HeroBoss - Edição Olimpo Seguir historia

cfeitosa89 Claudio Samuel Feitosa

+12 | Classificação indicativa* Hélio é um descendente dos bosses mandado para a Terra quando nasceu. Nunca desconfiara de sua verdadeira linhagem até conhecer seus amigos Enzo, Luiz, Cadillac e Luan. Não acreditando nos poderes que tinha os usa da forma errada causando revolta dos heros que são seus "aminimigos". A guerra pela trono real do Olimpo põe em perigo toda a humanidade e seu lar, a Terra, todo o destino depende das suas escolhas. Plágio é crime: Crime de Violação aos Direitos Autorais no Art. 184 - Código Penal História Original ©2017 Projete Sua Arte - Todos os direitos Reservados. *Está Classificação serve apenas para recomendar a fase de leitura. Não tendo relação com o conteúdo.


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O que nós somos? - HB

Tema: O que nós somos?

Capítulo: Nº 1

Fase: Primeira; Introdução

Agora eu estou a caminho da minha nova escola, chegou a hora de enfrentar a dificuldade do ensino médio. A escola que vou estudar esse ano fica em um centro de escolas públicas do estado, o CIE (Centro Integrado de Escolas).

No ônibus que é oferecido pelo CIE há muitas pessoas quem moram ao meu redor, mas que eu nunca vi na vida, talvez isso seja bom para desenvolver, quem sabe, amizades de pessoas novas até o fim do ano.

Embora eu esteja há pouco tempo aqui já devo ter entendido quem são aqueles que devo desconsiderar da minha lista de pessoas que eu conseguiria manter uma conversa, como esses três garotos que estão em pé, um pouco à frente. Em todo momento seus olhares chegam até mim. A discrição deles chega a assustar, em um momento da ida ao CIE, o que era o mais alto deles, apontou em minha direção e perguntou: —“É realmente esse aí?”, e ao olhar para eles, pararam a conversa de imediato e disfarçaram como se nada tivesse acontecido e até o fim do trajeto não falaram mais nada.

Até chegarmos à escola demora muito, e com esses dois aí me olhando, ela fica cada vez mais demorada. De qualquer forma assim que os alunos da mesma escola que a minha, e eu me disperso por entre a multidão do meu colégio, Memorial Passon.

Todos os alunos foram direcionados pelos representantes da escola até uma quadra de esportes que fica no meio da construção, de lá o diretor fez um discurso de apresentação e, ao lado oposto de onde estou vejo dois daqueles garotos olhando fixamente em minha direção, entretanto, dessa vez não está o garoto que completa o trio, procuro-o em volta e me assusto ao perceber que ele está ao meu lado. Pelo menos não está olhando para mim.

O anúncio do diretor, que não durou muito tempo, foi terminado assim que ele disse que não teríamos a primeira aula do dia e com isso eu parti para conhecer a escola nova. Olhando em volta é possível perceber que a maioria dos alunos fica ou na cantina ou na quadra, mas eu decidi passar para um lugar distante de onde os alunos estão. O lugar tem umas árvores bem grandes e como a curiosidade matou o gato eu resolvo entrar através das árvores para ver o que tem dentro. É de surpreender, existe uma estátua ao fundo, que uma placa indica ser uma imagem de Passon, duas mesas e quatro bancos envoltos de cada uma. acho que achei meu lugar nessa escola.

Estranho ninguém vir aqui.

— Quem deveria falar com ele primeiro era o Jadson, ele que é o guardião dele! — Uma voz surge pelo mesmo lugar em que entrei.

Só pode ser perseguição, até aqui eles vêm atrás de mim. Dois daqueles garotos estão aqui agora, parados olhando para mim. Um deles cutuca o braço do outro, e o cutucado estende a mão para mim. Ele é mais baixo um pouco do que o outro que está ao seu lado, cabelos escuros em um corte undercut, com os olhos pouco puxados e com corpo bem malhado, como o de uma pessoa que só vive na academia. Aperto sua mão e em resposta ele me diz: —“Seja bem-vindo, meu nome é Enzo!”

O outro que estava a seu lado também estende a mão:

— Luiz. — Cumprimenta-me, já esse tem os cabelos loiros, um aparelho rosa em um tom quase branco.

— Hélio! — vi que o mais alto, o Luiz, ia rir, mas Enzo,o mais forte, lhe deu uma olhada mortal que até eu fiquei com medo.

— Então se precisar de alguma coisa é só nos chamar Hélio. — Falou Enzo novamente e ambos saíram por onde vieram.

Isso foi meio estranho, confesso, mas eu também me dou o mesmo caminho, a segunda aula já vai começar.

Nesta aula o professor de arte pede para nos apresentarmos. Deu para conhecer todos da sala, todos os 36 alunos da minha sala pelo menos. Tudo aqui é bem normal, nada que suma da linha de uma classe comum.

Até o fim da aula ocorreu tudo vem, o professor deu uma explicação, passou uns exercícios e eu conversei com umas pessoas para criar uma intimidade, as pessoas dessa sala aqui são bem legais, o cara da última cadeira fala com a garota da primeira e ninguém se incomoda, nem o professor, escola dos sonhos, né?

A terceira e a quarta aula, de física, seguiram normalmente. Com menos conversa dessa vez, já que o professor é mais duro do que o de artes. No fim já estávamos saindo da sala, indo em direção que o corredor levava, a cantina. Das quatro salas que ficam no meu corredor, todas seguiam a direção contrária.

