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pi_1983 pi _1983

Sexo é esporte/ Sexo é escolha/ Sexo é cinema/ Sexo é imaginação, fantasia/ Sexo é poesia/ Sexo é uma selva de epiléticos/ Sexo é pagão/ Sexo é invasão/ Sexo é animal/ Sexo é carnaval/ Sexo é do bom/ Sexo sem amor/ É vontade Sexo é dois/ Sexo antes/ Sexo é pagão/ Sexo é invasão/ Sexo é animal/ Sexo é carnaval/ Sexo é aquilo. E coisa e tal E tal e coisa Rita Lee - Amor e sexo (trechos) *Os personagens originais de Dragon Ball, que aparecem na história, não são de minha autoria e pertencem a Akira Toriyama.


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18.

#sexo #universo-alternativo #dragon-ball
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A cafeteria

Uma mulher escreve sobre sexo para uma revista que tem como público, homens. Ela se encontra insatisfeita com seu trabalho pois precisa se esforçar muito para escrever coisas nas quais ela não acredita.
Em uma cafeteria ela conhece um homem que lhe faz um convite tentador.
Ela só saberá o que vai acontecer se aceitar.

Descubra você também.


*



Era uma galáxia qualquer. Um planeta qualquer. Um país qualquer. Uma cidade qualquer.

Um bairro.

Uma cafeteria.

Chovia gelado e ventava pesado, empurrando a água de um lado para outro. Dobrando guarda chuvas mais frágeis. Ninguém saia imune às rajadas de água, lançadas com violência.
Um carro passou rápido sobre uma poça que explodiu água para todo canto. Um homem gritou palavrões, mas foram abafados pelo som do trovão que rangeu os dentes, estremecendo levemente a calçada.

Era este o caos, do lado de fora da cafeteria, onde uma mulher desviara sua atenção do livro e olhava através do vidro. O vento fez abrir a pasta de um homem, que tentava fechar seu abrigo de chuva. Os papéis voaram, mas logo foram abatidos pelas gotas grossas de água. Grudaram no asfalto e foram atropeladas pelos carros e pelos sapatos.
Ela não ouviu quando o sinete soou, empurrado pela porta que se abria. Estava confortavelmente sentada de pernas cruzadas sobre um sofá vermelho, aveludado, no fundo da cafeteria. O ambiente era aconchegante, tocava uma música suave, baixa, apenas para apaziguar os ouvidos. Era um desses lugares decorados em estilo retrô. O chão era amadeirado, um bege escuro, contrastando com o balcão marrom, cor de café.

- Bom dia! – um homem sorridente chegou no balcão.
- Olá! – a moça atrás do balcão sorriu de volta – Tudo bem?
- Sim, obrigada por perguntar. Por favor, me dê um café duplo e um cookie de chocolate. – ele pegou a carteira, separou o dinheiro – Vocês tem tomadas para carregar celular?
- Temos, ali naqueles sofás. – ela apontou para o fundo da loja - Se quiser, pode ir eu levo para você. – ela abriu outro sorriso, maior que o primeiro.
O homem agradeceu e fez o que ela sugeriu. Colocou sua mochila na mesa, passou a mão tentando tirar um pouco da chuva que grudara nela. Abriu e pegou o carregador, achou a tomada e plugou.
Não demorou muito para que o celular começasse a cuspir vários “plins” “plins” “plins” “plins”. A moça do balcão apareceu, serviu o café e o cookie e disse que era só chamar que ela viria. Obrigado, ele falou rápido, e sua atenção voltou para o celular.
Quando ele ia tomar o café o celular gritou de novo, ele se assustou, colocou o copo na mesa e pegou o celular que escapou da mão porque estava grudado na tomada, mamando energia. A mão bateu no copo que rodopiou, o celular ainda gritava, sentado no sofá. Ele sentiu o universo inteiro olhando para ele.
- Mas que droga! – ele conseguiu segurar o copo. Ouviu uma risada, espontânea, mas baixa. O celular se calou. Ele olhou para o lado, um par de grandes olhos azuis olhava para ele – Desculpe, acho que fiz o maior barulho... – ele riu sem graça, coçando a parte de trás da cabeça.

