Lost Scene Seguir historia

nykaramika Nykara Amanita

Era um amor quase estranho. Ele queria protege-la e ela queria apenas um lugar para se sentir finalmente “em casa”, mas, antes que isso pudesse virar o fim, a cela de seu encarceramento tornara-se o lugar da consumação de seus corpos...


Erótico Sólo para mayores de 21 (adultos).

#NykaraMika #smut #nudez #sexo #vampiros #ecchi #hentai #nsfw
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Sussurros, Prazeres e Logo o Fim...

Havia tombado a cabeça para trás, sentindo a boca alheia quase envolver todo o seu membro com volúpia, mas apesar da certa dificuldade que a pequena tinha em tentar agrada-lo com suas sucções desajeitadas, aquelas mãos tentavam trabalhar pelo resto da extensão de seu falo como forma de compensação.

Ele enlaçou seus esguios dedos por entre os fios de cabelo da moça enquanto observava imerso em prazer ela ajoelhada entre suas pernas – estava sentado e repousado a uma parede – não contendo ofegos de satisfação mesmo que a garota dissesse antes não conter experiências sobre o assunto.

Deixou que ela ditasse o próprio ritmo, desfrutando os deslizares daquela língua quente, os lábios diminutos tentando engoli-lo como podia até sentir o sangue bombear mais rápido pela aquela região que obtinha os cuidados da moça, que se preocupava em apenas masturba-lo na medida certa, encarando-o em súplica e malícia mesclado a certa inocência se fosse possível... Era uma boa visão.

- Engole de novo. – Ele sussurrava, puxando um pouco os cabelos dela, observando prontamente ela executar o que queria e sem querer deixar escapar de seus lábios carnudos um gemido, em seguida sugando ar pelos dentes ao sentir uma pontada maior de êxtase naquela região. – Hum... Boa menina... – E continuou voltando a mirar a pequena boca tentando engoli-lo, sentindo que poderia chegar ao seu ápice depois de longos minutos sofridos. Ainda se perguntava se a articulação daquela mandíbula não estava tencionada.

Ela ainda se mantinha firme nas sucções, sentindo-se recompensada por receber afagos carinhosos em sua cabeça, ouvindo louvosamente a respiração descompassada do homem, os pequenos gemidos que ele omitia ao se esforçar naquele agrado, os pequenos puxões de cabelo justo quando seus lábios poderiam não suportar o volume que a cada hora ficava pulsante e maior em sua cavidade... Mais um pouco e sabia que ele chegaria ao seu limite, novamente masturbando-o num ritmo contínuo para logo sentir o licor viril escorrer entre seus dedos, se deliciar com os gestos de prazer do parceiro e ousar em fazer mais quando instantaneamente seus lábios buscavam cada gota daquele resultado.

O homem ainda entregue a sensação do orgasmo, primeiramente estava pasmo e logo absorto, sorrindo largamente com a ousadia da pequena que depois de sorver tudo aquilo, já trilhava um caminho de beijos e leves mordidas por seu abdômen liso, subindo lentamente até seu peito, em seguida seu pescoço quando finalmente sentia o peso agradável daquele corpo em seu colo que minimamente movia-se em sentidos circulares, querendo ansiosamente atacar-lhe os lábios. O que lhe restou foi enlaçar a nuca dela com a destra, retribuir o beijo com ânsia e com a canhota explorar o corpo delicado, infelizmente coberto.

O beijo ainda não tinha muita intensidade apesar de profundo onde a língua de ambos buscava primeiro explorar cada canto; as carícias faziam parte para calientar o momento antes que as mãos ávidas dele começasse a tocar intimamente a pele dela, pedindo mudamente permissão para despi-la, tocando os seios que eram exatamente a medida de suas mãos másculas, permitindo-se aperta-los enquanto por sorte conseguia envolver um daqueles pontos erógenos entre os dedos, o que interrompeu o beijo para que ela conseguisse gemer livremente, repousando a cabeça em seu ombro e ofegar.

Desta forma, o grande blusão que ela usava, o que lhe dava um aspecto infantil mesmo que já fosse uma mulher, foi retirado rapidamente; o busto exposto para desenhar um sorriso malicioso na face do homem que mais uma vez cuidou de deslizar suas mãos pela cintura dela, descendo para os glúteos femininos que ainda estavam cobertos com uma espécie de short que impedia um contato mais intimo... Novamente ele já estava desperto depois de mais provocações e ela sentia que sua intimidade ardia e que ansiava mais além de deslizares de mãos abusadas.

