Guerra de Sangue Seguir historia

mabillyk Mabilly K.

1224, século XIII (d.C.) A Idade Média foi marcada pela grande influência religiosa. Período no qual, anos antes, muitas crianças tiveram fins bárbaros. Época de quase duzentos anos após a Primeira Cruzada - movimento de caráter cristão. Três crianças - que anos antes-, todavia, pelo seus instintos de sobrevivência, conseguiram sobreviver a todo caos. Ainda que assim, vivendo onde um dia, achariam ser a casa de seu inimigo. E como forma de apreço, lutar ao lado daqueles que lhe deram moradia. Anos mais tarde, protegendo uns aos outros, e tendo reconhecimento em tal guerra, sofrem uma traição, mas em meio a isso, descobrem um mundo sobrenatural, e até mesmo razões e segredos. Uma mudança de fins sobrenaturais, com um breve desfecho. Onde a imortalidade, é de fato algo poético. Onde a sede a rege, e os sentidos se apuram. Quando vidas se esvaem, e séculos se passam. Onde o amor, pode prevalecer, assim como os instintos vingativos. Quando mudanças passam aos seus olhos, assim como os anos.


Paranormal Vampiros No para niños menores de 13.
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Prólogo

Considerando as exigências do tempo presente, eu, Urbano (...) venho até vós, servidores de Deus, como mensageiro (...). É urgente levar aos nossos irmãos no Oriente ajuda tão prometida e tão necessária no momento presente. Os turcos e árabes atacaram (...). Se vós deixardes isto sem resistência, estenderão aos seus exércitos ainda mais sobre os fiéis servidores de Deus.
Se os que forem lá perderem a sua vida durante a viagem (...) (terão) seus pecados perdoados.”

Discurso proferido pelo Papa Urbano II, em Clermont, na França (1095 d.C.). Tempos antes de todo o verdadeiro inferno que seria empregado tempos mais tarde. Pouco antes da Primeira Cruzada.

Esta guerra já havia matado tantas pessoas, mas não adiantava. Quando se há alguém que facilmente manipula a mente de tantas pessoas, tentá-las convencê-las do contrário, é quase em vão.

Terra Santa, terras vastas que incluíam Belém, Nazaré e Jerusalém. Um dos motivos por tal atrocidade cometida. Um conflito não só religioso, mas territorial – ou era o que muitos achavam -, já que tais estavam sob domínio do Império dos muçulmanos desde o século VII.

Houve sim uma baixa nas forças muçulmanas, expulsando boa parte da população de certas regiões. Mas não era motivo para um fim tão facilmente.

O cristianismo possuía uma força sem igual. Força no qual regia tamanha determinação em seus fiéis.

Assim como a religião de seu inimigo, podendo ser considerada, uma guerra ‘acirrada’.

Em meio a tal guerra, quase duzentos anos após, houve algo intitulado como: Cruzada das Crianças, movido por uma lenda de que a glória só poderia ser alcançada por crianças cristãs. E assim feito, em 1212 cerca de cinqüenta mil crianças de suas origens germânicas e franca, tiveram seu caminho traçado: Jerusalém.

Claro que tal foi uma completa e grande idiotice, já que só influenciara na morte de tantos inocentes. Fome, escravidão, assassinada... Destino de muitas. Um trágico e horrível fim.

Mas como diriam muitos: Graças a Deus, tiveram aquelas no qual, tiveram sorte e um ótimo instinto de sobrevivência. Entre elas, três crianças, que protegeram uma as outras. Onde um amor prevaleceu, em suas vidas mudadas. Três crianças que conseguiram lares em moradias de um dia, seus inimigos. Crianças que como apreço a aqueles que sustentaram a eles se empunharam a lutar contra aqueles, que um dia consideraram seu povo.

Crianças que tinham muito a aguardar, e suas vidas a serem mudadas mais uma vez. Talvez por simples e meras lendas, intituladas como demônios noturnos.

Uma mudança de fins sobrenaturais, com um breve desfecho.

Onde a imortalidade, é de fato algo poético. Onde a sede a rege, e os sentidos se apuram. Quando vidas se esvaem, e séculos se passam. Onde o amor, pode prevalecer, assim como os instintos vingativos.

Quando mudanças passam aos seus olhos, assim como os anos.

*

Através dos passos alternados de perda e ganho,
silêncio e atividade, nascimento e morte,
eu trilho o caminho da imortalidade.” ― Deepak Chopra.

24 de Octubre de 2018 a las 00:59 0 Reporte Insertar 0
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