Trânsito em julgado Seguir historia

bok Rose

Desde os dias de universitários, Baekhyun e Kyungsoo não poupavam recursos para se saírem melhor que o outro, em uma rivalidade boba. Já nos dias que correm não é diferente, o advogado criminalista conseguia fazer o impossível com suas causas se fosse o promotor Kyungsoo que estivesse do outro lado. No entanto, a rivalidade entre os dois não fora forte o suficiente para impedir o inevitável, a sublime atração que sentiam pelo outro e que culminou em momentos quentes após mais um vitória de Baekhyun.


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

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Cuento corto
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Único

— Mediante o que fora apresentado, declaro o réu inocente. — Baekhyun sorriu abertamente ao ouvir a decisão do juiz, havia conseguido solucionar mais uma causa impossível.

E nada poderia deixar o advogado criminalista mais feliz do que um trânsito em julgado a seu favor. Ainda mais quando o outro lado, o promotor, era ninguém menos que Do Kyungsoo.

Procurou com os olhos a figura séria do promotor, que sentava do outro lado, sem importar-se em ser discreto ou não. Sentiu-se cabisbaixo ao ver que ele já havia saído, provavelmente no momento em que comemorava e recebia os agradecimento do cliente.

Sua história com Kyungsoo — ou melhor, a disputa de ambos — era de longas datas. Tudo começou com a nota de classificação na melhor universidade do país, Baekhyun ficara em primeiro lugar por apenas um décimo, sendo sua nota e a de Kyungsoo uma das maiores de toda a universidade.

O Byun e toda sua família estavam extasiados pela conquista e por está cada vez mais próximo de seu sonho. Tudo era festa para o calouro que aceitos todos os trotes com um sorriso no rosto e falava com todos.

Já falava com todos de sua sala como se fossem amigos, era simpático e gostava de fazer novas amizades. E não agiu diferente quando um novo aluno começou a assistir as aulas, ele era baixo e tinha cabelos escuros, uma expressão séria era sustentada no rosto, mas deduziu ser apenas pelo nervosismo do primeiro dia de aula.

Enganou-se.

— Oi, tudo bem? Meu nome é Byun Baekhyun, seja bem vindo! — saudou animado, surpreendendo-se ao ver a expressão do outro garoto tornar-se ainda mais sombria, como se quisesse matá-lo.

Sentiu-se amuado com a reação do garoto e a forma como ele o olhava, mas tudo transformou-se em indignação quando ele o olhou de cima a baixo e deu as costas, ignorando-o.

Porra! O que tinha feito para o garoto? Será que estava fedendo ou algo assim?

E sinceramente, antes estivesse fedendo do que a atitude do garoto tivesse sido motivada por ter tirado um décimo a mais do que ele na prova e ficado em primeiro lugar. Não soube dizer o sentimento que floresceu em seu peito, mas tinha certeza de uma coisa, enquanto estivesse no mesmo lugar que o outro jamais deixaria ele ficar na sua frente.

Dessa forma, nasceu uma rivalidade até mesmo infantil entre os dois. Competiam todas as provas, os trabalhos, quem recebia mais elogios dos professores e era tratado melhor, quem conseguia a carteira de advogado primeiro e quem seria o orador da turma na formatura.

E como se o destino aprovasse a disputa entre os dois, Kyungsoo havia se tornado o principal promotor da região na qual Baekhyun possuia um escritório de defesa criminal.

Agora, a briga era ainda mais séria, afinal, era o trabalho de ambos.

Advogado das causas impossíveis. Chamavam o Byun assim justamente pela quantidade de causas perdidas que ganhava, perder uma causa não era uma opção. Seu cliente poderia até ser condenado, mas sempre saia por cima e dá melhor maneira.

Kyungsoo, por sua vez, era o promotor mais temido, o verdadeiro osso duro de roer, aquele que não sossega até fazer com maestria o seu trabalho. Jamais fora persuadido com conversinhas fiadas ou quantias gordas de dinheiro por debaixo da mesa. Era um homem íntegro e de respeito, como um leão que não perdia a paciência ao espreitar sua presa, somente esperando o momento certo de dar o ataque final.