Os lábios cheios dele tocaram os alheios com certa ternura enquanto mais uma vez, uma de suas mãos deslizou pela nuca da moça, apoiando-a para que pudesse deita-la a estreita cama embutida a parede daquela cela escura e apenas iluminada pela luz alva da lua, acomodando-se melhor entre aquelas coxas roliças que pareciam magnetizadas a sua cintura, encurvando seu corpo ao dela para melhor aprofundar o beijo, sentindo que sua excitação roçava na encoberta da outra que emitia sons de prazer entre o osculo, não resistindo em descer seus lábios pelo pescoço convidativo dela e ansioso para finalmente retirar o que o impedia de sentir todo o corpo desnudo para si.

Foi preciso que ela afrouxasse a força que exercia na cintura do outro para sentir de uma vez o seu pequeno short ser arrancado de seu corpo com certa brusquidão, os beijos marcando a pele da moça enquanto desfrutavam daquele contato mais íntimo e único; os ofegos preenchendo o ambiente frio e de uma excelente acústica visto que os sons ecoavam e tornava aquilo tudo ainda mais pervertido.

Estavam emersos naquele calor de suas peles, no contato de suas curvas, nos beijos que se tornavam chupões...

- Eu quero – Ela gemia enquanto apertava com mais força o corpo dele contra o seu, suas unhas arranhando as costas largas, em delírios por não aguentar mais aquela fricção de seus sexos sem a penetração.

Prontamente e com sorriso largo nos lábios, o homem apenas moveu seu quadril, sentindo seu falo deslizar pela intimidade da moça até sentir o topo chegar a um ponto em que pudesse mesmo afundar-se em seu corpo, vagarosamente experimentando o estreitamento da cavidade umedecida, simultaneamente se deliciando com as expressões ímpares da parceira que se contorcia, ofegava e lhe arranhava com a sensação.

- Isso é gostoso... – Ela dizia de forma arrastada, ofegante e logo morder o lábio inferior ao sentir o calor diferente, a pequena dorzinha que nada lhe incomodava, mas sim lhe excitava.

Ele apoiou-se em um dos braços fletidos e com a destra deslizou pela coxa grossa dela, apertando enquanto investia com movimentos ainda lentos, permitindo-se ofegar até que não pensasse em outra coisa além de observa-la entregue para si, sentindo-a mais úmida.

Experimentou aumentar o ritmo das investidas, na verdade mais fundas a ponto de sentir as diminutas unhas da moça conseguirem machucar a pele de suas costas que apenas o incentivou a continuar – aquilo não era nada para o prazer de agora, de vê-la aos gemidos e entregue a suas ações – ouvindo-a quase gritar quando seus movimentos ficavam rápidos, os olhos dela revirando em nostalgia... Sentia a cavidade dela se aquecer violentamente em pequenas contrações pronta para o auge.

- Hum... Agora não. – Ele dizia enquanto parava seus movimentos em súbito, deixando sua parceira quase sem ar com uma expressão confusa.

- Mas...

Ele se retirou do interior da outra que gemeu em desagrado e que queria muito que aquilo continuasse, ficando de joelhos sobre a pequena cama embutida na parede, sorrindo malicioso enquanto pedia para que ela ficasse de costas para si, tendo seu pedido atendido prontamente por ela.

Ambos agora estavam de joelhos sobre a cama, ela devidamente de costas como ele desejava, as mãos esguias e másculas percorrendo as curvas da parceira de forma delicada, demorando-se em seus seios enquanto beijava seu pescoço e logo descendo seus dígitos para o abdômen liso e chegar a intimidade úmida, estimulando-a.

Ela suspirou profundamente, agradecida por aquele toque gostoso que irradiava seu corpo, a sensação de ter suas pelas unidas daquela forma apenas multiplicando a sensação agradável, os caninos afiados dele roçando sua derme quando lhe beijava o ombro e o falo pulsante já querendo invadi-la. Não aguentaria mais...

- Por favor... – Pedia em súplica, a voz ofegante que quase se perdia com o prazer, envolvendo o dorso da mão dele que se ocupava com os estímulos mais pontuais de sua intimidade querendo muito mais daquilo.

- Pede direito... – Ele sussurrava, mordiscando o lóbulo de sua orelha, suavizando os movimentos de seus dígitos antes nervosos.

- Eu quero mais, por favor. Me... – Parecia difícil dizer todas aquelas palavras pois a voz dela saia sôfrega, seu corpo instantaneamente se encurva como que para sentir os estímulos daqueles dedos.

