Dodói Seguir historia

rose_quartz Rose Quartz

Não escolhemos como vamos amar. Sakura não escolheu o momento, não escolheu a pessoa, não escolheu o cenário. Simplesmente aconteceu.


Fanfiction Anime/Manga Todo público.

#naruto #sasusaku #infância #un #querobiscoitofns #gincanafns
Cuento corto
5
5016 VISITAS
Completado
tiempo de lectura
AA Compartir

início

As copas das árvores cheias balançavam com a deliciosa brisa que brincava de fazer cócegas nas folhas verdes. O sol, mesmo com certa timidez, já brilhava no céu e ia, aos poucos, esquentando os telhados. Nas ruas, as pessoas começavam a brotar. As manhãs de verão eram sempre agradáveis em Konoha. Ainda mais depois que seu marido havia voltado para casa. E, daquela vez, pra ficar!

Não eram nem sete da manhã e Sakura já estava toda serelepe pela cozinha.

Usando seu avental rosa florido e de cabelos presos para cima, ela assobiava uma música que, Sarada tinha certeza, tinha a ver com seu pai.

Na mesa, a mais nova das Uchihas observava a mãe com os olhos cheios. Ela e Sakura já eram acostumadas a levantarem tão cedo, mesmo em sábados e domingos, para tomarem juntas o desjejum.

Sarada estava encantada pela mãe e achava que sempre ficaria ao vê-la despertar tão cheia de vida nas manhãs que Sasuke acordava ao seu lado.

Achava um encanto a forma como ela remexia os pés pela cozinha, quase como se dançasse ao som de uma musica imaginária. Ficava boba vendo o sorriso de orelha a orelha que Sakura mantinha enquanto cantarolava alguma canção. Deixava-lhe sem ar todo o brilho que sua mãe emanava, quase como se fosse um prisma de cristal posto sob uma intensa luz.

Sakura estava feliz. Estava muito feliz.

Sua filha a esperava à mesa, seu marido ainda roncava tranquilo no quarto e, naquele sábado, só tinha uma coisa planejada: aproveitar o momento.

Girou nos calcanhares, arremessando a panqueca que fazia para bem alto e a pegando com agilidade durante a volta.

Riu baixinho, piscando para Sarada.

— Estou melhorando, hein? — Sarada, ainda fascinada pelo esplendor de sua mãe naquela manhã, apenas ajeitou os óculos. — O que foi, querida? Não quer as panquecas? São suas favoritas.

— Ah, o quê? É claro que quero, mamãe! — Tratou de sorrir, fazendo Sakura esbanjar ainda mais alegria. — Só estou um pouco lenta hoje... Não consegui dormir direito.

— Vai treinar hoje? — Sakura perguntou, despejando um pouco mais de massa na frigideira quente.

Sarada apenas assentiu e se levantou. Queria comer aquelas panquecas com um bom copo de suco de laranja.

Abriu a geladeira e ouviu mais um risinho de Sakura.

Era gozado como ela ficava eufórica. Porém, Sakura não era a única.

Sarada, como herdeira do Sharingan, era uma observadora nata. Enxergava a alegria nada discreta da mãe ao vê-la girar pela cozinha, é claro. Mas também via a agitação discreta de seu pai quando ele estava perto da esposa.

Via a ansiedade em como ele teimava em mexer a todo momento na bendita gola da capa negra que mais parecia ter sido grudada a ele. Via o nervosismo no pequeno repuxar do músculo direito do seu lábio sempre que Sakura lhe dirigia a palavra. Via a expectativa toda vez que Sakura se aproximava demais – como fizera uns dias antes para comparar a simetria do cabelo dele antes de pedir para cortá-lo – e o pomo-de-adão subia e descia vagarosamente. Quase como se a garganta secasse na presença da mulher que havia escolhido para formar uma família.

Sarada suspirou, irritada consigo mesma ao imaginar que pudera, um dia, pensar que os sentimentos dos pais de nada valiam.

Ali, vivendo como uma espectadora, vendo tudo de fora e aproveitando cada segundo que podia com eles, Sarada entendia o quão profunda eram as raízes que ligavam sua mãe e seu pai.

