Como (não) Conquistar o Crush Seguir historia

hanui hanuy hyung

Han Jisung era um geek de um colégio particular bem famoso de sua cidade, isso já fazia 6 anos. O loiro não fazia o menor esforço para se socializar, longe dele, já tinha problemas demais para resolver e não queria colocar as pessoas neles. Então, no primeiro dia de aula, ele acaba conhecendo Lee Felix, que por um tempo, o Han descobre estar apaixonado por ele, o amor de sua vida. || também postada no wattpad na conta @hanuihyung e no spirit fanfics na conta @hanui || sinopse em revisão ||


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

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O Primeiro Dia de Aula de Novo

HAN JISUNG - 3 de fevereiro de 2014, Brasil.

— Ah, merda. — Digo com tédio assim que entrei no colégio. Não estava com nenhuma vontade de estudar, porém, é minha obrigação como bolsista.

Estou no colégio já se tem uns 5 anos, se não me engano, sem contar com este ano. Consegui uma bolsa aqui aos 11 anos – já que o colégio é da educação infantil até o ensino médio –, e agora estou no segundo ano.

Poderia sempre aproveitar e fazer amigos, se eu tivesse a mínima vontade de chegar em alguém e puxar assunto, o que nem tenho. Prefiro gastar esse tempo para ficar lendo meus livros e fanfics ou estar estudando para brilhar em final de bimestre. Eu raramente vou em festas para ficar, e quando vou, a primeira coisa que faço é beijar bocas sem me importar quem é. Vantagem de ser bissexual. Minha família é da Coréia do sul, eu fiquei na minha cidade natal até meus sete anos, e vim para o Brasil. Além de falar coreano, inglês e japonês, também sou fluente em português, sou uma estrela, eu sei. 

Respirei fundo depois que saí da secretaria, indo diretamente para a minha sala.

— Ok, é só o primeiro dia de aula, é só segurar a barra e fazer a egípcia. — Digo para mim mesmo assim que entrei, indo para o primeiro lugar do canto. Ter que usar óculos por problemas de visão e precisar plaqueta de dente é foda, viu. Mas ainda sim eu sou um deus de todos os jeitos.

Eu não disse que eu era zoado por quem tinha coragem, né? Bom, isso era meio raro, sabe. Eu sou o ninja. Tanto que mesmo sendo nerd, eu não era fraco, era na base da porrada, do chute, da bicuda e da força. Ai de quem tirava uma com minha cara.

Eu então coloquei o necessário na mesa, enquanto isso, eu fiquei escutando k-pop com os fones até o professor chegar.

— Bom dia, alunos. — Disse um pouco alegre, enquanto colocava suas coisas na mesa.

— Bom dia. — Disseram com uma voz desanimada. Credo, povo morto.

Eu passei o horário prestando atenção no que o professor falava, anotando em minha bebê – agenda – tudo o que era importante, marcando partes do livro para fazer leitura, marcando páginas também. Eu ia estudar tudo.

— Bom, agora eu vou passar um trabalho da matéria, e nada e “ah não” porque vai ser de dupla. — Todos comemoraram, ah caralho, eu não vou fazer isso de dupla. — Mas eu já escolhi as duplas. — E então, maioria se desanimou, chegou até ser engraçado. O professor dizia os nomes, até chegar no meu. — Lee Felix e Han Jisung. — Deus, quem caralhos é Lee Felix?

Assim que os três horários acabaram, arrumei minha mesa, esperando todo mundo - ou a maioria – sair, para ter paz quando escutar minhas músicas e ler fanfics.

— Ei. — Uma voz bem grossa – bota grossa nisso, eu levei um susto – me chamou, bem pertinho do meu ouvido. Deus é mais. — Você é o Han Jisung, certo? — Certo.

Me virei para o dono da voz – Mano que cara lindo, tirei a sorte grande –, vendo um cara ruivo bem perto de mim, bem perto mesmo, alguem me segura porque vou desmaiar.

— Sou eu mesmo, por quê? — Estranhamente a minha voz saiu firme.

— Nós vamos fazer dupla. — Sempre soube que sou sortudo.

— Ah, é mesmo... — Ele sorriu.

Repito, ele sorriu.

— Bom, vou te passar meu endereço e contato, para a gente acertar sobre o trabalho. — Se aproximou mais, e então sorriu. Tratei logo de pegar meu celular. — É esse número, coloca ai. — Coloquei e então o olhei.

— Como coloco seu contato?

— Felixie, porque é bem fofo como você. — Ai disso eu já sei amor, mas valeu lembrar.

— Okay. — Então assim fiz, e mandei um “Olá” que vibrou no bolso dele.

Ele se afastou – Não tava precisando, pode voltar pra cá – e me respondeu, então sorriu para mim, que dei meu melhor sorriso.

Esse sorriso foi abençoado pelo espírito santo.

— Não vem lanchar? — Perguntou.

— Ah, não, eu tô bem aqui com meus biscoitos... — Respondi tímido, mostrando minha vasilha.

— Mas ficar aqui sem conversar com ninguém é meio chato, vamos para o jardim, te apresento meus amigos. — Antes de eu mesmo responder, ele já tava me puxando para fora.

— Mano, eu tô fudido. — Woojin falava enquanto comia seu miojo. — Eu tô falando que vou tomar no cu e Bang vai vir junto.

— Não se eu estudar um pouco mais para o trabalho. — O loiro rebateu, mexendo em alguma coisa no celular.

