A Maldição de um Destino Seguir historia

keyseunglee Key Lee

O amor nasce e morre, mas sua essência é eterna. A revolução de Hyurin não é mais um sonho, mas uma próspera realidade, Bakugou descobre por sí só a real face dos sentimentos dados pelos Deuses como eternos quando vê a mais bela criatura de orbes esverdeadas diante de sí, porém sua dor será igualada ao se ver fadado a viver o mesmo das Deusas mães?


Fanfiction Sólo para mayores de 21 (adultos).

#romance #fantasia #gay #amor #yaoi #aventura #mistério #yuri #lemon #bakugou #luta #orange #deku #bakudeku #mpreg #hard #258 #abo #341
2
3.6mil VISITAS
En progreso - Nuevo capítulo Todos los viernes
tiempo de lectura
AA Compartir

Sob o olhar das estátuas

Olá, essa é uma história com um universo totalmente paralelo ao de BNHA, um universo fantasia e um tanto medieval, os únicos personagens presentes são Bakugou e Izuku e foi escrito para fãs de bakudeku assim como eu, aproveitem a leitura. 


.

.

.

.


  A lua em seu ápice de esplendor, pairava com o luar melancólico sobre o corpo inerte e gélido, estirado vulgarmente nas escadarias do templo. Bakugou corria deliberadamente em direção ao templo, seu coração nublava com a sensação de ser quem temia ser, os cabelos dourados grudava em sua face escorregadia pelo suor, a respiração descompassada, empurrou aldeões e militares até chegar finalmente nas escadarias. A visão daquela pequena criatura estirada da forma mais desrespeitosa o fez ferver o sangue, aquela onda de crimes sem punição deveria findar, o preconceito com o dito gênero inferior agravava essa avalanche de “limpeza cultural” como era referido o projeto do chanceler Raskïn, para livrar o reino do ômegas. Bakugou passou a mão fria entre os cabelo e respirou aliviado.


- Pelos deuses, não é ela.


Colocou-se a caminhar em direção ao bosque dos deuses, deveria encontrá-la lá, enquanto seguia seu caminho, ouvia burburinhos.


- Esse não é aquele moleque filho daquele General Katsuki?

- O forasteiro das terras de Ydën?

- Sim, é mesmo. O que ele faz aqui?

- Dizem que sua mãe era uma puta ômega errante, e que seu pai a matou.


Não era de seu feitio se importar pelo o falavam de si, mas não perdoava quem se atreve-se a falar de sua mãe, o sangue fervia e como um relâmpago virou-se aos aldeões que até então em sua ignorância, achavam que não eram ouvidos.


- Talvez vocês tenham esquecido de como os ouvidos de um Alpha puro, são apurados.

- Ehr? Senhor do que está falando?


Uma senhora franzina se encolheu próximo aos dois homens que a acompanhavam, os pequenos homens não demonstravam perigo, mas soltavam seus feromônios em sinal de defesa.


Bakugou coçou o nariz que ficou um pouco irritado com os feromônios, enquanto deu uma pequena risada. Ao sentir aquele desafio, lembrou que o reino de Hyurin era de acordo com os anciões de todas as terras, um reino corrompido pelo sangue, não eram puros como diziam ser, ou tão puros a ponto de serem preconceituosos em denominar quem é digno de vida ou não.


- Não faça caso senhores, não irei matar filhos da puta que nem ao menos são o que tanto pregam ser. Peço apenas que recolham suas línguas atrás desses dentes asquerosos, pois na próxima vez eu farei que fiquem em um lugar onde o sol não bate.


Bakugou novamente tomou se caminho, enquanto refletia no ocorrido, nunca havia imaginado o quão grande poderia ser o orgulho de um povo que se auto intitulam puros de Hyurin, mas não passam de misturas. Não que isso o incomodasse, mas um povo que vem de tal origem deveriam ser os mais amenos quanto ao gêneros.

Respirou fundo e olhou em volta, estava próximo a entrada do bosque, vislumbrou o luar da noite, o vento trazia o cheiro das flores do campo, sentiu a brisa tocar a sua pele e percebeu que não eram apenas o cheiro das flores que pairavam no ar.


- Puta merda, aquelas duas não tem jeito.


Entrou no caminho feito de pedras, observava as estátuas presentes nas laterais do caminho com tochas acesas, todos os deuses personificados em suas formas verdadeiras, não gostava muito de andar ali, sentia que sempre era observado por aqueles olhos petrificados e frios, mas sempre que andava, gostava de contemplar o enlace de uma estátua. O povo de Hyurin as chamavam de Mães de todos os Deuses. Era a deusa Eöwyn nos braços de sua amada Hyurin. Aproximou-se das estátuas e com o brilho do luar percebeu algo que nunca havia percebido, os olhos da de Hyurin mostrava-se lacrimejantes ao contemplar o rosto de sua amada que segurava firmemente entre seus braços, a face de Eöwyn passava uma enorme angústia. 