— Mamãe? — Chamou de repente, assustando até a si mesma.

— Sim, querida?

— Nada, eu só... — parou e pensou. Não sabia se seria bom fazer a pergunta que queria. — Mamãe, como a senhora começou a gostar do papai?

— Gostar do seu pai? — Sakura entortou os lábios, pensativa. Logo riu, desligando o fogo. — Gosto do seu pai desde sempre. Acho que já te contei essa história.

— Não, mamãe. Quero saber como a senhora começou a gostar do papai. Quero o momento. O que aconteceu para que a senhora passasse a gostar dele?

Sakura soltou a pouca louça suja na pia e virou-se para Sarada, jogando o guardanapo que usava sobre um dos ombros. Arqueou as sobrancelhas com as mãos na cintura.

— Então quer saber como passei a gostar do seu pai, é? Hm...

Sarada deixou o brilho nos olhos denunciarem a empolgação. Podia estar em sua pré-adolescência, mas jamais ficaria menos animada com mais um fragmento da história entre seus pais.

— Foi quando fizeram a primeira missão juntos? — Sakura negou.

— Comecei a gostar do seu pai um pouquinho antes.

— Antes?

— Seu pai sempre foi um garotinho lindo. Mas não foi por isso que comecei a gostar dele — Sakura apoiou-se contra a pia, olhado contemplativa para algum ponto no horizonte. — Eu era muito pequena, talvez eu não lembre direito, mas posso te contar quando foi que vi Sasuke Uchiha pela primeira vez com olhos apaixonados.

A franqueza da mãe fazia Sarada corar nas bochechas. Amava poder ver aquele amor.

Sakura continuou:

— Tínhamos uns seis ou sete anos. Seu pai era uma criança um pouco tímida e eu? Bem, eu já te contei como eu era...

(...)

Sakura estava ansiosa. Olhava para o relógio a cada quinze segundos. Não via a hora de sair daquela sala para correr até seu esconderijo secreto nas raízes daquela enorme árvore oca nos arredores da floresta. O professor ainda aproveitava os últimos minutos de sua aula para revisar o conteúdo passado, mas Sakura só conseguia imaginar quais flores ficariam mais lindas postas na pequena garrafa de vidro toda colorida que havia encontrado no caminho até a escola naquela manhã.

Quando o sinal para o fim daquela tortura soou, a pequena juntou todas as suas coisas depressa na bolsa e saiu como um foguete.

Primeiro, não queria que ninguém a visse. Aquele lugar para onde ia era somente seu. Ninguém entenderia suas manias ali. Nem mesmo Ino.

Ajeitou seu vestido esverdeado e o laço vermelho bonito na cabeça antes de sair pelos portões da academia. Checou se não estava sendo seguida e passou a correr.

Sakura tinha pressa. Queria se divertir em meio ao seu pedacinho de paraíso pessoal.

Afobada, ia depressa e sem conseguir controlar o sorriso. O tilintar da garrafa em sua bolsa a deixava ainda mais ansiosa.

Oh, a garrafa era linda! Nunca vira ninguém bebendo algo que viesse numa garrafa daquelas. Era amarela com chuviscos em branco. Não tinha transparência alguma e nenhum rótulo que denunciasse sua marca, mas Sakura pouco se importava. Talvez colocasse margaridas ali. Ou um belo girassol. Ah, com certeza o girassol ficaria lindo!

Seus olhos se encheram enquanto ela via sua árvore se aproximar. Já estava próxima o suficiente para vê-la ao longe, meio escondida por uns arbustos na parte da raiz.

Ela estava uns bons metros dentro da mata. Ouvia o barulho de alguém treinando por ali, mas pouco lhe importava. O som de shurikens cortando o ar e acertando a madeira fresca não lhe incomodaria uma vez que estivesse dentro de seu refúgio.

Não se aguentou. Enfiou a mão dentro da mochila e puxou a garrafa especial. Correu ainda mais rápido, ávida pelo seu momento.

