(In)Felizes para sempre Seguir historia

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Após anos em um casamento feliz e completo, Sehun e Luhan se veem diante de um imenso afastamento. Se recusando a dar o relacionamento tão longo como encerrado, ambos passam a, de suas formas tortas, tentar curar o amor ferido e quem sabe voltarem a alcançar a felicidade juntos.


Fanfiction Bandas/Cantantes No para niños menores de 13.

#sehun #luhan #CRISE-MATRIMONIAL #hanhun #hunhan #casamento #exo
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Pequenas Crises

História originalmente postada no Spirit Fanfics no dia 20/04/2016

Espero que gostem

Beijocas

~~~~~~


 

Luhan suspirou pela milésima vez desde que havia se sentado na cadeira da cozinha e massageou as têmporas com a ponta dos dedos na tentativa de aliviar sua dor de cabeça. Bebericou da enorme caneca cheia de café quentinho que tinha em mãos e acabou por fazer uma careta involuntária, estalando a língua contra o céu da boca antes de voltar a pousar o recipiente sobre a mesa. 

''Meu café nunca fica bom como o dele'', assumiu para si mesmo. 

Seus dedos logo voltaram a se mover freneticamente sobre o teclado de seu notebook; seu cérebro trabalhava em modo automático, apenas reproduzindo na folha virtual o que havia aprendido em seus longos anos na faculdade de psicologia, mas sem realmente se ater cem por cento no que estava fazendo. 

''Bom dia, Han'', ouviu a voz rouca e suave soando sonolenta atrás de si bem como um afago breve sendo deixado sobre seus cabelos. 

''Uma hora da tarde, hein. Terminei todo o serviço da casa e estou na metade da minha apresentação'', resmungou com implicância, recebendo um suspiro longo como primeira resposta. 

''Desculpe, eu estava cansado'', Sehun respondeu num tom neutro, buscando uma xícara para si no armário sobre a pia da enorme cozinha. 

''Se você tivesse feito como havíamos combinado e pedido para trocar de turno ontem, não estaria tão cansado'', o menor voltou a implicar, não medindo o teor de suas palavras. Ele sabia o porquê de Sehun ter chego em casa as seis da manhã, ele entendia e aceitava a razão, só era orgulhoso e por vezes infantil demais para admitir. 

''Se eu tivesse feito como havíamos combinado e trocado de turno, eu estaria ausente do hospital quando alguns acidentados chegaram e perderia o meu precioso mérito pessoal por salvar a vida de dois homens'', o mais novo rebateu irritadiço, fechando a porta do armário com violência antes de encher sua xícara com café e voltar a passos pesados para o quarto. 

''Merda de mérito pessoal... Como se ele não salvasse pessoas todo santo dia... '', Luhan resmungou contrariado, mas num tom baixo para que o maior não o ouvisse. Bufando novamente, decidiu voltar a se concentrar em sua tese sobre a importância da psicologia infantil antes que se estressasse e acabasse por perder o ânimo. 

Após cerca de mais uma hora de digitação ininterrupta, Luhan decidiu dar-se uma pausa para descansar e quem sabe comer algo. Já passavam das duas da tarde e ele sentia fome, e também não se lembrava de ter visto Sehun ingerir nada que não fosse o café que havia pegado na cozinha. Minimizando as telas abertas em seu computador, acabou por congelar momentaneamente e sorrir perante a foto que usava como papel de parede. 

Lembrava-se claramente daquele dia como se houvesse vivido há semanas. Nem ao menos pareciam que sete longos anos haviam se passado desde o dia em que tirara aquela foto.  

Nela, ele e Sehun estavam abraçados de conchinha, deitados sobre a areia de uma das praias mais bonitas de todo o Caribe; os lábios pequenos e rosados de Sehun estavam pressionados contra sua bochecha, mas ainda assim era possível notar o sorriso contente que enfeitava o semblante do coreano. Havia um pouco da areia branquinha grudada em seus rostos e Luhan se lembrava de terem gargalhado ao tentarem tirar aquela foto, só obtendo o êxito na quarta tentativa.  

