Escondidos dos pais Seguir historia

atila-titi-senna Atila Senna

Começamos em meados do incio do século XX entre a quase criança Marília (Mari) com 16 anos e seu verdadeiro amor, que devido aos ideais não querem um casamento prematuro, numa época e que as garotas se casam logo ao escorrer do sangue, e por isso tentam as escondidas desfrutar de um namoro. +18 conteúdo adulto.


Erótico Sólo para mayores de 18. © Direitos reservados

#masturbação #beijos #amor #sexo #nudismo #excitação #tezão
Cuento corto
10
3533 VISITAS
Completado
tiempo de lectura
AA Compartir

Encontro

Não resistimos rimos alto e quase cuspi nele, meu velho costume de segurar o riso e quando solto explodo. Rimos tanto que apoiou seu rosto atrás de meu ombro e brincou dizendo que além de fazer o feio ao segurar a felicidade cuspo no rosto dos outros.

— Ah, chato! Isso foi sem querer!

— É? Isso também!

— Eca, porque você me lambeu!

— Foi sem querer.

— Sem querer nada!

Realmente me sentia feliz, ainda sinto a saliva no lado esquerdo do meu rosto secar. Observa seu corpo, que o mesmo de outros encontro anteriores , me parecia diferente.

— Por que você olha tanto pra mim?

— Não sei, gosto de olhar eu acho.

— Prefiro que me beije.

— Eu também.

Ficamos ajoelhados de frente à face um do outro, pegou mochila que trazia uma coroa que raízes flexíveis, enquanto retirava flores caiam delicadamente ao redor. Observava sua pele extremamente branca e macia. Clareia mais sempre que estamos no riu, é clara como luz e gostoso poder observar cada poro cara detalhe da claridade.

— Fiz isso para você.

— Posso colocar se você quiser.

— Pode, eu coloco as flores.

Posto a coroa em minha cabeça os fios de cabelo assentaram-se e dera uma noção do formato do meu crânio. Colocado uma as flores alternava de cores e tom meigos, como eu, e em silencio sorria me sentindo uma criança de treze anos. Antes de começar rapidamente pensei a vida que levo até aqui. Foi como o planejado, desde que passou a colocar em minha cabeça que a vida tem que seguir seu rumo, me tirou um grande peso de minha costa. Minha mãe quem sabe? Estava na hora de seguir em frente e ele me ajudou muito. Meu pai se recupera a fazenda está se sustentando mesmo a beira da falência e melhor de tudo é que ainda tenho um amor para desfrutar enquanto o lado ruim passa, eu preciso cuidar do meu prazer.

— Mar que outro encontro comigo?

— Diz que esse já acabou?

— Não! Eu só não quero esquecer e perder a chance de te ver de novo.

— Então quando?

— Uh, que tal no dia 85?

— Você conta os dias?

— Conto!

— Será no próximo sábado.

Sua boca estala na minha, logo apos os primeiro beijos sua língua encontra o céu da minha boca com muita saliva, vai profundo que inclino a cabeça para cima dando mais autonomia para o musculo que me excita ao céu da boca, seus dedos abriram caminho nos fios de cabelo pela minha nuca porosa devido à sensação, acontecem contrações involuntárias em meu corpo todo. Deixamos de ficarmos ajoelhados sobre o pano branco sob a areia úmida e me trouxe mais próximo.

— Você está tremendo de frio, sente, eu tenho calor.

Devagar foi descendo meu corpo, sentando-me de pernas abertas conduzindo-me para seu colo onde me aconchego soltando meu pouco peso em suas coxas másculas. O sinto duro, gostoso, nossas bocas coladas enquanto me molha quase despercebida fica a brincar com minha língua. O seguro com minhas mãos em seu rosto enquanto me aperta com seus braços definidos em torno da minha cintura me deixando mais próximo de seu corpo apertando meus seios contra seu peitoral e arredondando minha bunda. De repente afasta-se de mim, me observa sorrindo alegremente e atraente. Sua expressão se torna sedutora. Ansiosa pelo que está por vir fico a espera de suas atitudes ossadas e desejo de ser abusiva. Suamos devido o nervosismo suamos devido ao aquecer da estrela que nos deixa lubrificados assim aproveitando para lambe-me o queixo desenhado, passando pelos lábios até a ponta do nariz suave ao mesmo tempo em que ergue meu vestido deixando minha bunda a amostra para subir suas mãos até a fechadura do meu sutiã que abre, explodindo meus seios volumosos, com as palmas das mãos caminha até as laterais das costas. Posteriormente sobe até pescoço por onde desce arranhando levemente em fim girando suas mãos apontando os dedos para baixo entrando em minha calcinha abrindo a carne da bunda fazendo-me sentir o frescor aberta ao prazer.

