As Lendas do Dragão Seguir historia

gustavobentto Gustavo Bento

Ao completar dezessete anos, Aaron Jones resolve enfim ir em busca de sua verdadeira origem, deixando para trás a vida pacata que tinha, indo de encontro aos perigosos conflitos das nações de seu mundo. Sua jornada não seria tão fácil quanto ele imaginava. Em uma terra fantástica, repleta de magia e guerras Aaron faz novos amigos, mas também se cerca de inimigos poderosos, que dificultam sua busca a cada passo que dá. Porém, com ajuda de seus amigos e sua força de vontade, ele se esforça ao máximo para combater as injustiças políticas e desvendar todo o mistério que envolve seu povo. *TODOS OS DIREITOS RESERVADOS: HISTÓRIA REGISTRADA* *IMAGENS MERAMENTE ILUSTRATIVAS* *LANÇAMENTOS SEMANALMENTE* Inspirada nas clássicas Light Novels Japonesas, As lendas do Dragão embarca no gênero de historias Anime, e traz uma aventura épica.


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Arco I. O Grande Pilar

No começo de tudo, o mundo era apenas dominado pelas bestas mágicas. Incríveis animais que emanavam magia do corpo, capazes de criar coisas grandiosas, mas também de destruí-las. As bestas mágicas tinham o poder de controlar os elementos ao redor de si e eram consideradas as criaturas dominantes no mundo.

Com a evolução das espécies, o homem surgiu e aprendeu a usar a magia, então uma guerra enorme se instalou pela procura de poder e domínio. E durante anos os homens e as bestas foram inimigos; e dentre as bestas, nove delas eram as mais poderosas: O Dragão, mestres de todas as sabedorias - a besta mais antiga e mais temida de todas; O Tigre, o grande mestre da floresta; A Tartaruga, a Deusa dos mares e de todos os seres que nele habitavam; O Leão, Deus das chamas, agressivo e imprudente; O Urso, mestre da terra, não gostava de brigas, mas sabia ser agressivo quando necessário; Os irmãos do céu, o Falcão - aquele que dominava o ar e seus usuários, o mais rápido dentre todas as bestas; A Coruja, deusa das nuvens e mestre da magia e do mundo místico, conhecida como a mais poderosa em magia; O Lobo, Deus do frio e do gelo, a mais distante de todos as bestas. Mas dentre essas uma reinava acima de todas as bestas, O Deus de todos. O Deus da luz e da vida, o Cervo.

No clímax da grande guerra, nove guerreiros, conhecidos como os mais perspicazes da guerra decidiram se unir e colocar um fim na mesma. Em um ato de extrema coragem eles fizeram um acordo com as bestas mágicas; eles compreendiam que as bestas eram dotadas de grande sabedoria e que superava a inteligência do homem, portanto chegaram à conclusão de que o mundo estaria melhor sobre o comando delas.

Mas infelizmente nem todos os humanos viam essas criaturas da mesma maneira. Para acabarem com o receio dos homens em relação à integridade das bestas, seus principais líderes cederam seus corpos, a fim de que as bestas os usassem como guias para a humanidade. Ao absorverem a matéria das bestas, eles esperavam que a consciência dos animais os dominasse, porém o efeito foi o inverso. As bestas foram totalmente tomadas pelos humanos, que agora detinham seus poderes e conhecimentos, enquanto que a partir daquele momento a consciência das bestas foi extinta. Entretanto os noves guerreiros fizeram jus aos conhecimentos adquiridos para manter a paz no mundo, e em um ato de respeito os mesmos juraram guiar a humanidade em prosperidade; eles se denominaram Os Pilares. E aquele que abrigou dentro de si o poder do cervo, ficou conhecido como o “O Pilar Central”.

Pământ, o grande continente foi então dividido pelos pilares, noves reinos surgem, e prosperam guiados pelos pilares. As bestas restantes por serem menos poderosas, ou se esconderam para todo o sempre, ou se juntaram a vida humana.