Algumas pessoas ainda olhavam para ele.
- Acho que acabei de abalar a paz mundial. – ele olhou para as pessoas, que desviaram o olhar e voltaram para o seu café.
- A mim não incomodou, não precisa se desculpar. – ela sorria - É que nunca vi alguém perder tão feio para um aparelho celular como você. – ela soltou a risada de novo, com lábios rosados pelo batom e os olhos mais azuis e cintilantes que ele já vira.
- Pois é... – ele pegou o celular – eu não me dou muito bem com essas coisas... – colocou a opção “não perturbe”, apenas para garantir que ele não iria perturbar a paz das pessoas que estavam no local. E nem a sua.
Ela achou bonito o sorriso dele, e por alguns segundos mergulhou nas duas esferas negras, brilhantes, vívidas que ele possuía em seu rosto.
- Beba seu café, agora tudo voltou ao normal – ela colocou seu livro na mesa e levantou, indo rumo ao balcão – A paz mundial permanece intacta.
Ele simulou um suspiro de alívio, ela riu, ele a acompanhou com os olhos.

O sinete soou de novo, avisando que alguém entrava. Ele direcionou seu olhar para a porta e a perdeu de vista.
Era o homem dos palavrões. Ele ainda os soltava enquanto batia na roupa, tentando tirar os estilhaços de água que o carro explodiu. Pediu um café mal educado e foi se sentar no outro lado, oposto ao homem de olhos negros e a mulher de olhos azuis.
Ele olhava para o mal educado. Ela voltou e se sentou cruzando as pernas sobre o sofá. Tinha nas mãos um copo de chocolate quente com baunilha e chantilly.
Com as duas mãos segurando o copo, apoiado na mesa, ela passou os olhos pelo lugar. Tinha bastante gente, todos queriam se aquecer por dentro, já que por fora, muitos estavam gelados pelo frio e pela chuva.
- Você já se imaginou poder saber os pensamentos das pessoas? – ela falou sem olhar para ele.
Os olhos negros voltaram-se para ela. Ele a observou, antes de responder.
- Não. Por que? – Os cabelos azuis brilhavam e pareciam muito macios. Era um corte curto e moderno.
- Sério?! – ela olhou de repente para ele – Nossa, eu fico imaginando isso o tempo todo. Adoro me sentar em algum lugar e observar pessoas.
A tela do celular acendeu, mas ele ignorou. Olhou na mesa dela. Tinha um livro, um caderno pequeno e uma caneta.
- Sou escritora. – ela respondeu à pergunta que ele formava mentalmente e apontou para o aparelho – Você não vai atender?
- Não. Agora não. – ele tomou um gole do café – Sobre o que você escreve?
- Sexo. – ela voltou o olhar para a janela, ainda chovia forte. O vento levantou a saia de uma mulher, carregou o guarda chuva de uma velhinha e arrancou uma pequena placa de uma loja.
- Que interessante! – ele mordeu o cookie – Você já publicou algum livro?
- Não. – ela respondeu sem tirar os olhos da janela. Um garoto escorregou enquanto corria para atravessar a rua. Um carro freou em cima dele e tudo parou. A janela virou um quadro, por alguns segundos. O menino não se machucou.
- Mas você disse que é escritora... – ele ficou um pouco confuso.
- Eu escrevo uma coluna em uma revista destinada ao público masculino. – ela saiu da janela, bebeu um pouco do seu chocolate com baunilha e chantilly, soltou um suspiro, encostou no sofá e fitou o teto.
