Depois do Baile Seguir historia

lu-inoue1541002911 Lu Inoue

Três anos se passaram desde que Sarah visitou o Labirinto e agora ela se encontra em um grande dilema, pois seu baile de formatura está chegando e como toda garota americana o que ela mais deseja nessa noite? Não, ela não quer ser a rainha do baile, isso já está clichê, além disso ela já recusou a coroa uma vez. Tudo o que Sarah quer é usar um belo vestido, dançar de rostinho colado e perder sua virgindade em grande estilo. Depois de estudar todas as possibilidades, a morena concluiu que seu par perfeito é nada menos que o Rei dos Goblins, mas como Jareth irá reagir ao convite e as segundas intenções de Sarah? Se você ficou curioso, venha descobrir, pois aqui tudo pode acontecer, antes, durante e principalmente “Depois do Baile” “Eu preciso avisar que Labirinto não nos pertence?” “Comédia erótica baseada em filmes teens dos anos 80” "Sarah aqui é americana,"


Fanfiction Películas Sólo para mayores de 21 (adultos).

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Convite para o Baile

Sarah Williams, nem de longe almejava ser a rainha do baile,  gostaria sim de ser rainha em outro lugar, mas isso consistia em abandonar sua família e isso ela não queria fazer, de nenhuma forma.

    Já se passara três anos desde sua aventura no Labirinto de Jareth, desde então ela até consegue  se encontrar com os goblins, quando os mesmos saem dos espelho para visitá-la em seu quarto, mas nunca mais viu ou falou com Jareth, o rei dos Goblins, o que não quer dizer que ela não se sinta tentada, afinal as coisas ficaram mal resolvidas entre eles.

    Agora, com dezoito anos, a garota está há poucos passos de se formar e entrar em uma renomada faculdade de artes cênicas, seu sonho é seguir os passos de sua mãe, Linda, e ser uma grande atriz. No entanto, no momento ela só tem uma coisa em mente.

    Bom… Dezoito anos, baile de formatura, se você já assistiu aos filmes teens americanos, deve saber o que todo jovem que fazer na noite do baile? Eu definitivamente, não estou falando de usar uma coroa idiota de rei ou rainha do baile… É exatamente isso que você está pensando. Assim como a maioria de seus colegas, Sarah queria perder sua virgindade em grande estilo, queria que fosse memorável.

    Se ela tinha alguém em mente? Bem, ela sempre tinha, mas esse alguém não frequentava sua escola, nem seu mundo, e provavelmente estava com raiva dela até hoje, não dava pra pegar o livro e proferir as palavras “desejo que o rei dos Goblins me coma na noite do baile”. Não, não, não… Só de pensar na vergonha, ela batia nas próprias bochechas.

    Entretanto, contudo, todavia, porém… Ela estava decidida a não ir virgem para a faculdade, era questão de honra, onde já se viu? As amigas de república iam falar sobre o assunto e ela ficaria boiando? Não, nada disso.Assim a garota até fez uma pesquisa para ver se algum garoto de sua escola se encaixava no perfil ‘molhador de calcinha”. Ela não era do tipo que gostava de atletas, então não se animou com ninguém do time, os nerds eram soberbos demais e a fazia parecer burra, isso era broxante, os músicos eram populares demais, iam comê-la e a chamaria por outro nome no dia seguinte, os drogados nem deveriam ter mais ereção, só pra começar, os artistas, em maioria, jogavam no mesmo time que ela, se é que me entende?

    Faltava apenas uma semana, uma mísera semana para o baile e nada ! A verdade era que nenhum garoto estava bom, porque ela comparava com Jareth e ele era demais, só de pensar na possibilidade de ir ao baile com ele e depois… Ela já ficava em chamas. Bom, não tinha nada a perder mesmo, já não iria com ninguém e o não já era garantido, então ela fez um convite e quando seus amigos passaram pelo espelho, ela o confiou  a Hoggle e o pediu para entregar a Jareth.

    O que ela não sabia era que, em forma de coruja, Jareth sempre a observava do lado de fora da janela de seu quarto. Essa noite quase que o gato da casa teve um jantar especial, pois os olhos do rei se arregalaram, o bico se abriu e ele caiu duro para trás, quando o bichano avançou, ele tomou a forma humana e o felino saiu correndo assustado.

    “Carta pra mim? Sarah enviou uma carta pra mim? Ela nunca mencionou meu nome, pensei que me odiasse. O que será que ela quer?”Voltou para o Reino Goblins e ficou esperando por Hoggle, quando o anão chegou para entregar o envelope, ele nem falou nada, pegou o mesmo e desapareceu, indo para o seu quarto e abrindo ansiosamente. Quando leu o conteúdo ele quase teve um ataque cardíaco.Ela recusou ser sua rainha, mas quer ir ao baile com ele, o que isso queria dizer?