A descendência dos pilares abriu uma nova cadeia de existência, e os pilares guiariam os homens e os seres mágicos juntos em harmonia. Entretanto, nem todos os homens foram privilegiados com a habilidade de dominar a magia, mas mesmo assim a vida se seguiu sobre o comando dos pilares, evoluindo e progredindo em todos os aspectos possíveis e assim cada pilar guiou seu reino em prol da paz.

O reino de Dragon, uma homenagem feita pelos descendentes dos dragões, era conhecida como a raça mais sabia dentre todas. Ricos em conhecimento e cultura conheciam todos os elementos e suas derivações. Sabiam sobre todas as outras raças e viviam ao norte de Pământ nas montanhas - enormes formações rochosas que se estendia por quilômetros. Era quase sempre frio e nevava em sua volta, um reino que fazia divisa com mais três nações; no topo das montanhas havia templos e cidades pequenas, seu exército não era muito numeroso, e seus cidadãos eram beneficiados com uma longa longevidade, havia muitos sábios e pesquisadores. E qualquer humano que procurasse ser um grande pesquisador vinha até suas bibliotecas, pois eram as mais ricas em cultura e informação.

A cidade marinha de Tortois, um reino sobre ilhas no meio do mar aberto a oeste de Pământ, a terra da vida e da alegria. E o maior centro de comércio, com construções sobre pequenas terras que flutuavam na imensidão azul, e enormes portos que mandavam alimento e produtos para todos os outros reinos. Tortois era a terra do descendente da tartaruga.

Ao sul de Pământ, ficava o maior território de terra existente, Iompróidn, a terra do Deus Urso. Porém a “cidade árvore” onde vivia a maior civilização era um tanto quanto pequena para o maior território de todos. Iompróidn era um enorme deserto com pequenas vilas, em seu final perto do mar existia a árvore da vida, uma gigantesca árvore que surgiu no deserto. Nela foi construída a cidade em que habitava o pilar, Firon City, a cidade mais evoluída de todas, detinham as maiores riquezas e um grande domínio de terra, assim como um forte e temido exército.

Intitulada Reino das Chamas, a terra do Leão que ficava ao leste de Pămât - terra do Pilar que herdou o poder da besta Leão. Neste reino foi criada uma das maiores cidades de toda Pământ, King City, a cidade em que vivia o Pilar do Leão, é o lugar do qual ele governava seu reino, e protegia todas as vilas que ficavam dentro de sua terra. King City era a cidade que mais esbanjava riquezas, com um exército orgulhoso e muito poderoso; seu representante acreditava estar no controle de tudo que poderia dizer respeito, era uma cidade em constante atividade e evolução, e sempre procuravam expandir seu território.

Em divisa com a terra do Leão, com um pequeno pedaço de terra, existia um vilarejo com pequenas plantações de arroz e bamboo, ficava acima de King City, mas fora do território dos leões. Nesse pequeno vilarejo vivia os descendentes do Tigre. Monges guerreiros protegiam a floresta que os envolviam e toda vida presente nela; era um povo pacífico, considerado um dos que detinham menos poder, procuravam preservar a natureza e ao mesmo tempo evolui-la. Os habitantes da nação do tigre procuravam manter a paz e a prosperidade em seu território, conhecido como a Floresta Mágica.

Golden City, a cidade central que fica no meio de Pământ, era feita de partes de ouro, e um castelo gigante no centro com uma enorme torre onde residia o pilar central. Fazia divisa com quase todas as outras cidades, ela era a mais populosa e movimentada cidade, sendo até maior que king City. E por sua localização privilegiada podia então ter contato com todos os outros pilares. O povo da luz, como era intitulado, viviam seus dias pacificamente sobre a proteção do Pilar Central. O alto comércio e a grande concentração de turistas faziam de Golden City a cidade mais rica de Pământ.

Ao noroeste de Golden City ficava Seabhac, mas está não era uma cidade comum, Seabhac é a terra do Falcão. Ela não era uma cidade terrestre, graças ao poder do Pilar ela se tornou uma enorme cidade flutuante. Todo o reino de Seabhac reside nas nuvens, desde os vilarejos até a cidade principal; as ilhas flutuantes eram conectadas por pontes, formando uma enorme estrutura no céu, suspensa nos ares.