A vida dos dois era assim, agindo motivados pelo outro, mesmo que indiretamente. Todos sabiam da briguinha entre os dois e de forma alguma ousavam ficar no caminho de qualquer um deles, apenas ficavam observando e esperando ver quem sairia por cima daquela vez.

— Baekhyun, o senhor foi excelente, como sempre!! — Park Chanyeol, seu assistente, o parabenizou. Adorava aquele garoto, e gostava muito mais de ver os olhos dele banhados em admiração.

— Obrigada, Chan! Não teria conseguido em você! — sorriu, fazendo um afago no ombro dele, recebendo outro sorriso e bochechas mais coradas que antes. Tinha certeza que o garoto possuía uma queda por ele, dava para perceber, mas ele era muito novinho.

Sem contar que preferia homens com aquele jeitinho mais mau, com cabelos raspados e que gostava de usar preto, sempre com uma expressão enfezada no rosto e um corpo gostoso. Porra! Como sentia um tesão danado por Kyungsoo.

Se ele não fosse um metido a besta com um orgulho maior que o mundo, com certeza já teria sentado nele gostoso e lhe tascado um beijo daqueles. Imaginava o quanto ele deveria ser um gostoso durante o sexo.

— Chanyeol, pode voltar para o escritório primeiro. Eu ainda tenho algumas coisas para resolver por aqui. — disse ao assistente, que ainda estava cursando direito, e entregou-lhe algumas pastas.

— Vai falar com o promotor Do? — quis saber e o advogado pôde notar a expressão dele murchar.

— Não só isso, mas tenho outras pendências para resolver. — respondeu sério, confirmando indiretamente a pergunta do outro.

Era de lei. Sempre que ganhava precisava esbarrar com Kyungsoo em algum lugar para esfregar na cara dele sua vitória, mesmo que quisesse esfregar outras coisas também.

— Eu posso esperar, se o senhor quiser. — deu de ombros, apertando as pastas contra o peito.

— Pode indo na frente, talvez eu demore. — dito isso, acenou com a cabeça em despedida e deu as costas, deixando o assistente para trás, que olhava-o como um cachorrinho abandonado.

Com passos decididos, Baekhyun rumou a sala do promotor, que ficava ali mesmo no tribunal. Sentia o estômago embrulhar a cada passo dado, parando para arrumar o cabelo e estufar o peitoral antes de adentrar a sala sem bater.

Kyungsoo estava de costas e já tinha retirado o blazer slim que vestia durante a audiência, tinha as mãos apoiadas na mesa de madeira, o corpo e a cabeça inclinados para frente. Estava martirizando-se por mais uma derrota para Baekhyun, era terceira vez consecutiva, e ao ouvir a porta ser aberta sem ser batida e sem sua permissão, já sabia quem era, o abusado e insolente Byun.

Caralho! Como odiava aquele filho da puta, odiava-o ainda mais por ele ser tão bonito e ter aquele sorriso ridículo que… Nossa! Odiava-o muito.

— Promotor Do, só vim deixar minhas condolências pelo audiência de hoje. — começou, desfilando até parar ao lado do outro, escorando-se na mesa e vendo Kyungsoo continuar rígido na mesma posição, com a cabeça baixa e os olhos fechado. — Eu também gostaria de saber se você está passando por alguma coisa… Nossa, foi a terceira vez hoje.

— Byun, eu não estou para gracinhas hoje. Por favor, saia da minha sala. — depois de respirar fundo, o promotor arrumou a postura, ficando ereto e virado para o advogado que estava sentado em sua mesa.

— Tem certeza que você não quer conversar? Talvez eu esteja pegando pesado demais com você, e se você com jeitinho eu posso pensar em maneira. — insistiu em provocar o outro, o olhar dele o queimava e sua expressão estava deixando-o quente.

Baekhyun olhava o promotor todo atrevido e um sorriso arteiro enfeitava seus lábios. Era realmente uma pena ele ser tão filho da puta, porque ele ficava um completo gostoso com a camisa social preta abotoada até o pescoço, com a gravata tão preta quanto a camisa e uma calça que marcava bem seu quadril. Sentia uma vontade absurda de passar os dedos pelos cabelos raspadinhos enquanto beijava aquela boca carnuda

E nossa… ficar perto dele era um perigo, porque sua mente era fértil e suas vontades infinitas.