Luhan queria poder repetir aquela viajem que fizeram na lua de mel dos dois. 

''Faz tempo que não rola um mel desses entre nós... '', lamentou. Coçando os olhos por baixo dos óculos que usava, levantou-se da cadeira acolchoada e seguiu em direção ao quarto que dividia com Sehun, encontrando-o deitado de bruços sobre os lençóis já arrumados enquanto mexia no próprio celular. ''Está com fome?'' 

''Depende. O que vai fazer?'' – ele questionou sem desviar o olhar do aparelho em suas mãos. 

''Pensei em pedir comida japonesa, não estou bom para cozinhar hoje'', Luhan respondeu desanimado e soltou um suspiro longo, tentando chamar a atenção do maior para si, o que não aconteceu. 

''O de sempre pra mim'', Sehun falou sem parar de digitar freneticamente no teclado do aparelho. 

Cansado e já sentindo algumas pontadas em suas costas, Luhan andou preguiçosamente até a cama, se jogando ao lado do maior e alcançando o próprio celular no bolso do casaco de moletom que vestia, não demorando a discar o número do restaurante japonês favorito de Sehun e fazendo o pedido.  
Após isso, apenas ficou vários minutos ali, olhando de soslaio para o mais novo que continuava focado apenas em seu celular, praticamente nem notando que o outro permanecia ali ao seu lado. 

''Com quem tanto conversa?'', perguntou curioso, tentando ver algo na tela do celular alheio. 

''Ninguém.'', Sehun respondeu simples, ouvindo o mais velho bufar. ''O que é?'', perguntou impaciente. 

''Nada, Sehun. Não foi nada'', Luhan respondeu baixinho, seu tom saindo calmo demais, o que causou um leve estranhamento no maior. 

Ficaram ambos ali por longos minutos, deitados um ao lado do outro na enorme cama de casal como se estivessem sozinhos. Nem ao menos parecia a cama onde tantos momentos bons já haviam sido compartilhados pelo casal, onde tantas vezes derramaram seus prazeres gemendo em uníssono, chamando pelo nome um do outro; nem parecia o local onde já haviam trocado carinhos e infinitas juras de amor. 

Ambos sentiam tudo aquilo, todo aquele peso, como se estivessem tentando afogar sob aquele silêncio todas as promessas que já haviam feito, como se tentassem ignorar o passado nem tão distante que cutucava suas memórias ao ponto de impedirem de se machucarem mais por sentirem que deviam-se ainda a fidelidade e os votos que ficaram por aquele tempo que parecia não voltar mais. 

Quando a campainha tocou, Sehun levantou sem pressa, alcançando sua carteira sobre a cômoda e tirando dali as notas correspondentes a uma quantia exata para pagar pela comida pedida e para deixar mais uma boa gorjeta ao entregador. Voltou a passos arrastados para dentro, hesitando ao ver seu marido sentado à mesa da ilha da cozinha. 

Colocou as caixas de comida sobre o móvel, vendo o menor pegando sua parte e já se pondo a comer. Sentou a sua frente, não proferindo uma palavra sequer e começando a comer de igual forma. Apenas o barulho da refeição e das respirações pesadas podiam ser ouvidos, e ambos se pegaram imaginando a quanto tempo não tinham uma conversa agradável na mesa durante um almoço. 

''Sua mãe ligou hoje de manhã'', Luhan quebrou o silêncio, não desviando seus olhos da comida ao falar. ''Pediu pra retornar. '' 

''Ela só disse isso?'', Sehun perguntou curioso, estranhando. 

''Não. Me perguntou como você está e se eu já cansei de extorquir o 'ingênuo filhinho' dela'', o mais velho falou num tom amargo. ''Ainda me chamou de cretino aproveitador'', completou. 