Quase podia sentir o cheiro floral que tanto amava, quando, por um descuido, tropeçou feio num grosso tronco caído por ali.

Sakura foi de cara ao chão. Rolou duas vezes e parou estatelada com os joelhos ralados apoiados na terra.

O barulho do vidro se quebrando em sua mão a assustara.

Sakura tentou puxar o cabelo que havia se desprendido da fita, mas quase teve um treco ao ver a mão esquerda, a que carregava a garrafa, toda ensanguentada.

Soltou um grito alto. O choro veio logo em seguida. De repente, toda a magia de seu lugar especial havia se esvaído. Seus joelhos e mão doíam como o diabo.

Estava sozinha, suja e machucada. E já nem tinha mais sua garrafa tão bonita.

Chorava inconsolável. Sua mãozinha estava assustadoramente coberta de sangue. O desespero começava a tomar conta da pequena menina de cabelos rosados.

Ouviu o barulho de galhos, folhas e viu os arbustos mais próximos de si se remexerem. Apavorou-se ainda mais, se arrastando para perto de uma árvore e se apoiando ali, já preparada para gritar o máximo que seus pulmões permitissem.

— O que está acontecendo? — Sakura deixou o grito preso em sua garganta morrer.

O rostinho infantil todo sisudo e o cabelo preto arrepiado imediatamente a acalmaram.

Ela conhecia aquele menino. Era Sasuke. Ele estudava consigo. Tentou parar de chorar na mesma hora, mas os olhinhos verdes marejados e o rosto vermelho deixavam tudo bem transparente.

— O que faz aqui? — ele perguntou antes que os olhos negros caíssem na mão machucada de Sakura.

— Eu... e-eu... — ainda tentando controlar os soluços de choro, Sakura pensava numa desculpa para não contar sobre seu lugar secreto.

— O que aconteceu? — o rapazinho começou a se aproximar e Sakura olhou para a própria mão que prendia a atenção de Sasuke.

— Eu... caí — envergonhada, ajeitou a mecha de cabelo caída atrás da orelha com a mão boa.

Sakura fungou e fez menção de limpar a mão no vestido que usava, mas Sasuke a parou.

— Não pode fazer assim! — terminou de sair dos arbustos depressa, mostrando que, consigo, trazia uma mochila cinza. — Precisa limpar e fazer um curativo — ele ajoelhou-se diante de Sakura, como um pequeno principezinho.

Sasuke então abriu sua mochila e de lá tirou uma pequena garrafa vermelha, alguns pedaços de tecido limpos e curativos.

Estendeu a mão para ela e Sakura encrespou as sobrancelhas, confusa.

— O que está fazendo?

— Eu vou te ajudar, ué — disse simplesmente, puxando a mão dela e abrindo a garrafinha.

— Espera, o que é isso? — Sakura ameaçou puxar a mão de volta, mas Sasuke segurou firme seu pulso.

— É água. Só vai arder um pouquinho. Precisa limpar o machucado. Assim, ó — e ele despejou uma boa quantia do líquido na mão machucada de Sakura.

Ela abafou um gritinho quando a ardência da água gelada subiu pela sua pele.

— Ai... — reclamou baixinho enquanto Sasuke embebia um dos pedaços de tecido na mesma água.

— Você também ralou os joelhos, tsc. Que desajeitada — Sakura baixou a cabeça.

— Eu não vi o tronco — soltou meio tímida. — O que fazia por aqui? — Com medo de ter sido seguida, Sakura despejou a pergunta depressa, fazendo o pequeno Sasuke demorar alguns segundos para assimilar o que ela realmente havia perguntado.

— Eu estava treinando. Você não veio aqui pra treinar? — a sobrancelha arqueada fazia um par quase cômico com o rosto de bochechas fofas de Sasuke.

— Ah, sim, sim. É isso mesmo...

— Minha mamãe sempre me diz pra trazer tudo o que for preciso caso eu me machuque — ele averiguou mais uma vez a mãozinha gorducha de Sakura antes de pegar o esparadrapo. — Viu só? O corte não foi tão feio, não... Não sei pra que gritou daquele jeito.