— Byun Baekhyun… — Kyungsoo silabou assim que agarrou o colarinho do terno caro do advogado, segurando com força e puxando o rosto do outro para perto, os narizes quase se encostando. — Quantos anos você tem? Você acha que isso aqui é brincadeira de criança, porra?!

O advogado arfou, entreabrindo os lábios ao passo que afastava as pernas para envolver a cintura do outro, puxando-o para mais perto.

— Porra, Kyungsoo… — Baekhyun murmurou, as mãos segurando os braços do promotor que ainda apertava seu colarinho. — Você fica tão gostoso me segurando desse jeito… Isso tudo é por causa da raivinha por perder três vezes consecutivas para mim? Eu que te deixei assim?

O de cabelos raspados enrolou mais o colarinho do blazer nas mãos, puxando ainda mais o outro para perto, seu corpo colado todinho no dele, que intensificava o aperto que fazia com as pernas em sua cintura.

— O que você quer, Byun? — sussurrou contra os lábios dele que sorriam, sentindo uma vontade absurda de beijá-lo até deixá-lo com os lábios vermelhos e de tantas mordidas. Mas sabia que se cedesse, perderia mais um vez para Baekhyun, e não permitiria isso. — Vou te avisar uma última vez, não entra no meu caminho porque eu não terei pena de você, digo isso em todos os sentidos.

Baekhyun sentiu um arrepio perpassar seu corpo com ele murmurando entre dentes daquele jeito contra sua boca, as sobrancelhas juntas e a expressão enfezada deixando-o quente para um senhor caralho.

— Dúvido, Kyungsoo. Sei que você não faria nada contra mim além de me segurar firme contra essa mesa e meter com força esse seu pau gostoso em mim. — deslizou as mãos dos braços para o peitoral até chegar no quadril dele, sentindo-o ficar rígido contra seu corpo.

O advogado sorriu convencido quando, com os olhos firmes e duros nos seus, sentiu o promotor largar seu colarinho lentamente, as mãos espalmando-se contra seu peitoral e escorregando pelas laterais. Ganhou um aperto forte na cintura e só não fechou os olhos para não quebrar o contato visual. Não parando ali, sentiu as mãos dele continuarem a descer, distribuindo apertões firmes por seu quadril até chegarem em suas coxas, onde ele intensificou os apertos e aproveitou para puxar o outro corpo contra o seu, esfregando-se minimamente.

— Kyungsoo… — sussurrou, sentindo o corpo esquentar exponencialmente e o pênis começar a endurecer dentro da calça social. A forma como o promotor olhava-o fazia seu corpo formigar todo.

Kyungsoo continuava olhando-o sério quando aproximou ainda mais os rostos e inclinou um pouco o seu próprio, fazendo menção de beijá-lo ao esfregar de leve os lábios em uma provocação, vendo-o entreabrir os lábios e fechar os olhos a espera de um beijo enquanto descia as mãos para a dobra dos joelhos dele. Assustando o advogado, abriu as pernas dele com força para logo soltá-lo e dar as costas, afastando-se em direção a porta.

Piscou incrédulo, como se tivesse sido dolorosamente acordado de um sonho ao sentir o corpo do outro longe. Em um pulo desceu da mesa e foi em direção ao promotor que andava calmamente. — Seu filho da puta, onde você pensa que vai? Vamos continuar isso.

Tão logo quanto colocou a destra no ombro dele, foi segurado pelo pulso e jogado contra a porta, sentindo o corpo menor juntar-se a suas costas e pressioná-lo contra a madeira da porta. Um gemido baixo deixou seus lábios quando seus cabelos foram puxados para trás e a boca molhada dele grudou em sua orelha.

— Cala a porra da boca e espera, Baekhyun. — murmurou contra a audição do advogado e ficou satisfeito ao senti-lo tremer contra seus braços e forçar o corpo contra o seu.

— Kyungsoo, eu… — tentou falar qualquer coisa, não poderia deixá-lo ficar por cima, mas não conseguiu raciocinar com a boca carnuda, quente e molhada correndo por seu pescoço depois de morder sua orelha. Estava todo mole e, nossa! Não tinham nem começado.