''Ai ai, mamãe... Vou ligar pra ela'', o mais alto riu, balançando a cabeça. 

''Por que você sempre age assim? Ela me chama de cretino e você ri... '', Luhan bufou irritado. ''Nunca me defende dela, sempre só ri e passa a mão na cabeça'' 

''Ah, qual é... Nós dois sabemos que não se casou comigo por dinheiro, Han. Eu sei bem disso e é o que basta'', Sehun deu de ombros, não vendo quando a face do outro se tingiu em tons rosados fortes. 

''Ela me ofende, Sehun. Essas coisas me magoam muito'', seu tom soou levemente alterado. ''E nem seu apoio eu tenho. ''  

''Você é muito sensível... Pra que tanto drama?'', Sehun massageou as têmporas, seus olhos ainda pesando pelo cansaço. ''Não estou com cabeça para discutir. '' 

''Nunca está com cabeça pra nada que me envolva, não é?'', Luhan falou magoado. ''Sua mãe sempre me atacou e você nunca me defendeu. Ela tentou acabar com nosso namoro e agora está estragando nosso casamento, e... '' 

''Não é ela quem está estragando o casamento, Luhan!'', Sehun falou alterado, sobressaltando o menor, este apenas engolindo o bolo dolorido que se formou em sua garganta. Luhan abaixou o olhar para o que comia, sentindo-se extremamente enjoado. Enfiou goela abaixo o que restava em seu prato antes de se levantar, levando sua parte da sujeira descartável até o lixo e enfiando tudo no cesto com pressa. Precisava sair dali, precisava ficar longe da presença do maior o quanto antes. 

Correu e trancou-se no banheiro da suíte que dividia com Sehun, não se demorando em despir-se para colocar-se sob o chuveiro, a água fria lhe atingindo em cheio a cabeça; Luhan quase pôde sentir como se seu cérebro fosse ferro em brasa sendo enfiado num balde d'água. Banhou-se rapidamente, saindo com pressa e buscando uma muda de roupa qualquer em suas gavetas. 

Nem se deu ao trabalho de se despedir do mais novo, passando feito um touro pela sala, pisando duro, bufando e ignorando maldosamente chamamento de seu marido, que o perguntou aonde ia. Apenas pegou as chaves do próprio carro, sua carteira, e saiu. 

 

 

훈한 

 

 

''Luhan, você está ansioso?'', a voz rouquinha e doce do maior se fez ouvida em meio ao silêncio em que estavam até então. 

''Estou... Muito'', o chinês sorriu largamente. ''Ansioso e animado. '', completou, suspirando longamente em seguida. ''Casamento... '', pronunciou a palavra com um sorriso imenso nos lábios, o que fez o outro rir ao seu lado. ''Céus, Hunnie! Vamos nos casar em três dias!'' 

''Eu estou tão imensamente feliz'', Sehun murmurou enquanto encarava o céu estrelado acima de ambos. 

''Eu também!'', Luhan comentou com empolgação, deitando-se mais confortavelmente sobre o corpo quentinho do maior. 

''Han, eu estou feliz, mas... Também estou com medo. '', a voz do mesmo soou trêmula e hesitante após alguns poucos minutos em silêncio. 

''Medo de se casar comigo?'', o mais velho se sentou alarmado sobre o amontoado de almofadas que haviam colocado sobre o chão 

''Não! Não é medo de me casar com você... '' 

''Então o que é?'' 

''É medo do que pode vir depois... Sabe, as crises, brigas... Eu via o que acontecia com meus pais... Não quero o mesmo para nós. ''  

''Sehun-ah, claro que virão os dias ruins, iremos brigar e nos desentender, talvez até chegue a algo sério... E eu sei que tem medo de que o tempo faça mal a nós, mas eu prometo a você que farei tudo o que estiver ao meu alcance para que nosso casamento seja feliz e maravilhoso. '' 

''Você me promete?'' 