Já com a bandeja em mãos vou procurar uma mesa para para sentar, há várias mesas livres, a maioria das pessoas não come e prefere ficar na quadra, aqui do lado, Sentei-me em uma mesa quase ao centro do refeitório, assim que vou colocando o garfo na boca aqueles dois garotos de lá da árvore sentam à minha frente.

— Você já recebeu o dispositivo? — Pergunta Luiz, o loiro.

— Não, tô no meu segundo mês ainda. Três dias e eu pego. — Enzo fala.

— Verdade, eu comecei antes de você. — Fala como se recordasse de algo.

— Mané! Ah, oi Hélio. — Xinga e depois se dirige a mim.

— Oi. — Falo de forma natural e continuo a comer.

— Oi, fala aí cara. — Agora quem fala comigo é Luiz estendendo a mão fechada por cima da mesa.

— Iaew! — Respondo no mesmo tom socando sua mão. Cumprimento dado ele leva volta a mão para uma colher que estava ao lado de sua bandeja e começa a comer.

Enzo ri com uma porção de macarrão saindo da sua boca e Luiz bate a parte funda da colher em sua cabeça e volta para o que estava fazendo.

— Você mora onde? — Pergunta Enzo para mim.

— Na Barra. A baixa é claro! — Respondo dando ênfase na segunda parte.

— Hmm, ele também!

— Eu o quê? — Diz Luiz sem tirar os olhos da tela.

— Nada. Mais perto do parque ou da torre? — O parque e a torre são tipo umas atrações de lá da Barra.

— Do parque, e você mora onde? — Se ele perguntou porquê eu não posso?

— Lá no Líbero, perto né? — Fala de forma irônica, já que esse bairro fica lá no litoral. É tipo um bairro de ricos, o que me faz ficar pensando o porquê dele estudar estudar em uma escola pública no centro e por estar em um ônibus da Barra hoje cedo.

— Sério?

— É, moro com meu pai, mas acho que lá não é o meu lugar de verdade! — Termina ele, com o Luiz comemorando e o sinal tocando. Ele ainda conclui se levantando — Até a hora da saída.

— Até! — O que eu sei é que estou muito confuso, pois o Enzo disse que mora no Líbero e estava no ônibus da Barra, o outro garoto que eu ainda não conheço e que ela estava conversando eu não vi depois da apresentação do diretor e foi muita coincidência eles estarem lá onde fica a estátua. Ah se eu trabalhasse no CSI…

Acabada as aulas de hoje Luiz, Enzo e eu esperamos o ônibus da Barra — a baixa só para deixar claro — para irmos para nossas casas. Eu como fiquei curioso perguntei o motivo dele ir no ônibus que leva à Barra se ele mora no Líbero, a resposta foi que ele tenta ficar o máximo de tempo possível na casa da namorada dele, que se chama Cadillac. Da forma que ele descreveu: ela é ruiva, de corpo escultural e… espera, ela está aqui do lado dele. Nossa, o outro carinha lá que estava do meu lado na arquibancada está aqui também, que coisa!

O ônibus para em nossa frente, em em organização de fila entra uma pessoa por vez, nós chegamos cedo por aqui, por isso estamos quase no começo e não demora para subirmos, Cadillac senta primeiro e eu passo-a para sentar-me no banco de detrás dela, Enzo passa por ele e senta ao meu lado, ela que estava de pé por algum motivo acompanha-o com o olhar e faz uma expressão perfeita de dúvida. É como se ela tivesse lido o pensamento dele, sua expressão muda completamente para uma de surpresa e instintivamente fala apontando para mim: — É ele? — Essa já é a segunda vez nesse ônibus que alguém faz essa pergunta em minha direção. Agora sou eu que me faço essa pergunta: O que eu sou?

O garoto que eu não sei o nome , Luiz — que estava sentado —, e Enzo olharam para ela da mesma forma que ele olhou para o Luiz quando me apresentei. E mais uma vez sua feição muda, agora para um tipo de: “Gente, mas o que eu fiz de errado?”. Todos sentaram-se e se fosse pelas vozes de conversas alheias no ônibus, o silêncio seria ensurdecedor. E eu que não irei quebrá-lo.

Por sorte esse silêncio — apenas entre nós — acaba quando Luiz pede ao Enzo o celular para jogar aquele mesmo jogo. Daí o outro garoto lá que eu não sei o nome e ele envolvem-se em uma conversa.

— Não liga para ele não. — Diz Enzo a mim.

— Pra quem? — pergunto como resposta.

— Para o Luiz, ele é meio inibido às vezes, daqui a um tempo vocês vão virar melhores amigos. Tenho certeza! — Afirma ele.

— Como é o nome do caro do lado dele?

— Luan. Luan Ribeiro!

— Hmm. Por que sua namorada perguntou: “é ele?”? — As minhas dúvidas serão respondidas.

— Nada não.

— Isso não responde minha pergunta, mas se não quiser falar tudo bem.

Luiz devolve o celular de Enzo e esse começa a jogar, um jogo de teclas pretas que caem e você não pode deixar de clicar em nenhuma dela. Eu só fico observando.

Em cada para eu vejo que desce, até um ponto ante do meu em que descem a Cadillac, Enzo, Luiz e o recém-conhecido Luan. Quando ele chega ao meu é minha vez de descer.

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24 de Octubre de 2018 a las 20:52 0 Reporte Insertar 3
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