— É só você esperar, Baekhyun… — voltou a grudar a boca no ouvido dele, puxando os fios com mais força e segurando com firmeza a cintura do mais alto com a mão livre, vendo-o espalmar as mãos na porta para empinar-se contra seu corpo para esfregar a bunda em seu pênis já túrgido. — É só você esperar para ver o estrago que eu vou fazer em você por me irritar por todos esses anos e me deixar frustrado por ser tão gostoso desse jeito.

Ao ser solto e sentir o corpo afastar-se do seu, Baekhyun apenas encostou a testa na porta, respirando fundo e sentindo o pau pulsar dentro da calça. Seu corpo estava trêmulo e não sabia se conseguiria andar para longe da porta sem quase cair tamanha excitação que sentia, e muito menos sabia se conseguiria abrir a boca para provocá-lo como sempre fazia sem implorar para que o pegasse de jeito logo.

De olhos fechados, ao menos viu o que Kyungsoo fazia, apenas ouvia seus passos e o barulho de uma cadeira ser arrastada.

Kyungsoo havia virado a câmera de segurança de sua sala para cima antes de se encostar em sua mesa, observando o corpo avantajado do outro escorado na porta.

— Tranca a porta e vem aqui, Baekhyun. — murmurou e viu-o levantar a cabeça lentamente a ajeitar os cabelos antes de passar a chave na porta e virar, andando devagar em sua direção, os olhos vidrados e intensos sobre os seus.

— Sério mesmo que você vai ficar enrolando, Do? Esperava mais de você com esse seu jeito todo… — parando frente ao promotor, Baekhyun observou-o abrir alguns botões de sua camisa, comendo-o com os olhos mas não movendo um dedo para tocá-lo.

Um silêncio se instalou e os dois entraram em uma disputa muda de quem voltaria a tocar o outro primeiro. O advogado sentia os dedos coçando para tocá-lo, a ereção tão bem marcada naquela calça o fazia salivar. Tinha um tesão fodido naquele homem.

— Vem aqui logo… Deixa eu tirar essa sua roupa. — Kyungsoo se pronunciou, a expressão séria se mantendo impassível ao estender a destra para o Byun, que ao segurá-la foi puxado sem delicadeza e logo tinha o peitoral do promotor colado a suas costas e o pau dele pressionado contra sua bunda. — Eu adoro a forma como a sua bunda fica gostosa pressionando meu pau desse jeito.

— Para de enrolar, Do… — o Byun ofegou com a boca molhada dele em seu pescoço, inclinando a cabeça para o lado e sentindo as mãos dele começarem a desabotoar a camisa branca que vestia depois de desfazer o nó e retirar a gravata.

— Rebola para mim e tira a calça. — mandou assim que terminou de tirar os botões das casas, passando a morder o pescoço dele com força e aumentando a intensidade das sucções que fazia com os lábios.

Sentia-o tremer a cada mordida mais forte, passeando as mãos pelo tronco até alcançar os mamilos, beliscando-os e arrancando o primeiro gemido significativo dele. Arrancando com rapidez a camisa dele e a jogando no chão.

Por outro lado, Baekhyun estava perdido e mole. Kyungsoo era seu objeto de consumo desde a faculdade e havia esperado muito para estar com as mãos dele sobre seu corpo, e nossa! ele era melhor do que imaginava. O máximo que conseguiu fazer foi apertar as coxas dele com força ao jogar-se mais para trás, passando a mexer o quadril de um lado para o outro, sentindo a ereção dele contra sua bunda.

Com um puxão de cabelo que deixou seu couro cabeludo dolorido na mesma proporção que se arrepiou por completo, teve a cabeça forçada para trás e recebeu uma mordida forte no lóbulo da orelha e um apertão entre as pernas.

— Tira a calça, Byun. Agora. — ter essas palavras sibiladas e murmuradas contra seu ouvido foi o fim, sentiu o pênis pulsar dolorosamente preso dentro das roupas.

— Tira você porra! Estava hm… enganado sobre você, eu.. ahn! — revirou os olhos dentro das pálpebras quando passou a receber mordidas pelos ombros e teve a cintura segurada com firmeza para logo em seguida senti-lo rebolando contra sua bunda. — Eu pensei que você fosse um homem de atitude.

Sentiu-o rir soprado contra suas costas e não estava preparado para ser mudado de posição com rapidez, ficando, agora, escorado contra a mesa.