''Eu prometo. '' 

 

Uma buzina alta soou, assustando Luhan e o tirando de seu profundo devaneio, o alertando do sinal já aberto para que seguisse em frente.  

Havia decidido sair para dirigir sem um rumo certo, desejando apenas vagar pela cidade na tentativa de distrair sua mente bagunçada, mas algumas lembranças do passado estavam decidindo surgir justo naquele momento para atormentá-lo. 

''Será que eu realmente fiz tudo o que estava em meu alcance?'', pensou consigo mesmo, acabando por negar com a cabeça. 

Levou um pequeno susto ao ouvir a música característica de seu toque de chamada ecoando pelo ambiente apertado, e um tanto estressado apertou o ícone verde no painel do carro, atendendo a chamada sem nem se ater em olhar quem o ligava. 

''Lu hyung?'', a voz familiar soou, fazendo o chinês sorrir minimamente 

''Hey Baek, a que devo a honra de sua ligação?'' 

''Eu liguei na sua casa e o Sehun atendeu, parecia meio mal humorado e disse que não sabia onde tinha ido nem quando voltaria, então estranhei e decidi ligar no seu celular. Aconteceu alguma coisa? ''  

''Ahh sim... Bom, Sehun e eu nos desentendemos de leve, então eu decidi sair um pouco pra espairecer. '' 

''Quer conversar?'' 

''Seria bom... '' 

''Me encontre na cafeteria de sempre. '' 

  

훈한 

  

''Então, Han... Vai me contar o que aconteceu entre você e o moreno sensação?'', Baekhyun perguntou curioso 

''Bom... '', Luhan hesitou brevemente, sentindo como se estivesse sendo perfurado pelo olhar intenso do mais novo. Era sempre assim, o moreno de olhos marcantes sempre conseguia deixar seus amigos desconfortáveis quando tentava arrancar algum segredo deles. ''Você sabe que a mãe dele nunca apoiou nossa união'', começou, vendo o outro assentir. ''Bom, hoje ela telefonou e falou umas coisas ruins pra mim e quando eu contei ao Sehun, ele apenas riu e não disse nada para me defender, então eu reclamei e disse que ela tentou acabar com nosso namoro e agora está estragando nosso casamento... '' 

''E o que ele disse?'', os olhinhos miúdos de Baekhyun brilhavam em expectativa 

''Disse que não é ela quem está estragando nosso casamento'', Luhan respondeu, soltando um riso nasalado em seguida. ''Quero dizer... Ele basicamente me jogou uma indireta bem direta dizendo que o culpado da nossa crise sou eu... '', completou, balançando a cabeça em negativa antes de tomar um longo gole do café em sua xícara. ''O do Sehun é melhor... '', resmungou mentalmente ao desgostar do sabor da bebida. 

''Lu, honestamente, há quanto tempo estão tendo essa crise?'', o mais novo questionou, já abandonando seu ar curioso na tentativa de tomar uma linha mais séria. ''Para mim, parece que ontem mesmo estavam de amassos, beijos e carinhos, cheios de melação'' 

''Não sei, Baek... Honestamente eu não sei... '', suspirou. ''Acho que foi depois que ele terminou a especialização, há dois anos. Tivemos nossa primeira crise porque o fato de ele estar ganhando mais do que eu estava o subindo à cabeça... '' 

''Mas ele continua com esse ego inflado?'' 

''Não... Não mais'', o chinês ponderou. ''O que eu quero dizer, é que os maus tempos começaram aí. Depois que essa fase passou, eu consegui terminar meu doutorado e finalmente consegui o emprego que queria, então nossa situação financeira se tornou melhor, mais confortável... '', coçou a nuca. ''Mas então passamos a trabalhar muito, nós dois. Eu passei a dar aulas na universidade e continuei com meus pacientes correntes, e ele passou a fazer plantões de doze horas todos os dias, como clínico e cirurgião geral em um hospital, e como especializado no Hospital Geral do Câncer... Então nós nos víamos por menos de duas horas no dia, então passamos a nos afastar, e esse afastamento junto com o excesso de trabalho e responsabilidades trouxe uma irritabilidade intensa, então qualquer coisa se tornava motivo de briga'', finalizou com um suspiro. ''Eu não sei o que houve depois disso... '' 

''Bom, pelo que sei, você ainda dá aulas e tem seus pacientes... '', o coreano falou, vendo o amigo assentir - ''E o Sehun só trabalha fazendo turnos alternados no hospital e atende no HGC em sábados alternados, não?''  

