Inimigo da lei, perseguição por vingança Seguir historia

atila-titi-senna Atila Senna

A morte tornou-se a única solução para calar a vitima de um crime em que a mesma tornou-se cúmplice ao aceitar a omissão do crime que inicialmente ambos não haviam cometido.


Acción Sólo para mayores de 18.

#amor #vingança #tiroteio #solidão #morte #ação #drama
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Acidental

Capitulo 1


“Às vezes são apenas atitudes de crianças.”


— Como era sua vida até aquele dia infeliz?

Há cinco anos obteve minha conquista, uma grande promoção, e tudo viera a se tornar luxo, casas, carros e minhas bizarrices momentâneas. Naquele dia explicava ao motorista a grande responsabilidade de uma empresa que vale milhões em minhas mãos, a fortuna que alavancou todo minha vida.

A vida era agitada, o futuro ainda prometia o mesmo, eu e minha mulher como pais tornamos nossa filha mais velha, garota de 13 anos apenas, numa patricinha metida. Dessas tanta que é o que é pelo dinheiro dos pais. Coisas de famílias ricas que não tem tempo para educar os próprios filhos, fomos pais relaxados certamente. A deixei com as rédeas frouxas, frágeis, não houve pai ou mãe por perto para normalizar sua vida aos padrões da família brasileira, a garota vivia de porcarias, tantas as ingeridas como as feitas nas ruas vadiando as dez.

— Era mais um dia apenas?

Mais um comum. O dia de trabalho havia sessado, o portão de casa foi aberto silenciosamente, não tenho costume de fazer alardes ao chegar, nunca fiz. Após tranca-lo dois passos mortos de cansaço rumo a casa foram o suficiente para estagnar-me, eu me lembro daquela posição de desconforto e traição que sentia. Aquele momento constrangedor de arrepio imenso, os cabelos dos braços levantados numa rapidez que se pode sentir movimentar-se. Silencioso. Procurei observar meu entorno, me sentia um idiota. Percorri o curto caminho sob o gramado e parei frente à porta da casa. Escutava gemidos lentos e calorentos que podia sentir até a profundidade em que penetrava. Eu estava pronto para entrar pela porta da frente.

“Unhh...”

Depois desse outros novos foram produzidos, não tive coragem. Rodeei a casa me esquivando dos pontos que me deixava vulnerável até porta dos fundos, pensava em besteiras, traição de um clássico flagra ao chegar mais cedo. Pude até deixar escorrer uma lagrima num desses calorosos gemidos.

Quando cheguei, queque a porta que se afastava a medida do impulso inicial que dera, criando a imagem relativamente vazia da cozinha da minha casa, como meu coração naquele momento. Toda aquela imensidão da casa, tornando o caminho lento e torturador erra horrível. A palidez dos moveis emitia frio. Os gemidos meigos e prazerosos aumentava até o ápice, logo a pausa antes de recomeçar de novo.

— Não desconfiava que fosse outra pessoa?

Não parecia com a voracidade que causava nela quando transavam forte como quase um estupro, mas usava de amor e caricias com Maria com eu também usava. Não havia motivos óbvios para fazer aquilo comigo. Era algo como da primeira vez quando ainda erramos jovem, escuta-la assim me doía muito.

Minha cabeça fervia, doía ao pensar que era ela, sentia que certamente repudiaria no primeiro olhar quando a visse com outro. Quando eu era um menino ainda me fazia de idiota, minha mãe certa vez num passado fizera isto, prevaleceu à opção de levar como se nada daquilo tivesse acontecido para manter o casamento de meus pais em união, fiz grande força até acostumar-se com o passar dos anos. Tive vontade de mata-lo aquela naquela época.

— Você a mataria?

O mataria se fosse como o previsto; ela não, respeitar uma mulher é algo serio e o certo a se fazer, digno de um bom homem, mas continuar tratando-a de maneira limpa como se tivesse direitos depois da traição tornasse bobagem. Você não acha? Isso é algo que as pessoas podem prevenir separando-se antes de se dar a outro, um novo amor nunca será desculpa para cometer um ato nojento como este, assim condenado pela bíblia como grave pecado. Eu surgi sereno na sala armado, e por extinto primitivo ela levantou-se nua do colo e apresentou-se estática a em minha frente. Meu coração apertou. Depois levantou-se mais lento o garoto com o membro ainda duro, ambos perneados pelo medo mudo ao meu olhar severo de pai que presenciava o nojo da relação prematura.