Observou atento ele retirar a gravata para começar a abrir a camisa com rapidez enquanto devolvia-lhe o olhar intenso. Caralho, ele gostava tanto da maneira que Kyungsoo o olhava que… Nossa! E se gostava da forma que ele lhe olhava sério, não estava preparado para receber um sorriso bonito e sexy dele antes de voltar a juntar os corpos.

— Senta na ponta a mesa e coloque as mãos para trás. — o promotor orientou, vendo-o obedecer ao apoiar as mãos para trás e sentar na mesa de pernas abertas.

Não esperou um segundo sequer para juntar os corpos e gemer rouco ao pressionar sua ereção na dele.

— Esfrega logo esse pau no meu. — Baekhyun murmurou sôfrego, segurando-o pelo pescoço e puxando-o para que pudessem juntar os lábios.

Baekhyun foi com sede contra os lábios do promotor e gemeu frustrado quando recebeu uma mordida dolorosa e lenta no lábio inferior. Kyungsoo riu antes de finalmente juntar as bocas em um mesclar gostoso de lábios e línguas, beijando-o intensamente. Sentia a língua do advogado deslizar de forma deliciosa sobre a sua, fazendo questão de sugar a língua dele para dentro de sua boca e o fazer gemer contra seus lábios.

As mãos de Do agarraram as coxas fartas do rival para ter firmeza ao rebolar contra ele, esfregando as ereções cobertas pelas calças social. Seu gesto fez Baekhyun gemer ainda mais e levar as mãos para sua cabeça, passeando pelos fios raspadinhos e que espetavam de levinho sua mão.

E com uma rapidez que sempre assustava Baekhyun, Kyungsoo retirou sua calça e a boxer escura que usava, deixando-o completamente pelado.

— Vamos para a minha cadeira. — apontou para a poltrona em que sentava, guiando um Baekhyun gostoso para caralho e de pernas bambas. — Fica de joelhos e empina essa bunda gostosa para mim. Vai.

Com uma pressa que quase o fez cair, Baekhyun se posicionou do jeito pedido, separando bem as pernas empinando a bunda o máximo que podia.

Kyungsoo empurrou a cadeira de rodinhas até escorá-la contra a parede para enfim fazer o que sentia vontade desde sempre, estapear aquela bunda gostosa e bonita que agora estava aberta e empinada todinha para ele. Estapeou uma, duas e três vezes, vendo a carne balançar e tornar-se avermelhada a cada tapa, sendo contemplado com os gemidos do Byun.

— Kyung… não faz a-assim… — choramingou, empinando mas a bunda e masturbando-se.

— Caralho, Baekhyun. Eu vou acabar com você todinho. — murmurou enquanto alisava as bandas da bunda do advogado antes de separá-las e afundar o rosto ali, os lábios indo sem rodeio para o ponto em que desejava.

Baekhyun precisou segurar com força no encosto da cadeira para descontar o prazer que sentia naquele momento. Os lábios do Do estavam deixando-o todo molhado por trás com a saliva quente, deslizando a língua entre as bandas e forçando-a contra a entrada depilada.

— Gostoso do caralho. — Kyungsoo deu mais um tapa estalado em uma das bandas, agarrando as coxas com ambos os braços. — Abre a bunda para mim, Byun.

Porra! Quem era ele para ficar mandando o que fazer sem parar? Mas Baekhyun ao menos cogitou retrucar, segurando as bandas e as afastando.

O Do enterrou o rosto ali mais uma vez, distribuindo mordidas e chupões ao redor para logo voltar a forçar a língua na entrada quente e que pulsava contra sua boca, aquilo o deixava doido. Porra, era indecente demais a forma como a entrada quente se contraia e pressionava sua língua.

Baekhyun sentia com precisão a língua molhada e quente forçando-se contra sua entrada, deixando-o todo molhado e escorregadio. Arrepios e fisgadas incontáveis percorriam seu corpo sempre que recebia um chupão bem ali e sentia os lábios famintos de Kyungsoo beijá-lo afobado.

— Isso, Kyungsoo… — incentivou-o a continuar, arqueando as costas quando dois dedos foram fazer companhia a língua que estava levando-o a loucura.