— Safado...

— Eu sei... Gosta disso?

— Muito!

Respondi olhando excitada. Nesse momento voltou a me beijar abrindo-me mais as coxas conforme me arrasta com as suas mãos para seu colo deixando debaixo da minha calcinha para seu membro duro e entre as genitais os tecidos e panos. Tomo a iniciativa de deixar sua boca para beijar e lamber seu pescoço, me curvando para ainda me manter encaixada em seu colo. Noto seu respirar e sua boca aberta seus dois tente superiores ais grande em amostra chegar ao meu ouvido dizendo com sua voz grave e baixa:

— Eu te amo Marí... Muito.

Os poros brotam fortemente em meus braços e espalhasse pelo corpo quando escuto belas palavras e o roçar dos pelos de sua boca enquanto passeia com a língua em minha orelha me leva a um leve gemer suave.

— Ah, eu também...

Mais beijos molhados, sem medo do abuso. Movimento-me mesmo ainda com roupa.

— Sabe qual o significado do seu nome?

— Não, qual é?

— Eu quero mostrar fazendo...

Suas mãos retira meu vertido negro erguendo meus braços para cima e junto dele leva meu sutiã que desde que abriu não cobrira meu peito adequadamente. Quando escapa dos panos a vista pela primeira vez no ato do sexo suas mãos os acariciam levemente, os justa ao cetro me deixando boquiaberta ao senti-lo salivando entre eles enquanto o observo e ergo minha cabeça quando sobe pelo meu pescoço até minha boca mordisca e sugando. Os acaricia e os juntam e puxão para si e me lambe da onde sua boca pode descer até meu rosto onde ele pode subir. Molho-me toda e ele repousa cada mão em cada seio.

Abro botão por botão, retiro a veste de seu corpo e a jogo em minha frente, na minha vez de afastar vejo seus músculos, abdômen definido, peitoral volumoso. Procuro passar a mão, chupo a áurea do seu peito enquanto seus dedos entrelaçam entre os cabelos na minha nuca acariciando-me suavemente fazendo tremelicar de excitação. Logo desço, uso uma mão em seu peito enquanto direciono a outra em sua barriga, a barriga é o ponto mais sensível que tem, sente cócegas e tesão, ai fico um bom tempo, perto de onde preciso estar. Depois de alguns minutos desço mais e o acaricio sobre sua calça enquanto nos olhamos com ambição um pelo outro.

É lindo vê-lo sem camisa, sua mão passeia em meu corpo quando de repente nos levanta e, me deita sobre o pano em sua frente, vem e me beija por toda barriga me fazendo contorcer mesmo que me segure. Olho para céu sentindo o fervor. Acaricia profundamente meu umbigo com sua língua contraindo os músculos da minha barriga e os elevando forçando contra sua boca me levando a loucura deixando-me mais molhada a ponto de sentir escorrer. Delicadamente passou a mão sobre minha calcinha no mesmo tempo olhando atentamente enquanto beija-me no lado interno das minhas coxas uma de cada vez, sem presa até chegar a meus pés onde às leves cocegas de torna muito prazerosa. Ao juntar das minhas coxas e pernas facilitou o processo de retirada da minha ultima peça, devagar e com delicadeza á descer deixando-a de fora. Diante de meu amor estou completamente nua. O sopro natural do vendo batendo no molhado de excitação entre as pernas me atiça, esquenta deliciosamente devido a luz. Meu Deus, devagar vem subindo beijando parte a parte, a virilha sensível eu gemo, a barriga me contorce um de meus seios sinto sua mão, salivando deixando bem molhado até fazer moradia em meu pescoço enquanto o acaricio entre as pernas sobre sua calça.

Sinto-me aberta a ser explorada, tenho vontade de ser dominada, com vontade de ser invadida quase a força, abusada. Inesperadamente senta-se em meu colo de modo a ficar leve enquanto estou deitada e justa meus seios ao centro acariciando amavelmente a me observa.

— Tudo bem?

— Sim, tudo, continua...

— Tire minha roupa...

Nunca esperava uma loucura dessas neste lugar. Facilitou meu serviço ficando de pé em minha frente enquanto estou sentada, todos os músculos superiores, seu rosto, seus lábios, que sei que ficam rosados ao me beijar. Nua sentada em sua frente de pernas abertas para ele seguro sua calça com o próprio corpo encostado em suas pernas, abri o botão e desci o zíper devagar. Olhei para ele como pude, sedutora, esta sorrindo e safado. Desci em velocidade media sua calça e as deixei no tornozelo, sobe o tecido branco da veste eu o vejo de tamanho perfeito para mim. Beijo por cima então colocou as mãos sobre minha cabeça acariciando entre os fios de cabelo, não me direciona, mas gemeu.