Podemos dizer que gostei de fazer amizades com os dois e o Felix – a melhor merda que já fiz na vida, mas releva –. Agora a gente tava no jardim, os dois de costa um para o outro – um escorando no outro, para falar verdade –, enquanto eu tava deitado com Felix ao meu lado – tava mais para eu encima dele – me abraçando, enquanto eu lia fanfics e ele lia junto, risos.

— Depois você me manda os links? Vou acompanhar. — Sussurrou rouco no meu ouvido.

— Tem conta no spirit? — Perguntei confuso.

— Aham, e eu te falo meu username para me seguir, eu dou o follow. — Revelação bem interessante, gostei de saber que ele lê fanfics yaois, yuri e heteros e mais tudo o que envolve LGBT, hehe.

— Certo. — Assim que eu vi que ele comia seu hambúrguer, mordi um pedaço de uma boa parte – sem pedir, eu como por cinco, tá? – que ele tinha na boca. Pois é, eu tive coragem de pegar da boca dele.

Acho que ele gostou, porque sorriu de canto – ele fica um deus com toda essa sedução – e me puxou mais para perto, sem reclamar.

Só tem 13 minutos em que nos conhecemos e já estamos nessa intimidade toda.

— Se eu não conhecesse vocês, iria pensar que são um casal. — Woojin disse negando com a cabeça e Bang concordou. Oxente, era isso o que eu pensava de vocês dois à sete minutos atrás.

Olhei para Felix – agora sim ele tava debaixo de mim –, ele nem se importou, que bom.

O sinal tocou.

— Ai que preguiça... — Os três falaram com um jeito desanimado. Me levantei e puxei o Lee junto.

— Anda, levantei essas bundas daí, eu preciso estudar para não reprovar.

— Garoto esforçado. — Woojin soltou uma risada do comentário de Felix — Tem bolsa aqui, né?

— Yes. — Falei enquanto ajeitava meus olhos.

— Pra quê isso? — Bang me perguntou, se referindo aos óculos.

— Problema de visão e também porque acho bonitinho — Respondi, então entramos na sala, arrumei minha mesa, e então percebi uma coisa.

Felix sentava atrás de mim, Bang do meu lado e Woojin atrás dele. Ah mas não é possível, como eu não percebi?

— Por que usa plaqueta de dente? — Desta vez foi Woojin que perguntou.

— Proteger meus dentinhos de bruxismo — Falei normalmente sorrindo.

— Meu deus, esse bebezinho tem bruxismo, eu já tô com dó. — Acabei rindo de Felix, ele tem razão, sou um bebê.

Estávamos falando sobre coisas aleatórias – como exemplo, temos Christopher Bang que passou mico quando foi perder a virgindade. Tô com dó dele, serião, eu ia ficar do mesmo jeito, e tô com medo, pois sempre prezo pela minha sagrada virgindade. –, nem iria adiantar tentar estudar matérias, a sala tava a África.

— SILÊNCIO. — Era a professora que havia chegado.

Levei um susto.

Não sei se é impressão minha, mas acho que ela me olhou torto quando eu tava... tava no colo de Felix, agarrado à ele, conversando e ouvindo música. Talvez ela estranhou, mas sei lá, tô só na base do foda-se.

— Felixie, tô indo sentar. — Avisei baixinho, enquanto saía de seu colo.

"Desde quando Han Jisung dá satisfações para alguém e além do mais, para o Lee Felix?" Olha, não sei.

Assim que sentei em meu lugar, tratei logo de abrir os meus dois livros, minha agenda, minha bolsa, meu marca texto, meu dicionário, meu mapa mundi e meu atlas. Ainda bem que minha garrafa já tá cheia e eu ainda trouxe vasilha reserva I, reserva II, a extra I, extra II, extra III e extra IV - só usei a vasilha principal e as duas reservas - para caso precisar.

O que foi? Tenho que estar preparado, e geografia não é brincadeira, não.

— Esse já nasceu pronto. — Ouvi Felix sussurrar, tive que rir.

— Tem que ser guerreiro, coração. — Respondi no mesmo tom de voz, e não era para “coração” sair.

Por curiosidade, me virei para trás, ele me olhava divertido, e sussurrou “Mas é claro, coração”. Ah, mas eu não acredito.

Então voltei a prestar mais atenção à aula, e quando a professora ia sair para fazer algo, Felix sempre bebia minha garrafa e comia alguns de minhas comidas. Esfomeado, mas não julgo.

Até que a aula acabou – foram dois horários –, e enquanto o professor de física iria vir, eu já estava organizando minha mesa novamente, e foi bem rápido, deu até tempo de eu sentar no colo do mozão e voltar a conversar de novo.

— Ah, finalmente saímos desse inferno. — Woojin agradeceu aos sete céus – existe isso? – por ter acabado os últimos horários, já estávamos fora do colégio.

— Se for para continuar com vocês nesse colégio, fico até morrer. — Bang disse sorrindo. Aí, que fofis.

Assim que Bang e Woojin foram embora – gente do céu, eles moram na mesma casa, apesar de serem primos. Até que é perto da minha rua –, eu e Felix estávamos caminhando para as nossas casas – parece que são do mesmo rumo, ele estava comigo –, dei de ombros e continuei caminhando.

— Cheguei, Felixie. — Eu disse o encarando sorrindo.

— Você mora aí? — Perguntou e eu assenti confuso — A minha casa é aqui. — Apontou para a casa ao lado.


Deus é bom e eu posso comprovar.

27 de Diciembre de 2018 a las 23:04 0 Reporte Insertar 1
Continuará…

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