O promotor não via a hora de meter e se empurrar para dentro de Baekhyun, sua ereção estava dura e dolorida para um senhor caralho e não aguentava mais aquela demora que ele mesmo havia causado. Estava tão focado no advogado que nem chegou a se tocar.

Observava fascinado seus dedos molhados de saliva entrar e sairem da entrada avermelhada que parecia engoli-los, a bunda branca bem empinada e redonda. As costas curvadas e os gemidos arrastados e manhosos que não paravam de sair dos lábios do advogado.

— K-Kyungso… mete logo esse caralho. — pediu choroso, rebolando contra os dois dedos que o massageavam tão bem.

Kyungsoo o afastou e retirou devagar os dedos de dentro dele, abrindo uma das gavetas da mesa para retirar dois pacotes. Desenrolou a camisinha no próprio pênis e derramou o sachê de lubrificante sobre o preservativo, melando a bunda de Baekhyun também e massageando-se rapidamente.

— Agora eu vou mostrar para você do que sou capaz. — murmurou e o Byun até iria rebater se ele não tivesse enfiado com tudo e de uma vez só toda a extensão dentro de sua entrada.

— Caralho, Kyungsoo! — arfou, gemendo com o tapa que recebeu na bunda antes dele segurar com firmeza em sua cintura e começar a se retirar lentamente só para depois voltar com tudo. — Ahn!

— Você não sabe o quanto já quis te pegar gostoso por trás desse jeito, Baekhyun. — Kyungsoo se inclinou e sussurrou contra o pescoço orvalhado de suor, prendendo a pele dali ao se retirar mais um vez e investir com força, ouvindo o som do impacto da sua pélvis contra a bunda gostosa do outro. — Mas você é tão filho da puta que eu hm…. caralho, não sei se quero te fazer calar a boca te enforcando ou fazer você gemer com meu pau enterrado na sua bunda.

Começou a aumentar a velocidade com que se arremetia contra ele, gemendo rouco contra a orelha dele com o aperto que ele fazia em pau.

— Tão ahn… gostoso. — o advogado murmurou entre gemidos, completamente perdido com o jeito que estava sendo pego por trás. Caralho, Kyungsoo era muito seu tipo.

— Vamos para a mesa, quero olhar esse seu rosto safado. — o promotor se afastou e puxou-o pela cintura, para guiá-lo para a mesa.

Baekhyun estava surpreso com o vocabulário chulo do promotor, que sempre fora muito polido e educado para falar até mesmo com uma criança. E ouvi ele falar coisas tão baixas e sacanas daquele jeito o fazia ferver.

Teve os lábios tomados com fome pela boca carnuda do outro, a língua dele buscando afobada pela sua e os dentes fazendo um ótimo trabalho em deixar sua boca inchada. Foi empurrado para deitar sobre a mesa de madeira, ficando sobre os papéis espalhados ali em cima e senti-os grudarem em suas costas pelo suor.

Kyungsoo abriu bem suas pernas, segurando-o pelas coxas e deixando as pernas no ar antes de voltar a se enterrar fundo nele.

— Se toca! — o promotor mandou, passando a se enfiar com rapidez dentro da entrada quente e que o acolhia muito bem, ouvindo o advogado gemer um bocado de “ah! ah! ah!” ao acertá-lo gostoso e certeiro.

— Kyungsoo, p-porra! Aí! — Baekhyun choramingou, masturbando-se rápido da mesma forma que sentia a ereção entrando e saindo. — Ahn… E-Eu vou hm… gozar assim.

Viu o promotor sorrir de lado antes de empurrar suas pernas contra seu peito e deitar-se sobre ele. Abriu a boca surpresa quando sentiu uma das mãos circundar seu pescoço e apertar com força moderada, diminuindo a passagem de ar.

— Era isso que você queria? — questionou rouco contra os lábios entreabertos, ainda segurando o pescoço dele e diminuindo a velocidade que metia nele. — Queria meu pau entrando e saindo gostoso dentro de você?

Os olhos do Byun lacrimejaram com o prazer que tomava conta de seu corpo, fazendo-o sacolejar e tremer com os espasmos.

— Uhunm… — conseguiu apenas choramingar e balançar a cabeça rapidamente em confirmação, puxando o ar com força pelos lábios entreabertos. Os olhos úmidos mantendo contato visual com os olhos famintos do outro.