— Tinha muito sangue!

— Acho que o vidro cortou muito fundo.

— Espera, como sabe? — Sasuke apontou com o olhar os cacos ensanguentados da antiga garrafa mais linda que Sakura já vira. — Eu gostava dela...

— Da garrafa? — Sakura assentiu e Sasuke finalizou o curativo da melhor forma que sua puerilidade lhe permitia.

— Eu queria usar ela pra uma coisa especial...

— Quanta besteira! Por que você... — Sasuke se calou ao ver os grandes orbes verdes começaram a marejar novamente. — Tsc, toma!

Num movimento rápido, o rapazinho pegou sua garrafa cheia de água, despejou o restante do conteúdo e a estendeu para Sakura.

— O que...

— Tó, fica com essa. Pra você usar na sua “coisa especial”.

Sakura encarou a garrafinha. Era vermelha, gordinha na parte de cima e ia afinando até pouco antes do fundo, como se tivesse uma cintura. O vidro vermelho tinha transparência e o gargalo era mais grosso que o da antiga.

Sorriu imediatamente, achando aquela ainda mais bonita que a anterior.

— Muito obrigada, Sasuke-kun! — agarrou a garrafinha e podia jurar ter visto um lampejo de espanto passar pelos olhos tão característicos dos Uchiha.

— O seu... O seu laço tá todo torto. Espera aí... — como quem não queria nada, ele curvou-se sobre ela, dando um jeito no laço de fita vermelha que achava combinar muito com Sakura.

— Ah... — as bochechas dela coraram assim que ele se afastou. — Obrigada...

— Eu já vou indo.

— Desculpe por atrapalhar seu treinamento — entremeou os dedos da mão boa no tecido da saia do vestido, o amassando.

— Não tem problema. Só... seja mais cuidadosa — ajeitou a mochila nas costas e se virou. — Até.

— Espera! — ele virou apenas a cabeça. Uma mãozinha segurava a alça da mochila, enquanto a outra estava escondida no bolso frontal do shorts que usava. — Eu... Hm... Eu sou Sakura.

— Eu sei.

E seguiu seu caminho, sumindo pelos arbustos por onde passara.

Sakura olhou para sua mão enfaixada no local do machucado e, depois, para a garrafinha vermelha.

Sorriu toda boba. E, enquanto seu coraçãozinho batia mais forte no peito, ela imaginava o quanto rosas ficariam lindas ali.

(...)

— Acho que foi nesse dia, querida. Daí em diante, sempre que eu via aquele menininho lindo de cabelo preto todo arrepiado, sentia meu coração bater mais forte — Sakura sorria.

Sarada suspirou, admirada.

— A senhora gosta do papai há bastante tempo, hein? — engoliu as panquecas que mastigava com gosto. — Mas e o papai?

— Ah, ele provavelmente nem se lembra disso. Não lembra nem onde enfia a escova de dente depois de usar, imagine se lembrar de...

— Não. Quero dizer, como o papai começou a gostar de você?

Sakura soltou um riso nasalado. Sarada poderia ter 50 anos, mas jamais deixaria a curiosidade quando o assunto eram os sentimentos que ela e Sasuke compartilhavam.

— Ora, como vou saber? Pergunte a ele — Sarada bufou.

— Como se eu fosse arrancar mais de duas palavras do Senhor Sasuke Uchiha.

Sakura se permitiu rir gostoso. Pelo visto, Sarada enfrentaria aquele monstro do silêncio.

Colocou mais algumas panquecas no prato em frente a Sarada e virou-se para a porta da cozinha com o maior dos sorrisos ao ouvir os passos de Sasuke se aproximarem.

— Bom dia — ele já vinha vestido e bem asseado.

Sakura quis esganá-lo por privá-la da visão de um Sasuke todo descabelado logo pela manhã.

— Bom dia, papai.

— Bom dia, querido! Fiz algo especial pra você. Sente-se.

— Ah, sim. Ele ganha algo especial, não é? Eu fico com as mesmas panquecas de sempre...