- Parece que você não gosta muito do que faz, ou é impressão minha? – o homem não tirava os olhos dela – O que você está lendo? É para escrever?
- Eu não gosto. – ela virou a cabeça e seus olhos encontraram os deles, atentos – Como você pode numerar dicas para enlouquecer o parceiro na cama? – pegou o livro e mostrou para ele, “Kama Sutra para iniciantes”.
Ele riu. Ela franziu as sobrancelhas.
- Dez formas de enlouquecer sua mulher na cama; manual do oral perfeito; o que as mulheres mais gostam na hora do sexo; vinte coisas que você deve saber para ser “o cara” na cama; o rei do orgasmo: dicas para fazer sua mulher chegar ao clímax. – ela revirou os olhos – tudo um monte de merda.
O homem continuava rindo.
- E você escreve essas coisas? Qual vai ser o título da matéria do kama sutra?
- Sim. – ela bufou a resposta – Escrevo essas merdas todas. Eu estou fazendo uma resenha do livro.
- E de onde você tira essas ideias? – a tela do celular voltou a acender, mas ele não viu.
- Eu imagino. – seus olhos voltaram para o teto da cafeteria – Eu fico pensando em como seria uma foda bem dada, um orgasmo transcendental, um pau do tamanho e grossura ideais, daqueles rosados que dá vontade de colocar na boca, só de olhar. E para completar, um homem que tenha todos esses atributos. – olhou de volta para ele – Coisa que não existe, a não ser no imaginário feminino.
- Uau... nunca nenhuma mulher me falou algo assim. Então você cria uma cena e escreve, mas como se fosse um manual?
- Mais ou menos isso... – levou o copo aos lábios e tomou mais um pouco do achocolatado – esqueci de citar também, anal sem dor – um prazer que poucas mulheres provam.
Uma senhora idosa, que passava perto deles no momento, olhou feio e sua cara dizia, “mas o que isso?! Mulheres não falam sobre essas coisas!”
Os dois riram.
- Ela provavelmente nunca teve um orgasmo... – os olhos azuis a seguiram até que ela saísse.
- E você? – o homem a encarou – Você já teve um orgasmo? – ela se arrepiou com o tom de voz dele.
O sorriso dela se desfez, olhou para a janela, a chuva tinha dado uma trégua. Sentia o olhar dele, esperando a resposta. Respirou fundo e soltou devagar.
Enfiou a mão na bolsa que estava sobre a mesa e tirou um maço de cigarros. Todos os movimentos dela eram acompanhados pelos olhos negros. Ela tinha movimentos suaves.
Tirou um cigarro com a ponta dos dedos, prendeu nos lábios e riscou o isqueiro. Soltou a fumaça e olhou para ele.
- Não. – ficaram se olhando, nos olhos. Ele parecia ler a alma dela. Ela sentiu algo em seu corpo, parecia uma descarga elétrica.
O homem não perguntou mais nada. Virou-se de volta para a mesa, bebeu o restante do café e terminou com o cookie. Tirou o celular da tomada, guardou o fio na mochila.
Ela continuou olhando para ele. Pegou um papel guardanapo e anotou alguma coisa.
Levantou-se, sorriu para ela.
- Foi um prazer conhecê-la. – ele depositou o guardanapo na mesa e virou-se. A porta da cafeteria se abriu, ela não pôde vê-lo pela janela, porque foi em direção oposta.
A mão delicada pegou o guardanapo. A caligrafia era bonita, pendia para o lado, como se estivesse escrito em itálico.
“Hotel Royal Turquoise, quarto 69. Apenas peça a chave na recepção. Te esperarei por uma hora.”

