As Patricinhas de Konoha Seguir historia

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Ela sabe que é bonita e desejada. Ela é rica e popular. Ela tem amigas fiéis. Ela é mimada. Ela é uma patricinha. Sakura Haruno é uma patricinha mimada, filhinha de papai, que adora fazer transformações, dar uma de cúpido, e fazer de tudo para florescer o seu próprio umbigo. Nascida e criada em berço de ouro, sempre tendo tudo o que quer, e na hora que quer. Mora com seu pai Kizashi, dono da maior empresa de advocacia do Japão numa bela mansão. Mas o que Sakura não esperava, era que o ex-enteado de seu pai, Sasuke, fosse passar a morar na mesma casa que ela. Sakura não o suporta, e isso causa vários conflitos entre o Uchiha e a Haruno. Mas diante de todas as confusões que Sakura arruma, ela nunca percebeu que foi acertada com a flecha do cupido, e que seu grande amor que ela tanto quis um dia viver, fosse o cara que ela mais odeia.


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18.

#colegial #romance #amizade #comédia #universo-alternativo #naruto #sasusaku
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Um Pouquinho de Mim

AS PATRICINHAS DE KONOHA

S A K U R A

O som chato do meu despertador acabava com todo o cenário perfeito do meu sonho, me trazendo a realidade e para o começo de um tormento, a escola. Espreguicei-me na cama e em seguida me pus de pé. Mas antes de mais nada, vamos a apresentação:

Eu me chamo Sakura Haruno e tenho dezesseis lindos e maravilhosos aninhos. Sou linda, é claro, meus cabelos são lindos e rosados. Sim, são ROSA. Não sei explicar que fenômeno estranhamente estranho de ter cabelos cor-de-rosa - e natural -, nem mesmo o papai sabe. Mas não acho ruim do fato da mãe natureza ter me abençoado com um cabelo tão lindo. Isso é sinal de que sou poderosa.

Estou no segundo ano do ensino médio, e hoje era o primeiro dia depois das férias de inverno. Como sempre nos primeiros dias, eu tinha que chegar lá L.A.C.R.A.N.D.O, pois eu tinha que honrar o meu título da garota mais linda e popular do colégio, e se duvidar, da cidade.

Caminhei para o meu banheiro e fiz todas as minhas necessidades e higienes pessoais. Segundo passo foi o closet, só saí de lá com o meu look de primeiro dia de aula. Uma saia preta cintura alta que ia até metade das minhas coxas, uma regata rosa-pink, um casaquinho preto e curto de manguinhas, as botas pretas de salto e de cano baixo, e finalizando com uma enxarpe enrolada no pescoço rosa-pink. Passei o secador nos meus longos fios e rosados, e os deixei soltos mesmo. Fiz uma maquiagem básica com tudo que tem direito como, base, pó, blush, rímel, lápis e finalizando com um botom rosa-claro.

Pronto, eu estava perfeita.

Peguei a minha mochila em cima da cadeira do computador e meu celular que estava na cama, saí do quarto. Desci as escadas enquanto acessava o wi-fi, e encontrei com papai na sala.

— Bom dia, paizinho. - dei um beijinho em seu rosto.

Meu pai se chama Kizashi Haruno, e ele é o melhor advogado criminalista do Japão e dono de seu próprio prédio de advocacia. Ele é viúvo, mamãe morreu quando eu nasci, e por algumas vezes eu me sentia culpada por sua morte. Se mamãe não tivesse me dado à luz, ela ainda estaria viva. Mas papai disse que eu era a coisa mais preciosa que a mamãe deixou para ele, e isso me confortava um pouco, mas no fundo, sentia um vazio estranho no peito.

— Bom dia, minha princesinha. Você está linda. – ele me deu um beijo em minha testa, e em seguida seus olhos pousaram nas minhas roupas e um V se formou no meio de suas sobrancelhas. - Essa saia está muito curta.

— Claro que não, papai, está na moda. E, aliás, eu não quero andar que nem uma freira. - fiz biquinho, sabia que ele não resistia quando fazia biquinho, eu ficava muito fofa.

Papai suspirou, se dando por vencido, ele sempre cedia aos meus caprichos, claro, sou sua única filha e herdeira, sua linda princesinha.

Entramos na sala de jantar encontrando a mesa já posta e dona Chiyo, a governanta, terminava de colocar algumas frutas no meio da mesa. Chiyo era uma senhora de sessenta e nove anos e trabalhava para a minha família desde que eu era um bebê lindo e fofinho, foi ela que ajudou a me criar, e ainda me cria.

— Bom dia, Chiyo. – abri um sorriso radiante, acho que saiu estrelinhas dos meus dentes.

— Bom dia, menina Sakura. – ela respondeu, terminando de por a mesa. - Animada para a volta às aulas?

— Hm... mais ou menos. As férias nunca duram para sempre mesmo. – dei uma mordida na minha torrada com Nutella. Amo Nutella.

— Sakura, hoje eu não vou poder te levar para o colégio. – papai me fitou, dando um gole de seu café amargo.

— Poxa, papai, por que o senhor não falou antes? – franzi o cenho. – Agora está em cima da hora para avisar a Ino para passar aqui. E agora?

— Calma, filhinha, eu falei com o Sasuke e ele concordou em te levar hoje.

Meus olhos arregalaram e me levantei da cadeira com as duas mãos espalmadas na mesa, diante daquele absurdo que papai havia dito.

— O quê? Papai, o Sasuke não!

— Sim, filha, ele sim. E não vejo motivos de sua implicância com ele. Sasuke é um menino de ouro.

Um menino de ouro? Atá.

Para vocês entenderem um pouquinho a minha drástica situação agora, vou explicar quem é esse ser alienígena que papai tanto preza e idolatra.

