que gemessem quando as pelves se chocavam e os pênis roçavam um no outro de forma provocativa. Jimin segurou Jungkook pela nuca e rebolou, a sensação de se esfregar ao corpo do outro enquanto Jungkook se agarrava a ele e pedia mais era arrebatadora, tão viciante que ficava cada vez mais difícil se lembrar de que não poderia fazer isso daquela forma tão explícita nos shows, nas apresentações. Não reclamou quando foi virado de costas e a mão de Jungkook o empurrou para deitar o tronco na mesa, reclamou menos ao ter suas calças enfim abaixadas e poder sentir o calor do pênis de Jungkook se esfregando entre o vão das nádegas.

— Abre pra mim, Jimin-ssi — pediu, rouco, e gemeu em antecipação quando Jimin levou as mãos ao quadril e separou as nádegas enquanto o olhava por sobre o ombro e sorria vulgar.

A mão nas costas de Jimin desceu, o indicador e o dedo do meio traçando o caminho até cair no vão aberto e circundar o ânus enquanto se masturbava. Sorriu com o tremor do corpo de Jimin, mordeu o lábio excitado com o pulsar do próprio pênis ao se inclinar para repetir o trajeto dos dedos com a língua e ouvir o gemido surpreso e extasiado do outro.

Jimin apertou as mãos na própria pele, os gemidos saíam estranhos para os seus ouvidos, totalmente livres até mesmo da sua própria censura, por mais ínfima que ela já fosse. Não tinha controle do corpo mais, não tinha como esconder ou mascarar como reagia a Jungkook, não quando aquele maldito enfiava a língua em seu interior e o alargava com os dedos como se seu corpo já lhe pertencesse por inteiro!

— Vem… — Arfou. — Vem logo, Kookie.

— Ainda não… — ele respondeu, e os dedos dentro de Jimin curvaram-se com precisão.

Jimin gemeu alto, as mãos soltaram o próprio corpo por reflexo enquanto ele tentava se agarrar à mesa em busca de uma âncora para a eletricidade que o percorria de súbito.

— Eles vão chegar logo… Se alguém chegar e você não me comer, Jungkookie… — ameaçou, manhoso, e Jungkook retirou os dedos e os enfiou de novo, acertando-lhe a próstata de propósito pelo prazer de ver Jimin se engasgar com a fala, gemer choroso e não conseguir terminar a ameaça. — Kookie! Ah… para… vem… me come…

Queria, ah como queria! Sentia falta do calor corpo de Jimin, de sentir-se dentro dele! Era indescritível, era surreal demais a forma como era arrastado para um outro estado de prazer quando se fundia ao outro, quando o ouvia gemer arrastado a cada investida sua, como o seu próprio âmago vibrava com isso. Balançou a cabeça de uma lado para o outro enquanto ia e vinha com os dedos em Jimin; eles eram sugados, e Jimin sorria excitado enquanto contraía o corpo de propósito para dificultar que os retirasse. Guloso, sexy, gostoso, uma gama de palavras similares enchiam a sua boca para descrever Jimin naquele momento, mas nenhuma lhe deu mais prazer ao sussurrar que:

— Vadia. — Bateu a mão contra a nádega dele e apertou com força antes de tirar os dedos e se levantar.

— Toda sua.

— Abre então, Jimin-ssi.

O tom rouco da voz de Jungkook fez Jimin sorrir com malícia, e as mãos voltaram a abrir as nádegas quando o gelado do lubrificante arrepiou sua pele. Umedeceu os lábios, a glande se arrastando pelo vão, demorando-se em sua entrada, fazia seu pênis doer, fazia seu corpo querer se esfregar contra a mesa gelada em busca de um alívio que só veio quando Jungkook segurou firme em seu quadril e o penetrou fundo de uma única vez.

Ah, como era bom estarem sozinhos, como era bom que ninguém mais estivesse naquele apartamento, como era bom ter a certeza de quem ninguém os ouvia, porque Jimin não conteve a voz, o alívio, a dor e o prazer se misturaram num único apelo que fez Jungkook tremer e sorrir excitado.

A visão que tinha de Jimin era uma bagunça. As costas dele estavam com marcas vermelhas, o pescoço exibia seus chupões e mordidas, o cabelo bagunçado se espalhava pela mesa e grudava no rosto suado. Os olhos dele estavam semiabertos, perdidos numa névoa de prazer de que nem mesmo as mãos agora cravadas na mesa podiam salvá-lo. Investiu, com força, o subir e descer do corpo nu de Jimin o enlouquecia, o barulho seco dos corpos se chocando fazia sua boca secar e o arrepiava até a nuca, a sensação de seu quadril e de suas coxas batendo contra as de Jimin a cada penetração era maravilhosa e só perdia pela do canal a envolver seu pênis e sugá-lo de volta quando tencionava sair.