Ela leu cinco vezes.
Seu coração acelerou. Um misto de medo, curiosidade e excitação tomou conta de seu corpo. Olhou para o relógio do celular, 9h00. Ele a esperaria até as 10h00.
“- E você? – o homem a encarou – Você já teve um orgasmo?” – as palavras dele vieram à mente.
Acendeu mais um cigarro, suas mãos tremiam levemente.
A moça do balcão apareceu.
- Aquele homem que estava sentado aqui, já foi embora? – ela estava olhando para a mulher de olhos azuis, que estava na mesa ao lado. Ela respondeu que sim de modo automático.
A moça do balcão virou-se de volta para o assento vazio.
- Ai... que gato! Eu ia entregar meu telefone para ele... – ela passou um pano úmido sobre a madeira quadrada – só de pensar o que ele poderia fazer com aquelas mãos... – ela suspirou, resignada, enquanto a umidade da madeira se esvaía.
“- Uau... nunca nenhuma mulher me falou algo assim. Então você cria uma cena e escreve, mas como se fosse um manual?
“... só de pensar o que ele poderia fazer com aquelas mãos...”

Ela olhou novamente para o guardanapo, lançou a mão para celular e buscou pelo endereço do hotel. Encontrou rapidamente, ficava apenas a quatro quadras de onde ela estava. Olhou no relógio, 9h30.
Vestiu seu casaco cinza chumbo que ia até metade das coxas e envolveu o pescoço com o cachecol de um cinza mais claro. Atravessou a bolsa sobre o tórax e pegou o livro.
Na calçada ela viu uma nuvem escura flutuando lentamente no formato de um zepelim, anunciando que a chuva não tardaria a voltar. Apressou o passo.