Sasuke Uchiha é o cara mais chato, irritante, careta dessa face da terra. Tipo, ele é o maior mané, sempre fica implicando comigo, dando uma de "irmão mais velho", como se eu fosse imatura e criança para levar sermões. Eu não o suporto.

Papai se casou com a mãe dele, quando eu tinha nove anos. Mikoto era bem legal e amorosa, eu gostava dela... tá, eu gostava muito dela, foi a primeira namorada do papai depois da morte da mamãe. Com o seu jeito doce ela não demorou para me conquistar, eu a considero como um exemplo maternal. Mas como nem tudo era perfeito, aquela minha mãe postiça trazia como bagagem o encosto do seu filho caçula, Sasuke.

Ele era dois anos mais velho do que eu, e papai o adora, considera um filho que nunca teve. E isso me enoja. Não que eu esteja com ciúmes do meu pai dar atenção para Sasuke, pois sou uma pessoa fina e culta. Mentira, eu morro de ciúmes. Mesmo depois que papai se separou da Mikoto, há três anos, Sasuke vive mais aqui do que na sua própria casa. E estou quase fazendo um abaixo assinado para desinfetar ele daqui de uma vez por todas.

— O Sasuke é muito chato, papai. - resmunguei, mas eis que me surgiu uma ideia. - Mas eu posso ir para escola no meu carro novo que o senhor me deu de aniversário, lembra? - Aquele carro lindo cor-de-rosa?!

Tomara que ele deixe. Tomara que ele deixe.

Papai me deu um carro totalmente cor-de-rosa daqueles que abaixa o capô, com o estofado branco de couro no meu aniversário desse ano. Mas ele havia decretado que só irei poder dirigir quando eu conseguir tirar a carteira, que será daqui a um mês. Mas não custa tentar perguntar, né?

— Não, Sakura, você só vai dirigir quando tirar a carteira, sabe disso.

— Mas papai, eu não quero ir para escola com o Sasuke, ele me irrita. – implorei fazendo biquinho.

— Sem, mas, Sakura. Sasuke foi gentil em aceitar passar aqui e te dar uma carona, não posso simplesmente ligar para ele e cancelar tudo. E aliás, ele deve está quase chegando.

E assim que papai terminou de falar no cão, nós escutamos a voz dele entrando no cômodo onde estávamos:

— Bom dia, Kizashi. - disse aquele retardado parando em frente à mesa.

— Bom dia, Sasuke. - respondeu papai.

Sasuke nunca mudava aquele estilo, sempre usava um jeans surrado, uma camiseta branca por baixo e outra camisa verde de xadrez de mangas compridas enroladas até os cotovelos. Ele não tinha a mínima noção de moda.

Não demorou para que seus olhos focassem em mim, ergueu uma sobrancelha e abriu aquele sorrisinho estúpido de lado que eu tanto odeio.

— Bom dia, fedelha, vamos?

— Você acabou de estragar o meu dia. - murmurei, eu tinha o prazer de revelar a ele o meu desprezo. Virei-me para papai. - Eu tenho outra escolha?

— Não, Sakura.

Suspirei, e me levantei da cadeira, dando a volta a mesa e passando por ele.

— Eu te odeio.

O infeliz sorriu ainda mais.

— Eu sei que você me ama. – ele respondeu nada abalado e todo se achando.

— Idiota. – murmurei. - Tchau, papai.

— Tchau, filha, e tenha uma boa aula.

Entrei na sala e peguei minha mochila no sofá e saí de casa pisando duro até o carro chifrin do Sasuke estacionado em frente de casa. Nem o carro daquela criatura era essas coisas, e olha que não era por falta de dinheiro.

— Não acha essa saia muito curta não? – ele questionou, acionando o alarme para destravar o carro.

— Isso não é da sua conta. - abri a porta do carro e me sentei no banco do passageiro. Sasuke logo se acomodou no banco do motorista.

— Me respeite, pirralha, eu sou o mais velho aqui. - ele disse enquanto atravessava os portões da minha residencia.

— Você se acha só por que está na faculdade.

O canto esquerdo de sua boca ergueu-se para cima.

Sasuke não era feio, até que era bonitinho. Tudo bem, Sasuke é um gato, um Deus grego, e chega de elogio. O fato é que ele era tão chato e insuportável que era impossível notar sua beleza.

— Por que você nunca se cansa de dizer isso? - ele questionou, sem tirar os olhos da estrada.

— Ora, por que é verdade. – eu falava e gesticulava as mãos ao mesmo tempo. - Você já era metido antes, agora está mais ainda.

— Eu não sou metido. Eu só não sou criança como você.

Virei meu rosto e o fitei, incrédula. Como ele ousa me chamar de criança? Eu tinha dezesseis anos. Quando é que ele colocará isso em sua cabeça de uma vez por todas?

— Oh... retire o que disse. E não sou uma criança! Eu já tenho...

— Dezesseis anos. - ele me interrompeu. - Grande coisa.

— Você... você é um babaca. - era por isso que eu evitava ficar respirando o mesmo ar que esse energúmeno.

— E você uma criança mimada.

— Metido.

— Pirralha.

— Você dorme com o dedo na boca. - sorri, lembrando quando o peguei dormindo no sofá com o dedão na boca. E olha que foi uns cinco anos atrás.

Ele me olhou rapidamente, estacionando o carro em frente ao colégio. Cara, nem percebi.

— E você toma todinho de manhã.

— Eu tomo mesmo. – disse soltando uma piscadinha para ele enquanto abria a porta e saía do carro, sem olhar sua cara de paspalho.

Por que Sakura Haruno sempre decreta a palavra final.

7 de Noviembre de 2018 a las 21:32 0 Reporte Insertar 0
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