Segundos depois daquela cena inesquecível a todos, o choro dominava, deixei o objeto que segurava cair, e mesmo em panico ela ainda tentava explicar que não era tão grave quanto parecia, aquele garoto estava usando preservativo — o preservativo que desgrudou da pele sendo puxado pela gravidade até o chão, pois acabara de amolecer pelo medo. Dizia com segurança que ela não ira engravidar.

Aquele momento decepcionante me enfraquecia, mas suspirava dividido pelo alivio da descoberta de não ser minha mulher, e, pouco a pouco retomava a confiança na minha esposa e regava o ódio pela filha. Naque momento eu já a renegava.

— O que você fez?

Eu só pedi que subisse e fecha-se a sua calça, que, coloca-se a camisa e fosse embora. Ai minha filha me interrompeu me chamando de pai e feros eu interrompia com ofensas e ordens de silencio. Eu gritava enquanto o garoto fazia com agilidade e as presas o ordenado, erguera até mesmo a cabeça em direção a mim com o olhar tenso, queria libera a coragem para dizer algo talvez, enfrentar-me para defendê-la, mas depois caminhou perdido em pensamentos de punição certamente. E tentava, se afastando dizia que acreditava não ser nada de mais, hoje em dia as garrotas de treze anos fazem isso, é normal. Disse na minha cara que não fez nada que ela não pedisse...

Quando eu escutei tamanha bobagem fechei seus olhos e suspirei silencioso, nessa afirmação ela muito chorava. Ele me parecia diferente do normal, mais não sabia o porquê, ao fechar da porta ao olhar para trás á vi nua correndo em passos apreçados e largos. Com fúria fui até meu quarto, silencioso e enigmático com o futuro dos meus próprios atos, nem eu mesmo sabia do que seria capaz, mas peguei uma de minhas cintas e voltei entre gritos de puta e vadia a bater até me cansar deixando-a marcada.

— Você a espancou?

Ela gritava muito, pare! Implorava após o erro e mais eu gritava que era desgraçada e sem vergonha! Como pode?

Torcia-se sob a cama entre soluços e gritos de desespero. E assim de repente acalmei-me, retirei o suor do meu rosto sofrido das lembras nojentas de minutos antes, suava muito e caia em meus olhos, de pé frente a ela declarei que se pudesse ela não seria mais minha filha, tinha muito vergonha — Agrrr! Muita mesmo.

Com aquela fúria derrubei varias coisas de cima da cômoda de modo repentino. Imediatamente interrompi meu próprio ato de destruição ao reparar entre os objetos que derrubei no chão algo inesperado. Fitava seus olhos na filha em tom serio e mais raivoso na aparência do que antes.

— Por quê?

Por que, pessoas dessa idade não deviam beber. Eu sei que soltei como tom de informação seria quando disse isso. Claro que não, não mesmo, pude ver sentindo-se perdida, olhou o chão onde havia um copo e um litro de álcool muito forte, se perdendo no chão a cada gole derramado. Naquele momento eu lembro-me dela enraivecida se levantar de sua cama ainda nua, com isso mais me enraivecia, uma criança e seus seios e intimo a amostra indo em minha direção, empurrando furiosamente a encarar, e mesmo calada parecia disser que fazia da vida o que quiser, o que bem podia, segundo ela sem uso destas palavras. E por mais que sua força fosse relativamente forte ao seu estado ainda sim pareceu-me quase insignificante na tentativa de afastar-me. Ali que reparei, estava bêbada, e despida o que eu nem conseguia vez. O garoto também estava. Com toda decepção do que aconteceu e furioso pelo ato de afastar-me voltei a ela tateando rapidamente o pequeno rosto em fúria querendo espanca-la, mas claro que eu me segurei, apenas agarrei com a mão em seu rosto e retruquei empurrando-a para trás.

— E depois?

Eu gritava muito. Ela havia caído no chão.

— Gritava o que?