A fachada do hotel era discreta, porém muito bonita. Toda em vidro, refletia o céu, parecendo uma parte dele. Era um hotel cinco estrelas, luxuoso, porém sem exageros de requintes.
Ela entrou, faltavam dez minutos para o fim do prazo. O concierge se adiantou para recebê-la.
Tem uma pessoa me esperando no quarto 69. Aqui está a chave. Sexto andar. Obrigada. De nada. O elevador abriu as portas devagar, ela sorriu nervosa, ao imaginar uma cena. O dedo indicador apertou um botão quadrado com o número 6 e depois passou pelas bolinhas de braile, ela fechou os olhos, mesmo assim não conseguiu sentir ali o número.
A campainha avisa que chegaram. Uma voz feminina anuncia.
- Sexto andar. Porta abrindo.

Ela se apressa sem prestar atenção no que há ao redor. Encontra o quarto, levanta a mão fechada para bater na porta, mas tem a chave. Um cartão magnético, que ela mete rápido no buraco da fechadura e ouve a porta se destrancar. Baixa a maçaneta, respira fundo e abre.
A porta se fecha sozinha, empurrada por uma alavanca. “Clik!”, está trancada. Ele estava lá. Ela dá mais dois passos para frente. Não tinha reparado muito nele. Era alto, seus cabelos negros espetados, tinha um porte atlético. Usava um terno slim, que lhe caia muito bem pelo corpo todo. Ela sorriu, homens de terno são fetiches de muitas mulheres. Já escrevera sobre isso.
Ele estava imóvel, de costas, com as mãos nos bolsos olhando pela grande janela que tinha no quarto. A chuva despencou no momento exato em que ela entrou no quarto.
Olhou ao redor. Era um quarto amplo, encarpetado de cinza claro. As paredes brancas, impecáveis. A cama era enorme, poderia caber quatro pessoas. Era tudo branco também, mas uma manta cinza chumbo decorava a beirada, dobrada em um retângulo perfeito. Tudo bem alisado.
Ele se virou, tinha um belo sorriso, diferente, malicioso. Ela tentou sorrir, mas estava nervosa. Mordeu o lábio inferior. Não sabia se falava ou se calava. Guardou as palavras para depois, embaixo da língua.
Ele não disse absolutamente nada. Tomou uma cadeira e foi arrastando na direção dela. Parou. Deixou a cadeira e foi sozinho até ela. Os olhos azuis acompanhavam cada gesto. Lhe tirou a bolsa e o livro que estava na mão.
Tirou sua gravata e jogou por cima de um sofá que estava perto. Desenrolou o cachecol dela e o lançou ao sofá. Se desfez do terno. Deslizou o casaco dela pelos ombros, puxando por trás. Passou o nariz em sua nuca, sentiu o perfume e respirou sua pele, com força. Ela tremia, não conseguia controlar.
Soltou um suspiro profundo de olhos fechados. Quando os abriu, ele estava na sua frente.
Ele a olhava nos olhos. Duas esferas negras, brilhantes, excitantes. O coração dela metralhava contra o peito, sua respiração estava ofegante. Abriu os lábios, que já estavam coloridos de um rosa mais escuro, framboesa. A mão do homem acariciou seu rosto e ele passou o polegar pelos lábios dela, estremeceu fechou os olhos azuis. Sentiu o dedo dele pedir passagem em sua boca, cedeu.
Ele sorriu e colocou seu dedo na boca dela, sentiu a pressão quando ela o chupou, passando a língua ao redor do dedo. Ele começou a fazer movimentos de ir e vir, ouviu um gemido baixo.