— Faça o que você quiser comigo.

Silenciei, não sei o que dizer apenas por extinto fui retirando dele o tecido, e quando escapou encostou e ficou em meu rosto, completamente amostra. Fechei meus olhos de vontade satisfeita por estar em meu rosto, firme quente e delicioso. O deixei enquanto desço e retiro toda sua roupa para deixar de lado. Finalmente por completo nu junto de mim. Subi levemente arranhando desde os dedos de seu pé até subir por trás passando pelas coxas e parar em sua bunda, proporcionalmente igual a minha, a parte preferia de seu próprio corpo e apertei querendo devora-la. Perfeita, branca e rosada, dediquei-me em torno do centro de suas pernas, no interno das coxas enquanto sentia encostar em minha cabeça duro, sensação diferente e boa até que o olhei. O lambi da base à cabeça enquanto gemia para mim e eu para ele apenas por chupar.

— Olhe para mim...

Olhei, o seguro pelas bolas enquanto adoro seu sorriso, e nesse momento me tranquilizava saber estar gostando, sentindo o gosto diferente. Passei no céu da boca, por iniciativa dele acariciou em meus lábios e o deixou de lado, pegou-me pela bunda e puxou para cima em seu colo. Posso sentir duro e palpitante em minha barriga, passando meu molhado em seu corpo, nos lubrificando da tanta excitação. Depois de beijos molhados que troque com gosto do seu membro brutalmente ajoelhou-se comigo ainda em seu colo sobre o pano. Meus peitos são pressiona contra os deles, desliza sem nem mesmo querer, sei que é de suar fácil e está começando a ficar molhado assim como eu, estamos lisos e escorregadios enquanto a estrela forte penetra em nossos corpos aquecendo como faz o amor.

Devido à posição, desço escorregando sobre suas pernas ficando ao centro com minha bunda secando no pano posto no chão, de pernas abertas devido as sua estarem ao meio. Novamente me sinto aberta, prazerosa de estar liberta e sentindo o frescor do mundo. Deixou minha boca e passou aos meus seios, redondos e excitados com seus chupões e salivas misturadas com suor, suas mãos passeiam em meu corpo abrindo minha bunda novamente, fato que adoro, até surpreender-me com o tocar entre minhas pernas na buceta sentindo o interior da carne.

— Ah...

— Vem próximo do meu ouvido.

— Ah...

De olhos fechado ou aberto para o céu azul, um céu de felicidade que eu nem sei descrever, eu enfraqueço de tesão. De qualquer forma fecho minha boca apoiando meu queixo em seu ombro devido tanta excitação por ser masturbada e me delicio a caricia, mas volto para firmar o seu pedido e gemer em seu ouvido. Retribuo no mesmo momento vindo ao meu. Pegou em minha mão, direcionou e passou ele mim mesma e com o meu molhado a redirecionou no meio de suas pernas, de bolas cheias, toco firme, mas delicado sentindo suas veias, nos masturbamos por um longo tempo, depois lentamente para não gozar, como me pede.

— Assim?

— Isso! Perfeito. Continua.

Mesmo que não lhe peso aproximasse de meu ouvido e alternamos entre gemidos elogios em nossos ouvidos e caricias de língua para beijos molhados na boca. Molhados, até o ponto em que gemo mais forte ao colocar um dedo dentro de mim, só um, devagar com delicadeza indo o mais profundo que pode revira e retira, passa por debaixo das pernas e sobe até onde sua mão pode ir pelas costas para descer numa acaricia sem vergonha passando devagar entre minha bunda e novamente repete a dose mais a frente até o ponto mais profundo que consegue ir. Retira, mais uma vez desce sobe pelo ânus ate as costas e de tão gostoso me acostumei à sensação então coloca dois dedos, geme comigo olhando nos meus olhos, retira e acaricia o centro de minha bunda fazendo círculos excitando ao estremo até colocar um delicioso dedo sem minha permissão. Submissa.

— Ahh! Você não presta mesmo.

— Quero te mostrar outro modo que eu posso usar minha boca.

— Hummm.

Fiquei em silencio enquanto seus dedos ainda estão em mim, mas comigo mesma pensei, como? Sem resposta se levantou, duro e rosado, em silencio foi para trás de mim, decidi ficar na mesma sem olhar para trás, encostou levemente em minha orelha e colocou sua mão em meu peito. Adoro a sensação. Forçou-me. O que faz que passa suas pernas entre as minhas? Enquanto se deita passo a mão levemente entre as coxas parrando no membro duro e gostoso.

— Senta em meu rosto.

— Sério?