Bakugou tocou o rosto da deusa Hyurin e sentiu um enorme calafrio no peito, como se a dor dela ainda resistisse ao tempo, como se sua dor logo seria compreendida por ele, retirou a mão tomou o caminho, e começou a lembrar das lendas e histórias contadas por seu povo, da origem dos tempos e de como tudo começou, mas nunca gostavam de falar sobre as deusas Hyurin e Eöwyn, os anciões evitavam tocar-lhe sobre suas vidas e feitos, apenas diziam o quão elas foram imprudentes e que sua imprudência as levaram ao esquecimento. Respirou fundo, tentando esquecer aquele assunto e novamente sentiu o aroma doce e irritante.


Bakugou tocou o rosto da deusa Hyurin e sentiu um enorme calafrio no peito, como se a dor dela ainda resistisse ao tempo, como se sua dor logo seria compreendida por ele, retirou a mão tomou o caminho, e começou a lembrar das lendas e histórias contadas por seu povo, da origem dos tempos e de como tudo começou, mas nunca gostavam de falar sobre as deusas Hyurin e Eöwyn, os anciões evitavam tocar-lhe sobre suas vidas e feitos, apenas diziam o quão elas foram imprudentes e que sua imprudência as levaram ao esquecimento.Respirou fundo, tentando esquecer aquele assunto e novamente sentiu o aroma doce e irritante.


- Vou acabar com a Rena, pedi para não fazer isso ainda, droga.


A brisa noturna se mostrava forte, dando indícios de uma forte tempestade a frente, tomou uma das tochas que iluminavam o caminho e começou a seguir o aroma.


- Puta merda, eu realmente vou matar a Rena.


Adentrou em meio as árvores e conseguiu visualizar a cena que desejava nunca presenciar, parou por um instante e viu Rena lamber a nuca da menor, logo após colocando um lenço em seu pescoço.


- Baku, já pode sair, seu pervertido.


Bakugou saiu em meio as árvores e viu o doce sorriso cínico na face de sua amiga.


- Pervertido eu? De longe qualquer um sente os feromônios de Säsny, e puta merda é sério que vocês fizeram isso?


Säsny seguia com o rosto baixo, era possível ver suas bochechas rosadas devido a situação em que foi encontrada, mas também um pequeno sorriso enquanto tocava a parte detrás da nuca.


- Sério, vocês duas sabem bem como foderem comigo. Säsny, precisamos ir, devemos aproveitar que apenas suas irmãs estão no palácio, agora vamos.

- Ei espera, ainda não deu nosso horário Bakugou, você prometou que hoje poderíamos ter mais tempo juntas.


Bakugou respirou fundo enquanto passava a mão na nuca, colocou a tocha fixada no chão e olhou bem as duas.


- Rena, Säsny, enquanto vocês estavam no seu ninho de amor, mais um ômega foi morto e dessa vez em frente ao templo de Meryën, assim que soube vim correndo, pois como sei que as duas são tapadas, não tiveram nem a ideia de selar esse local com algum feitiço.


- Ei, nós o fizemos, porém depois que vi você chegando aqui percebi que não foi muito efetivo.


Rena se levantava, deu um pequeno beijo na cabeça de Säsny e pediu que a mesma colocasse tudo no lugar, enquanto falaria com Bakugou, ambos se afastaram de uma forma que Rena ficasse alerta as proximidades de Säsny.


- O que você quer?

- Não sei você, mas ultimamente venho sentido muitos calafrios em decorrer das situações que vem acontecendo, a revolução não é algo distante de ocorrer. Mas o que quero lhe dizer é que o imperador Fyöng, entrou em contato com o general das terras de Keryën para uma suposta proposta de aliança, já que de acordo com nossos espiões, esse tal general quer se tornar o imperador de Keryën, e ao que parece ele tem dois filhos, e um deles é o responsável pela chacina das terras ao sul de Ydën a um ano atrás.


Bakugou respirou fundo enquanto apertava com força a parte traseira de sua nuca, a chacina foi algo aterrador para o seu povo, seu irmão mais velho havia ficado após se recusar acompanhar o pai para terras estranhas e por cima servir o imperador que há muito perpétua ódio e repulsa por o gênero ômega, e foi vítima da chacina feita por guerreiros keryënos. Rena o observava, mas mostrava inquietude ao notar que Säsny se afastava algumas vezes.