— Então você agora está satisfeito com meu pau alargando você todinho, hun? — continuou a murmurar contra os lábios avermelhados do advogado, arremetendo-se fundo contra ele e recebendo um gemido esganiçado por acertá-lo em cheio. Sem fazer menção de sair de dentro dele, soltou o pescoço dele para retirar os cabelos da testa antes de começar a rebolar lentamente contra ele.

Os olhos foram revirados por dentro das pálpebras e Baekhyun arqueou a coluna por ter a cabecinha inchada se esfregando constantemente em sua próstata. Não demorou nada para gozar com Kyungsoo rebolando contra ele daquele jeito e com sua ereção sendo apertada nos dedos do promotor.

— Ahn, Kyungsoo… — gemeu arrastado, sujando a mão dele e os abdomens ao gozar, sentindo o corpo tremer.

Retirando-se devagar de dentro do advogado, Kyungsoo retirou o preservativo com pressa, passando a se masturbar rapidamente no meio das pernas do outro. A cabecinha arroxeada e as veias saltadas demostravam o quanto estava preste a explodir. E foi o que aconteceu ao jorrar contra as coxas do outro, que o olhava extasiado.

Ficaram se olhando por incontáveis segundos em silêncio, as respirações ofegantes tentando ser controladas. Surpreendendo o mais alto, Kyungsoo se inclinou sobre ele na mesa e o beijou intensamente, enrolando as línguas em um beijo molhado e mordiscando seus lábios.

— Nossa… — foi a única coisa que o advogado achou adequado para dizer, assim que os lábios afastaram-se lentamente, uma linha de saliva ainda ligando-os.

— Eu ainda odeio você, Byun. — mordeu com força o beiço inferior do outro antes de se levantar e olhar para o relógio.

Cacete! Estava atrasado para a próxima audiência.

Baekhyun riu, levantando-se todo mole da mesa e indo sentar na poltrona do promotor, precisava descansar uns cinco minutinhos antes de se arrumar. Enquanto isso, observava o promotor correr atrás de suas roupas, limpando-se com os processos que estava deitado outrora, pouco se importando com isso.

Quando por fim terminou de se alinhar da maneira que pode, usando o perfume que ficava em sua gaveta para amenizar o cheiro de sexo que estava impregnado em seu corpo, parou em frente a Baekhyun, vendo-o se levantar peladinho e agarrar sua gravata, beijando-o mais uma vez. De forma mais calma que todas as vezes, os lábios se encontraram, redescobrindo-se sem o fervor que o sexo trazia.

— Você é caidinho por mim, não adianta nem fazer essa cara de bravinho, Kyungsoo. É trânsito em julgado. — sorriu arteiro, ao menos se importando com o olhar sério que recebia do outro.

— Vamos agir como se isso nunca tivesse acontecido, não ouse falar isso para ninguém, entendeu? — o promotor falou com seriedade, apertando a cintura nua com força, experimentando uma vontade surreal de juntar os corpos e beijá-lo gostoso mais uma vez. — Eu ainda odeio você e quando voltar quero te ver longe daqui e essa sala toda arrumada.

Dito isso, Kyungsoo se aproximou mais uma vez dos lábios alheios, sugando o inferior para dentro de sua boca e mordiscando-o antes de se afastar, dando as costas e indo em direção a porta. Mas não saiu sem antes ouvir Baekhyun gritar que era trânsito em julgado e não havia recursos para ele provar que não era caidinho por si.

Baekhyun gargalhou, satisfeito e feliz. Jurava que depois de uma foda daquelas, Kyungsoo parece de se amarrar. Mas se era joguinho que ele queria, era joguinho que iria ter.

E se tinha uma coisa que Baekhyun sabia fazer era jogar. E bem, isso já estava comprovado, pois foi o que levou os dois até ali.

Arrumou tudo com rapidez e ajeitou-se todo antes de deixar um bilhete desaforado sobre a mesa do promotor e sair com o peito estufado e um sorriso no rosto.

“Não vejo a hora de ganhar pela quarta vez uma audiência contra você.

Com ódio e um pouco de amor, Byun Baekhyun.

PS: Ansioso, também, para sentir seu pau entrando gostoso em mim.”

22 de Julio de 2018 a las 03:30 0 Reporte Insertar 0
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