A segunda cidade a viver flutuando, é o reino de Owl, neste reino ficava Mystical City. Ninguém sabe ao certo como são os povos que lá vivem e nem mesmo como vivem. A cidade sempre se move o que torna sua localização quase secreta. Tudo que sabem é que são descendentes das corujas, pessoas que vivem cercadas por magia e mitologia.

Mac Tíre é o último reino da terra de Pământ, porém é completamente desconhecido. Após a grande divisão o descendente do Lobo foi para as planícies geladas além da montanha do dragão e nunca mais se ouviu falar na raça dos lobos. Apenas um mapa feito por eles foi encontrado em uma caverna, esse mapa descrevia a cidade deles como Mac Tíre, mas nenhum dos outros reinos se aventurou a ir atrás deles, por causa da concentração de gelo que havia atrás das montanhas. Alguns chegavam até acreditar que não existia vida além da montanha, e além do mar as pessoas tentaram se aventurar, mas quem ia nunca retornava. Acreditava-se que também não existia vida além do horizonte do mar.

Após a grande divisão, a paz reinava sobre toda Pământ, agora sobre o cuidado do homem. A magia era usada pelo homem, mas nem todos conseguiam usa-la, esse era o grande mistério do mundo. Um pai poderia ser um magico habilidoso, mas seu filho poderia não nascer com o mesmo dom, e ser somente um humano comum. Esse mistério é até hoje estudado, ainda assim não se tem uma resposta. Talvez isso ocorresse para manter um equilíbrio no mundo.

Os pilares governavam os reinos, por serem os guerreiros mais poderosos do mundo, entretanto todo esse poder não os impediria de ficarem velhos. Dada às circunstâncias e prevendo uma forma de manter a ordem, foi descido que seus primogênitos herdariam o poder da besta. Para isso, o Pilar Central ensinou aos pilares uma técnica, na qual eles transfeririam o poder da besta para seus filhos, que assim governariam em seus lugares.

E Depois de duzentos anos de paz, algo terrível estaria para acontecer. Uma forte doença caíra sobre o Pilar Central, já muito debilitado pela sua idade - afinal ele era o único dos pilares iniciais ainda vivo, uma vez que todos os outros já haviam passado sua linhagem à diante. Em pouco tempo ele vem a falecer e sem deixar um herdeiro, sem um filho ou uma filha para herdar o poder do cervo. A linhagem do Pilar Central deixa de existir.

Temendo tempos de escuridão, uma reunião foi convocada com a presença de todos os oito pilares restantes, mas somente cinco compareceram, este ato demonstrava que não existia estabilidade entre os reinos. Vendo a atual situação, o Pilar do Leão aproveita a oportunidade e se declara no direito de se tornar o Pilar Central, por ser o mais evoluído de todos além de possuir a maior cidade depois de Golden City. Porém, ele é contradito pelo Pilar do Dragão que não queria assumir o poder, mas discordava do Leão como novo Pilar Central. Acreditando que por ser um povo guerreiro, e agressivo não teriam o que era preciso para ser o Pilar Central, em decorrência desse desentendimento uma rixa entre as nações começou; as demais nações não se opuseram, e nem se aliaram a um dos lados.

Uma guerra na qual os Dragões jamais venceriam se inicia, e mesmo sendo habilidosos guerreiros eles não eram páreo para uma aliança entre Ursos e Leões. A guerra dizimou toda a raça dos Dragões. Considerada agora as duas maiores nações em Pământ, a união entre Ursos e Leões formou um exército implacável; os Dragões lutaram até o seu último guerreiro, mas era uma guerra injusta, onde até a última criança foi morta para que servisse de lição a quem desafiasse o novo poder. E junto da nação do Dragão, Golden City também foi totalmente destruída, a fim evitar uma possível volta do Cervo. Estava claro que desde o início os Leões queriam o poder total, por acreditarem serem os mais dignos de tal posto.