Eu gritava Marí! Maria? E ela retrucava, gritava cuspindo que ela não estava desde que em casa chegou. Onde ela esta? — Eu perguntava, naquele momento eu explodi por dentro com ela, ela respondera furiosa que não interessava nada. Eu me lembro de que fiz uma pergunta desentendido:

Que?... — fiz em tom de quem odiou o modo com que tratou com desinteresse a própria mãe.

Mas ela não respondeu, olhava em meus olhos profundamente e ficamos por alguns segundos a escutar a respiração forte e o movimento do peito um do outro quase decifrando a loucura de cada um até o momento em que ela golfou o liquido alcoólico em ambos seus seios já desbicados devido a falta da excitação. A raiva de vê-la daquele modo porco e desonroso percorria todo e cada nervo do meu corpo. Furioso, agarrei-a quebrando o silencio a atacando com ofensas levando a menina pelos braços, desequilibrada pelo álcool, até á adega da casa.

Sua boca vermelha inchou de uma das pancadas, logo revoltou-se com a opressão se afastou rapidamente, aproveitando do empurrão que dei em direção a estante de bebidas que trombou violentamente, quando bateu chorou lagrimas paralelas, misturando ao nojo em seus peitos, soluçando e expelindo em engasgos o liquido gosmento com cheiro de álcool. Meu Deus. Afastando-se ela pode chegar até o fim na lateral da parede com uma das mãos em seu peito tocando o que expeliu sem se dar conta. Tudo era muito nojento, aquele liquido que escoria para a genital, o medo nu.

Gritei fortemente:

— O que você virou minha filha! Uma puta, uma bêbada... Acabada!

Eu assustava aquela criança de tal modo que em pânico repetitivamente revidava chorando em gritaria dizendo que não, não era isso! Eu me lembro, revidei tacando garrafas no chão as quebrando, nervoso dizendo atrocidades, muitas nem mesmo verdade. — Uma desgraça como você nem mesmo pode estar gravida! Nem puta nem uma no mundo deve ter feito isso! O que você quer fazer da nossa família? Ah?! Ela repetia para que não falasse assim... Dizia, por favor... Por favor, pare. Implorava por uma pausa dessa discussão, eu perguntava que porra ela era, até que gritei que saia-se da minha frente.

— E o que ela fez?

Eu lembro que ela respirava aos trancos, parecia sufocada, apavorada com a pior discussão nunca vivida semelhante, com o pior discurso já feito por seu pai. Meu Deus. Acho que nesse mesmo momento de tortura olhava á alguns metros a sua frente os mesmos metros atrás dos meus ombros sem dizer nada. Havia cacos e líquidos deveras em todos os cantos do chão do cômodo. Eu já havia desistido e quando ela correu de mim pude escutar um barulho de perigo que me fez virar para alerta-la do risco, mas quando olhei, aquilo, aquela cena... Eu lembro-me bem, me trouxe um arregalar de olhos que apresentava não só a queda repentina do minha filha, mas metros á adiante o rosto do garroto encabulado sobre a ocorrência da cena. Bêbado claro, com dificuldades para ficar em pé, justificando-se sobre o que pensava do ocorrido.

Disse que ouviu gritos, ai soluçou e continuou; eu vim apenas ver ela e quero ir ao banheiro e depois emborra.

Eu mesmo olhava para o corpo da minha filha no chão e dizia que não havia feito aquela atrocidade, repetia para o garroto que não queria aquilo não poderia ter ocorrido daquela forma! Pedi da melhor forma a ele que saísse da minha casa. Foi à segunda vez. Minha menina grainha seus últimos momentos de vida próximo aos cacos, nua e arrependida, levando a mão diretamente ao seu pescoço banhado em sangue misturando com o álcool. Antes da boca o liquido gosmento escoria por ali também. Ambos nós a olhava parados, até que como pai se ative a prestar de imediato socorro de modo silencioso enquanto escutava o bêbado exclamar em espanto que eu havia matado a própria filha. Naquele momento eu se agarrava em seu colo. Movimentava-nos perdido, todos, até que sumiu da minha visão enquanto tentava conversar com minha menina para reanima-la, mas aquele gemido rouco não permitia formar uma só palavra.

— O que o garoto estava fazendo?