— Sarada! — De bochechas vermelhas, Sakura serviu Sasuke ao som do riso divertido da filha.

E pouco lhe importava o momento exato e como Sasuke havia começado a amá-la.

O importante era que ele o fazia. E fazia todos os dias.

~~~۝~~~

Se as manhãs de verão em Konoha eram sempre agradáveis, as noites eram ainda melhores.

Sakura tinha conversado com Sasuke sobre tentarem uma nova gravidez já que ele havia voltado de vez para a vila, só não sabia que tentariam com tanto afinco.

Acabada e jogada na cama, ela já dormia profundamente tamanha era a canseira. Puxa, Sasuke andava lhe deixando bastante exausta e, que os deuses a perdoassem, mas jamais reclamaria.

Do banheiro, Sasuke saía taciturno. Uma toalha enrolada na cintura e outra meio jogada sobre os ombros, sendo agitada por ele entre os cabelos negros.

Parou para admirar a esposa em seu quinto sono. Silencioso, ele se curvou sobre a cama para ajeitar o travesseiro que escapava de um dos lados da cabeça de cabelos rosados. Sakura dormia fácil, mas acordava com a mesma facilidade.

Esperou que ela se remexesse. Sakura suspirou e arrebitou o nariz, relaxando logo em seguida. Estava realmente cansada.

Sasuke tocou a face adormecida com a devoção que deixava para mostrar somente naqueles momentos em que estava sozinho. Amava sua esposa e tudo o que ela fazia por si. Sakura era completa demais. Era gentil demais. Era perfeita demais.

Ajeitou-se ao lado dela na cama de casal e a ouviu resmungar quando o peso adicional a fez despertar por breves segundos.

Deixou que ela praguejasse sonolenta até perceber que era ele quem estava lá.

Sakura apenas girou o corpo e aninhou a cabeça manhosa ao peito de Sasuke. Repousou uma das mãos por sobre a cintura masculina e, outra vez, caiu no sono.

Sasuke se lembrava da conversa que ouvira entre mãe e filha na cozinha. A pergunta indiscreta de Sarada pairando em sua mente.

“Como o papai começou a gostar de você?”

Riu consigo mesmo. Era óbvio que sabia a resposta. Talvez, por muito tempo, tivesse adormecido aquele calor no peito que sentia ao ter Sakura ao seu lado, para despertá-lo muito tempo depois. Mas, com certeza, conhecia-se bem o suficiente para dizer o exato momento em que passara a enxergar o brilho diferente de Sakura.

Quando entregara a ela sua pequena garrafa vermelha.

30 de Agosto de 2018 a las 17:12 9 Reporte Insertar 6
Fin

Conoce al autor

Rose Quartz Leitora assídua e escritora amadora nas horas vagas. Amante de desenhos animados, apaixonada por música e fã de carteirinha de Steven Universo. Adepta do politeísmo, sendo minhas deidades Sakura Haruno e Rose Quartz. Venha me visitar um dia desses para a hora do chá(nnaro)!

Comenta algo

Publica!
Tatu Albuquerque Tatu Albuquerque
As únicas palavras possíveis para fazer jus à essa belezura: não importa o que digam, esse é o verdadeiro roteiro cânon. Só a minha opinião importa!
5 de Septiembre de 2018 a las 22:31

  • Rose Quartz Rose Quartz
    "E no sétimo dia, Deus olhou para tudo o que tinham feito e disse: É CANON" E que seja feita vossa vontade 7 de Septiembre de 2018 a las 19:10
Políbio Manieri Políbio Manieri