Bakugou respirou fundo enquanto apertava com força a parte traseira de sua nuca, a chacina foi algo aterrador para o seu povo, seu irmão mais velho havia ficado após se recusar acompanhar o pai para terras estranhas e por cima servir o imperador que há muito perpétua ódio e repulsa por o gênero ômega, e foi vítima da chacina feita por guerreiros keryënos. Rena o observava, mas mostrava inquietude ao notar que Säsny se afastava algumas vezes.


- Certo, e o que você quer que eu faça exatamente? Já que agora me complicou, Säsny está exalando totalmente o seu cheiro impregnado nela, fora as circunstâncias da mordida vai trazer para ela. Onde você estava com a cabeça? Rena? RENA?


Rena o olhou assustada.


- Você nem ouviu o que falei certo? O que há com você? Não para de olhar para ela, ela não vai fugir calma.


Rena, se mostrava inquieta.


- Não é isso Baku, é algo... Como posso te dizer, lembra daquela vez em que a Lucy se machucou e a sua irmã mais que rapidamente também sentiu a dor e se colocou em alerta quanto a irmã mais nova?

- Sim.

- Nunca imaginei que um laço ainda não efetivo de um Alpha com um ômega era forte dessa maneira. Meus sentidos estão a flor da pele e em alerta, a partir do momento que a mordi, uma parte minha ficou nela e uma parte dela foi passada para mim, então quanto ela tá vulnerável e eu distante, esse sentido e cuidado se triplica, e isso é que ainda nem completou nosso laço.

- Então é assim? Creio que não passarei por isso. Mas me fale o que quer exatamente.

- O tal general de Keryën, chegará amanhã a noite, e como parece seu tempo de estadia é indefinido, descubra qual são realmente os planos desse império com Keryën, temo que seja algo que possa dificultar nossa tomada a um novo mundo.

- Certo, e quanto a Säsny? Não será fácil...

- Sobre isso, não se preocupe eu fui até fontes sagradas de Hyurin, e consegui um pouco das águas para dar a Säsny, isso fará que ela exale apenas o aroma dela, porém sobre a mordida, ela irá sofrer as mudanças da marca eterna. E isso é mais uma coisa que quero pedir a você, não pretendo deixá-la passar por toda transição longe de mim.

- Espera, o quê? Não tá pensando em... Não Rena, definitivamente não, você quer entrar no palácio, no quarto dela e passar um tempo de férias lá? Você deve tá de sacanagem comigo, você me pede para trair a confiança do meu pai? Eu fiz, espionar o imperador com o risco de ser morto? Eu fiz, ser o delator por longos anos com o risco de ter minha cabeça degolada e exposta ao corvos? Eu sou, mas agora você me pede algo impossível, Rena você será morta assim que colocar seus pés no território de Fyöng.

- Isso não é algo que eu esperava que você compreendesse, mas por mais que ela não exale meu cheiro, ela vai precisar de mim para amenizar as dores da transição, e não queira ver um ômega nesse estado e sem o parceiro, é uma visão infernal de dor e sofrimento Bakugou, se essa possibilidade não é viável, me ajuda a ter uma, porque querendo ou não, não deixarei a minha ômega sozinha, só em pensar nisso, sinto vontade de pegá-la e a esconder de todo mal.

- Nem pense nisso. Ahh, Ok vou ver o que posso fazer quanto a isso, sobre o assunto anterior não se preocupe, vou continuar a colocar minha cabeça a prêmio por você.


Rena pulou em cima de Bakugou, contornando o pescoço dele com seus braços. Enquanto o mesmo tentava se desvencilhar dos braços da amiga.


- Certo, certo, chega de falsidade sua cobra agora dê um pouco das água sagradas, mas me fale como conseguiu?

- Hum... Apenas orei e dei algo em troca.


O sorriso de Rena transbordava alegria, enquanto a via cuidar de Säsny, se voltou a pensar como seria a sensação de viver o que sua amiga agora estava começando, não era algo que desejava para si nem para ninguém, se achava destrutivo o bastante para ter alguém ao seu lado se denegrindo por apenas ser o seu companheiro. O vento soprava gélido o fazendo encolher, viu Säsny caminhar em sua direção, enquanto Rena desaparecia entre as sombras das árvores, a tempestade chegaria logo.

.

.

.

.

Obrigada por lerem e até o próximo capítulo.

1 de Marzo de 2019 a las 00:52 0 Reporte Insertar 0
Leer el siguiente capítulo Olhos Gritantes

Comenta algo

Publica!
No hay comentarios aún. ¡Conviértete en el primero en decir algo!
~

¿Estás disfrutando la lectura?

¡Hey! Todavía hay 1 otros capítulos en esta historia.
Para seguir leyendo, por favor regístrate o inicia sesión. ¡Gratis!

Ingresa con Facebook Ingresa con Twitter

o usa la forma tradicional de iniciar sesión