Porém, três dias antes do incrível massacre, uma família pequena de camponeses fugia do reino dos Dragões deixando tudo para trás. Todas suas economias foram gastas para comprar uma passagem em um barco de comércio clandestino, controlado por piratas até a cidade mais próxima. O pai dizia que em sua colheita de frutos na floresta ao pé da montanha, algo de incrível havia acontecido, um cervo havia aparecido para ele, e dito que deveriam deixar o reino, pois algo terrível estava prestes a acontecer. Algo até então impossível dentre os seres mágicos existentes, muitos usavam magia, mas somente a grandes bestas eram capazes de falar. Acreditando no misterioso cervo, o marido correu pra casa, pegou algumas roupas e suplementos, e partiu junto com sua mulher e seu bebe recém-nascido, para bem longe. Mas isso não os salvaria do que estaria por vir, a viagem de barco duraria dois meses e nesse meio tempo, uma forte epidemia caíra sobre a tripulação, porém somente duas pessoas morreram - o pai e mãe da pobre criança. Com pena do bebê, que agora não tinha mais ninguém, a tripulação o adota, e o cria como um jovem membro da tripulação. Sem saberem seu nome verdadeiro, resolveram chamá-lo de Aaron Jones.

Sucederam-se dezesseis anos de aventuras em alto mar, Aaron aprendera muitas coisas, até mesmo a lutar e a se defender, mas ainda sentia um vazio dentro de si, ele sabia que seus pais haviam morrido, e até mesmo visitara o túmulo deles feito pela tripulação. Seus companheiros de viagem até contaram que ele era um descende dos Dragões e que sua raça havia sido dizimada por tentar tomar o poder de tudo - nada mais que uma mentira da nação do Leão para justificar a guerra, com tudo rigorosamente arquitetado a ponto que essa mentira fosse a verdade imposta a todos. E a aliança teve que intervir, afirmando que o massacre foi o único jeito de impedi-los.

Mas mesmo assim, Jones acreditava que essa não deveria ser a verdade, mais do que isso Aaron sentia falta de saber mais sobre sua própria raça. Afinal os Dragões não eram muito conhecidos pelos outros povos, ele acreditava que poderia saber mais sobre si mesmo e sobre a verdade de seus antepassados.

E ao completar dezessete anos de idade ele então pede para deixar a tripulação; ele precisava achar respostas para as suas perguntas, preencher as lacunas de seu passado. Atendendo a seu pedido, o capitão deixa-o na cidade mais próxima, Tortois.

13 de Diciembre de 2018 a las 00:00 2 Reporte Insertar 2
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Marurishi Paz Marurishi Paz
Olha só, tem dragões, já amei! Não sei explicar o porquê desses mitos me fascinarem tanto! Amei os deuses, sendo animais... e o Cervo, o Deus de todos, bem surpreendente! Que mundo incrível este que você criou. A questão dos humanos absorverem foi muito interessante. Tua escrita é maravilhosa, a descrição que você faz de tudo, é tão rico e perfeito! Os pilares, a descrição de cada reino. De fato, tem semelhança na forma com que imaginamos nossos mundos e descrevemos, talvez por isso, eu esteja gostando tanto de ler sua fic. Obrigada por me sugerir a leitura dela! ;D Só porque gostei do Cervo, foi o primeiro reino a desaparecer... e depois os dragões... poxa! Mas Aaron será um esperança? Afinal, se somente as grandes bestas podiam falar, aquele cervo que apareceu ao pai dele deveria ser o pilar central em sua forma original, então Aaron está mesmo destinado a algo grandioso. Com certeza, vou acompanhar, porque gostei muito! Parabéns!!! Merece todos os elogios!
22 de Enero de 2019 a las 17:00

  • Gustavo Bento Gustavo Bento
    Ah! Muito obrigado pelo apoio. Fico muito feliz que tenha gostado, e posso garantir que a história melhora e muito. Ainda tem muita coisa para acontecer. Obrigado pelo apoio, e nos vemos nos próximos capítulos. 24 de Enero de 2019 a las 04:44
~

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