- Você está pronta para uma foda bem dada, um orgasmo transcendental com um pau do tamanho e grossura ideais? – ela mordeu levemente o dedo dele e abriu os olhos.
Ele começou a desabotoar a camisa, devagar. Ele acompanhava os olhos dela que acompanhavam as mãos dele, até o último botão. Livre da peça ele colocou a mão em sua barriga, “... só de pensar o que ele poderia fazer com aquelas mãos...”. Ele tinha mãos grandes, fortes, mas o toque era suave, provocante. Tomou a barra da camiseta dela e levantou, os braços delicados foram para cima, sem hesitar. Sentiu sua pele arrepiar quando os dedos dele correram por suas costas, bem no vão da coluna. Mão quente. Mas ela ainda vestia uma regata solta, de seda, rosé, que marcava seus seios fartos e deixava visível os bicos rijos.
O cinto se abriu, ela viu a calça dele sendo jogada no sofá, junto com as meias. O corpo dele encostou nela, por trás. Era quente, forte, firme. Suas mãos foram para frente, desabotoaram a calça jeans, desceram o zíper e a peça juntos. Ele encaixou os dedos nas laterais da calcinha e baixou a peça delicada, de tecido fino misturado com renda.
Mais uma vez ele se colou às costas dela. Sentiu o pênis ereto encostar em suas nádegas, ela arfava. Os seios fartos e firmes se levantavam, acompanhando a respiração. Um trovão rugiu forte e ela se assustou, deu um passo para trás.
Sentiu as mãos dele em seus ombros, descendo pelos braços. O nariz novamente em sua nuca, ele sentiu a pele dela arrepiar. Pousou as mãos na cintura e foi subindo pela lateral do corpo, avançou para dentro da regata e tocou nos seios.
- Você é tão gostosa, macia e cheirosa...
Ela soltou outro gemido e sem perceber deitou a cabeça para trás, apoiando no ombro dele. Estava entregue, os lábios do homem beijavam seu pescoço, enquanto suas mãos habilidosas massageavam a pele macia dos seios, os dedos brincavam com os bicos.
Ele a soltou, mas pegou em uma das mãos e a puxou.
- Sente -se aqui. – era a cadeira que ele havia arrastado. Ela se sentou e seus olhos foram direto ao volume que estava marcado na boxer preta. Sem perceber, ela passou a língua nos lábios. Ele percebeu.
Ajoelhou-se de frente para ela e segurou em seu quadril, uma mão de cada lado. Puxou delicadamente para frente; ela precisou apoiar as mãos atrás. Ele a olhou nos olhos. Ela abriu as pernas.
Estremeceu quando sentiu o dedo dele passar na fenda entre os grandes lábios. Ela estava molhada, encharcada. Ele meteu o dedo na boca e o chupou. Ela arfou. Abriu mais as pernas, apoiando os calcanhares nos pés da cadeira.
Ele sorriu, colocou as mãos nas coxas roliças da mulher de olhos azuis, acariciou com uma leve pressão, seus lábios desceram até a parte de dentro, começando do joelho e aprofundando-se mais. Ele beijava a pele dele com desejo, dando leves sugadas, lambendo ao mesmo tempo que suas mãos a acariciavam com firmeza. Ele ouviu o gemido dela quando sua língua passou pelo mesmo lugar que o dedo, mas dessa vez ele não ergueu a cabeça.
Segurou o quadril dela e a puxou mais para si, sua língua começou a explorar. Ele lambia e dava leves chupadas. O corpo delgado estremeceu quando sentiu a língua dele a penetrar. O quarto estava quente, ela sentia seu corpo esquentar ainda mais, arrepiar-se e misturar com sensações que ela nunca tinha experimentado.
A língua percorria toda a sua vagina, até que encontrou o ponto de prazer. Ela gemeu alto, estava envolto pelos lábios dele e a língua deslizava deliciosamente. Ela ergueu o quadril involuntariamente. Queria entrar naquela boca. As mãos dele subiram até os seios, ele brincava com os bicos, massageava ora com pressão, ora suavemente.
As pernas dela começaram a tremer, sentiu um choque, uma sensação se formou ao pé da barriga. Parecendo que queria explodir. Ele passou a mover a língua mais rápido e com um pouco de pressão. Ela gemia, com a cabeça jogada para trás. A sensação aumentava, seu corpo pegava fogo. Ela soltou um gemido alto, libertando aquela sensação, gozando enquanto suas pernas se fechavam, prendendo a cabeça dele.
Ela não fizera esforço algum, mas respirava como se tivesse corrido uma maratona. Ele se levantou e baixou a boxer na frente dela. Exibia um belo pênis. Era grosso, grande. Os olhos azuis brilharam, um sorriso tímido se fez de canto. Ele estendeu a mão para ela, ainda estava com as pernas bambas. Se levantou e tirou sua última peça, exibindo seu corpo de curvas bem definidas, a pele branca e macia.
Dessa vez ela definiu o lugar. Avistou uma mesa pequena e foi em direção a ela. Ficou de costas, esperando por ele. Logo sentiu o corpo quente daquele homem grudar no seu. Ela se curvou sobre a mesa e olhou por cima do ombro.
- Aqui. Assim. – ele sorriu maliciosamente. – Me dê uma foda bem dada. – a voz dela saiu provocante. Ele pegou uma de suas pernas e apoiou na cadeira que estava perto. Segurou seu pênis e o esfregou na entrada molhada, tão molhada que estava escorregadia. Ele a penetrou de uma vez, os dois gemeram. Ela era apertada. Segurou em seu quadril e começou a se mover, devagar, queria senti-la.
- Você é tão apertada... – sua voz saiu rouca.
Ela fechou os olhos, segurou na outra ponta da mesa. Empinou mais o traseiro, queria ele todo dentro dela. Gemia, ele aumentava o ritmo, diminuía, tirava e depois colocava com força.
- Mais rápido. – ela pediu com a voz tremula – Mais forte. – ele se excitou ainda mais – Mais fundo. – ele gemeu um rosnado, como um animal a copular com sua fêmea. Obedeceu às ordens. A fêmea jogou a cabeça para trás e ele agarrou em seus cabelos. O corpo dela seguia o ritmo dele, cada estocada. As peles também gemiam quando se encontravam.
Um trovão abafou os gemidos que eles soltaram quando gozaram, juntos. Ele se curvou por cima dela. Ficaram alguns minutos assim, sentindo o prazer que percorria seus corpos. Eram como ondas elétricas.