OW MAEZINHA COMO UM PEQUENO PRINCIPEZINHO! Eu dou todos os louros quando voces conseguem me fazer achar fofa uma visao do sasuke, porque mano isso tá amor demais. É muito preciosa a maneira como a sakura fica radiante quando ele está por perto e a sarada, sempre observadora, eu simplesmente achei encantador essa pequena narrativa de um dia em familia. E A GARRAFA! Misocorre com essa garrafa! Voce citou na historia um ponto em que eu nao havia lido ainda (E TOMARA QUE EU MORRA COM AS MINHAS CRIANÇAS) sobre quando a sakura passou a gostar do sasuke, sempre me irritou as varias visoes que eu via sobre o assunto de apontar a primeira questao sempre a da beleza e foi maravilhoso como voce abordou o assunto de colocar que ela nunca nem pensou nele antes dele ter sido gentil com ela uma primeira vez. To quentinha!
5 de Septiembre de 2018 a las 20:25

  • Rose Quartz Rose Quartz
    Antes de qualquer coisa, quero que saiba que esse comentário será impresso e colado na parede do meu quarto. Agora, dito isto, C O M O U M P E Q U E N O P R I N C I P E Z I N H O MODEUSOOOOO! E EU ESTOU, ASSIM, EXTASIADA COM ESSE COMENTÁRIO, BB AAAAAAAAAAAA! Fico tão feliz que você tenha notado os detalhezinhos, os pipipi e popopo <3 E sobre a Sakura ter começado a gostar do Sasuke só por ele ser bonitinho, EU NUNCA ENGOLI ISSO. PRECISAVA DESENTALAR MEU HEADCANON, CACETEEEEEE! E quem está quentinha sou eu depois desse ícone de comentário. Afe, dá vontade de emoldurar. Muuuuuuuuuuito obrigada, meu anjo cristalizado <3 7 de Septiembre de 2018 a las 19:23
Grid Pudim Grid Pudim
Ahhh que bebes mais lindooos, e o comecinho com a Saradinha <3 Eu amo esse tema e tratar de SasuSaku assim é uma delicia né. Amei muito a fic, muito lindinha <3
5 de Septiembre de 2018 a las 13:49

  • Rose Quartz Rose Quartz
    AAAAAAAAAAAAAAAA OS NENE VERSÃO NENEEEEEEE Ai, tive que por a Sarada pedindo pela explicação. Essa curiosidade por SasuSaku é tão... Sarada. SARADA É TODO O FANDOM SS REPRESENTADO EM UM PERSONAGEM E EU POSSO PROVAR. Muuuuuuito obrigada, meu xerinhoooo <3 Fiquei muito feliz com o comentário <3 7 de Septiembre de 2018 a las 19:07
  • Rose Quartz Rose Quartz
    AAAAAAAAAAAAAAAA OS NENE VERSÃO NENEEEEEEE Ai, tive que por a Sarada pedindo pela explicação. Essa curiosidade por SasuSaku é tão... Sarada. SARADA É TODO O FANDOM SS REPRESENTADO EM UM PERSONAGEM E EU POSSO PROVAR. Muuuuuuito obrigada, meu xerinhoooo <3 Fiquei muito feliz com o comentário <3 7 de Septiembre de 2018 a las 19:07
Mari Satsuki Mari Satsuki
Eu posso dizer que sasusaku é um dos meus shipps favoritos pelas peculiaridades e ao mesmo tempo a intensidade que o casal tem. São perfeitos do seu jeito e se amam da forma que sabem, e isso realmente me agrada muito, e ao mesmo tempo foi um ponto maravilhoso na sua fic que me agradou. A forma como descreveu ambos os personagens, como Sasuke demonstra amar Sakura, como eles são em família, tudo casou tão bem com os personagens canônicos que eu me senti lendo uma obra oficial. Amei de todas as formas possíveis como recriou o momento em que os dois se apaixonaram, realmente não existe uma situação que combinasse mais com o casal. Muito obrigada por escrever algo tão gracioso e lindo ♥♥♥♥
31 de Agosto de 2018 a las 18:11

  • Rose Quartz Rose Quartz
    Eu fiquei tão feliz com seu comentário, meu anjo <3 SasuSaku é mesmo um shipp perfeito! E fico muito grata que tenha percebido toda a intensidade que tentei passar na fic. É muuuuuuuuuito bom ler um feedback desses e saber que os personagens não fugiram tanto dos originais e que a situação combinou <3 Sou eu quem agradeço por você ter lido, meu xero! 1 de Septiembre de 2018 a las 13:30
~