Jogou a cabeça para trás, o corpo movendo por vontade própria enquanto ia e vinha contra o de Jimin. Não queria em sua mente nada que não fosse a voz de Jimin gemendo o seu nome, não queria sentir nada que não fosse o corpo quente dele rebolando contra seu membro… Inclinou-se sobre Jimin, a língua, os dentes e os lábios fazendo questão de exigir o gosto da pele suada até conseguir a boca dele contra a sua.

— Mais forte, vem mais forte, Kookie — Jimin gemeu o tom necessitado entregando o desespero do corpo por mais.

Jungkook o beijou de novo, a mão se fechou no pescoço de Jimin enquanto se levantava e o obrigava a vir consigo. Poucos passos o distanciavam da cadeira, e Jimin arregalou os olhos e gemeu em êxtase quando Jungkook sentou-se nela e o puxou para seu colo sem sair de dentro de seu corpo.

— Quica em mim, Jimin-ssi. — Jungkook arrastou a boca pelos ombros dele e mordeu, as mãos abrindo as pernas de Jimin enquanto fechava as próprias para que ele se apoiasse melhor.

Jimin riu, um riso excitado enquanto percebia o monstro que tinha criado. Como adorava ensinar as coisas para Jungkook e vê-lo depois colocá-las em prática por vontade própria, como era bom apresentar cada novo prazer a ele, cada pequena liberdade, cada pecado. Sentia-se o próprio demônio iniciando um anjo que sabia que logo o destronaria, e, sinceramente, não via a hora de ser subjugado por Jungkook.

Apoiou a ponta dos pés no chão, as mãos nos joelhos de Jungkook e olhou para trás. Jungkook era como um predador faminto, como um animal insaciável que não devia ser provocado a menos que você quisesse ser devorado sem piedade. A parte boa da história era que Jimin queria… queria que Jungkook o devorasse até os ossos, que revirasse seu corpo e não deixasse nada para trás!

Rebolou, atento à forma como Jungkook gemeu e fixou os olhos em sua bunda. As mãos dele apertaram seu quadril, e Jimin jogou a cabeça para trás quando começou a cavalgá-lo. Era mais fundo que queria? Agora descia com tudo, até o fim, rebolando e se esfregando à pele do outro para sentir tudo, para tê-lo inteiro dentro de si, duro e forte. Seu pênis doía, balançava com os movimentos, mas dar atenção a ele e, com isso, parar de subir e descer em Jungkook estava fora de cogitação.

Havia pressa, havia desespero pelo orgasmo! Sentia isso na forma como Jungkook segurava sua cintura e o ajudava a quicar, sentia isso na força com que ele o puxava, arremetia, na rouquidão com que gemia o seu nome e agora puxava o seu cabelo para trás.

— Me toca, por favor, me toca… eu vou gozar, ah, eu quero gozar, me toca, Kookie!

Os movimentos ficaram irregulares, e Jungkook sorriu satisfeito ao deslizar a mão da cintura ao pênis de Jimin. Não era preciso que o masturbasse, era delicioso ver como o corpo de Jimin se arremetia contra sua mão ao mesmo tempo em que rebolava em seu pau e tremia pelo prazer. Conhecia bem o outro, tão bem que reconhecia cada sinal, cada tom mais alto da voz excitada, cada tremor, cada quebra de ritmo no subir e descer.

Arfou, não havia fôlego quase em seus pulmões à medida que ajudava Jimin a não parar. O clímax estava logo à frente, tão perto que estava sensível, tudo servia de gatilho para deflagrar o ápice. Sentia o vento da sala em sua pele em combustão, e isso o excitava, sentia o suor tornar o contato das peles escorregadio, e isso o excitava, sentia a voz de Jimin, o tom dela, entrando por seus ouvidos e ecoando em seu peito, e isso, puta merda, como a voz dele o deixava duro! Não seria capaz de ouvir Jimin cantar nunca mais sem se lembrar dele quicando em seu pau, sem se lembrar dos olhos revirados de prazer e da boca vermelha pelos beijos.