''Sim... '' 

''Então... Não deveriam ter mais tempo juntos agora?'', perguntou confuso. 

''Sim... Mas agora sempre que estamos juntos em casa acabamos por brigar, ou ele acorda e passa o dia lendo aqueles livros enormes ou novos jornais médicos... '', Luhan bufou. ''E eu fico trabalhando, escrevendo minhas teses ou estudando casos... Na verdade acho que não conversamos sobre algo natural há meses... Eu às vezes tento me aproximar, mas ou ele não liga, ou ele nem percebe que estou ali'' 

''Céus, Luhan, há quanto tempo não fazem sexo?'', Baekhyun perguntou perplexo 

''Hahá, boa pergunta... '', o mais velho riu de um jeito falso, amargo. ''Mais de um mês... Mais de dois! '' 

''Que horror... Como conseguem? Isso é deplorável! O Sehun é mesmo um idiota, que ridículo!'', o menor falou exaltado 

''Ei! Não fale assim dele!'', Luhan interveio, recebendo um olhar confuso do mais novo 

''Ué, mas vocês não estão brigados?'' 

''E-estamos, mas isso não quer dizer que eu saia falando horrores dele ou não vá defende-lo. Ele ainda é meu marido e de um jeito ou de outro, eu ainda o amo'', falou convicto 

''Tem certeza?'', Baekhyun perguntou desafiador, vendo o amigo engolir em seco e ruborizar. 

''Mas é claro que eu tenho! Ainda estamos casados, afinal de contas!'' - ele falou um tanto alto, chamando atenção de mais algumas pessoas no recinto. ''Podemos estar num momento ruim, mas eu nunca permaneceria preso a alguém que não amo'' 

''Sabe o que eu acho?'', o mais novo perguntou num tom desafiador, recebendo um olhar enviesado em resposta - ''Eu acho que o Sehun está esquecendo-se da sorte que tem por ter você como marido, e você está duvidando de seus próprios sentimentos por ele'', falou seriamente, vendo o chinês fazer um bico e murmurar alguma reclamação irrelevante. ''Serio, Lu, provoque ele com ciúme, sensualize pela casa andando com pouca roupa ou coisas assim! Finja que não se importa e não tente se aproximar! Deixe que ele sinta mais a sua falta e venha atrás de você!'', sorriu maldoso 

''Baekhyun... Isso é um tanto infantil, não acha?'', Luhan ponderou. ''Quero dizer... É atitude de adolescente... '' 

''Claro que não é, eu faço isso com o Minseok todas às vezes em brigamos e sempre funciona'', falou com ar de superioridade 

''Tá, mas você e o Minseok estão juntos há menos de seis meses, Sehun e eu estamos juntos há doze anos!''  

''Olhe, eu estou tentando ajudar você, e essa é minha sugestão. Se quiser aceitar, tudo bem, mas se não quiser, já não posso fazer nada, a minha parte eu fiz. Se não acha bom, ligue pro sem graça do seu amigo Kyungsoo e peça conselho'', o pequeno deu de ombros, começando a comer sua torta e deixando o mais velho em silêncio com seus pensamentos. 

''Será que funcionaria? Por bem ou por mal, acho que tentar não tem problema, não teria como a situação ficar pior, não é?'', Luhan pensava com seus botões. 

E ele não imaginava o quanto estava errado. 

30 de Octubre de 2018 a las 00:01 0 Reporte Insertar 0
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