Crime Perfeito Seguir historia

forestella Cintia Walter

[SHORTFIC] Jongdae morre quando o seu namoro está para completar 5 anos e Minseok, como um bom namorado-detetive, fica encarregado de investigar a sua morte. São exatos cinco suspeitos e cinco minutos necessários para que ele morresse — cinco é o número da sorte de Minseok e o número de azar de Jongdae. A culpa pesa em seu peito.


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

#policial #suspense #shortfic #sebaek #gatilho #Investigação-criminal #investigação #crime #chenmin #xiuchen
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Diretor Tenso

Vítima: Kim Jongdae, 25 anos.

Arma do crime: uma faca profissional.

Local do crime: seu apartamento.

Tempo de morte: aproximadamente 5 min.



Minseok refaz os passos de Jongdae. Quando se vê frente a frente com Joonmyeon, é impossível não pensar na imagem de seu namorado morto. É uma creche bonita e com crianças alegres, mas o clima naquela sala é distinto.

— Eu preciso de algumas informações, senhor Kim.

— Estou em horário de trabalho, se você não consegue ver.

Minseok suspira.

— Eu também estou, meu caro...

— Não fui eu que matou Jongdae, Minseok.

— Me chame apenas de detetive.

Joonmyeon ri.

— O que você quer comigo, detetive?

Minseok morde o lábio. Está impaciente.

— Quero que me diga o que aconteceu no dia 18 de janeiro de 2018.

Joonmyeon apoia os cotovelos na mesa. Encara o detetive com um sorriso ladino.

— Jongdae veio trabalhar aqui como em todos os outros dias. Lecionou para as suas crianças e esteve a manhã inteira sorridente, como sempre. Porém, o pai de um aluno o acusou de tratar mal o seu filho e tivemos uma discussão nessa mesma sala.

Minseok, finalmente, sente que está indo para algum ponto satisfatório.

— Quem é o pai desse garoto?

— Não posso fal—

— Joonmyeon, se você ainda não entendeu o meu propósito aqui, me deixe explicar: o seu funcionário morreu há alguns dias com uma faca enfiada na nuca e eu preciso descobrir quem o matou. É o meu trabalho, você entendeu? Se você não contribuir para as investigações, se tornará mais suspeito do que inicialmente é.

Joonmyeon respira rápido, mais vezes que Minseok pode contar.

— Jongin...

O detetive franze o cenho.

— O nome dele é Jongin?

— É. Kim Jongin. Pai solteiro.

— Onde eu posso o encontrar?

Joonmyeon se encosta à cadeira, suspirando fundo e fechando os olhos. Está irritado, impaciente e inquieto. Minseok estranha suas ações.

— Ele traz seu filho todos os dias às sete da manhã, vinte minutos antes de abrirmos a creche, e vai trabalhar às oito horas. Se o senhor vier no mesmo horário, eu libero o portão mais cedo para as crianças e vocês podem conversar.

O detetive sente o medo provindo do diretor. Anota tudo o que foi dito — e, como adendo, o comportamento acuado daquele homem.

— Mais alguma coisa, detetive?

Minseok crispa os lábios.

— No que consistiu as suas conversas com ele naquele dia?

— Além da discussão? Trocamos bom dia’s, ele me disse que andava cansado e que suas crianças estavam sendo o seu refúgio. Eu sorri, o abracei e disse que tudo ficaria bem, Jongdae concordou. Após o inconveniente com Jongin, eu o disse que a culpa não era dele. Ele sorriu e foi embora.

Jongdae estava triste. Minseok se sentia triste também.

— Você sabe para onde ele teria ido?

— Não.

— Mesmo?

Eu não minto.

Minseok o olhou torto, mas está satisfeito por enquanto.

— Obrigado pelas informações, senhor Kim.

— Disponha.

Com o seu bloquinho de notas, anda em direção à saída. Joonmyeon é um homem tenso demais para ser descartado da lista de suspeitos.

30 de Junio de 2018 a las 00:27 0 Reporte Insertar 12
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