O fato era que as humanas dessa idade eram muito complexas, mas ele poderia entendê-la assistindo os filmes e série que ela gostava? Não custava nada tentar, além disso ele entendeu muito bem o que os jovens querem depois do baile, mas.. Será que ela queria isso? Não...

A semana correu lentamente e Sarah foi a organizadora da festa, escolheu o tema baile de máscaras da realeza, assim se o rei Goblin aceitasse seu convite, não seria estranho para ninguém. Ela se lembrava muito bem do sonho que tivera quando comeu aquele pêssego envenenado, desenhou o vestido e mandou fazer idêntico ao que usara, também decorou o salão com luzes e máscaras parecidas, alugou espelhos para recobrir as paredes do local e pronto!

Ela tinha tudo,TUDO, preparado caso Jareth aceitasse seu convite, caso não, teria um panelão de brigadeiro para a consolar e entraria pra faculdade, virgem...Virgem….VIRGEM! Não… Trágico.

O dia do baile chegou, ela não recebeu nenhuma resposta, nenhuma visita, parecia que ele realmente não queria ver a cara dela. Bom, ela tinha feito toda a festa, não podia ficar em casa chorando por causa de um bolo. Vestiu seu vestido, esperou até o último momento, mas ele não veio., então ela (como já havia tirado carteira) pediu as chaves do carro de Robert  emprestado.

— Pai, posso usar seu carro essa noite? — Ela pergunta descendo as escadas.

— Claro… Ah, meu Deus! Olha só para minha garotinha, parece uma princesa.— o homem se emociona, deixando o copo de água sobre a mesa e indo até a filha. — Quem é o sortudo que vai ir com você?

— Ah, para pai. — sorri constrangida. — Ah, ele vai me encontrar no baile.— mentiu, pois sabia que sua madrasta, Irene, iria pentelhar se ela fosse sozinha.

— Ah, Sarah você está maravilhosa, leve isso querida! — Irene pegou um monte de pacotes de preservativos coloridos e entregou nas mãos da morena, que corou. — Como eu não sabia quais comprar, comprei de cores, tamanhos e sabores diferentes. — Informou risonha, já com a câmera  tirando fotos.

— Sabores? — Sarah perguntou inocente e a madrasta fez um gesto com o polegar e a boca, que a fez entender e ficar mais vermelha que um tomate maduro.

— Como assim? Minha garotinha não vai...— Robert parece levar um choque de realidade. —Sarah, volte lá pra cima, para sempre.

— Ah, pára com isso Robert, até onde eu sei a Sarah foi feita na noite de formatura. Você e a Linda não tiveram ninguém para dar esses presentinhos, não estou certa? — a loira cantarola debochada.

— Irene, isso foi… É diferente.— o homem balbuciou contrariado.

— Gente, estão me deixando com vergonha, é muito constrangedor ter minha vida sexual discutida pela família no meio da sala. — protesta Sarah, com o rosto todo vermelho.

— Vá logo querida, leva esse analgésico também, porque perder o lacre é uma dor infernal.— Irene enfia o comprimido na bolsinha de mão da morena e vê o cartão de reserva do motel, dando uma piscadela e um sorriso  safado.

    Toby chega puxando a saia do vestido da irmã e entregando um aviãozinho de brinquedo, querendo que ela coloque na bolsa.

— Oh, minha coisa gostosa, o que você está fazendo acordado ainda? — abaixa pegando o brinquedo e dando um beijo na bochecha do irmão.— Vai mimi, vai.

    O pequeno se deita no sofá, esfregando os olhinhos. Sarah tenta pegar as chaves nas mãos de Robert, mas ele não queria soltar.

— Robert, solta as chaves. — ordena Irene.

— Mas, é minha garotinha...— ele protesta.

— Com dezoito anos, que já vai pra faculdade...— belisca o marido, que solta as chaves, com muita resistência.

    Finalmente ela conseguiu sair de casa, depois de tantas confusões, foi melhor Jareth não ter aparecido ou seu pai iria fazer um intenso questionário, bem… Não ia dar muito certo, ela até riu imaginando a cena.

Quando entrou no salão ela abriu a boca, estava maravilhoso, tudo, a decoração, as roupas dos convidados. Enquanto descia as escadas e passava por entre as pessoas ela era parabenizada, as amigas a puxavam para tirar foto, os professores e corpo docente estavam orgulhosos, até o jornal local da cidade, estava cobrindo o evento, tirando fotos.

Ela até se divertiu, dançou com as amigas, com os amigos, mas em certa hora a música ficou romântica e os casais começaram a dançar agarradinhos, ela rejeitou todos os convites e foi ficando sozinha, vendo até as pessoas mais improváveis fazendo par, começou a tocar “Theatre of Tragedy - Siren” e ela se lembrou de toda sua história com Jareth, não o culpava por não querer mais nada com ela. As luzes se tornaram fracas e o ambiente mais sombrio, a fumaça que as máquinas produziam, começou a se espalhar pelo ambiente, as pessoas mascaradas riam e rodopiavam a sua volta, a deixando tonta.