Sem mesmo deixa-la terminar a frase e se aproveitando da angulação que o corpo dela se encontrava no momento, mais uma vez a penetrou, arrancando um gemido alto da moça que por breves momentos ficou estática até se apoiar sobre os braços, ficando de quatro para ele.

O rapaz, agora com uma posição favorável, enterrou-se com tudo que tinha de forma um tanto agressiva, esperando as reações da moça que se resumiam a mais gemidos, o corpo fraco que ameaçava cair mesmo que ainda não tivesse chego ao ápice... Faltava pouco para tal feito e ele sabia, inclinando-se levemente sobre as costas da parceira, beijando-a enquanto com a destra massageava um dos pontos erógenos que salpicavam com seus toques, arremetendo-se forte e fundo desta vez sem deixar de toca-la.

Os gemidos dela ficavam mais alto e ecoavam com mais intensidade naquela acústica onde a mulher era mantida presa, os choques de seus corpos e os sons molhados também ressonavam eroticamente, seus corpos cobertos com uma fina camada de suor pelos movimentos agressivos e calor da excitação...

Ele já sentia a ambrosia de sua parceira escorrer por suas coxas fartas anunciados por pequenos espasmos e gemidos abafados depois de mais investidas furiosas e desejosas, chegando ao seu limite mais uma vez durante as estocadas que aos poucos perdiam as forças a fim de prolongar o prazer de ambos e aos poucos descansar o corpo, agarrando-se a mulher para que ambos pudessem se acomodar a estreita cama, deixando que ela se sentisse confortável, ficando de lado para encara-la melhor.

Ela estava mais ofegante que o outro, esperando algum curto tempo para que suas respirações voltassem a se regularizar; instantaneamente trocando carícias sem quebrar o contato visual intenso e profundo que se fazia, abraçando-se e aproveitando mais do calor de seus corpos agora de forma mais casta até que seus lábios voltassem a ficar nervosos a procura de mais contato... Mais sabor.

Delicadamente seus lábios roçavam um no outro; os dele selando algumas vezes os dela até se aventurarem para a linha do maxilar feminino que aos poucos seguiam para o pescoço onde os beijos dóceis se transformavam mais selvagens, caindo pela curvatura dos ombros da outra que gemeu abafado, mas prazerosa mesmo que sua carne tivesse sido perfurada pelos caninos do homem, sentindo lentamente seu sangue se esvair.

Aquilo não era um problema visto que a humanidade há muito já lhes pertenceu, agora não mais; ela entregando-se de bom grado daquela forma enquanto após longas tragadas do ‘drink’ fresco, ele se sentia saciado, lambendo o ferimento que proporcionou a mulher para logo avidamente tomar-lhe os lábios calorosamente.

O beijo parecia melhor do que os anteriores devido a mistura do licor rubro e ferroso, fazendo com que ambos enlaçassem seus corpos, braços e pernas num abraço bem intimo enquanto sentiam algo ali se abrasar ainda mais, ele se aproveitando da aproximação para deslizar sua mão esguia até as coxas e nádegas da moça para aperta-las com vontade e assim que o ar se fez rarefeito, se entreolharam com ternura...

- Eu não vou te deixar... – Ele sussurrava, agora seus dedos afagando a face da parceira, mirando todas aquelas feições delicadas e bonitas mesmo que levemente suja com o sangue nos lábios.

Ela se limitou a sorrir largamente, retribuindo os afagos da mesma forma, fechando os olhos enquanto tentava esquecer do motivo de estar ali, de estar condenada por algo que não fez, mas que tomou as dores porque simplesmente achava que era certo ao tempo que gostaria muito de voltar atrás e dizer que não, não o tinha feito... Só queria ter um lugar para finalmente se acomodar e dizer ser seu depois de longos anos se comportando como uma andarilha buscando alguma razão de vida, de entender o motivo de que ser sozinha não era suficiente, mas, por hora, o único lugar que poderia se acomodar e se sentir segura, se sentir amada, era nos braços do homem que lhe envolvia...

28 de Marzo de 2019 a las 15:25 0 Reporte Insertar 119
Fin

Conoce al autor

Nykara Amanita Escrever é como uma terapia para mim e ler é como viajar num universo onde posso me sentir em paz, onde eu possa me divertir sem precisar sair de onde estou. Tenho conta em no Social Spirit também, com o mesmo nickname (NykaraMika). Espero contar com vocês!

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