Era demais, era demais, era demais mesmo! Apertou o corpo dele contra o seu, apoiou o rosto contra as costas dele e gemeu alto ao acelerar a punheta em Jimin enquanto gozava dentro dele. Sentiu Jimin arfar, o quadril dele rebolar com mais força contra seu membro e exigiu um beijo enquanto o corpo ainda externalizava seu prazer. Jimin gemeu, o tremor violento antecedendo o gemido alto que Jungkook ficou grato por poder ver se formando quando o orgasmo o abateu com força. A boca dele se abriu primeiro em um gemido mudo, os olhos fechados antes da voz sair acompanhada do gozo que melou a mão de Jungkook.

As bocas permaneceram próximas, partilhavam a falta de ar, o som das respirações descompassadas. Os corações batiam com força, dava para sentir a pulsação onde quer que tocassem. Jimin sorriu, a língua passou pelos lábios, e Jungkook não perdeu o movimento, aproximando-se para beijá-lo com a lerdeza e o cuidado dignos de quem havia acabado de gozar e entregar ao outro não só o corpo, mas a própria alma. Seus braços envolveram Jimin com carinho, e sorriu quando o outro suspirou e apoiou o rosto ao seu.

— Precisamos de um banho, Jimin-ssi — sussurrou, e Jimin assentiu.

— O quarto de Jin tem uma banheira bem espaçosa…

— Ele mata a gente se descobrir.

— É um risco. — Ele sorriu, atrevido, e Jungkook riu sem graça.

— É… vai ter que me proteger se ele quiser me matar depois, Hyung.

— Está duvidando de mim? — Jimin arqueou a sobrancelha. — Posso não ser alto, mas eu ainda ganho do Jin numa briga.

— Ninguém aqui falou da sua altura, você que tá dizendo. — Jungkook sorriu e segurou Jimin quando ele tencionou se levantar ofendido. Suspirou e sorriu, apaixonado. — Eu te amo, Jimin-ssi… Senti falta de estar assim com você.

— Dentro de mim você diz? — provocou, e Jungkook riu.

— Isso também. É, com certeza disso também. Uau... Mas…

— Eu sei — Jimin tocou o rosto dele e selou os lábios com carinho. — Também amo você, Kookie… e também senti sua falta. Mesmo nos vendo todo dia, não é a mesma coisa, eu sei…

Suspiraram, e Jungkook mordeu o lábio inferior da forma que Jimin sabia ser por estar pensando em algo que não devia fazer.

— Jimin-ssi, vamos pra banheira?

— Achei que tinha dito que tomar banho lá era um risco — provocou, já se levantando, e Jungkook recolheu as roupas no chão antes de parar próximo a porta e lhe sorrir travesso.

— E quem falou em banho, Jimin-ssi? — perguntou, fazendo Jimin arregalar os olhos. — Você vem?

Palavrões, sexo, provocações, e agora apropriação da banheira alheia. Tinha criado um monstro, sem sombra de dúvidas. Ainda bem que Jin odiava aquela banheira e usava o chuveiro.



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Espero que tenham aproveitado!

Beijoss

12 de Abril de 2019 a las 23:42 4 Reporte Insertar 122
Fin

Conoce al autor

Alice Alamo 23 anos, escritora de tudo aquilo em que puder me arriscar <3

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Isis Isis
A mas um Jungkook superando toda a timidez pra dar prazer ao seu Jimin-ssi tem seu valor! Jimin do céu, vc é o demônio! porra de homem que abala as estruturas! Eu amei os "eu te amo" no fim, socorro eu sou muita gay por Jikook não tem jeito, transam forte e namoram fofinho sim, todo dia. Jin meu amor me dá uma chance que te faço gostar da banheira kk. Uma delícia, Alice! nós Jikookas agradecemos os mimos (✪ω✪)
14 de Abril de 2019 a las 22:39

  • Alice Alamo Alice Alamo
    Hey, Isis <3 Eu amo o Jimin, meu deus, eu acho essa criatura a coisa mais fofa! Concordei toda com ele na parte de ser a parte "fofa e sexy" do grupo hahahahha Fico muito feliz por você ter gostado <3 <3 Obrigada pelo comentário! Beijoss 18 de Abril de 2019 a las 17:02
A3 Anne 30
aaaaah eu amei! foi a primeira jikook sua que eu li! amei muito! amo histórias deles no universo com o BTS, eu fico imaginando essas coisas acontecendo haahahaha você arrasa meu bem, parabéns!
14 de Abril de 2019 a las 19:42

  • Alice Alamo Alice Alamo
    Oii!! Essa foi a segunda que eu escrevi! Estou escrevendo uma long tbm se quiser dar uma conferida ;) Muito obrigada pelo comentário!! Fico feliz que tenha gostado <3 Beijoss 18 de Abril de 2019 a las 17:01
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