Porque tudo tão deprimente?

Porque as máscaras alegres pareciam assustadoras e debochando de sua dor?

Tudo estava tão frio e vazio, seu peito estava apertado, era como se seu coração estivesse sendo esmagado.

Mayhap luréd by the scent of lote
'Od! - the f?tid - eft hie back I mote;
For what I did - (How I wish)
My soul atrouncéd - (for thee again)
O! do believe me - (Will I give thee it:)
'Twasn't a frounce - (Troth.)
I speer thine pine, - (Thine voice is oh so sweet)
Ryking for thee - (Ryking for me)
Wistful, whistful - («List and heed», thou say'st)
Chancing to lure - (Chancing to lure)
Skirl and skreigh, but for thine ears, aye, lown 'tis
Dodge na 'way herefro, do come here in eath!

Seus olhos arderam, ela parecia ter dado um final feliz para todos aquela noite, como nos filme, mas ela não estava contente, queria chorar e borrar a maquiagem, queria sair correndo e se esconder, queria ter dito que sim para ele, mas não pode, então ela estava certo em não ter dito sim para ela, agora todos estavam alí em pares, alguns se beijando e ela sozinha, largada, esquecida, deixada no canto em uma das noites mais especiais da vida de uma garota.

Era a noite do baile de formatura, era um marco na vida de qualquer pessoa, ela se lembraria para sempre de como fora rejeitada, como fizera com o  Rei dos Goblins, uma vez...

Decidiu sair, porque as lágrimas estavam começando a embaçar sua visão e seria deprimente demais chorar ali, pegou um martine para afogar suas mágoas  até que avistou Jareth no patamar da escadaria que dava acesso ao salão, ela parou onde estava, notou que muitos olhares se voltaram para ele, afinal sua roupa estava impecável, a maquiagem perfeita como nenhum daqueles garotos teria ousadia de fazer, os cabelos com as mechas azuis, se destacam de longe. Sua surpresa foi tanta que acabou se engasgando com a azeitona e tendo uma crise de tosse, ficando vermelha de vergonha, abandonando a taça em qualquer lugar e dando um sorrisinho de “não aconteceu nada, ninguém viu”

Ele sorriu para ela, e lentamente desceu os degraus, imponente com sua pose altiva de realeza, a medida que  caminhava as pessoas abriam espaço, os olhares curiosos e admirados, contemplando toda sua beleza peculiar, sua aura de mistério. Exibido como só ele consegue ser, parou em frente a Sarah e sorriu de canto, se deliciando com o deslumbre no olhar da garota, ergueu a mão direita e fez com que uma esfera de cristal surgisse, arrancando um coro de “Ohhh!” por parte dos presente, ele arremessou a esfera contra a aparelhagem do DJ e fez com que a música mudasse, várias pequenas esferas furta cor, como bolhas começaram a flutuar pelo ambiente.Seria ele um mágico? Um Ilusionista? Com certeza alguém que sabia dar um belo espetáculo, os presentes começaram a aplaudir de pronto.

A música começou como um toque de caixinha musical, Sarah sorriu ao reconhecer a melodia, ela não saberia explicar como Jareth sabia sobre aquele sonho que ela teve em seu Labirinto, mas não importava, a verdade é que não poderia haver melhor música naquele momento.

Ela sorriu de forma abrangente e ele retribuiu o sorriso a puxando para a dança. As lágrimas que estavam embaçando os olhos da morena, escorreram por sua face, mas dessa vez não foi por frustração e sim, emocionadas, de plena felicidade e realização.

Ele gostaria de perguntar o motivo das lágrimas, mas viu que o momento não era para conversar, a apertou mais contra si, sentindo o perfume que exalava de seus cabelos, a embalando no doce ritmo da música, cantarolando a canção contra o ouvido da garota, deixando-a arrepiada e derretida.


There's such a sad love
Deep in your eyes A kind of pale jewel
Open and closed Within your eyes
I'll place the sky
Within your eyes
There's such a fooled heart
Beatin' so fast
In search of new dreams
A love that will last
Within your heart
I'll place the moon
Within your heart
As the pain sweeps through,
Makes no sense for you
Every thrill is gone
Wasn't too much fun at all,
But I'll be there for you
As the world falls down
Falling
Falling down
Falling in love
I'll paint you mornings of gold
I'll spin you Valentine evenings
Though we're strangers 'til now,
We're choosing the path
Between the stars
I'll leave my love
Between the stars
As the pain sweeps through,
Makes no sense for you
Every thrill is gone
Wasn't too much fun at all,
But I'll be there for you-ou-ou
As the
27 de Noviembre de 2018 a las 13:06 0 Reporte Insertar 0
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