Quando voltou a aparecer na minha visão estava com telefone fixo da cozinha em mãos, tentando discar o numero policial que repetia com sigo mesmo, andando atordoado de um lado para o outro, depois de um canto para o outro com o juízo perdido. Ao se aproximar do corpo o fio telefônico estendeu-se ao máximo escapando das mãos do bêbado forte, ai atordoado, procurou por seu celular no bolço dizendo em embriagues de pânico que ele não a poderia ter a matado, ela era linda... Idiota, era mais que isso, ela era uma criança indefesa com problemas.

Eu irei ligar para á policia cara! Eu vou denuncia-lo, ele dizia até que eu gritei: não faça isso!

Tentando compreender o acontecido diante do corpo despido da minha filha levantei-me perdido, mas era minha própria casa, não sabia onde estava meu celular então disse a ele que antes de chamar a policia chama-se uma ambulância.

— O que ele fez?

O que mais? Mesmo atordoado banhado em suor produzido em excesso, revelou que tinha razão, ao me aproximar dele com as mãos cheias de sangue da vitimas pude reparar que ele ficou estático olhando toda a cena que ali estava enquanto o silencio dominava entre nos dois. Nosso olhos profundos e negros. Depois declarei a ameaça dizendo que ele jamais poderia me denunciar pela morte da minha filha. Mesmo ainda embreado o garroto o olhou seriamente e confuso, temia algo.

— O que você disse?

Disse que se ele fizesse isso eu o denunciaria por estar estuprando minha filha. A atendente repetia as mesmas palavras no celular, tentava um contado antes de desligar diante de um trote. O garroto não prestava atenção visto a nova visão da verdade que revelei, até que gritei, responda o telefone!

A ordem foi acatada, enquanto isso olhava o desespero do rapaz ainda zonzo que pedia por ajudar enquanto eu presenciava uma espécie de mundo mudo onde tudo foi perdendo o som. Olhava para todos os lados para os possíveis olhos vizinhos e procurei acalmar-se ao fechar todas as janelas ao trancar de todas as portas, expulsando do ambiente a luz natural, ficamos num cinza sufocante, eu lembro bem daquela sensação. Ficamos à espera de um socorro falho, o corpo parecia começar a ficar frio devido o inverno em que estava. Você deve se lembrar bem, não é mesmo? A sala vazia de vida a casa fria devido ao tempo e as marcas de sangues.

A todo o momento ele me perguntava o que iriamos fazer? Ai, depois de um tempo disse a ele que quando chegou junto de mim numa carona, e encontramos ela bêbada. Então ela correu para se vestir, para se esconder para nos receber e caiu com a garrafa em mãos. A casa estava trancada por dentro e eu abri a porta ao chegar. — Contamos essa versão da historia que se não fosse alterada não nos prejudicara, mas essa será a verdadeira história agora.

— O que você fez depois?

Naquele dia eu liguei para minha mulher, eu não sabia onde ela estava.

Ao pegar o telefone de fio, que estava no chão, em tremedeira visível a distancias, a mesma que observava o garroto, fiz a ligação. Suspirando engoli o choro e fiz em seu rosto um lugar forçadamente tranquilo e calmo perguntando se ela ainda estaria bem. Tudo estava, mais perguntou se havia acontecido alguma coisa?

Ela estava no hospital. Pelo telefone Maria percebeu o nariz fazer um gruído nojento, algo como quem quer segurar ou tirar um incomodo do corpo e repetiu a pergunta. Nada disse. Nosso filho menor havia passado mal, minha filha não estava em casa e aproveito o momento para ficar o garroto. Quando eu desliguei o telefone, senti em meu rosto permanece uma forte força formadora de rugas e sombras, até que repentinamente comecei a chorar com as mãos a boca olhando em minha frente o garoto desorientado embalando no mesmo sentimento de perca. Pode sentir o odor alcoólico misturado com sangue naquele momento e os avisos da aproximação da ambulância.

4 de Marzo de 2019 a las 01:37 1 Reporte Insertar 2
Continuará…

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Atila Senna Eu imagino cenas, tento fazer delas histórias.

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Karimy Karimy
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13 de Abril de 2019 a las 09:48
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