Sou chupada deliciosamente, suas mãos em meus seios os apertando delicadamente, subindo aranhando minha costa devagar deixando rastro sem suor e levemente a cima da minha buceta introduziu a cabeça do polegar. — Unhhhh. Gemi sentindo o aperto, já desapegada e segura de que é delicioso seguro olhando seu membro em minha mão e me dou conta de que posso chupa-lo também. Retiro minha corroa a deixando ao lado. Gememos entre os barulhos de saliva em cada genital, sei que sentimos vontade de ficar de cara em cada parte, eu o sinto fazer isso, coloca seu rosto todo e beija e suga. Contraio mais de centenas de vezes sentindo-me simplesmente satisfeita! Os movimentos involuntários que ele faz dentro da minha boca me atiça me molha mais e mais me suga. Nesse momento já não me aguento, subi empinando a bundo para facilitar ele que foi acima da buceta e também me chupou. Assuntei-me. Adorei. Deixo de chupa-lo para desfrutar o prazer imenso que todo orifício pode oferecer. Contraia, mais a baixo enquanto me chupara colocou três dedos dentro de mim. Desci e deixo meu rosto em uma de suas coxas enquanto sinto duro molhado encostando em meu rosto e com a mão segurando suas bolas rosa. Empinada e outras vezes me deixo levar pelo prazer que sua boca me proporciona entre as pernas.

            Depois de minutos prazerosos, me levanto pingando e pronta, sento sobre ele, mas não entra, sinto rosar das nossas genitais e recebo o comando de coloca-lo dentro de mim.

            Faço, o seguro lambuzado e me encontro, onde antes três dedos agora firme e rígido por completo no fundo deliciosamente dentro de mim.

— Ah; ah...

— Ah...

17 de Enero de 2019 a las 02:38 10 Reporte Insertar 8
Fin

Conoce al autor

Atila Senna Eu imagino cenas, tento fazer delas histórias.

Comenta algo

Publica!
Camille Vit�ria Camille Vit�ria
Adorei! Realmente é uma delícia, impossível de ler e não imaginar cada cena, isso quando não se identificar em alguma. Confesso que vem uma vontade de realizar o que foi descrito. Haha, ótima história.
3 de Marzo de 2019 a las 20:01

  • Atila Senna Atila Senna
    Haha, muito , muito obrigado. 3 de Marzo de 2019 a las 20:05
annie mcfly annie mcfly
adorei o smutão
14 de Febrero de 2019 a las 18:34

Karimy Karimy
Olá! Escrevo a você por causa do Sistema de Verificação do Inkspired. A sua história foi colocada em revisão pelos seguintes apontamentos: 1)Falta de vírgula em orações explicativas, como em "Começamos em meados do incio do século XX entre a quase criança Marília (Mari) com 16 anos e seu verdadeiro amor..." em vez de "Começamos em meados do início do século XX entre a quase criança Marília (Mari), com 16 anos, e seu verdadeiro amor" 2)Falta de vírgula em orações invertidas, como em: "além de fazer o feio ao segurar a felicidade cuspo nos outros..." em vez de "além de fazer feio ao segurar a felicidade, cuspo nos outros..." 3) Falta de vírgula em elementos de mesma função da língua, como em "gostoso poder observar cada poro cada detalhe da claridade" em vez de "gostoso poder observar cada poro, cada detalhe da claridade". 4) Falta de conectivos ou uso de conectivos desnecessário, além de algumas palavras incorretas, como "costa" em vez de "costas" (costa se refere ao litoral, à margem ou borda do mar). 5)Falta de vírgula em orações reduzidas de gerúndio, como em "inclino a cabeça para cima dando mais autonomia..." em vez de "inclino a cabeça para cima, dando mais autonomia..." O seu conto é muito gostoso de se ler e também possui uma desenvoltura incrível, mas recomendo que encontre um beta reader para ajudá-lo com a revisão da história; além disso, um beta pode também opinar sobre o desenvolvimento e estrutura, vale muito a pena. Quando sua história for devidamente revisada, peço para que responda este comentário, assim poderei reanalisar o conto e verificá-lo. Beijos.
13 de Febrero de 2019 a las 15:16

  • Karimy Karimy
    Obs.: A história será verificada após os apontamentos e após a liberação de verificação de histórias pwp. 13 de Febrero de 2019 a las 18:03
  • Atila Senna Atila Senna
    Tudo bem, obrigado. 14 de Febrero de 2019 a las 15:13
Liliane Cris Liliane Cris
Que delicia
4 de Febrero de 2019 a las 11:39

  • Atila Senna Atila Senna
    Haha, obrigado. 4 de Febrero de 2019 a las 20:27
  • Liliane Cris Liliane Cris
    Por nada, se tiver interesse leia minha história. 5 de Febrero de 2019 a las 07:14
~