Ele a puxou para o banheiro. A lavou, seu corpo todo, era erótico, sensual. Passou as mãos por todo o corpo dela. Ela apenas o olhava. Saíram e vestiram – se com roupões felpudos. Ela foi até a sua bolsa e pegou um cigarro.
“- Depois de uma foda dessas, um cigarro cai bem.” – pensou. Sentou-se no espaço entre a janela e a parede.
- Me dá um? – ele sentou de frente para ela. Acenderam, ela largou a fumaça no ar de olhos fechados. – Quer almoçar?
- Não, agora não. – ela estava extasiada. Olhava o mundo lá fora, a chuva continuava forte. Esvaziando as ruas e ameaçando quem se atrevesse a sair – Quero outra coisa. – ela falou sem olhar para ele.
- O que? – ele sorriu maliciosamente. Ela voltou seus olhos para ele, apagou o cigarro, tomou o dele e apagou.
Foi em direção a cama e sentou-se. O chamou com um gesto de mão. Ele parou de frente para ela, em pé.
- Quero te chupar...As mãos delicadas desmancharam o nó do roupão, ela se levantou e empurrou pelos ombros grandes dele. Ficou olhando o corpo, era demasiado gostoso e bem feito. Suas mãos acariciaram o peitoral, desceram pela barriga trincada e com a mão espalmada ela o circulou, indo para as costas. Ele era muito mais alto, ela não alcançava a nuca, mas acariciou com a mão, enterrando os dedos nos cabelos, que mesmo molhados, permaneciam rebeldes.
As unhas desceram pelas costas, arranhando suave. Deixando um rastro de arrepios. Quando chegou ao quadril, as mãos dela se enveredaram pela lateral, indo parar na frente, desceram um pouco mais e encontraram o que queriam. Ele já estava ficando duro de novo. Ela sorriu. Acariciou, o rodeou de novo e ficou de frente. Os olhos dele pediam.
Ela iria dar. Para ele e para ela. Uma das mãos envolveu o pênis, ainda não estava totalmente duro. Ela sabia como deixar. Sua mão passou a mover-se, masturbava-o. Ia devagar fazendo pouca pressão. Mas ela o queria na boca. Parou os movimentos e passou a língua na ponta. Ele gemeu, baixo. Ela sentiu crescer em sua mão. Sorriu.
Ele fechou os olhos e sentiu seu membro ser sugado. Era quente, molhado. Ela movia a cabeça, era grosso e grande, mas ela o queria todo em sua boca. Era gostoso, como ela idealizava. Foi aprofundando aos poucos. Ele gemia. A cada investida ela ia mais fundo, até que conseguiu. Ela gemeu e o corpo dele estremeceu. Ela voltou e logo o colocou inteiro na boca.
Ele olhava, instintivamente agarrou nos cabelos dela. Ela chupava com vontade, com voracidade. Mas ela queria outra coisa também. Segurou no quadril dele e afastou, depois puxou de volta. Ele entendeu. Ela queria que lhe fodesse a boca. Parou de se mexer e deixou que ele o fizesse. Olhou para ele, ouviu um gemido. Enquanto ela o tinha em sua boca, acariciava as partes do corpo que podia alcançar.
Sentiu pulsar, ficou mais rígido, ela sabia o que ia acontecer. Abriu mais a boca para que ele entrasse por inteiro, ele foi. Uma, duas, três vezes. Ele ia sair, ela segurou, ela o chupou com tanta vontade que ele não conseguiu conter. Rugiu enquanto se derramava na boca da fêmea, segurando-a pelos cabelos.
Ela também gemeu. Gozou. Mas ele ainda estava duro, excitado. Arrancou o roupão dela e a deitou na cama, encaixando-se imediatamente entre suas pernas e a penetrando. Passou as beijar seus seios, enquanto investia contra ela, foi subindo, lambendo e beijando em seu pescoço, beijou seu queixo.
Ele se movia rápido, se olhavam, ela colocou as mãos nos cabelos dele. Os lábios, agora vermelhos, se abriram levemente, ela os molhou e ele não pôde esperar mais. Sua boca a devorou, suas línguas se tocaram, enrolaram, foi um encaixe perfeito. Gemiam um na boca do outro. E como era gostosa a boca daquela mulher. Sentiu suas unhas cravarem nas costas dele.
O quarto cheirava a sexo. A chuva batia violenta contra o vidro da janela, querendo entrar, participar. Ele a abraçou e rolou na cama, ela estava por cima. As mãos apoiadas no peito dele, ela se esfregava, rebolava, gemia. Seus olhos estavam fechados. Ele acariciava os seios dela, sentou-se para poder tê-los na boca.
Ela se inclinou, segurando nos cabelos dele, enquanto seu quadril trabalhava, a fricção contra a pele dele estimulava seu clitóris. Ela gemia alto, sentia pequenos espasmos. Segurou nos ombros dele, jogou a cabeça para trás e gozou um gemido alto com um sorriso enorme nos lábios, seu corpo estremeceu.
Ela voltou a cabeça e abriu os olhos, encontrou os deles que olhavam satisfeitos. As mãos fortes acariciaram suas costas, ele ainda estava dentro dela, duro. Ela saiu e colocou-se de quatro, deitando toda a parte da frente e empinando seu traseiro.
- Essa é a minha posição preferida... – ele a penetrou com força. Aquilo o deixou louco.
Ela gemeu, agarrando nos lençóis da cama. As mãos dele seguravam seu quadril enquanto ele metia forte, fundo. Gemendo. Não conseguiu se conter e bateu em uma das nádegas que imediatamente manchou-se de vermelho.
Ela adorou aquilo. Pediu de novo. A marca ficou ainda mais vermelha. Ela sorriu e levou sua mão ao clitóris. Se masturbava enquanto ele a fodia. Gemia alto, gozou novamente e em seguida ele urrou de prazer, enterrando o pênis na vagina dela enquanto gozava novamente.
Os dois caíram exaustos, suados e completamente satisfeitos. Ela tinha as pernas moles, ele ainda recuperava o fôlego.
- Você sempre aborda mulheres estranhas para transar? – deitou-se de lado, de frente para ele.
- Não, só você. – ela sorriu. Ele acariciou seu rosto.
O calor do sexo começava a baixar, Goku puxou o edredon fofo e quente. Bulma se aconchegou no corpo dele, estava sonolenta já.
Ele a apertou nos braços e ela suspirou.

- Na próxima vez eu é que vou escolher a história... – adormeceram, satisfeitos, colados um ao outro. Completos.


3 de Julio de 2018 a las 03:06 2 Reporte Insertar 2
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Megan W. Logan Megan W. Logan
Adorei a história, ficou muito boa! Gostei do fogo desses dois, maravilhoso! Beijos!
5 de Julio de 2018 a las 20:50

  • pi _1983 pi _1983
    Obrigada! :) Eu acho que eles combinam muito! 6 de Julio de 2018 a las 13:57
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